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Quando os portugueses descobriram o caminho mar�timo para as �ndias ao dobrar o cabo da Boa Esperan�a em 20 de Maio de 1498 atrav�s da esquadra capitaneada por Vasco da Gama, que ao fundear no porto indiano de Capocate deu inicio o com�rcio atrav�s do oceano. Os portugueses ao se tornarem senhores de Calecute que era o principal emp�rio do com�rcio da �ndia, partiram para conquistar outros pontos atrav�s de Afonso de Albuquerque o Le�o do Mar que devido ao seu esp�rito de justi�a e pelo carinho com que tratava o povo indiano, ele assegurou a posse da �ndia ao fundar um vasto imp�rio cuja capital era a cidade de Goa.

Um s�culo depois da chegada dos portugueses � �ndia, o rei espanhol Filipe II reuniu sob o seu dom�nio, Portugal e suas possess�es, com isto a Inglaterra e a Holanda que se encontrava em guerra com Portugal resolveram apoderar-se dos grandes dom�nios espanh�is que devido a distancia n�o eram defendidos com efici�ncia, e para isto a Holanda fundou duas companhias de com�rcio, uma para operar no oriente e outra no ocidente, por sua vez os ingleses organizaram uma companhia de com�rcio para o oriente e persuadiram os governos ind�genas para estabelecerem algumas esta��es comerciais a qual chamavam de feitoria e eram localizadas em Surata, Madrasta e Calcut�. E no momento em que o rei de Portugal se libertou do dom�nio espanhol, o rei Carlos II da Inglaterra ao se casar com uma princesa portuguesa ele obteve como dote o porto de Bombaim que pertencia a Portugal, e ao ser dividido o imp�rio do Gr�o Mongol em certo n�mero de prov�ncias, o fato acabou suscitando uma grande rivalidade entre a Inglaterra e a Fran�a que obtivera autoriza��o de fundar algumas feitorias nos portos de Pondicherry e Chandernagor.

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Dupleix que queria dominar completamente a �ndia se preparou cuidadosamente para a guerra, e ao atacar e apoderar-se da cidade de Madrasta ele derrotou um grande ex�rcito ind�gena, e ao ser restabelecida a paz, Dupleix foi for�ado a evacuar a cidade de Madrasta.

Entretanto ao iniciar-se as disputas entre os numerosos pr�ncipes indianos, Dupleix aproveitou a situa��o quando solicitou a sua ajuda para o conflito, todavia a Inglaterra enviou para a �ndia um jovem oficial Robert Clive que atrav�s de um golpe de aud�cia conseguiu apoderar-se de Arkot onde construiu uma fortifica��o que resistiu heroicamente os numerosos ataques das for�as francesas que se viram for�adas a abandonar a �ndia ap�s uma nova derrota. O pr�ncipe de Bengala Siray ud Daola de temperamento cruel e desp�tico que mantinha o domino sobre diversos pr�ncipes indianos, aprisionou cerca de cento e cinq�enta soldados ingleses em Calcut� e os encerrou em uma cela abafada que causou a morte de todos os prisioneiros, Cliver ao tomar conhecimento do fato, imediatamente formou um forte ex�rcito em Madrasta com a determina��o de vingar os seus compatriotas e castigar o tirano pr�ncipe que foi derrotado e morto na c�lebre batalha de Plassey em Calcut�, e a partir desta vit�ria, todos os pr�ncipes indianos de Bengala se submeteram aos ingleses que expandiram os seus dom�nios sobre o extenso territ�rio indiano, sob o governo de Warren Hastings, e no ano de 1857 diversos regimentos de Cipaios se revoltaram no mesmo tempo em que os Maometanos se insurgiram em v�rio ponto do pa�s, e quando do grande massacre realizado em Cawnpur ordenado por Nana Sahib o governo brit�nico enviou o Sir Colin Campbell que com sua tropa para Nova Delhi para. sufocar o motim anti brit�nico e com a vit�rias alcan�ada ele estendeu os dom�nios ingleses por toda a �ndia e que culminou com a coroa��o da rainha Vit�ria como imperatriz da �ndia no ano de 1876.

MARATMA GANDHI

E em conseq��ncia do r�pido progresso alcan�ado pelo povo da �ndia atrav�s do movimento nacional indiano dirigido por Maratma Gandhi, o governo ingl�s resolveu dar � �ndia um governo pr�prio e dessa forma a �ndia passou a fazer parte da comunidade Brit�nica de Na��es.

 

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