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Em Nome de Deus, o Clemente, o Misericordioso!
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Conheça o Islam e os Muçulmanos
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A palavra "Islam" significa
paz e submissão. Paz consigo próprio e com o que o
rodeia e submissão à vontade de Deus Único. Um outro significado, mais
amplo, do "Islam", significa alcançar paz através da submissão à vontade
de Deus. Esta é uma religião única, com um nome que representa uma atitude
moral e o estilo de vida. O Judaísmo foi buscar o seu nome à tribo de
Judá, o Cristianismo a Jesus Cristo, o Budismo a Goutam Buda e o Hinduísmo
ao Rio Indus. Os Muçulmanos derivam a sua identidade da mensagem do Islam,
não da pessoa de Muhammad
Allah é a palavra Árabe para "Deus Único". Allah não é somente o Deus dos Muçulmanos. Ele é o Deus de toda a Criação, porque Ele é o seu Criador e Sustentador. "
A palavra "Muçulmano" significa
aquele que se submete à vontade de Deus, o que é conseguido pela
declaração de que "não existe outra divindade além de
Deus Único e Muhammad é o (último) Mensageiro de Deus". Num
significado mais abrangente, qualquer um que voluntariamente se submeta à
vontade de Deus é um Muçulmano. Assim, todos os Profetas que precederam o
Profeta Muhammad
Em poucas palavras, Muhammad (a Paz
esteja com ele) nasceu no seio de uma tribo nobre de Mecca, na Arábia, no
ano 570 d.C.. A sua linhagem descende do Profeta Ismael (a Paz esteja com
ele), filho do Profeta Abraão
Não. Os Muçulmanos
não adoram Muhammad
Os Muçulmanos têm Jesus
Os Muçulmanos não têm seitas. Os que seguem o Alcorão Sagrado e
o Profeta Muhammad
São cinco os principais pilares do Islam: 1) a crença (Iman) no Deus Único e em que Muhammad (a Paz esteja com ele) é o Seu mensageiro; 2) a Oração (Salat), a ser efetuada cinco vezes por dia; 3) o Jejum (Siyam), requerido durante o mês do Ramadan; 4) a Contribuição obrigatória (Zakat), a parcela da riqueza dos abastados devida aos pobres;
5) a Hajj, que é a Peregrinação a Meca, uma vez na
vida, caso seja possível física e financeiramente.
O objetivo do culto no Islam é
estar consciente de Deus.
Deus é Justo e manifesta a Sua justiça, tendo sido Ele quem estabeleceu o sistema de responsabilidade. Os que praticam o bem são recompensados e os que praticam o mal são punidos de acordo. Criou o Céu e o Inferno, para os quais existem critérios de admissão. Os Muçulmanos acreditam que a vida presente é temporária. É um teste que, caso o passemos, ser-nos-á dada uma vida de felicidade permanente e na companhia de boa gente, no Céu.
Não, o Alcorão afirma categoricamente que "Quem tiver feito o bem, quer seja do peso de um átomo, vê-lo-á. E quem tiver feito o mal, quer seja do peso de um átomo, vê-lo-á". (Alcorão, 99:7-8). Isto significa que os que não crêem, se tiverem praticado o bem, serão neste mundo recompensados pelas suas boa ações. Por outro lado, os que fazem o bem, se forem Muçulmanos, serão recompensados não só neste mundo como no Outro. Contudo, o Juízo final só a Deus pertence. (Alcorão, 2:62)
O Islam dá ênfase à modéstia. Ninguém deverá ser visto como um objeto sexual. Existem linhas mestras a observar para os homens e para as mulheres, para que o seu vestuário não seja nem demasiado fino, nem demasiado justo para não revelar os contornos do corpo. Os homens devem pelo menos cobrir a área entre os joelhos e o umbigo, e as mulheres devem envergar vestuário que cubra tudo, menos as mãos e o rosto.
Aos Muçulmanos é dito, no Alcorão, que não comam porco ou derivados desse animal, carne de animais que tenham morrido antes de irem para o matadouro, ou de animais carnívoros (por estes comerem animais mortos), não bebam sangue nem bebidas intoxicantes como álcool, nem usem drogas ilícitas.
A palavra "Jihad" significa esforço, ou mais especificamente, esforçar-se pela causa de Deus. Todo e qualquer esforço no dia-a-dia pela causa de Deus pode ser considerada Jihad. Um dos níveis mais elevados da Jihad consiste em insurgir-se contra um tirano e proferir a palavra da verdade. O controlo de si próprio é igualmente uma grande Jihad. Uma das formas de Jihad é levantar armas em defesa do Islam ou de um país Muçulmano, quando o Islam é atacado. Este tipo de Jihad tem de ser declarado pela hierarquia religiosa ou governamental que segue o Alcorão e a Sunnah.
O Ano Islâmico principiou-se com a migração (Hijra = Hégira) do Profeta Muhammad (a Paz esteja com ele) de Meca para Medina, no ano 622 d.C. É um ano lunar de 354 dias. O seu primeiro mês é designado por Muhar-ram. O ano 2007 d.C. (Era Cristã) equivale ao ano Islâmico 1428 d.H. (Era Hegiriana).
No islam só tem duas Festas:
Eid-ul-Fitr, que marca o fim do jejum durante o mês do Ramadan e é celebrado com orações públicas, festejos e troca de presentes. Eid-ul-Adha, que marca o fim da Hajj ou Peregrinação anual a Mecca. Após as orações públicas, aqueles que podem sacrificam um cabrito ou cabra para simbolizar o significado da obediência do Profeta Abraão a Deus, mostrada pela sua prontidão em sacrificar o seu filho Ismael.
A Chariaa é o nome dado ao
conjunto das leis Muçulmanas, originado de duas fontes: o Alcorão e a
Sunnah ou tradições do Profeta Muhammad
Segundo o Sagrado Alcorão, "Não há imposição quanto a religião" (2:256); como tal, ninguém poderá ser forçado a tornar-se Muçulmano. Embora seja verdade que em muitos locais onde os exércitos Muçulmanos libertaram pessoas ou terras, a espada foi usada por ser a arma utilizada na época; todavia, o Islam não se difundiu por meio da espada, como atesta o fato de em muitos locais onde hoje existem Muçulmanos, no Extremo Oriente, Indonésia, China, e muitas zonas de África, não subsistirem quaisquer registros da presença de exércitos Muçulmanos. Afirmar que o Islam foi espalhado pela espada equivale a dizer que o Cristianismo foi difundido com o auxílio de armas, F-16s e bombas atômicas, etc., o que não corresponde de todo à verdade. O Cristianismo foi difundido pelas obras missionárias dos Cristãos. Dez por cento de todos os Árabes são Cristãos. A "Espada do Islam" não foi bem sucedida na conversão das minorias não-Muçulmanas nos países Muçulmanos. Na Índia, onde os Muçulmanos governaram durante 700 anos, são eles próprios uma minoria. Nos EUA, o Islam é hoje a religião de crescimento mais rápido, com mais de 8 milhões de seguidores sem qualquer espada. Em França, o Islam é hoje a segunda religião, com mais de 5 milhões de seguidores sem qualquer espada. Em Portugal, onde os Muçulmanos governaram durante 700 anos, são eles próprios uma minoria. No entanto, atualmente, muitas vezes há conversões ao Islam, na Mesquita da Liga da Juventude Islâmica do Brasil, sem qualquer espada.
Não, o Islam é uma religião de
paz e submissão que dá ênfase à santidade da vida humana. Um versículo do
Alcorão refere [Capítulo 5, versículo 32] que, "quem
salve uma vida, é como se tivesse salvo toda a humanidade, e quem matar
outra pessoa (exceto em caso de assassínio ou malevolência na terra), é
como se tivesse morto toda a humanidade."
O conceito do "Fundamentalismo" não existe no Islam. Os media Ocidentais forjaram este termo para designar os Muçulmanos que desejam regressar aos princípios básicos fundamentais do Islam, e que moldam as suas vidas de acordo com isso. O Islam é uma religião de moderação e um Muçulmano praticante e temente a Deus não pode ser nem um fanático, nem um extremista.
Não, a poligamia no Islam é uma
permissão, não uma injunção. Historicamente, todos os Profetas à exceção
de Jesus, que não era casado, tinham mais de uma esposa. O fato de os
homens Muçulmanos terem mais de uma esposa deriva da permissão que lhes é
concedida no Alcorão, não para satisfação da luxúria, mas para o bem-estar
das viúvas e dos órfãos da guerra. No período pré-Islâmico, os homens
tinham habitualmente muitas esposas. Um tinha 11 esposas e quando se
tornou Muçulmano, perguntou ao Profeta Muhammad
Não. Muito pelo contrário, o
Islam elevou o estatuto das mulheres há 1400 anos, ao permitir-lhes o
direito ao divórcio, à independência e apoios financeiros, e a serem
identificadas como mulheres dignas (Hijab), quando no resto do mundo,
incluindo a Europa, as mulheres não gozavam de nenhum destes direitos. As
mulheres são iguais aos homens em todos os atos pios (Alcorão 33:32).
O Islam reconhece os direitos da
minoria. Para assegurar o seu bem-estar e a sua segurança, os governantes
Muçulmanos impuseram-lhe um imposto (Jezia).
O Alcorão chama-lhes "O povo do Livro", aqueles
que receberam as escrituras Divinas antes de Muhammad
- "Deixemos que a divisa do diálogo civilizacional seja o vers. 83 do Cap. 2 do Alcorão que diz: "Falai com brandura a todas as pessoas", e deixemos que a finalidade do diálogo seja a de adquirir a liberdade tão vasta como o universo. "Cheguemos a termos comum entre nós e vós: que não adoraremos ninguém senão Deus; que não Lhe associemos nenhum parceiro; e que não aceitemos outros por senhores além de Deus: e se depois eles se afastarem, dize-lhes: 'sede testemunhas que nós (pelo menos) submetemo-nos à Vontade de Deus'." (Cap. 3, vers. 64)".
Simplesmente
dizendo "Não há outro deus senão Allah e Muhammad é o Mensageiro de
Deus", em árabe, "la
ilaha illa Allah Muhammad rassul
Allah". Com esta declaração, o crente anuncia sua crença em Deus,
em todos os Seus mensageiros e nos livros que eles trouxeram, nos
anjos, no Dia do Juízo Final e na Predestinação.
A Voz Muçulmana Na Internet
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