Já não há heróis |
Violento age dorme no cume do nada rasga uma nesga de suor com a espada enfeitiçada sai pelas costas da sorte chora como o crime da morte torna a querer e se insurge no valente que toma a noitada que segue junto do calor e se solta pela doce calada vozes vorazes de um crente que ama as palavras com que mente pobres avisos de futuro tão amoral e ocioso caminha com andar seguro já nem o receio dá-lhe gozo violento caí... ! com duas balas cravadas num corpo parco de amor alheado de um rumo de um que soubesse fazer-lhe frente que hoje acaba com ele heroi de um tempo ausente e ainda bem que assim o é. |
