Desperto |
Cheio do meu corpo do tudo e nada existente cheio do tempo presente e da escondida vontade que poupo cheio do som inebriante da melodia cortante que faz sentir da vontade eterna de partir sempre no momento mais importante cheio de cheiro nas mantas de mil perfumes banhados em corpos que tão loucos em suspiros soltos fazem esquecer crimes nas imagens lentas onde passo a vida a correr do tormento dor imensa, sob qualquer presente verdade em si no corpo se mente da alma se isola este transiunte cheio de vozes que dizem amar e no proximo instante arranham-me a pele falam do ser, do prazer que é dar mas exigem tudo que nas promessas se sele no instante seguinte, descontente passam pensamentos perto que oferto mas incertamente roubo-os novamente e cheio de tanta falsidade, desperto. |
