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ACONTECEU


Risco de combust�o � menor com uso de GNV


O G�s Natural Veicular (GNV) � um combust�vel mais seguro do que a gasolina e o �lcool. Os cilindros e os kits de convers�o carregados no ve�culos s�o projetados para resistirem � alta press�o, colis�o e alt�ssimas temperaturas. Todo o abastecimento � realizado sem que o produto entre em contato com o ar, eliminando qualquer possibilidade de combust�o. O risco de uma combust�o � muito menor com o GNV. Enquanto o �lcool se inflama a uma temperatura de 200�C, a gasolina a 300�C, o g�s de queima a 620�C. Todo ve�culo convertido de acordo com as normas deve possuir na v�lvula de cilindro dois dispositivos de seguran�a: v�lvula de excesso de fluxo, que permite a redu��o do fluxo de g�s no caso do rompimento da linha de alta press�o, e v�lvula de excesso de press�o, que permite a despressurizar�o do sistema em caso de excesso de press�o do cilindro causado por fogo ou defeito no posto. Os kits de convers�o s�o desenvolvidos para cada modelo de autom�vel, com a finalidade de n�o modificar as instala��es originais, bem como as caracter�sticas do ve�culo como pot�ncia, inje��o eletr�nica, sonda lambda e catalisador. A fabricante Land Renzo j� desenvolveu o Sistema de Controle Lambda (LCS/2) com a finalidade de garantir perfeita propor��o de queima da mistura ar/combust�vel, destinados aos ve�culos equipados com inje��o eletr�nica, catalisador e sonda lambda. Este sistema proporciona maior economia e redu��o dos n�veis de emiss�o de poluentes. O kit � formado pelos seguintes componente: cilindro para reservat�rio, v�lvula do cilindro e de seguran�a, tubula��o de g�s de alta press�o, redutor/regulador de press�o, v�lvula de abastecimento, v�lvula passo-a-passo (motor de passo), processador eletr�nico, misturador, tubula��o de g�s de baixa press�o, indicador de combust�vel/chave comutadora, man�metro, tubula��o de respiro, inv�lucro herm�tico.


Pintor � assasinado no bairo Emecal


O pintor Roger Jonatan de Faria Balardine, 22, morreu nesta quinta-feira, 24, por volta das 20h, ap�s ser baleado em frente a sua casa na rua Luiz Correa Viana, 32, no bairro Emecal. De acordo com a pol�cia, Balardine estava no port�o de sua casa quando o suspeito, conhecido como Luciano Cacau, chegou armado com um rev�lver em uma moto e disparou contra a v�tima. A m�e de Balerdine, Sebastiana Joana de Faria, viu o seu filho ser alvejado e chamou a Pol�cia Militar. O pintor ainda disse para a pol�cia enquanto era socorrido que o autor dos disparos foi Cacau. A Pol�cia Militar recolheu oito c�psulas de calibre 380 em frente � casa de Balardine, que foi levado em estado grave para o Pronto Atendimento do Hosic (Hospital Santa Isabel de Cl�nicas). O pintor levou um tiro nas costas, um tiro no peito e outro no p�. Enquanto a ocorr�ncia era registrada no 1� Distrito Policial, a m�e de Balardine informou � pol�cia que seu fillho n�o havia resistido aos ferimentos e morreu.


Terremotos no nordeste do Jap�o deixam centenas de feridos


NARUSE, Jap�o (Reuters) - Uma s�rie de fortes terremotos atingiu o nordeste do Jap�o no s�bado, ferindo mais de 420 pessoas, causando deslizamentos de terra e cortes no fornecimento de luz. N�o houve registro de mortes em decorr�ncia dos tremores, centralizados na cidade de Miyagi, aproximadamente 300 quil�metros ao norte de T�quio. O primeiro terremoto, medindo 5,5 graus na escala Richter, ocorreu pouco depois da meia-noite. Ele foi seguido por um segundo, de 6,2 graus, cerca de sete horas depois. Outros tremores secund�rios se seguiram, incluindo um de magnitude 5,4 na tarde de s�bado. A televis�o p�blica NHK informou que 421 pessoas foram feridas e cerca de 2.500 foram retiradas de suas casas. A maioria dos ferimentos n�o foi grave. "Esperamos que os terremotos estejam parando, mas estamos preocupados que a chuva forte cause mais estragos", disse Yoshitada Konoika, ministro para controle de desastres, em uma entrevista coletiva em T�quio. ABALO � SENTIDO EM T�QUIO O terremoto, sentido tamb�m em T�quio, abalou uma vasta �rea do nordeste japon�s, principalmente na zona rural, mas atingiu tamb�m algumas cidades e empresas do setor de alta tecnologia. Duas pessoas foram soterradas num deslizamento na cidade de Kanancho, mas logo foram resgatadas. Cerca de 130 mil casas ficaram sem eletricidade e os servi�os de trens tiveram de ser interrompidos na regi�o, segundo a TV NHK. Um trem que transportava dez pessoas descarrilou, mas ningu�m ficou ferido. Segundo autoridades locais, n�o houve problemas na usina nuclear Onagawa, localizada em Miyagi. Tampouco foram atingidas as usinas nucleares de Fukushima, localidade tamb�m abalada pelos tremores. "Houve um abalo muito forte", disse uma mulher de meia- idade � NHK. "Eu n�o sabia o que estava acontecendo. Agora minha casa est� uma bagun�a", disse a mulher. A cidade de Miyage havia sido atingida por um forte terremoto em 26 de maio �ltimo. Aquele abalo, de intensidade 7 na escala Richter, fez 100 v�timas, mas nenhuma fatal. Segundo a ag�ncia meteorol�gica oficial, n�o h� conex�o entre os tremores de s�bado e o terremoto conhecido como Miyagi-oki, que atinge a regi�o em intervalos de 30 a 40 anos. O �ltimo Miyagi-oki, ocorrido em 1978, matou 28 pessoas. "Este �ltimo terremoto aconteceu numa �rea diferente do local do �ltimo Miyagi-oki. � improv�vel que haja uma conex�o", disse um membro do servi�o meteorol�gico local. Mais de 6.400 pessoas morreram h� oito anos, quando um terremoto de intensidade 7,2 graus atingiu a cidade japonesa de Kobe. O Jap�o � freq�entemente atingido por terremotos, pois o pa�s fica sobre a jun��o de pelo menos tr�s placas tect�nicas.



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