| - 01 de março de 2001. |
| WWF aponta as
10 florestas mais ameaçadas Brasil não está no ranking, que inclui ecossistemas florestais com menos de 2,5% de sua área original protegida Campinas - Cerca de 10% das florestas do mundo, atualmente, estão dentro de unidades de conservação, segundo o Centro Mundial de Monitoramento da Conservação (WCMC), das Nações Unidas. Embora muito bem vinda, esta proteção ainda não é suficiente, porque não está uniformemente distribuída entre os diferentes tipos de floresta. Algumas delas correm risco de desaparecer, com menos de 2,5% de sua cobertura original sob alguma forma de proteção oficial. Para chamar atenção sobre a necessidade de aumentar esta proteção, o Fundo Mundial para a Natureza (WWF) divulgou hoje, em Gland, na Suíça, o ranking dos ecossistemas florestais mais vulneráveis, ameaçados pela degradação ou desmatamento, devido à ação de madeireiros, ao crescimento populacional, a diversas formas de poluição e outras pressões humanas. As 10 florestas são: "De modo geral, podemos dizer que a proteção às florestas está melhorando, particularmente em países-chave, como o Brasil, Camarões e Federação Russa (florestas da Sibéria)", disse o diretor geral do WWF, Claude Martin. "No entanto, muitas florestas ainda estão ameaçadas e fazemos um apelo aos governos para proteger pelo menos 10% de cada uma delas". Desde 1995, o WWF trabalha junto aos governos dos principais países detentores de florestas, para obter o compromisso de proteger, em parques e reservas, pelo menos 10% dos ecossistemas nacionais. Compromete-se, em troca, a fazer parcerias com agências internacionais, órgãos ambientais, comunidades dependentes de florestas e populações indígenas para assegurar a implementação desta proteção, colocando à disposição dos parceiros diversas técnicas de manejo, estudos e casos de sucesso, capazes de tirar os parques do papel. Liana John . |
| EUA vão
soltar um inseto transgênico WASHINGTON. Os Estados Unidos se preparam para liberar na natureza em maio um inseto geneticamente modificado. A mariposa transgênica será solta durante testes de uma nova estratégia de combate de pragas. Ela será o primeiro inseto transgênico já liberado, ainda que numa área controlada, no meio ambiente. A mariposa contém um gene de água-viva. A função desse gene é servir como marcador e indicar aos cientistas que o inseto continua a manter a modificação genética. Porém, na segunda etapa da experiência genética, cujo objetivo é erradicar uma lagarta que ataca plantações de algodão, serão inseridos genes letais. A mariposa transgênica é de uma espécie parasitada pelas larvas da lagarta que ataca o algodão. Os genes inseridos farão com que a mariposa transgênica produza substância mortais para as larvas. Se a experiência der certo, a idéia é liberar mariposas transgênicas em plantações de algodão para usá-las com guardiãs biológicas. Na experiência, 3.600 mariposas serão soltas num campo de algodão de um hectare no estado do Arizona. O cientista que criou a mariposa, Thomas Miller, do Departamento de Entomologia da Universidade da Califórnia, garante que o inseto é inofensivo e estéril. Ambientalistas, todavia, estão temerosos. |