A primeira profecia fala sobre o final do medo. Diz que o nosso mundo de �dio e materialismo terminar� no s�bado 22 de dezembro do ano 2012. Neste dia a humanidade devera escolher entre desaparecer do planeta como esp�cie pensante que amea�a destruir o planeta ou evoluir para a integra��o harm�nica com todo o universo. Compreendendo que tudo est� vivo e consciente, que somos parte desse todo e que podemos existir em uma era de luz.
A 1� profecia Maia diz que a partir de 1999 resta-nos 13 anos, s� 13 anos para realizarmos as mudan�as de consci�ncia e atitude de que eles nos falam, para que possamos nos desviar do caminho da destrui��o pelo qual avan�amos para um outro que abra nossa consci�ncia e a nossa mente para nossa integra��o com tudo o que existe. Os Maias sabiam que o nosso sol, eles o chamavam de "Kinich-Ahau" , � um ser vivo que respira e que a cada certo tempo se sincroniza com o enorme organismo que existe, que ao receber uma manifesta��o de luz do centro da gal�xia brilha mais intensamente produzindo em sua superf�cie o que nossos cientistas chamam de erup��es solares e mudan�as magn�ticas.
Eles dizem que isso acontece a cada 5.125 anos. Que a terra se v� afetada pelas mudan�as do sol mediante o deslocamento do seu eixo de rota��o. Previram que a partir desse movimento haveria grandes desastres.
Para os Maias o processo universal, como a respira��o da gal�xia, � c�clico e nunca mudam. O que muda � a consci�ncia do homem, que passa atrav�s deles num processo sempre em dire��o a mais perfei��o. Com base em suas observa��es os Maias previram que a partir da data inicial de sua civiliza��o, desde o 4� Ahua, 8� Cumku, isso � 3.113 a.C., 5.125 anos no futuro, ou seja, s�bado 22 de dezembro de 2012 o sol ao receber um forte raio sincronizador proveniente do centro da gal�xia, mudar� sua polaridade e produzir� uma gigantesca labareda radiante.
Para este dia a humanidade deve estar preparada para atravessar a porta que os Maias nos deixaram. Quando a civiliza��o atual, baseada no medo, passar� para uma vibra��o muito mais alta de harmonia.
S� de maneira individual podemos atravessar a porta que permite evitar o grande desastre que o planeta vai sofrer para dar inicio a uma nova era, um sexto ciclo do sol.
Os Maias asseguravam que a sua civiliza��o era a 5� iluminada pelo sol (Kinich-Ahau), o 5� grande ciclo solar. Que antes haviam existido outras quatro civiliza��es que foram destru�das por grandes desastres naturais. Achavam que cada civiliza��o � apenas um degrau para ascens�o da consci�ncia coletiva da humanidade. Para os Maias no ultimo desastre a civiliza��o teria sido destru�da por uma grande inunda��o, que deixou apenas alguns sobreviventes dos quais eles eram seus descendentes. Pensavam que ao conhecer o final desses ciclos, muitos humanos se preparariam para o que vinha e que gra�as a isso haviam conseguido conservar sobre o planeta a esp�cie pensante, o seu humano.
Eles nos dizem que a mudan�a dos tempos permite subir um degrau na evolu��o da consci�ncia, podemos nos dirigir a uma nova civiliza��o que manifestar� maior harmonia e compreens�o para todos os seres humanos.
A 1 � profecia Maia nos fala do "tempo do n�o-tempo", um per�odo de 20 anos chamado "Kat�n" . Os �ltimos 20 anos desse grande ciclo de 5.125 anos, quer dizer que desde 1992 at� 2012. Profetizaram que neste tempo manchas do vento solar, cada vez mais intensas, apareceriam no sol e que desde 1992 a humanidade entrar� num ultimo per�odo de grandes aprendizagens, de grandes mudan�as, que nossa pr�pria conduta de depreda��o e contamina��o do planeta contribuiriam para essas que mudan�as acontecerem.
Essa profecia diz que essas mudan�as ir�o acontecer para que possamos entender como funciona o universo e para que avancemos n n�veis superiores deixando para tr�s o materialismo e nos livrando do sofrimento.
O livro sagrado Maia CHILAM BALAM diz que no 13� Ahau no final do �ltimo Kat�n ( 2012) o Itza ser� arrastado e rodar� Tanka ( ...as civiliza��es... cidades ser�o destru�das) haver� um tempo em que estar�o sumidos na escurid�o e depois vir�o trazendo sinal futuro Os Homens do Sol, a terra despertar� pelo norte e pelo poente, o Itza despertar�.
A 1 � profecia anunciou que 7 anos depois do inicio do 1� kat�n, ou seja 1999, come�aria uma �poca de escurid�o que todos n�s enfrentar�amos com nossa pr�pria conduta, disseram que as palavras de seus sacerdotes seriam escutadas por todos n�s como orienta��o para o despertar. Eles falam dessa �poca como o tempo em que a humanidade entrar� no grande sal�o dos espelhos, uma �poca de mudan�as para que o homem enfrente a si mesmo para fazer com que ele entre no grande sal�o dos espelhos, para que ele veja e an�lise seu comportamento com ele mesmo, com os demais, com a natureza e com o planeta onde vive.
Uma �poca para que toda a humanidade por decis�o consciente de cada um de n�s decida mudar e eliminar o medo e a falta de respeito de todas nossas rela��es.
A 2� profecia anunciou que o comportamento de toda a humanidade mudaria rapidamente apartir do eclipse solar de 11 de agosto de 1999. Naquele dia vimos como um anel de fogo que se recortava contra o c�u, foi um eclipse sem precedentes na historia pelo alinhamento em crus c�smica com o centro da terra de quase todos os planetas do sistema solar. Eles se posicionaram nos 4 signos do zod�aco que s�o os signos do 4 evangelistas, os 4 guardas do trono que protagonizam o apocalipse segundo S�o Jo�o. Al�m disso, a sombra que a lua projetou sobre a terra atravessou a Europa, passando por Corsovo, depois pelo Oriente M�dio , Ir�, Iraque e posteriormente dirigindo-se ao Paquist�o e a �ndia . Com a sua sombra ela parecia prever uma �rea de conflitos e guerras.
Os Maias sustentavam que apartir desse eclipse, o homem perderia facilmente o controle ou ent�o alcan�aria sua paz interior e toler�ncia evitando os conflitos, ent�o viveremos uma �poca de mudan�as, que � a ante-sala de uma nova era, a noite fica mais escura antes do amanhecer.
O fim dos tempos � uma �poca de conflitos e de grande aprendizagem, de guerras, separa��o, loucura que vai gerar por sua vez processos de sofrimento, destrui��o e evolu��o.
A segunda profecia indica que a energia que se recebe do centro da gal�xia aumentar� e acelerar� a vibra��o em todo o universo para conduzir a uma maior perfei��o. Isso produzir� mudan�as f�sicas no sol e mudan�as psicol�gicas no ser humano que mudar� sua forma de pensar e de sentir. Ser�o transformadas as formas de relacionamento e de comunica��o, os sistemas econ�mico-sociais de ordem e justi�a, ser�o mudados as convic��es religiosas e os valores que aceitamos hoje. O ser humano ir� defrontar-se com seus medos e angustias para soluciona-los e assim poder� sincronizar-se com o ritmo do planeta e do universo.
A humanidade ir� se concentrar no seu lado negativo e poder� ver claramente as coisas ruins que est�o fazendo, esse � o primeiro passo para mudar de atitude e conseguir a unidade que permite o surgimento de consci�ncia coletiva. Ser�o incrementados os acontecimentos que nos separam mas tamb�m os que nos unem, criando uma instabilidade emocional, o medo, a agress�o, o �dio, as fam�lias em dissolu��o, os enfrentamentos por ideologia, religi�o, modelos de moralidade e nacionalismo. Simultaneamente mais pessoas encontrar�o a paz interior, aprender�o a controlar suas emo��es, haver� mais respeito, ser�o mais tolerantes e compreensivas, encontrar�o o amor e a unidade. Surgir�o homens com alt�ssimos n�veis de energia interna, pessoas com sensibilidade e poderes intuitivos para a salva��o. Mas tamb�m surgir�o farsantes que pretender�o obter lucro econ�mico as custas do desespero alheio.
Os Maias previram que apartir de 1999 come�aria a era do �tempo do n�o-tempo�, uma etapa de mudan�as r�pidas necess�ria para renovar os processos geol�gicos, sociais e humanos. Ao final do ciclo cada um seria seu pr�prio juiz, ser� quando o seu humano entrar� no grande sal�o dos espelhos para analisar tudo o que fez na vida. Ele ser� classificado pelas qualidades que tenho conseguido desenvolver na vida, sua maneira de agir dia ap�s dia, seu comportamento com o semelhante e com o planeta.
Todos ir�o se posicional segundo o que sejam, os que conservam a harmonia entender�o o que aconteceu como um processos de evolu��o no universo. Por outro lado, haver� outros que por ambi��o ou frustra��o culpar� os outros ou a Deus pelo que acontecer�.
Ser�o geradas situa��es de destrui��o, morte e sofrimento. Mas elas tamb�m dar�o lugar ao mesmo tempo a circunstancias de solidariedade e respeito pelo semelhante, de unidade com o planeta e com o cosmos. Isso significa que o c�u e o inferno estar�o se manifestando ao mesmo tempo e cada ser humano viver� em um ou em outro dependendo de seu pr�prio comportamento. No c�u com a sabedoria para transcender o que acontecer�. No inferno para aprender com a dor e com o sofrimento. Duas for�as insepar�veis, uma que entende que tudo no universo evolui para a perfei��o, que tudo muda, outra envolta em um plano de materialismo que s� alimenta o ego�smo. Na �poca da mudan�a dos tempos, todas a op��es estar�o dispon�veis e praticamente sem censura de nenhum tipo e os valores morais ser�o mais frouxos que nunca para que cada um se manifeste livremente como �.
A 2 profecia afirma que se a maioria da popula��o muda seu comportamento e se sincroniza com o planeta ser�o neutralizadas as mudan�as dr�sticas que ser�o descritas nas seguintes profecias. Devemos estar conscientes de que o ser humano sempre decide seu pr�prio destino especialmente nesta �poca, as profecias s�o apenas advert�ncias para que tomemos consci�ncia da necessidade de mudan�as de rumo para evitar que isso se torne realidade.
A 3 profecia diz que uma onda de calor aumentar� a temperatura do planeta provocando mudan�as clim�ticas, geol�gicas e sociais de magnitudes sem precedentes e a uma velocidade assombrosa.
Os Maias disseram que esse aquecimento se dar� por v�rios fatores. Alguns deles pelo ser humano que por sua falta de sincronismo com a natureza s� poder� produzir processos de auto-destrui��o. Outros fatores ser�o gerados pelo sol, que ao acelerar sua atividade pelo aumento da sua vibra��o, produzindo mais irradia��o aumentando a temperatura do planeta.
Cada um de nos, de uma forma ou de outra, ajudamos a desflorestar o planeta ou a contamin�-lo. Com nossos autom�veis, jogando lixo na ruas ou parques p�blicos, contribu�mos para que o clima do planeta volte-se contra n�s. As mudan�as j� est�o acontecendo, mas como est�o acontecendo muito lentamente nos adaptamos a elas e nem as percebemos.
O processo global de industrializa��o que teve lugar no s�culo XX mudou dramaticamente a atmosfera com suas emiss�es de gases t�xicos. A chamada chuva �cida, um subproduto da queima de carv�o ou derivados de petr�leo e emiss�es de sulfetos e �xidos de nitrog�nio das industrias tem lugar no mundo todo e concentra-se nas �reas urbanas, corroem os monumentos e pontes, a destr�i a pintura externa, os bosques, causa damos � vida marinha e aos solos cultivados, transforma a �gua pot�vel em t�xica e reduz a visibilidade. As chamin�s contaminantes de milh�es de fabricas indiferentes ao dano que causam, modificaram as temporadas de chuvas, as esta��es e o clima.
Em milh�es de lugares no planeta ainda se cozinha � lenha, crindao fogueiras que emitem grandes quantidades de fuma�a, cinzas, vapor d��gua e g�s carb�nico (CO�).
Tudo isso deu lugar ao aparecimento do efeito estufa, pois a concentra��o de CO2 que ficam flutuando na atmosfera e reagem quimicamente com di�xidos aumentando a temperatura. O ar que respiramos est� cheio de part�culas de mon�xido de carbono (CO), di�xido de nitrog�nio (NO2) e metano (CO3) produto resultante da combust�o da gasolina no motor de milh�es de autom�veis e de milhares de usinas t�rmicas e de gera��o de eletricidade.
A depreda��o de selvas parra terras de cultivos ou para ampliar as cidades tornou-se uma pr�tica comum. Os bosques que purificam o ar ao transformar g�s carb�nico em oxig�nio, s�o incendiados. O ser humano n�o � consciente do mal que est� causando ao planeta, nem que � preciso plantar para repor a vegeta��o que consome. O planeta transformou-se em um grande dep�sito de lixo. Enviamos cont�ineres com res�duos radioativos para o fundo do mar, carregamos navios inteiros com substancias n�o-degrad�veis.
As varia��es clim�ticas, conseq��ncia das rela��es danosas do ser humano e das mudan�as do comportamento do sol, produzem uma altera��o das chuvas, diminuem sua intensidade, quantidade e regularidade. O aumento da temperatura produzir� fortes ventos, furac�es e tuf�es.
Os furac�es s�o tormentas gigantescas e violentas, um redemoinho de destrui��o e morte. S�o chamados de FURAC�O em homenagem ao deus do mau dos abor�gines do Caribe. O furac�o Mithi e os fen�menos associados ao El-ni�o s�o evidencias da tend�ncia para grandes desastres causados pelo clima.
O sistema h�drico � fundamental pois cerca de 70% da superf�cie do planeta est� coberta por �gua. Com o aumento da temperatura, diminui a umidade relativa do ar que trar� como conseq��ncia menos nuvens e maior exposi��o ao sol, agravando assim o problema, assim ser� evaporada a �gua dos solos, produzindo muitas secas e grandes inc�ndios em todo o planeta, a falta d'�gua produzir� graves inconvenientes � vegeta��o, reduzindo seu crescimento e diminuindo consideravelmente o tamanho das colheitas. Ao reduzir-se a quantidade de �gua das chuvas, diminuir� tamb�m o fluxo dos a�udes e lagos, criando s�rios problemas � fauna da terra.
Tudo isso causar� um forte impacto na economia, haver� desabastecimento e muitos produtos que dependem do clima como a �gua, as folhagens, os cereais, os pescados e a gera��o de energia el�trica ter�o aumentos vertiginosos de pre�o, ser�o �pocas de racionamento de eletricidade, de fome e descontentamento social, aumentar� o numero de pragas, insetos e doen�as tropicais como a mal�ria.
O comportamento do ser humano ser� crucial para suportar o aumento geral da temperatura causada pela sua pr�pria conduta inconsciente e depredat�ria.
A 4� profecia Maia diz que o aquecimento do planeta, causado pela conduta antiecol�gica do ser humano e por uma maior atividade do sol, causar� o derretimento do gelo dos p�los. Se o sol aumentar seus n�veis de atividade acima do normal haver� uma maior produ��o de ventos solares, mais erup��es maci�as desde a coroa do sol, um aumento na irradia��o e um incremento na temperatura do planeta.
Os Maias se basearam no giro de 584 dias do planeta V�nus para efetuar seus c�lculos solares. V�nus � um planeta facilmente visto no c�u, pois sua �rbita est� entre a terra e o sol.
Eles deixaram registrado em seu �C�dici drede� que a cada 117 giros de V�nus marcado a cada vez que o planeta aparece no mesmo ponto no c�u, o sol sofre fortes altera��es e aparece grandes manchas ou erup��es do vento solar, advertiram q a cada 1.872.000 kines, ou seja, 5.125 anos s�o produzidos altera��es ainda maiores e que quando isto ocorrer o ser humano dever estar alerta, � o press�gio de destrui��o e mudan�as.
No �C�dicedrede� tamb�m figura o numero 1.366.560 kines que tem a diferen�a de 1 katun (20 anos) como um numero que aparece no Templo da Cruz.
No Tempo da Cruz, em Palenque est� entalhado o numero 1.359.540 kines, a diferen�a que ele tem anotado no �C�dicedrede�� de 20 anos ou 1 katun, � um per�odo de tempo que eles chamavam de �Tempo do n�o-tempo� e � o que estamos vivendo desde 1992. As mudan�as da atividade do sol ser�o maiores posto que as prote��es que temos em todo o planeta est�o ficando mais fracas.
O escudo eletromagn�tico que temos que nos protege est� diminuindo em sua intensidade. A produ��o de oz�nio na ionosfera que impedia a chegada dos raios ultravioletas a terra diminuiu e j� apareceram alguns buracos enormes sobre os p�los permitindo a chegada dos raios do sol � superf�cie do planeta.
A atividade do ser humano est� alterando a composi��o da atmosfera. O chamado �efeito estufa� que impede a sa�da do calor e aumenta a temperatura. Todos os fen�menos ao ocorrer simultaneamente produzir�o modifica��es no clima e um aumento da temperatura nos mares e derreter� mais rapidamente o gelo nas calotas polares. Isso causar� aumento do n�vel dos mares produzindo inunda��es nas terras costeiras, modifica��o morfol�gica dos continentes onde vivemos.
Os Maias previram que esta seria a forma como o planeta s limparia e teria muitas �reas verdes por todas as partes, o aumento da temperatura j� come�ou, relat�rios cient�ficos de diversas fontes confirmam, estudos realizados oea Universidade de Colorado concluem que as geleiras e picos nevados de todo o mundo est�o diminuindo seu volume notavelmente, como resultado do aumento geral da temperatura do planeta.
O maior pico nevado na �frica, o monte Kenia, perdeu 92% de seu massa, os picos nevados do monte Quili-manjar sofreram redu��o de 73%, na Espanha e, 1980 havia 27 picos nevados, esse n�mero foi reduzido para 13. Nos Alpes europeus e no C�ucaso na R�ssia diminu�ram 50%.
Na Nova Zel�ndia e nos montes entre a R�ssia e na China houve redu��o de 26%, os c�lculos preliminares dos estudos dizem que se as mudan�as continuaram no mesmo r�timo em 50 anos n�o haver� picos nevados em nenhuma parte do mundo.
Na Ant�rtida a situa��o � ainda mais grave, o pico est� se derretendo a partir do centro e n�o a partir das bordas. � sabido que quando um lago gelado come�a a derreter ele sempre o faz a partir de seu centro. A temperatura na Ant�rtida aumentou 2,5�C nos �ltimos 25 anos e est� aparecendo vegeta��o em locais onde antes n�o havia nada mais do que gelo.
Mais de 50% da popula��o mundial vive perto do mar, por isso milh�es de pessoas ser�o afetadas e deslocadas de seus lares. 1998 estabeleceu recordes de altas temperaturas, que ficaram dentre as mais altas dos �ltimos 600 anos. No entanto um aumento da temperatura como este que vem ocorrendo n�o muda rapidamente os n�veis de �gua em todo o planeta, ser� um processo que levar� v�rios anos.
A �nica coisa que poderia muda-los seria uma mudan�a s�bita na posi��o da crosta terrestre sobre seu n�cleo central. Isso j� ocorreu varias vezes no planeta ao mudar a posi��o dos p�los.
Sabemos que muitas coisas que n�o queremos que aconte�am e que causam grandes trag�dias, acabam acontecendo.
Devemos nos concentrar em produzir resultados positivos de nossas a��es e ao mesmo tempo crescer com as dificuldades que encontramos. Devemos assumir a vida e tomar as decis�es de maneira consciente, devemos abrir os olhos �s possibilidades que possam nos trazer e mundo em que todos culpam os outros pelo que acontece.
Todas as profecias procuram uma mudan�a na mente humana, pois o universo est� gerando todos esses processos para que a humanidade se expanda pela gal�xia compreendendo sua integridade fundamental com tudo que existe.
A 5� profecia dz que todos os sistemas baseados no medo sob as quais est� fundamentada a nossa civiliza��o se transformar�o simultaneamente com o planeta e com o ser humano, dando lugar a uma nova realidade de harmonia.
O seu humano est� convencido de que o universo existe so para ele, que a humanidade � �nica express�o de vida inteligente e por isso age como depredadora de tudo que existe.
Os sistemas falhar�o para que o seu humano enfrente-se a si mesmo para que ele veja a necessidade de reorganizar a sociedade e continuar no caminho da evolu��o que nos levar� a entender a cria��o.
Neste momento, praticamente todas a economias d mundo est�o em crise, e foi desencadeada uma onda especulativa em todas as partes.
Em apenas 1 dia, 1 trilh�o de d�lares muda de m�os nos mercados financeiros internacionais. 15% de queda nos mercados fazem desaparecer o equivalente a uma riqueza anula de todas as fabricas dos E.U.� juntas.
Desde 1995, a economia mundial n�o � mais dominada pelo intercambio de autom�veis, a�o, trigo e outros bens e artigos reais, mas pelo intercambio de dividas, a��es e t�tulos de credito, isto que dizer, de riqueza virtual com a qual � muito f�cil especular.
A s�ndrome do cart�o de credito tornou-se um mal comum, o seu humano assume uma divida superior ao que ganha pondo sua economia pessoal na corda bamba, isso se reflete em todos nos n�veis.
A especula��o em torno do capital financeiro levou a uma situa��o econ�mica mais delicada que a de 1929, antes da queda da bolsa de valores em 1930.
Quase todas as economias do mundo ent�o com problemas, especula��es financeiras e os salva-vidas do governo com dinheiro de bancos que est�o � beira da fal�ncia, dificultam ainda mais todo esse processo.
Existem ent�o situa��es de alto risco no sistema econ�mico, e no sistema de controle de informa��es e se a isso se acrescentarmos o aumento na atividade do sol que pode causar danos irrepar�veis nos sat�lites, a situa��o se complica.
Com as labaredas solares, recebemos uma dose incomum de raios ultravioleta que espandem a atmosfera superior diminuindo a press�o que existe sobre os sat�lites que est�o a baixas altitudes. Isso far� com que ele diminuam a sua �rbita para outra muito mais r�pida e perderemos assim o contato temporal com eles - na melhor da hip�teses- e ser�o interrompidas todas as comunica��es por sat�lite no planeta, tamb�m pode acontecer que os 19.000 objetos que transitam na �rbita da terra ao receber a dose alta de eletromagnetismo do sol tenham seus componentes eletr�nicas danificados e deixem de funcionar para sempre.
Ao afetar-se a ionosfera, pela emiss�o de raios solares, produzem-se altera��es em todas as comunica��es de radio e televis�o, porque � nesta camada que s�o transmitidas e refletidas as diferentes freq��ncias.
Portanto, a economia e a comunica��o s�o sistemas fr�geis e interconectados com todos os outros. A rede el�trica � especialmente sens�vel �s labaredas solares, como ocorreu durante 9hs em todo o Kebeque em 1989.
O sistema de eletricidade � a coluna vertebral de nossas sociedades contempor�neas, se um falhar, falhar�o um atr�s do outro como pedras de domin� derrubando consecutivamente todos os sistemas. Dizem que um sistema � t�o forte quanto o mais fraco de seus componentes ou elos.
Imaginemos como reagiria a nossa sociedade � todos esses acontecimentos simult�neos. A comida ficaria escassa; as comunica��es seriam imposs�veis; a trafego enlouqueceria em todas as cidades, a economia ficaria paralisada; a maioria de n�s perderia o ju�zo e teria inicio a uma desordem civil que pela quantidade de pessoas envolvidas ultrapassaria as expectativas e os controles civis e militares do governo. Essa situa��o de descontrole total modificaria para sempre todos os sistemas da sociedade.
Os sistemas religiosos baseados em um Deus que infunde medo tamb�m entrariam em crise. Surgiria um �nico caminho espiritual comum a toda a humanidade que terminar� com todos os limites estabelecidos entre as diferentes formas de ver Deus.
O novo dia gal�ctico � anunciado por todas as religi�es e cultos como uma �poca de luz, paz e harmonia para toda a humanidade. � claro ent�o que tudo que n�o produza este resultado deve desaparecer ou transformar-se, a nova �poca de luz n�o pode ter uma humanidade baseada na economia militar de imposi��o de verdades pela for�a.
A 6� profecia Maia fala que nos pr�ximos anos aparecer� um cometa cuja trajet�ria colocar� em perigo a pr�pria exist�ncia do ser humano.
Os maias viam os cometas como agentes de mudan�as que vinham para por em equil�brio o movimento existente para que certas estruturas se transformem permitindo a evolu��o da consci�ncia coletiva. Todas as coisas t�m um lugar que lhes corresponde, todas as circunstancias, at� mesmo as mais adversas, s�o perfeitas para gerar compreens�o sobre a vida, para desenvolver a consci�ncia sobre a cria��o. Por isso o ser humano est� constantemente enfrentando situa��es inesperadas que geram sofrimento a ele, � um modo de conseguir que ele reflita sobre sua rela��o com o mundo e com os outros. Assim ao longo de muitas experi�ncias em muitas vidas ele entender� as leis naturais da raz�o e da cria��o.
Para os maias, Deus � a presen�a da vida em todas as formas e sua presen�a � infinita.
O cometa - Ajenjo como era chamado � de que fala a profecia foi tamb�m anunciado por varias religi�es e culturas, por exemplo, na b�blia, no livro das revela��es onde recebe o nome de �Absinto�, se o cometa aparecer � poss�vel que sua trajet�ria o leve a se chocar com a Terra ou ent�o que por meios f�sicos ou ps�quicos conseguiremos desviar sua trajet�ria.
Os cometas sempre fizeram parte do sistema solar, milhares de res�duos atravessam, cruzam, v�o e voltam, periodicamente e inclusive se chocam com os planetas que se movem sempre tranq�ilos em suas �rbitas regulares ao redor do sol.
A comunidade cient�fica aceita que a 65 milh�es de anos, no cret�ceo terci�rio, um cometa caiu em Chicxulub, na pen�nsula de Yucatan, no Atl�ntico. Causando a extin��o dos dinossauros. Sua cratera com 180 km de di�metro tem altas concentra��es de Ir�dio � elemento muito raro na terra, mas, muito comum nos aster�ides.
Associou-se o aparecimento de aster�ides � momentos dif�ceis como a que coincidiu com a erup��o do vulc�o Ves�vio que destruiu Pomp�ia e Herculano no ano 79 d.c. ou com a queda do rei Harold por Guilherme, O Conquistador na Inglaterra e 1066 que foi registrada no Tapete de Beyeux; causaram p�nico coletivo com o Halley em 1910, naquela �poca presumiu-se que a sua cauda era de g�s venenoso (o cianureto) e foram vendidas milhares de pilulas para que as pessoas se protegessem dele. Foram tamb�m causadores de suic�dios coletivos com os dos 39 membros da �Porta do C�u� em 1997, que acreditavam que o enorme cometa Hali-Bopp, com 40km de di�metro vinha busc�-los.
Os cometas sempre geraram controv�rsias, mas nunca tanta como em 1456 quando reapareceu o cometa Halley que foi considerado como um agente do diabo e deveria ser expulso do c�u, sendo excomungado pelo Papa Cal�pso III.
Foi Isaac Newton que descobriu que a gravidade mant�m os planetas girando em �rbitas definidas em torno do sol e Edmond Halley, seu contempor�neo, utilizou esses c�lculos para determinar as �rbitas dos cometas, anunciando que a cada 76 anos o cometa Halley regressaria. Por esse motivo ele leva seu nome.
Os cometas tamb�m causaram desastres regionais como na Sib�ria, sobre a rio Tungeska, em aster�ide de aproximadamente 50m de di�metro explodiu no ar em 1908, destruindo instantaneamente 2km de um bosque totalmente denso.
Alguns aproximaram-se bastante da terra como o comenta Iras-araque-aukoque, aproximou-se a 6 milh�es de km da terra e poderia ter causado um dano maior do que se explodissem, simultaneamente, todas as bombas at�micas existentes.
Os maias sempre estudaram e registraram os eventos do c�u, seu alerta for prevenir os seres humanos do perigo de n�o conhecerem as �rbitas e os per�odos de grandes res�duos que se cruzam com a trajet�ria da terra. Eles sabiam que para o homem moderno, descobrir com anteced�ncia em aster�ides t�o grandes que pudessem causar sua extin��o e ent�o desvi�-lo seria uma das maiores fa�anhas da historia humana e o fato crucial que nos uniria como esp�cie.
Antigamente a esfera celeste era o dom�nio dos deuses, com o aparecimento inesperado de um objeto desconhecido que dominava a noite era motivo de medo e misticismo, por isso os maias constru�ram observat�rios dedicados a estudar os fen�menos, eles queriam entender seus movimentos imprevis�veis no c�u especialmente depois de terem estabelecido as posi��es dos planetas e das estrelas.
O perigo eminente nos obrigaria a construir um n�vel de coopera��o mundial, a estabelecer um sistema de comando e controle acima dos paises e uma estrutura de comunica��o mundial, seria a �nica maneira pela qual os paises abririam m�o de sua soberania a um pais como as na��es unidas, dando origem a um governo mundial para o bem comum.
Seria um caminho para aprender a transcender a separa��o que � a base de nossa sociedade.
A 7a profecia nos fala do momento em que o sistema solar, em seu giro c�clico, sai da noite para entrar no amanhecer da gal�xia. Ela nos fala que nos 13 anos que v�o desde 1999 at� 2012, a luz emitida desde o centro da gal�xia sincroniza todos os seres vivos e permite a eles concordar voluntariamente, com uma transforma��o interna eu produz novas realidades e que todos os seres humanos t�m a oportunidade de mudar e romper suas limita��es atrav�s do pensamento.
Os seres humanos que voluntariamente encontrarem seu estado de paz interior, elevando sua energia vital, levando sua freq��ncia de vibra��o interior do medo para o amor poder�o captar e se expressar atrav�s do pensamento e com ele florescer� o novo sentido.
A energia adicional do raio emitido por Runacku (centro da gal�xia) ativa o c�digo gen�tico de origem divina nos seres humanos que estejam em alta freq��ncia de vibra��o, este sentido ampliar� a consci�ncia de todos os seres humanos gerando uma nova realidade individual, coletiva e universal.
Uma das maiores transforma��es ocorrer� em n�vel planet�rio, por que todos os homens conectados entre si como um s� todo, dar�o nascimento a um novo ser na ordem gal�ctica. A reintegra��o das consci�ncias individuais de milh�es de seres humanos despertar� uma nova consci�ncia, na qual todos entender�o que fazem parte de um mesmo organismo gigantesco.
A capacidade de ler o pensamento entro os humanos revolucionar� totalmente a civiliza��o, desaparecer�o todos os limites, terminara a mentira para sempre porque ningu�m poder� ocultar nada, come�ar� uma �poca de transpar�ncia e de luz que n�o poder� ser ocultada por nenhuma viol�ncia ou emo��o negativa.
Desaparecer�o as leis e controles externos como a policia e o exercito porque cada ser se far� respons�vel por seus atos, n�o ser� preciso implementar nenhum direito ou dever pela for�a.
Ser� formado um governo mundial e harm�nico com os seres mais s�bios e evolu�dos do planeta, n�o existir�o fronteiras nem nacionalidades, terminar�o os limites impostos pela propriedade privada e n�o ser� necess�rio dinheiro como maneira de intercambio, ser�o implementadas tecnologias para o controle da luz e da energia e com elas se transformar� a mat�ria produzindo de maneira simples todo que for necess�rio dando um basta � pobreza para sempre. A excel�ncia e o desenvolvimento espiritual ser�o o resultado de seres em harmonia que reduzam a atividade com o que vibram mais alto, ao agir assim eles expandir�o sua compreens�o sobre a ordem universal.
Com a comunica��o atrav�s do pensamento haver� um supersistema imunol�gico que eliminar� as baixas vibra��es do medo produzidos pelas enfermidades, prolongando cada vida dos humanos, a nova era n�o precisar� da aprendizagem inversa, produzidas pelas doen�as e sofrimento que caracterizaram os �ltimos milhares de anos da hist�ria.
Os serem humanos que consciente e voluntariamente encontrarem a paz interior entraram em uma nova �poca de aprendizagem pro contraste harm�nico, a comunica��o e a reintegra��o far�o com que as experi�ncias e lembran�as individuais e os conhecimentos adquiridos sejam dispon�veis sem ego�smo para todos os outros, ser� como uma internet em n�vel mental que multiplicar� exponencialmente a velocidade das descobertas e ser�o criadas sinergias nunca antes imaginadas, terminar�o os julgamentos e os valores morais que mudam com o tempo, como a moda, entenderemos que todos os atos na vida s�o uma maneira de alcan�ar uma maior compreens�o e harmonia.
O respeito ser� o elemento fundamental da cultura, transformar� o individuo e a comunidade e dar� a humanidade a oportunidade de expandir-se pela gal�xia.
As manifesta��es art�sticas, as ocupa��es est�ticas e as atividades recreativas comunit�rias ocupar�o a mente do ser humano.
Milhares de anos fundamentados na separa��o entre os homens que adoraram um deus que julga e castiga ir�o se transformar para sempre. O seu humano viver� a primavera gal�ctica, o florescimento de uma nova realidade baseada na reintegra��o com o planeta e com todos os seres humanos.
Neste momento compreenderemos que somos parte de um �nico organismo gigantesco e iremos nos conectar com a terra, uns com os outros, com nosso sol e com a gal�xia inteira. Todos os seres humanos entender�o que os reinos mineral, vegetal e animal e em toda a mat�ria espalhada pelo universo em todas as escalas, desde um �tomo at� uma gal�xia s�o seres vivos com uma consci�ncia evolutiva.
A partir do s�bado 22 de dezembro de 2012, todas as rela��es ser�o baseadas na toler�ncia e na flexibilidade, porque o homem sentir� os outros seres como parte de si mesmos.
N�s vimos a cosmo vis�o maia da evolu��o do universo e as mensagens de alerta e esperan�a que contidas em 7 profecias, eles deixaram para todos os habitantes do planeta terra desta �poca.
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