Macroangiopatia diabética

Introduction
    Os principais tecidos afetados pelo diabetes - a retina, rins, e nervos - são todos altamente 
permeáveis à glicose; assim o aumento de sangue nestas regiões também aumenta o acúmulo intracelular
de glicose e seus produtos metabólicos.  
    Diabetes precoce is characterized by increased microvascular pressure and flow, that 
results in an injury response on the part of the microvascular endothelium involving 
the increased production of extravascular matrix proteins laid down as increased quantities 
of basement membrane, as well as hyaline deposits within the arterioles.  
    In normotensive diabetic type 2 patients capillary pressure and filtration are normal, whereas 
flow reserve is profoundly diminished at diagnosis of the condition.  
    The permeability of the endothelial barrier is dependent principally on the integrity 
of the molecular architecture of the junctions between adjacent endothelial cells.  
    An array of different specialized molecules are involved in these junctional complexes, 
some of which are tethered to actin microfilaments within the endothelial cell.  
    Contraction of these actin myofilaments tends to pull the junctional complexes apart, 
a process that is likely to occur should intracellular calcium levels fall, which could 
reflect the lack of generation of nitric oxide.  
    Aldose reductase catalyzes the reduction of glucose to sorbitol, which inhibits 
both glomerular and neural synthesis of myo-inositol; it depresses phosphoinositide 
metabolism, which then decreases Na+K+ ATPase activity.
    Hyperglycemia also leads to the formation of advanced glycosylation end products; 
these long-lived products of the interaction between glucose and proteins not only alter 
the tertiary structure and biophysical properties of the proteins involved, eg, basement 
membrane type 4 collagen, but also further add to the oxidative stress within the 
microvascular wall, initiating an inflammatory response, leading to the influx of leukocytes. 
    The glycosylation of a number of important enzymes inhibits their function; in the 
case of superoxide dismutase, oxygen-derived free radicals, which are normally broken 
down by this enzyme, may further increase.  
    Also, AGEs react chemically with nitric oxide, and decrease its effectiveness.  
    In addition to vascular tone, nitric oxide regulates the adhesion of leukocytes, 
the aggregation of platelets, and the proliferation of cells within the vascular wall, 
which all can be implicated in atherosclerosis.  
    Glucose metabolism also results in the synthesis of diacylglycerol that stimulates 
protein kinase C.  
    One consequence of the metabolic dysfunction is increased levels of oxygen-derived 
free radicals and arachidonic acid metabolites that contribute to abnormal vasomotor 
responsiveness, increased permeability, and abnormal growth of vascular cells.  
    Insulin itself stimulates endothelial production of nitric oxide, and thus is an 
endothelium-dependent vasodilator.  The failure of insulin to dilate diabetic microvasculature 
by this mechanism may impair the delivery of glucose to tissues and thus contribute to 
the insulin-resistant state.  
    The effect of elevated glucose on endothelium-dependent relaxation is prevented by 
thromboxane A2-receptor antagonists, cyclooxygenase inhibitors, aldose reductase inhibitors, 
protein kinase C inhibitors, angiotensin-converting enzyme inhibitor, and a wide 
variety of antioxidants.  
    Although the effects of hyperglycemia are multifactorial, the different mechanisms 
apparently are interdependent - perhaps being linked by an improvement in nitric oxide 
function.  
    The antioxidants decrease the effects of oxygen-derived free radicals and prevent the 
increased breakdown of nitric oxide, and restore its function.
    Vitamin C is a water-soluble antioxidant that has the ability to directly scavenge 
superoxide anion.  
    Vitamin E is a lipid-soluble antioxidant whose effects are to prevent lipoprotein and 
cell membrane lipid peroxidation by free radicals, and which improves nitric oxide function.   
          Steps: 
- the most important strategy of prevention is through glucose control; 
- when possible the patients should be part of a multiprofessional group, whose mainly 
function is to educate them;
- monthly outpatient visits; 
- monitoring of blood glucose two to three times daily; 
- multiple daily insulin injections (3 or more); 
- frequent adjustment of the insulin on the basis of blood glucose, diet and exercise.

Macroangiopatia
    O  desenvolvimento de doença dos grandes vasos é acelerada com diabetes tipo 1, e geralmente está 
presente ao diagnóstico no diabetes tipo 2.  Os efeitos são vistos principalmente nas artérias 
coronarianas, cerebrais e periféricas.  Embora a primeira  manifestação geralmente seja um evento como 
IAM, episódios de isquemia transitória ou úlcera em pés, certamente a manifestação inicial revela 
problemas arteriais já difusos pelo organismo.  O distúrbio predominante é a aterosclerose e não há diferença 
na sua apresentação  entre diabéticos e não-diabéticos; há predominantemente um aumento na quantidade, extensão 
e distribuição.  Nenhuma lesão arterial específica é vista, mas há mais faixas de gordura, placas na íntima e 
calcificação vascular.1  
    Há proliferação de células musculares lisas, espessamento da íntima, produção excessiva de colágeno 
e calcificação da média resultando em redução do fluxo sanguíneo.  A microangiopatia está relacionada 
ao grau de hiperglicemia e sua duração,2 com possível ação genética.  No diabético tipo 1 o limite 
de hipergli-cemia predispondo à microangiopatia é de aproximadamente 11 mmol/l, mas o limite para que haja 
doenças dos grandes vasos é claramente menor.  
    A dieta nas fases iniciais da vida, particularmente no útero e no primeiro ano de vida, e o baixo peso 
ao nascer e pequeno desenvolvimento estatural no primeiro ano de vida se correlaciona com futuro 
desenvolvimento de intolerância à glicose, diabetes tipo 2, hipertensão e susceptibilidade para doença 
coronariana. Um bom controle glicêmico não garante proteção contra o desenvolvimento de desordens 
dos grandes vasos, mas previne complicações microvasculares.  A hipertrigliceridemia predomina já que 
a falta de insulina leva à redução da atividade da lipase lipoprotéica, a qual estimula a hidrólise das 
partículas de quilomícrons e VLDL.  Ocorre aumento da produção hepática das VLDL.  O menor efeito da insulina 
no tecido adiposo leva a maior mobilização dos ácidos graxos e maior fluxo destes para a síntese de 
triglicérides no fígado.  A resistência insulínica no fígado não suprime a produção de VLDL de grande 
tamanho, comum após uma refeição.  O aumento dos níveis sanguíneos de partículas que são ricas em 
triglicérides leva à transferência de moléculas de triglicérides para as lipoproteínas LDL e HDL.3   
    Com o aumento de triglicérides nessas partículas altera-se o seu metabolismo, surgindo LDL 
mais aterogênicas e aumentando a depuração de HDL.  Já que os triglicérides não aderem-se aos vasos, o seu 
papel aterogênico se relaciona a uma alteração do metabolismo das das lipoproteínas.  
    Também o aumento de triglicérides favorece a trombogênese, pois ativam os fatores VII e XII e diminuem 
os níveis do fator inibidor do ativador do plasminogênio (PAI-1).  O estado de diabetes mellitus também 
leva a um maior número de partículas de LD menores e mais densas, as quais teriam um potencial aterogênico 
maior por serem mais facilmente captadas pelos macrófagos e células endoteliais e oxidadas, tornando-as mais 
citotóxicas.  A glicação da apoproteína B leva a menor reconhecimento e captação hepática do LDL sérico, 
o que aumenta sua meia-vida.  Já a glicação do HDL leva a sua depuração.  No diabetes tipo 1 o colesterol total 
e LDL devem ser conhecidos desde a juventude; para o tipo 2, onde a hipertrigliceridemia pode predominar, 
uma avaliação lipídica global deve ser feita ao diagnóstico e depois anualmente.  
    Os benefícios em parar de fumar podem exceder outras medidas terapêuticas para hipertensão e hiperlipidemia 
associadas.  Claudicação intermitente de MMII, ulceração de pés e amputação de MMII são altamente  associadas 
com  a combinação de cigarro e diabetes.  Os sintomas de angina podem ser muito mais sutis e atípicos, incluindo 
simples fadiga, principalmente no jovem e na fêmea.  A apresentação do infarto também pode ser atípica, com pouca 
ou nenhuma dor torácica. Infartos mais extensos e complicações incluindo arritmias, desordem de condução 
e choque cardiogênico ocorrem com mais frequência.  
    O risco para cardiopatia coronariana está aumentado em 2-4 vezes nos diabéticos. Em muitos casos, 
isquemia miocárdica permanece não detectada, até que haja falência cardíaca. Concentrações plasmáticas 
elevadas de glicose, porém ainda abaixo da faixa do diabetes, estão relacionadas com risco aumentado 
para DAC.  Aquele paciente que vem sendo seguido por longo tempo e a sua taxa de açúcar lentamente vem 
aumentando, mesmo que ainda na faixa de normalidade, merece muito mais atenção.  Nos homens o aumento 
da glicemia de jejum de 100-109 para 130-139 mg/dl duplica a taxa de mortalidade por doença isquêmica 
do coração, e triplica nas mulheres.   
    As artérias coronarianas apresentam severas alterações e múltiplas lesões estenóticas; geralmente em paralelo 
com a doença da carótida e  periférica.  As consequências dos distúrbios circulatórios incluem 
insuficiência vertebrobasilar e incoordenação dos MMII, com tonteiras ou súbitas perdas de consciência, 
provocadas pela extensão ou rotação do pescoço.  A manifestação precoce mais comum de doença da carótida é 
aquela de um ataque isquêmico transitório.  Oclusão total de uma única artéria  carótida não resulta em um 
AVC completo se o suprimento sangüíneo colateral ainda for adequado.  Quando comparado com aqueles sem diabetes, 
um AVC é associado com um grau bem maior de alteração neurológica, com risco fatal imediato bem maior, 
com prognóstico pior a longo prazo e um maior risco de um novo episódio futuro.  
    Demência é mais freqüente, geralmente  agravada por múltiplos infartos.  Alguns resultam de êmbolos 
da artéria carótida; outros de doença  difusa de pequenos vasos causando isquemia e trombose local.  
    Há aumento da PA sistólica mas não necessariamente da diastólica, devido a uma maior rigidez e à perda 
de elasticidade vascular.

Tratamento
    Aspirina em baixas doses é o mais importante; também um bom controle do diabetes e da hipertensão – lembrar 
que a redução muito rápida e intensa da PA pode levar a uma redução inadequada do fluxo cerebral e agravar 
a patologia subjacente.  Produtos à base de soja contendo isoflavones e proteínas, como o SoyBean, 
fazem um controle adequado da dislipidemia e da glicemia, prevenindo a micro e a macroangiopatia.
     O SoyBean atua com suas fibras solúveis em um processo adsortivo, diminuindo a quantidade de
gorduras e açúcares a atingir a corrente sanguínea, bem como impedindo a ação dos ácidos biliares sobre
as gorduras por estarem estas ligadas às fibras.
     Também SoyBean atua com suas proteínas da soja retirando o LDL da circulação, o que controla os 
seus níveis.  Ainda, fundamental no diabético, a ação de suas vitaminas do complexo B, facilitando
o controle das neuropatias destes pacientes.

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