Sem alento |
À ida do nada tornou-se evidente já ninguém se salva ninguém fica inocente trocas de brilhos em destinos crueis e vazios linhas despidas em filhos de amor banhado por rios fios de seda, gostos vereda de ciúme, total gasto num tempo banal até depois dos rostos fatal busca do som do perfeito ser de harmonia cheiros de igual e fiel tom cruzados em alma fria chorada e pretexto para se valer do sofrimento de mais um texto sem alento... |
