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ALMIRANTE HORÁCIO NELSON

Horacio Nelson nasceu em Burnhan Thorpe, pequena povoa��o inglesa e desde pequeno era muito debilitado fisicamente, por�m muito corajoso e resoluto, e que ao seguir a carreira naval teve como seu primeiro feito not�vel na �poca em que os espanh�is haviam-se aliado aos franceses e formado uma esquadra mais poderosa que a inglesa para conquistarem o dom�nio dos mares.

E no momento em que o almirante Jervis resolveu atacar uma grande esquadra espanhola antes que o resto dos navios viesse em seu auxilio do corpo principal nas alturas do cabo S�o Vicente em Portugal e para isto o comodoro Nelson executou uma manobra que deixou a esquadra inimiga impedida de atacar o almirante Jervis, com isto Nelson foi promovido ao posto de contra almirante, e no momento em que Napole�o Bonaparte embarcou o seu exercito para o Egito, Nelson estava cruzando com sua esquadra em frente � cidade de Toulon para impedir a partido dos navios franceses, por�m em virtude de ter que se recolher a um porto para reparar as avarias do navio almirante, Napole�o Bonaparte conseguiu fazer-se ao mar. Ap�s repara as avarias do navio, Nelson saiu em persegui��o � esquadra francesa em meio a um nevoeiro que o fez perder esquadra de Napole�o Bonaparte que desta maneira conseguiu desembarcar o seu exercito e conquistar o Egito.

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Entretanto no momento em que Nelson descobriu a maior parte da esquadra francesa fundeada na baia de Aboukir, ele dividiu a sua esquadra e atacou por dois lados em um violento combate que ao final da mesma todos os navios franceses tinham sido metido a pique ou apressados. Com a vit�ria alcan�ada por Nelson, os navios franceses deixaram de navegar pelo mar mediterr�neo em virtude de se exporem aos grandes riscos.

E com isto Napole�o Bonaparte deixou de receber os suprimentos necess�rios da Fran�a para as suas grandes conquistas projetadas, ou de transportar seu ex�rcito para a Europa e ao retornar a Paris, Napole�o Bonaparte chegou com grande popularidade e apoiado nessa popularidade e na admira��o e fidelidade do ex�rcito, ele modificou a constitui��o e fez-se nomear como primeiro c�nsul o que lhe tornou senhor absoluto da Fran�a, e no momento em que os austr�acos invadiram a It�lia, Napole�o Bonaparte se deslocou para frente de batalha com seu ex�rcito pelos alpes para conseguir uma magn�fica vit�ria enquanto que Moreau ganhava a batalha de Hohenlinder e obrigava aos austr�acos a pedir a paz, mas antes que ela se fizesse de novo o almirante Nelson interveio na contenda para impedir que os dinamarqueses cedessem a sua esquadra a Fran�a para que Napole�o Bonaparte atacasse a Inglaterra. E na impossibilidade de atacar os ingleses atrav�s de sua esquadra, Napole�o Bonaparte resolveu preparar um plano de invas�o aos ingleses na sua pr�pria ilha, quando o almirante franc�s Villeneuve procurou iludir ao almirante Nelson ao fingir que se dirigia �s Antilhas e retornou para unir as suas for�as com as de outra esquadra francesa para dominar o canal da mancha para permitir que Napole�o Bonaparte atravessasse com o seu ex�rcito, todavia no momento em que o almirante Nelson descobriu o plano de Napole�o Bonaparte imediatamente partiu em persegui��o aos navios franceses at� alcan�a-los na altura do cabo de Trafalgar onde os mesmos foram atacados quando foi i�ado no tope de seu navio o famoso sinal "A Inglaterra espera que cada um cumpra o seu dever, e ap�s uma manobra semelhante a que fora executada na batalha de Aboukir, ele alcan�ou uma grande vit�ria que cortou por completa as esperan�as de Napole�o Bonaparte de invadir a Inglaterra.

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E o almirante Nelson que muitas glorias havia dado a Inglaterra, acabou sendo gravemente ferido na batalha de Trafalgar, por�m viveu o bastante para ver coroado o seu esfor�o contra a esquadra inimiga que ficou irremediavelmente destru�da.

Napole�o Bonaparte ao se convencer que n�o era poss�vel invadir a Inglaterra, imediatamente ordenou que fosse efetuada uma proibi��o aos pa�ses europeus de comercializar qualquer mercadoria com a Inglaterra e com a inten��o de dominar inteiramente o continente europeu ele colocou os seus irm�os nos tronos da Holanda, It�lia, Espanha e na Alemanha com o t�tulo de reis e encarregou um de seus marechais para invadir Portugal cujo rei Dom Jo�o VI havia se refugiado no Brasil, com isto a popula��o portuguesa e espanhola que n�o se conformava com a invas�o acabaram se revoltando e passaram a agir em forma de pequenas guerrilhas contra o ex�rcito franc�s. Ent�o o governo ingl�s ao aproveitar a resist�ncia oferecida aos invasores enviou em auxilio de Portugal um ex�rcito comandado pelo ent�o Sir Arthur Welleskey e posteriormente duque de Wellinghton que j� havia combatido na �ndia contra Tippu Sahib e os Maharattas na famosa batalha de Assaye e que ao desembarcar em Buarcos combateu contra Vitor Massena, Marmont, Junot, Jourdan e Soult que eram ilustres marechais de Napole�o Bonaparte.

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Na guerra peninsular Wellinghton ordenou ao general Beresford que recrutasse os camponeses de Portugal e com eles obteve significativa vit�ria em Bussaco nas linhas Toares na serie de batalhas que obrigaram o ex�rcito franc�s a fugirem atrav�s dos Pirineus para se juntarem a novos elementos na Fran�a onde Napole�o Bonaparte abdicava a coroa imperial ap�s ser derrotado na encarni�ada batalha de Leipzig e se retirava para pequena ilha de Elba no Mediterr�neo.

E ap�s ter decorrido um ano de seu desembarque os seus antigos soldados agruparam-se em volta das suas bandeiras e partiram na miss�o de aniquilar o rei Luis XVIII do trono franc�s e atacou o ex�rcito prussiano comandado pelo marechal Blucher que foram derrotados na batalha de Ligny e colocou em perigo o ex�rcito comandado por Wellinghton em Quatre Br�s, que ap�s uma excelente manobra se colocou em posi��o de combate em Waterloo no dia 18 de Junho e resistiu os ataques das tropas de Napole�o Bonaparte at� a chegada das tropas de Blucher ao campo de batalha, quando os franceses tentaram uma ultima carga que foi repelida de forma inevit�vel para os franceses sob o comando de Napole�o Bonaparte que se viu obrigado a se render aos ingleses.

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