Brasil-Alemanha sem escalas

Um acordo assinado no mês passado entre os governos do Brasil e da Alemanha quer aumentar o trânsito de pesquisadores dos dois países.

O ministro da Educação do Brasil, Paulo Renato Souza, e a ministra da Educação e Pesquisa da República Federal da Alemanha, Edelgard Bulmahn assinaram uma carta de intenções para o Programa de Intercâmbio e Cooperação no Ensino e na Pesquisa (Unibral).

O acordo vai permitir que universidades brasileiras montem seus próprios programas de intercâmbio com instituições alemãs. O plano deverá ser apresentado para a Capes (Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal) que fará uma avaliação e liberará os recursos para permitir que o acordo seja efetivado.

O convênio entre os países deve atingir também áreas como a  Educação Profissional, a Educação a Distancia e o uso de novas tecnologias.

A idéia é que as universidades brasileiras possam trazer estudantes de graduação e pós-graduação, professores e pesquisadores e fazer estudos em conjunto com universidades alemãs. Ao mesmo tempo, a instituição parceira irá receber estudantes, professores e pesquisadores brasileiros.

O Governo Federal ainda não divulgou quanto pretende investir no programa, mas os primeiros convênios devem ser assinados já no segundo semestre de 2001.

| 15/12/2000 | Vera Morgado 

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