HISTÓRICO

Primeiro Período Histórico — Ângelo Franzin

                 Águas de São Pedro teve seu primeiro período histórico com Ângelo Franzin. Imigrante italiano nascido no Distrito de Uderso, Comuna de Quiarano, Província de Treviso (Itália) em 05/09/1863, morreu em São Pedro (SP) em 17/12/1935. Chegou ao Porto de Santos em dezembro de 1887, como substituição da mão-de-obra escrava, indo trabalhar na Fazenda do Recreio, Estado de São Paulo, de propriedade de João Resende da Cruz. Um ano depois, vai a São Pedro administrar as Fazendas Santa Rita, Santa Eulália e Rosário.
               Durante quase quarenta anos de trabalho conseguiu adquirir dinheiro suficiente para, em sociedade com seu irmão Jacomo, adquirir terras e plantar café. As primeiras glebas de terras compradas foram a Fazenda Palmeiras (hoje Águas de São Pedro) e a Limoeiro; depois, as terras da Floresta Escura, Gonçalves, Tuncum e Araquá, além de casas e terrenos, mais máquinas de beneficiar café, em São Pedro.


Segundo Período Histórico — Petróleo

               Na fazenda de Ângelo Franzin, havia um bairro de nome curioso: Bairro do Querosene. Provinha-lhe este apelido do forte cheiro característico que emanava de suas terras, similar ao querosene. Isso despertou a curiosidade de todos aqueles que se interessavam pela descoberta do ouro negro em nosso país, inclusive do governo oficial. E, em 1915, Francisco Souto recolhia amostras de material no vale dos ribeirões Araquá e Tuncum. A partir dessa data pouco foi feito, mas em 1921, tiveram início as primeiras prospecções pelo Serviço Geológico e Mineralógico do Brasil (SGMB), onde foram instalados os seguintes poços:
               • POÇO DA GRAMINHA: Quinto poço perfurado no Brasil; Nº. 22 pelo SGMB. Era responsável pela sondagem Erichsem e estava sob a direção do Geólogo Gerson de Faria Alvim. Foi iniciada a perfuração no dia 24/07/1921. À profundidade de 320 metros, manifestou-se a presença de gás natural e água mineral (hoje a conhecida Fonte Almeida Salles). Esse poço atingiu a profundidade de 550 metros, sendo logo suspensa a perfuração.
               • POÇO DO QUEROSENE: Sexto poço perfurado no Brasil; Nº. 28 pelo SGMB. Localizado à margem esquerda do ribeirão Araquá. A sua sondagem foi iniciada em agosto de 1921. O geólogo responsável era Eugênio Bourdot Dutra. Na profundidade de 145 metros, jorraram águas sulfurosas, e, atingindo a profundidade de 497 metros, houve paralisação.
               • POÇO DO FRANZIN: Sétimo poço perfurado no Brasil; Nº. 55 pelo SGMB. A sondagem foi iniciada em 1925. Na profundidade de 412 metros, jorrou, com abundância, água sulfurosa (hoje conhecida por Fonte Juventude).
               • POÇO DO GIOCONDO: Oitavo poço perfurado no Brasil; Nº. 112 pelo SGMB. Foi realizada a sondagem em fins de 1925. Era geólogo responsável Júlio Gonçalves. Atingiu a profundidade de 506 metros. Desse poço nasceram as águas minerais da Fonte Gioconda.
               • POÇO TUNCUM: Iniciou-se a sua abertura em 1928. Esse poço alcançou a profundidade de 758 metros e revelou várias camadas impregnadas de óleo. Na tarde do dia 14/07/1928, foram recolhidos gases que escoavam do poço, na ordem de 4.200 litros por hora; igualmente jorrava água à temperatura de 28 ºC, à razão de 75 litros por minuto. Foi verificada a existência de 20 litros de petróleo na profundidade de 314 metros. No dia 3/09 do mesmo ano, houve ocorrência positiva de petróleo de base parafínica de cor verde, já na profundidade de 700 metros. Esse poço foi entupido e abandonado. Depois, a iniciativa privada, representada por Ângelo Balloni, também tentou realizar o milagre, atingindo sua perfuração a profundidade de 1.615 metros, igualmente sem achar o "ouro negro". Em pura perda? Não. Não foi em pura perda aquele esforço, porque nova espécie de magia promanou do petróleo. Das perfurações feitas, não brotou o ouro negro, mas surgiu outro elemento capaz de produzir vida. Surgiu água, mas não água simples, que apenas dessedenta. Essas águas, fartas em quantidade e tão ricas em elementos minerais, tornaram-se verdadeiras fontes de saúde e de vida para o homem.
               • POÇOS BALLONI E ARAQUÁ: Pela Companhia de Petróleo do Brasil, sob a direção dos geólogos Ângelo Balloni e Miglieta, foram instalados o Poço do Araquá, Localizado na Fazenda de Celso Lima (hoje Fazenda São João do Araquá), e o Poço Balloni, localizado na estrada velha para São Pedro. Por falta de material, esses poços não chegaram às profundidades desejadas. A Torre de petróleo Balloni permanece até hoje em seu local de origem e é marco da história de Águas de São Pedro.
               No dia 02/03/1930, o engenheiro Roberto Andraus, então prefeito de São Vicente, instalou por sua própria iniciativa um poço às margens do ribeirão Tuncum. No dia 20 de maio o poço atingiu a profundidade de 424 metros, com despreendimento de gases inflamáveis de elevada caloria, acompanhado de bolhas de petróleo. A Petrobrás, impressionada pelos noticiários de jornais e rádios, enviou dois técnicos, os geólogos Luíz Meira Chaves e Franklin Andrade Gomes. O resultado dos exames resultou em gás metano de ótima pureza.
               Diversas pessoas de São Pedro trabalharam nas perfurações desses poços, entre eles Eugênio Antonelli, que se mudou para a Bahia e foi um dos que viram jorrar petróleo pela primeira vez no Brasil, do Poço Lobato, em 1939.
               A Companhia Petrolífera S/A, fundada por Monteiro Lobato iniciou suas atividades no Rio Araquá, em São Pedro. Seu fundador foi um grande incentivador da busca pelo ouro negro, tanto que, em sua homenagem, deu-se o nome de Poço Lobato ao primeiro poço a jorrar petróleo em solo brasileiro.



Terceiro Período Histórico — Primeiro Balneário

               No local das perfurações, após retiradas as torres de petróleo, as águas ficaram brotando naturalmente do solo, formando pequenos lagos. O proprietário da fazenda onde se situava o poço posteriormente denominado Fonte Juventude, Ângelo Franzin, receando que seus animais bebessem daquelas águas malcheirosas e adoecessem, tampou o poço. Entretanto, a água conseguiu jorrar e os animais preferiam aquela água altamente mineralizada para beber e, ao fazê-lo, melhoravam de aspecto, ficando mais sadios e com pelagem mais bonita. Mais tarde, Ângelo Franzin descobriu que a filha de Rafael Contador Sobrinho sentiu-se curada de reumatismo, banhando-se em uma das poças formadas por essas águas.
               Em 1930, Ângelo Franzin foi a Poços de Caldas para tratamento de seu reumatismo. Verificou que as águas de lá possuíam o mesmo odor e características das águas de sua propriedade.
               Em 1932, Ângelo Franzin, com o intuito de aproveitar as águas, pediu a José Azzini, elemento radicado na fazenda, que construísse um quarto de banho, tendo o mesmo contratado os serviços de Romeu Azzine e Bepe Daniel. Esse quarto foi feito com o aproveitamento de madeiras velhas e coberto com sapé, e a banheira foi construída por Pedro Bragagnolo, aproveitando as folhas de zinco de um velho torrador de café existente na propriedade. Assim surgiu o primeiro balneário. Como os resultados "clínicos" foram positivos para Ângelo Franzin e outros usuários, houve-se por bem o aumento para quatro quartos. Os banhos, que eram gratuitos passaram a ser cobrados (mil réis).
               Em 1934, Samuel Alves Martins, Juiz de Direito da Comarca de São Pedro, tomou conhecimento da qualidade das águas do Poço Franzin e, entusiasmado, solicitou a vinda de médicos sanitaristas para exame dessas águas.
               Mais tarde, organizou-se uma sociedade composta por Carlos Mauro, Patrício Miguel Carreta, Joviano Nouer, Ernesto Giocondo, Vitório Mazziero, José Matarazzo, Antonio Albino Ribeiro, João Baptista Algodoal, Higino Svazatti e Emílio Marozzi, que adquiriram quatro alqueires de terra circundando as três fontes existentes. Construiu-se um novo balneário de alvenaria, com dez quartos, que entrou em funcionamento em fevereiro de 1935 e, para um melhor atendimento aos banhistas, foi adquirida uma jardineira, que fazia o transporte entre São Pedro e o novo balneário.
               Não se sabia o valor medicinal das outras fontes existentes, nem que composição química apresentavam. Sabia-se que eram quentes e nada mais. Nada foi feito, até então, para explorá-las.


Quarto Período Histórico — Criação de uma Estância

                Ainda em 1934, veio a São Pedro o Dr. Octávio Moura Andrade, a fim de tratar de negócios da firma Moura Andrade e Companhia, empresa paulista exportadora de café, na qual era sócio com seu irmão Antonio Joaquim de Moura Andrade.
               Enfrentou a demorada viagem no trem da Estrada de Ferro Sorocabana, entre Piracicaba e São Pedro, único meio de comunicação entre as duas cidades na época. Permaneceu alguns dias em São Pedro, aproveitando seu tempo para ver não só o tosco balneário, distante cerca de dez quilômetros da cidade, mas também as outras fontes. Foi a cavalo pelo precário caminho que ligava a cidade às áreas onde se localizavam as nascentes. Vistoriou as três fontes e, tomado pelo entusiasmo, voltou a Santos, decidido a convencer seu irmão a formar com ele uma sociedade com o objetivo de criar uma estância paulista.
               Naquele momento, Dr. Octávio havia decidido dedicar sua mocidade, inteligência, capacidade, enfim, toda sua vida, à realização de uma obra notável, que passasse a integrar o patrimônio de seu Estado e de seu País. Na verdade, ainda em sua juventude fizera uma opção de trabalho em benefício da comunidade, mais do que em seu próprio.
               Levado pela grandeza de seu propósito, encontrou total apoio em seu irmão, e juntos fundaram, em 2l de setembro de 1935, a Empresa Águas Sulphidricas e Thermaes de São Pedro S/A , com a finalidade de construir uma "CIDADE SAÚDE", que passou a gerir como Diretor-Superintendente. Para ter liberdade de ação, além de incorporar a área onde se localizavam as três fontes, adquiriram também vários sítios e fazendas da região, reunindo em uma única área cerca de 650 alqueires de terra.
               A tarefa a que se propunha era imensa. Não bastava criar comodidades para o uso das águas, ainda mal conhecidas. Era necessária uma análise séria, idônea, que desse a verdadeira dimensão e credibilidade às virtudes terapêuticas das fontes. Assim, o Dr. Octávio passou a levar amostras das águas ao laboratório do IPT (Instituto de Pesquisas Tecnológicas), da Universidade de São Paulo.
               Os resultados das amostras foram surpreendentes e, para maior credibilidade e oficialização dos resultados, foi necessária a implantação de um laboratório "in loco", deslocando técnicos e equipamentos sob a chefia do Prof. Dr. Francisco J. Maffei, cujos resultados foram publicados no boletim Nº. 26 do IPT, de 1940, quatro anos depois dos primeiros estudos. Essa análise foi, sem dúvida, até então, a mais completa realizada sobre as águas medicinais do Brasil.
               De posse dos primeiros resultados dessa análise, o Prof. Dr. João Aguiar Pupo, então Diretor da Faculdade da USP e mestre de renome internacional, interessou-se pela idéia da criação de uma estância e, aprovando a idéia, passou a ser consultor da nova empresa, supervisionando, com sua autoridade científica e moral, o setor médico, e elaborando um extenso trabalho sobre as aplicações das águas, no tratamento da saúde e como utilizá-la.


Quinto Período Histórico — Planejamento e Construção da Estância

               Para promover o desenvolvimento e a exploração das águas recém-descobertas, de forma economicamente rentável, os empresários conceberam e projetaram uma cidade voltada para fins hidroterápicos e residenciais: um balneário-cidade. Águas de São Pedro nasceu para ser uma estância hidrotermal funcional e agradável, totalmente planejada para atender aos que necessitavam de tratamento de saúde e turistas em busca de descanso e diversão.
               O planejamento urbanístico de Águas de São Pedro foi feito pelo afamado urbanista Dr. Jorge Macedo Vieira, que destacou uma área de cerca de cem alqueires de terra, levando-a em curva de nível, metro por metro, e, tendo em vista as excepcionais condições dos futuros turistas, destinou perto de um milhão de metros quadrados para o parque que hoje é o encanto de todos os que visitam a nossa Estância.
               Seguindo orientação médica, projetou 4,5 km de caminhos para pedestres e equitadores, sem rampas ou declives, com o intuito de incentivar agradáveis passeios, que auxiliassem na cura. No remanscente, projetou uma cidade-modelo, inspirado pela idéia de que "uma estância é mais do que um hospital, porém menos do que uma cidade". Era necessário prever o sossego do doente e a distração do seu acompanhante.
               Com esse objetivo, o plano urbanístico da cidade incluía:
               I - A destinação de áreas distintas para residências, para comércio e para serviços, em lotes grandes, com espaço para jardins;
               II - A previsão de extensas áreas com bosques, parques e gramados;
               III - A instalação de rede de tratamento de água e esgoto, para impedir a contaminação dos lençóis de águas minerais;
               IV - O arruamento e o calçamento das vias públicas;
               V - A construção de hotéis de diferentes categorias, de forma a atender a usuários de vários níveis sociais.
               De nada adiantaria lotear uma fazenda, sem que antes houvesse sido executado um minucioso e completo plano de saneamento. Para tanto, foi contratado o Escritório Técnico Saturnino de Brito, do Rio de Janeiro, que realizou estudos e dirigiu os trabalhos de saneamento, numa área de três quilômetros de raio, ao redor do futuro Grande Hotel São Pedro, que seria o ponto principal da cidade. Esgotou lagoas, retificou e descobriu o Rio Araquá, evitando, assim, enchentes periódicas. Canalizou córregos e minas. Secou pântanos e construiu uma represa (do Limoeiro), estação de recalque, linhas adutoras, estação de tratamento, reservatório e linhas de distribuição, tendo como objetivo abastecer não somente os hotéis, como também uma população prevista para dez mil pessoas.
               Vem dessa época a determinação que proíbe instalar, na cidade, indústrias e estabelecimentos de serviços pesados. Para a cidade-balneário de Águas de São Pedro, previram-se apenas pequenos estabelecimentos comerciais e de serviços – hotéis, restaurantes, farmácias, pequenas lojas de artesanatos e de comestíveis, etc.–, necessários para movimentar o turismo da Estância e seu funcionamento cotidiano.
                Assim, é na vizinha cidade de São Pedro que se encontram os demais serviços para atender aos seus habitantes e visitantes.


Sexto Período Histórico — A Luta para a Construção da Estância

               A luta foi árdua! A canalização do córrego em frente ao Balneário Popular, feita em tubos de concreto de l,5 m de diâmetro, não resistiu às chuvas. Entupiu, provocando grande alagamento e atrasando sobremaneira as obras. Era o esforço perdido! Reabriram-se valetas, retiraram-se os tubos e iniciou-se a construção de um canal aberto, que até hoje dá vazão às águas pluviais.
               O balneário construído era muito acanhado e modesto. Por isso, a Empresa Sulphidrica e Thermaes de São Pedro S/A construiu um novo balneário, com 28 banheiras, número logo aumentado para 60.
               Dr. Octávio, convicto da excelência das outras duas fontes de águas minerais (Gioconda e Almeida Salles), levou-as, por uma canalização de vários quilômetros, até o balneário.
               Os primeiros banhistas a utilizarem a água sulfurosa se hospedavam em São Pedro, enfrentando a viagem de mais de uma légua por uma precária estrada, que a erosão se encarregava de piorar. Uma das primeiras obras foi a retificação da estrada, que passou a permitir o tráfego de veículos mais pesados o ano todo, ainda assim com alguns encalhes. Mas, os ônibus levavam e traziam turistas com maior conforto e velocidade que a primitiva "jardineira".
               A idéia de construir um hotel-cassino veio da vivência dos dois irmãos, Dr. Octávio e Antônio Joaquim de Moura Andrade, no mundo dos negócios do café e suas passagens por diversos hotéis-cassinos do País. Assim, por visões de negócios futuros, mais a necessidade local de atendimento aos já numerosos banhistas, foi por bem decidido construir o Grande Hotel São Pedro-Hotel/Cassino, próximo ao Balneário Popular. Dessa maneira, resolvia-se a preocupação do Dr. Octávio com os transtornos no transporte dos turistas que vinham de São Pedro.
               A construção do Grande Hotel, em art-déco, é de autoria do arquiteto Luís Carmelindo. Em 1938, foi lançada a pedra fundamental do Grande Hotel, próximo às fontes, mas não na Cidade de São Pedro.
               O Grande Hotel foi um empreendimento grandioso e arrojado, que necessitava de infra-estrutura, pois a região ainda não estava aparelhada para suprir suas necessidades. Sinal disso foi a construção de olarias com tijolos vindos de Jundiaí! Foram montadas, ainda, serrarias, carpintarias, marcenarias, além de oficina mecânica para manutenção de suas máquinas. Somente depois de se haverem criado as indústrias-de-base para construção, é que foi iniciada a edificação da Cidade de Águas de São Pedro.
               A construção do Grande Hotel enfrentou alguns problemas (períodos de chuvas e mão-de-obra não qualificada), mas a parte árdua foi mesmo o término da construção, pois em 1939 a Europa entrou em guerra, o que fez desaparecer do mercado, praticamente, todas as peças necessárias a tratores, caminhões e máquinas em geral. O hotel, com sua estrutura pronta, estava à espera tão-só do acabamento, quer interno (decoração), ou externo (ajardinamento do parque à sua volta). Não esmoreceu o Dr. Octávio, continuando as obras a duras penas, à custa do gasogênio(combustível da época de guerra) e de carroças puxadas por animais.
               A parte hoteleira foi supervisionada por OLDRICH KOKOURECK, com formação profissional européia. Os trabalhos locais foram geridos por Carlos Mauro, que ficou como gerente local da empresa.
               Em 19 de junho de 1940, o então interventor Adhemar de Barros, em reconhecimento ao esforço despendido, destacou do Município de São Pedro a área que a Empresa Águas Sulphidricas e Thermaes de São Pedro S/A havia destinado à futura Estância, reconhecendo a denominação de Águas de São Pedro. É confirmado o propósito da empresa, de considerá-la uma Estância Hidromineral e Climática de Tratamento e Repouso.
               De todo esse trabalho, resultou a fundação de Águas de São Pedro, a 25 de julho de 1940, quando o Dr. Octávio Moura Andrade, Presidente da Empresa "Águas Sulphidricas e Thermaes de São Pedro S/A", inaugurou o GRANDE HOTEL SÃO PEDRO, marco inicial da construção desta modelar Estância.

 

                                                                                                                                                               

Hosted by www.Geocities.ws

1