Desentendimento nos aumentos salariais

A guerra pelos aumentos salariais dificilmente da Fun��o P�blica gerou a disc�rdia total, sendo muito dif�cil o acordo nesse sentido.

J� � assumido tanto pelo Governo como pelos sindicatos, que para 2002 n�o haver� acordo salarial e o aumento nem sequer dever� chegar aos 3 por cento.
Ainda que informalmente, ambas as partes reconhecem que os referenciais est�o muito distantes: entre os 5 e 6 por cento dos sindicatos contra os 2,4 por cento do Governo.
Na �ltima ronda de negocia��es, o Ministro Alberto Martins nem sequer acrescentou nada ao referencial de 2.5, o que subiu foi o aumento m�nimo de tr�s para tr�s mil e quinhentos escudos.
Este referencial situa-se abaixo da infla��o prevista pelo Governo que � de, recorde-se, entre 2,5 e 3 por cento.
E embora o Ministro da Reforma do Estado tenha repetido que n�o � a �ltima palavra do Executivo, nas pr�ximas duas reuni�es negociais, esta percentagem pouco mais dever� subir sendo quase certo que n�o vai chegar aos 3 por cento.
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