Morrendo por um segundo só meu... |
Já nada é facil, nunca foi nada é simples, obviamente ( sinto-me descrente ) já nada é preto no branco nada brilha no escuro ( sinto-me mal e inseguro ) já nada permanece sagrado pois tudo o que é inexplicável, é cobiçado ( sinto-me ferido e amarrado ) já nada é tratado com dignidade palavra incerta no presente instada a comentar ( sinto-me frágil como o vidro ) tranpareço o vazio que me percorre pois tudo aquilo que vale a pena, morre... ( sinto-me triste e a alma me escorre ) nos dedos corto a vontade nas veias mato a saudade nos sonhos sei que nunca é tarde nas noites perco-me e não reparo no apontar da faca sou cobarde mas finjo bem, por isso estou à vontade solto gritos mas a dor fica insiste comigo, mal respiro já nada me serve mas de todos me sirvo bem sei que sofrem mas mesmo assim sobrevivo morrendo por um segundo só meu... |
