BOLETIM
ORIENTE CRISTÃO
NOTÍCIAS
SOBRE AS IGREJAS ORIENTAIS
Nº 44 -
03 de junho de 2005
MENSAGEM
Prezados
Irmãos em Cristo,
Peço
novamente uma oração pela unidade dos cristãos. Por mais difícil
que seja este
objetivo, creio que nunca devemos esquecê-lo.
Saudações
Fraternais,
Luis
Felipe
[email protected]
ÍNDICE
1 - O
Papa renova compromisso de trabalhar por unidade dos cristãos
2 - Bento
16 pede em Bari a unidade de todos os cristãos
3 - Na 1ª
viagem, papa faz missa para 200 mil em Bari
4 - Papa
Bento 16 faz primeira viagem e apóia a unidade cristã
5 - Papa
se compromete a promover «gestos concretos» para alcançar a
unidade
dos cristãos. «Não bastam as expressões de bons sentimentos»
6 - Bento
XVI reafirma prioridade do compromisso ecuménico
7 -
PAPA-RELIGIÃO: COMPROMISSO ECUMÊNICO EM BARI
8 -
Cardeal Kasper propõe aos ortodoxos um Sínodo de reconciliação. E
junto aos
filhos da Reforma, uma aliança para defender as raízes
cristãs
9 -
Vaticano propõe sínodo de reconciliação entre os Cristãos
10 -
CARDEAL KASPER PROPÕE TRABALHO CONJUNTO, A ORTODOXOS E
PROTESTANTES,
EM PROL DA UNIDADE DOS CRISTÃOS
11 -
IGREJA ORTODOXA RUSSA ABERTA AO DIÁLOGO COM O VATICANO
12 -
Igreja Ortodoxa russa aberta ao diálogo com o Vaticano
13 -
Falha mecânica provocou queda de helicóptero do Patriarca Petros
14 -
CHEFES DA IGREJA ORTODOXA GREGA REUNIDOS EM ISTAMBUL, DISCUTEM
SOBRE
IRINEU I
15 -
Ortodoxos substituem Patriarca de Jerusalém, acusado de
corrupção
16 -
Nomeado substituto temporário de patriarca ordotoxo grego de
Jerusalém
17 -
Comemoração do Dia de São Cirilo e São Metódio na Rússia
18 -
Aleksi II julga que a vida religiosa vai se desenvolvendo de uma
maneira
estável e positiva na Rússia
19 -
Igreja Ortodoxa não quer que o Slipnot toque na Grécia
20 -
Igreja Ortodoxa tenta banir Slipknot da Grécia - e falha
21 -
Ucrânia: A primeira Igreja greco-católica na segunda maior
cidade do
país
22 -
Presença dos cristãos no Iraque é mais necessária que nunca.
Testemunho
desde Bagdá de um carmelita descalço
23 - O
FUTURO FOI NEGADO ÀS CRIANÇAS DO IRAQUE", AFIRMA JORNAL DO
VATICANO
24 -
"L'OSSERVATORE ROMANO" RESSALTA CRUÉIS ATENTADOS QUE CONTINUAM A
ENSANGÜENTAR
IRAQUE
25 -
Eucaristia, força dos católicos sob o perigo no Iraque. Segundo
Dom
Shlemon Warduni, bispo auxiliar do Patriarcado Caldeu de Bagdá
26 -
Belém é "lugar muito difícil" para cristãos, assinala
especialista
27 -
ÍNDIA: Apelo de um Bispo ao governo para a proteção da liberdade
religiosa
28 -
CATHOLICÓS DE TODOS OS ARMÊNIOS VISITARÁ OS EE.UU.
NOTÍCIAS
1 - O
Papa renova compromisso de trabalhar por unidade dos cristãos
VATICANO,
29 Mai. 05 (ACI ) .- O Papa Bento XVI convidou aos fiéis
presentes
na Missa de clausura do XXIV Congresso Eucarístico Nacional
na cidade
do Bari a viver de coração o perdão como único caminho para
a plena
comunhão com Deus e os homens.
Referindo-se
à dimensão comunitária da Eucaristia o Santo Padre
destacou
que "o Cristo que encontramos no Sacramento é o mesmo aqui
no Bari
como em Roma. É o único e mesmo Cristo que está presente no
Pão
eucarístico de cada lugar da terra. Isto significa que nós
podemos
encontrá-lo somente junto com todos os outros. Podemos recebê-
lo só na
unidade".
"A
conseqüência é clara- continuou- não podemos entrar em comunhão
com o
Senhor, se não o fizermos entre nós. Se queremos nos apresentar
a Ele,
devemos também nos mover para ir os uns ao encontro dos
outros.
Por isso é necessário aprender a grande lição do perdão: não
deixar
trabalhar na alma ao ressentimento, mas sim abrir o coração à
magnanimidade
da escuta do outro, da compreensão em seu confronto, da
eventual
aceitação de suas desculpas, do generoso oferecimento das
próprias".
Relacionando
a Eucaristia com a unidade dos cristãos, o Santo Padre
recordou
que "infelizmente os cristãos estão divididos, justamente no
sacramento
da unidade. quanto mais devemos, sustentados pela
Eucaristia,
nos sentir estimulados a tender com todas as forças a
aquela
plena unidade que Cristo há ardentemente auspiciado no
Cenáculo".
E atrás
destas palavras reafirmou sua vontade de "assumir como
compromisso
fundamental aquilo de trabalhar com todas as energias
pela
reconstituição da plena e visível unidade de todos os seguidores
de
Cristo".
"Se
precisam gestos concretos que entrem nas almas e movam as
consciências,
solicitando a cada um àquela conversão interior que é a
base de
todo progresso na via do ecumenismo", adicionou.
2 - Bento
16 pede em Bari a unidade de todos os cristãos
da France
Presse, em Bari 29/05/2005
O papa
Bento 16 pediu neste domingo a unidade dos cristãos durante
uma missa
celebrada na cidade de Bari (sul da Itália), diante de
cerca de
150 mil fiéis.
"Nesta
cidade, que aloja as relíquias de São Nicolau e é terra de
encontro
e diálogo com os irmãos cristãos do Oriente, quero confirmar
minha
vontade de assumir o compromisso fundamental de trabalhar com
toda
minha energia para reconstruir a plena e visível unidade de
todos os
fiéis de Cristo", declarou durante a homilia.
São
Nicolau, cristão da Ásia menor, que morreu no ano 325 e cujas
relíquias
repousam na basílica de Bari, é venerado tanto pelos
católicos
como pelos ortodoxos.
Patrono
das crianças no norte da Europa, São Nicolau é também patrono
dos
ortodoxos russos, que o veneram todos os anos.
Bento 16,
eleito pontífice em 19 de abril, já se referiu em mais de
uma
ocasião sobre a reconciliação de católicos, ortodoxos,
protestantes
e anglicanos.
Ele
escolheu a cidade de Bari, no Mar Adriático, de frente para os
Bálcãs,
para renovar seu compromisso diante de milhares de católicos
e
ortodoxos que acompanhavam a cerimônia.
"A
eucaristia é o sacramento da unidade. Mas, infelizmente, os
cristãos
estão divididos sobre esse sacramento", lamentou.
"Sou
consciente de que os bons sentimentos não são suficientes. É
preciso
realizar gestos concretos que penetrem nas almas e mexam com
as
consciências", afirmou o papa.
Trata-se
da primeira viagem pastoral fora de Roma do papa alemão.
3 - Na 1ª
viagem, papa faz missa para 200 mil em Bari
Agência
Estado 29/05/05
Bari,
Itália - O Papa Bento XVI realizou neste domingo sua primeira
viagem
papal numa visita de poucas horas à cidade de Bari, no sul da
Itália,
onde foi recebido por mais de 200 mil pessoas, às quais pediu
que
evitem o "consumismo desenfreado" e trabalhem pela unidade dos
cristãos.
Durante a
primeira viagem de seu pontificado, que durou cerca de
cinco
horas, o papa condenou não apenas a "indiferença religiosa",
mas
convidou os católicos a redescobrirem os valores da liturgia
dominical.
Na
esplanada portuária de Marisabella, onde presidiu a missa solene
de
fechamento do Congresso Eucarístico italiano, cujo lema é "Sem o
Domingo
Não Podemos Viver", milhares de peregrinos ovacionaram Bento
XVI sob
um sol escaldante. Apesar do forte calor, que provocou
numerosos
desmaios, a multidão ovacionou o novo papa, cuja homilia
foi
interrompida 14 vezes pelos aplausos.
"Nem
sequer para nós é fácil viver como cristão. De um ponto de vista
espiritual,
o mundo em que nos encontramos, marcado com freqüência
pelo
consumismo desenfreado, a indiferença religiosa, o secularismo
sem
transcendência, pode parecer um deserto", disse o papa.
Para
enfrentar esses males, o papa pediu aos católicos que cumpram
o
"preceito festivo", para encontrar assim a força necessária para
percorrer
o caminho que Deus indica. O papa, que permaneceu cerca de
cinco
horas em Bari, 500 quilômetros ao sul de Roma, celebrou a
eucaristia,
leu uma saudação ao bispo de Bari-Bitonto, monsenhor
Francesco
Cacucci, e terminou rezando o Angelus.
A ida a
Bari foi considerada um ensaio preparatório para sua primeira
viagem ao
exterior, na Alemanha, seu país de origem, onde prestigiará
em
agosto, em Colônia, as Jornadas Mundiais da Juventude. Bento XVI
evitou
abordar temas da atualidade, como o referendo sobre a
ratificação
ou abolição da lei para fecundação artificial, assunto
que vem
mobilizando a Igreja Católica italiana.
Bento XVI
enfatizou a importância da unidade dos cristãos. "Nesta
cidade,
que aloja as relíquias de São Nicolau e é terra de encontro e
diálogo
com os irmãos cristãos do Oriente, quero confirmar minha
vontade
de assumir o compromisso fundamental de trabalhar com toda
minha
energia para reconstruir a plena e visível unidade de todos os
fiéis de
Cristo", declarou durante a homilia.
São
Nicolau, cristão da Ásia menor, que morreu no ano 325 e cujas
relíquias
repousam na Basílica de Bari, é venerado tanto pelos
católicos
como pelos ortodoxos. Patrono das crianças no norte da
Europa,
São Nicolau é também patrono dos ortodoxos russos, que o
veneram
todos os anos.
Bento
XVI, eleito pontífice em 19 de abril, já se referiu em mais de
uma
ocasião sobre a reconciliação de católicos, ortodoxos,
protestantes
e anglicanos. Ele escolheu a cidade de Bari, no Mar
Adriático,
de frente para os Bálcãs, para renovar seu compromisso
diante de
milhares de católicos e ortodoxos que acompanhavam a
cerimônia.
"A eucaristia é o sacramento da unidade. Mas,
infelizmente,
os cristãos estão divididos sobre esse sacramento",
lamentou.
"Sou consciente de que os bons sentimentos não são
suficientes.
É preciso realizar gestos concretos que penetrem nas
almas e
mexam com as consciências", ressaltou o Papa.
4 - Papa
Bento 16 faz primeira viagem e apóia a unidade cristã
Por Philip
Pullella 29/05/05
BARI
(Reuters) - O papa Bento 16 fez a primeira viagem de seu
pontificado
no domingo e tentou novamente diminuir as preocupações
das
outras Igrejas ao prometer trabalhar "com toda a minha energia"
para
promover a unidade entre os ramos divididos dos cristãos.
O papa de
78 anos também criticou um mundo marcado pelo consumismo
desenfreado
e pela indiferença religiosa que muitas vezes parecem
colocar
Deus de lado e pediu aos católicos para continuarem a manter
o domingo
um dia sagrado.
Apenas
seis semanas depois de sua eleição, Bento 16 viajou de
helicóptero
do Vaticano para a cidade portuária de Bari, onde rezou
uma missa
para cerca de 200 mil pessoas, segundo os organizadores, no
encerramento
de um congresso nacional da Igreja.
Em uma
cena tornada famosa por seu antecessor, Bento 16 foi conduzido
em uma
"papamóvel" à prova de balas através de uma multidão de fiéis.
Bari é
importante para as relações da Igreja por abrigar as relíquias
de São
Nicolau, bispo de século 4 da Ásia Menor, reverenciado tanto
pela
Igreja ocidental quanto pela ortodoxa.
"Bem
aqui em Bari, a cidade que abriga os ossos de São Nicolau, uma
terra de
encontro e diálogo com nossos irmãos cristãos do Leste, eu
repito a
minha intenção de empreender o compromisso fundamental de
trabalhar
com toda a minha energia para reconstruir a unidade plena e
visível
de todos os seguidores cristãos," disse Bento 16.
Quando
Joseph Ratzinger foi eleito papa no dia 19 de abril, outras
Igrejas
expressaram preocupação devido às declarações feitas por ele,
como
chefe do departamento doutrinal do Vaticano, classificando as
outras
denominações cristãs como sendo inferiores ao Catolicismo.
GRANDE
CISMA
As
Igrejas do Oriente e do Ocidente se dividiram no Grande Cisma de
1054 e as
Igrejas anglicana e protestante se distanciaram de Roma no
século
16.
Mas desde
que foi eleito, o novo papa vem tentando mostrar seu
comprometimento
com o diálogo inter-religioso.
"Como
podemos nos comunicar com o Senhor se não nos comunicamos entre
nós
mesmo", disse o papa em seu sermão.
Ele pediu
aos cristãos que não permitam que suas almas sejam
corroídas
pelo ressentimento dos acontecimentos passados, mas
que
"aprendam a grande lição do perdão".
5 - Papa
se compromete a promover «gestos concretos» para alcançar a
unidade
dos cristãos. «Não bastam as expressões de bons sentimentos»
BARI,
domingo, 29 de maio de 2005 (ZENIT.org ).- Bento XVI confirmou
seu
compromisso a favor da unidade dos cristãos este domingo,
comprometendo-se
a promover «gestos concretos» que permitam avançar
no
caminho ecumênico.
A cidade
de Bari, onde se encontram os restos de São Nicolás, foi o
cenário
escolhido pelo Santo Padre para fazer seu anúncio, na homilia
da missa
de encerramento do Congresso Eucarístico Nacional Italiano.
A cidade
de Apulia é também uma ponte entre católicos e ortodoxos,
pois
historicamente foi lugar de encontro entre a cultura européia
ocidental
e oriental.
O Papa
Joseph Ratzinger repetiu algo que o anterior prefeito da
Congregação
para a Doutrina da Fé dizia sem cessar: a Eucaristia «é
sacramento
da unidade».
«Mas,
infelizmente, os cristãos estão divididos precisamente no
sacramento
da unidade --constatou--. Com maior motivo, portanto,
apoiados
pela Eucaristia, temos de sentir-nos estimulados a tender
com todas
as forças para essa plena unidade que Cristo desejou
ardentemente
no Cenáculo».
«Quero
confirmar minha vontade de assumir como compromisso
fundamental
o de trabalhar com todas as energias na reconstituição da
plena e
visível unidade de todos os seguidores de Cristo», assegurou
o Santo
Padre.
«Sou
consciente de que para isso não bastam as expressões de bons
sentimentos
--reconheceu--. Requerem-se gestos concretoos que entrem
nos
espíritos e agitem as consciências, convidando cada um a essa
conversão
interior que é o pressuposto de todo progresso no caminho
do
ecumenismo».
O Papa já
havia confirmado este compromisso ao ser eleito bispo de
Roma, em
25 de abril, ao reunir-se com as delegações cristãs que
participaram
na missa de início solene de seu pontificado.
O Papa
pediu as 200.000 pessoas presentes na explanada de
Marisabella,
entre as quais havia dezenas de milhares de
jovens:
«empreendais com decisão o caminho desse ecumenismo
espiritual,
que na oração abre as portas ao Espírito Santo, o único
que pode
criar a unidade».
Em 25 de
maio, o cardeal Walter Kasper, presidente do Conselho
Pontifício
para a Promoção da Unidade dos Cristãos, no Congresso
Eucarístico,
propôs celebrar em Bari um Sínodo da reconciliação entre
bispos
católicos e ortodoxos, como o que se havia celebrado nessa
cidade em
1098.
A todos
os cristãos, inclusive os protestantes, o purpurado alemão
sugeriu
realizar uma aliança em defesa dos valores cristãos
fundamentais
que hoje em dia são negados, particularmente na Europa.
6 - Bento
XVI reafirma prioridade do compromisso ecuménico
Agência
Ecclesia 30/05/2005
Viagem
inaugural do pontificado junta milhares de fiéis em Bari
Bento XVI
reafirmou uma das ideias-chave do seu pontificado: o
compromisso
em favor da plena unidade dos Cristãos. Na primeira
viagem do
Papa fora do Vaticano, Bento XVI falou da Eucaristia
como
"sacramento de unidade" perante milhares de fiéis reunidos na
cidade
italiana de Bari, para o encerramento do Congresso Eucarístico
Nacional
italiano.
"Infelizmente
os cristãos estão divididos. É por isso que aqui em
Bari -
cidade que guarda as relíquias de S. Nicolau, terra de
encontro
e diálogo com os irmãos cristãos do Oriente - gostaria de
reafirmar
a minha vontade de assumir como empenho fundamental: o de
trabalhar
com todas as energias, a favor da reconstituição da unidade
plena e
visível de todos os seguidores de Cristo", afirmou.
"Para
reunir os cristãos, estou consciente de que as manifestações de
bons
sentimentos não chegam. São necessários gestos concretos que
penetrem
nas almas e comovam as consciências", acrescentou. São
Nicolau,
morto em 325 e cujas relíquias estão depositadas na basílica
de Bari,
é venerado tanto pelos católicos como pelos ortodoxos.
O Papa
pediu a todos os fiéis para "seguirem com decisão o caminho do
ecumenismo
espiritual, para que através da oração abram as portas ao
Espírito
Santo, o único que pode criar a unidade".
Valorizar
o Domingo
Na
homilia, Bento XVI recordou o tema do XXIV Congresso Eucarístico
realizado
em Itália - "Sem o Domingo não podemos viver" -, para
destacar
a centralidade do Dia do Senhor. Lembrando os 49 mártires da
Eucaristia
no ano 304, o Papa frisou que "também para nós não é fácil
viver
como cristãos".
Aqueles
cristãos do século IV foram proibidos, sob pena de morte,
pelo
imperador Diocleciano de ter consigo as Sagradas Escrituras,
reunir-se
ao Domingo para celebrar a Eucaristia ou construir locais
de culto.
"Depois de atrozes torturas, foram assassinados,
confirmando
assim, com a efusão do sangue, a sua fé. Morreram, mas
venceram",
referiu ontem o Papa.
"Espiritualmente,
o mundo em que vivemos, marcado pelo consumismo
desenfreado,
pela indiferença religiosa, pelo secularismo fechado à
transcendência,
pode parecer um deserto", disse ainda.
Bento XVI
defendeu que "participar na Missa dominical e alimentar-se
do pão
eucarístico é uma necessidade para o cristão, que pode assim
encontrar
a energia necessária para o caminho a percorrer". O Papa
deixou
votos de que os cristãos encontrem na participação na
Eucaristia
a motivação necessária para um "novo compromisso no
anúncio
de Cristo ao mundo, fonte de Paz".
Octávio
Carmo
7 -
PAPA-RELIGIÃO: COMPROMISSO ECUMÊNICO EM BARI
BARI, 29
(ANSA) O papa Bento XVI, na sua primeira viagem como
Pontífice,
esteve hoje em Bari (sul da Itália) para participar do
encerramento
do XXIV Congresso Eucarístico Nacional, onde convidou a
resgatar
neste momento de consumismo desenfreado o significado da
festa
cristã do domingo e renovou o seu compromisso em favor da
unidade
dos cristãos.
"Resgatemos
o significado do domingo, da festa cristã que dá sentido
ao viver,
em uma época de consumismo desenfreado, de indiferença
religiosa
e secularismo fechado à transcendência, uma época que pode
nos dar a
sensação de viver no deserto", disse o Pontífice na homilia
de sua
primeira missa no interior da Itália, para mais de 150 mil
peregrinos,
que acompanharam o rito sob um sol abrasador na esplanada
marítima
de Marisabella.
Na
homilia que preparou para esta celebração, Joseph Ratzinger não
fez
qualquer menção ao tema da inseminação artificial, sobre a qual
se fará
um referendo na Itália em 12 e 13 de junho. Em troca, fez uma
reflexão
sobre o lema do congresso "Sem o domingo não podemos viver"
e uma
declaração de intenções muito forte sobre o ecumenismo.
Esta
declaração confirma as palavras do cardeal Walter Kasper,
presidente
do Conselho Pontifício para a unidade dos cristãos, na
última
quarta-feira, durante um debate do qual também participou o
arcebispo
Kirill, número Dois do patriarcado ortodoxo de Moscou, com
o qual o
diálogo nos últimos anos foi particularmente difícil.
O texto
preparado hoje pelo Papa confirma que este assunto oficial do
congresso
eucarístico é prioritário para o Pontífice, preocupado pela
secularização
da sociedade moderna e com a perspectiva de uma
humanidade
concentrada somente em si mesma, em suas próprias
necessidades
e em sua suposta onipotência. (ANSA)
29/05/2005
8 -
Cardeal Kasper propõe aos ortodoxos um Sínodo de reconciliação. E
junto aos
filhos da Reforma, uma aliança para defender as raízes
cristãs
BARI,
quinta-feira, 26 de maio de 2005 (ZENIT.org ).- O representante
vaticano
para o ecumenismo propôs aos ortodoxos um sínodo de
reconciliação
e, junto aos filhos da Reforma protestante, uma aliança
a favor
do redescobrimento das raízes cristãs.
O cardeal
Walter Kasper, presidente do Conselho Pontifício para a
Promoção
da Unidade dos Cristãos, fez estas propostas na quarta-feira
ao
intervir no Congresso Eucarístico Nacional Italiano.
No ato,
participaram junto a ele o arcebispo do Patriarcado de
Moscou,
Kirill de Jaroslavl e Rostov, e o reverendo Eero Huovinen,
bispo
luterano de Helsinki.
Ao
começar sua intervenção, o cardeal alemão recordou que em Bari --
«cidade
ponte entre Ocidente e Oriente, lugar do túmulo de São
Nicolas,
o santo da caridade reconciliadora, venerado tanto no
Oriente
como no Ocidente», aconteceu em 1098 um sínodo de bispos
gregos e
latinos».
«Por que
não esperar que aqui, em Bari, mil anos depois do sínodo de
1098, em
2098 (e por que não antes?), possamos celebrar de novo um
sínodo de
bispos gregos e latinos, um sínodo de reconciliação?»,
perguntou.
O novo
pontificado de Bento XVI, assegurou, «deu-nos a esperança de
que estas
expectativas não são utopias».
«Esperamos
de coração, e eu estou profundamente convencido, que
depois
dos grandes esforços e dos importantes passos de João Paulo
II, o
novo Papa Bento XVI aplaine e abra o caminho para uma
perspectiva
assim», acrescentou.
Kasper
reconheceu que ortodoxos e católicos «somos os herdeiros da
cultura
européia comum e temos os mesmos valores éticos que são
fundamentais
para o bem de nossas sociedades e para seus homens».
«Mas
esses valores estão seriamente ameaçados tanto pelo secularismo
na Europa
ocidental como pelas profundas lacerações que provocaram na
Europa
oriental quarenta ou setenta anos de propaganda e de educação
atéia»,
declarou.
«Que pode
ter de mais urgente que como próximo passo no largo caminho
para a
plena comunhão formemos uma aliança a favor do redescobrimento
das
raízes cristãs da Europa?», perguntou.
«Uma
aliança --indicou-- para ajudarmos mutuamente a favor dos
valores
comuns e de uma cultura da vida, da dignidade da pessoa, da
solidariedade
e da justiça social, pela paz e pela salvaguarda da
criação».
O cardeal
também apresentou esta «aliança» aos «irmãos protestantes»,
que
enfrentam este mesmo desafio.
O
purpurado enfrentou também a questão do ministério petrino (do
bispo de
Roma), que constitui uma das dificuldades para o avanço para
a unidade
plena.
Neste
sentido, fez-se eco da proposta de João Paulo II, lançada em 25
de maio
de 1995 com a encíclica «Ut unum sint» (número 95) «de
encontrar
uma forma de exercício do primado que, sem renunciar de
nenhum
modo ao essencial de sua missão, abra-se a uma situação nova».
«Que
impede de começar já hoje, aqui em Bari, a discutir sobre esta
proposta?»,
perguntou aos presentes o cardeal. «Por que não refletir
juntos
sobre uma osmose entre o princípio de sinodalidade e o de
colegialidade
e o princípio petrino, que precisamente nas semanas
passadas
mostrou sua força espiritual?».
9 -
Vaticano propõe sínodo de reconciliação entre os Cristãos
Agência
Ecclesia 30/05/2005
O
presidente do Conselho Pontifício para a promoção da Unidade dos
Cristãos
propôs aos Ortodoxos um sínodo de reconciliação e,
juntamente
com aos filhos da Reforma protestante, uma aliança a favor
da
redescoberta das raízes cristãs. O Cardeal Walter Kasper, fez
estas
propostas no Congresso Eucarístico Nacional Italiano que
decorreu
em Bari.
No inicio
da sua intervenção, o Cardeal alemão recordou que em Bari -
"cidade
ponte entre Ocidente e Oriente, lugar do túmulo de São
Nicolau,
o santo da caridade reconciliadora, venerado tanto no
Oriente
como no Ocidente", teve lugar em 1098 um sínodo de bispos
gregos e
latinos. "Por que não esperar que aqui, em Bari, mil anos
depois do
sínodo de 1098, em 2098 (e por que não antes?), possamos
celebrar
de novo um sínodo de bispos gregos e latinos, um sínodo de
reconciliação?",
perguntou.
O novo
pontificado de Bento XVI, assegurou, "deu-nos a esperança de
que estas
expectativas não são utopias".
"Esperamos
de coração, e eu estou profundamente convencido, que
depois
dos grandes esforços e dos importantes passos de João Paulo
II, o
novo Papa Bento XVI aplane e abra o caminho para uma
perspectiva
assim", acrescentou.
O Cardeal
Kasper reconheceu que ortodoxos e católicos "são herdeiros
da
cultura europeia comum e têm os mesmos valores éticos que são
fundamentais
para o bem das nossas sociedades e para os seus homens".
Nesse
sentido, apontou como próximo passo rumo à plena comunhão a
formação
de "uma aliança a favor da redescoberta das raízes cristãs
da
Europa". "Uma aliança -indicou - para ajudarmos mutuamente a favor
dos
valores comuns e de uma cultura da vida, da dignidade da pessoa,
da
solidariedade e da justiça social, pela paz e pela salvaguarda da
criação".
O Cardeal
Kasper abordou ainda a questão do ministério petrino (do
bispo de
Roma), que constitui uma das dificuldades para o avanço do
ecumenismo.
"Por que não reflectir juntos sobre uma osmose entre o
princípio
de sinodalidade e o de colegialidade e o princípio petrino,
que
precisamente nas semanas passadas mostrou a sua força
espiritual?",
desafiou.
10 -
CARDEAL KASPER PROPÕE TRABALHO CONJUNTO, A ORTODOXOS E
PROTESTANTES,
EM PROL DA UNIDADE DOS CRISTÃOS
Cidade do
Vaticano, 31 mai (Rádio Vaticano) - O Presidente do
Pontifício
Conselho para a Promoção da Unidade dos Cristãos, Cardeal
Walter
Kasper, propôs aos ortodoxos, um sínodo de reconciliação e,
juntamente
com os filhos da reforma protestante, uma aliança em favor
da
redescoberta das raízes cristãs.
A
proposta do Cardeal Kasper foi lançada na semana passada, em Bari,
Itália,
no contexto do Congresso Eucarístico Nacional italiano.
O Cardeal
recordou que justamente em Bari _ "cidade ponte entre
Ocidente
e Oriente, teve lugar, em 1098, um sínodo de bispos gregos e
latinos".
"Por
que não esperar que aqui, em Bari, possamos celebrar de novo, um
sínodo de
bispos gregos e latinos, um sínodo de reconciliação?" _
perguntou.
O novo pontificado de Bento XVI, assegurou, "deu-nos a
esperança
de que essas expectativas não sejam utopias".
"Esperamos
de coração que, depois dos grandes esforços e dos
importantes
passos de João Paulo II, o novo Papa Bento XVI consiga
aplainar
e abrir o caminho para a realização dessa perspectiva" _
acrescentou.
O Cardeal
Kasper reconheceu que ortodoxos e católicos "são herdeiros
da
cultura européia comum e têm os mesmos valores éticos que são
fundamentais
para o bem das nossas sociedades e para seus homens".
(CM)
11 -
IGREJA ORTODOXA RUSSA ABERTA AO DIÁLOGO COM O VATICANO
Moscou,
1º jun (Rádio Vaticano) - A Igreja Ortodoxa russa reagiu de
imediato
ao apelo lançado por Bento XVI em favor do diálogo entre os
cristãos,
durante sua breve visita a Bari, no último fim de semana,
para o
encerramento do Congresso Eucarístico. O Patriarca Aleksej II
disse que
os ortodoxos estão "abertos ao diálogo, para a solução dos
problemas
que têm impedido a melhora das relações entre a Igreja
Ortodoxa
e a Católica".
Bento XVI
reafirmou neste domingo, uma das idéias-chave de seu
pontificado:
o compromisso em favor da plena unidade dos cristãos.
Bento XVI
falou da Eucaristia como "sacramento de unidade" perante
milhares
de fiéis reunidos na cidade italiana de Bari, para o
encerramento
do Congresso Eucarístico Nacional italiano.
O
Patriarca Ortodoxo de Moscou e de todas as Rússias tem respondido
com
cordialidade às posições do novo Papa, embora o Patriarcado viva
um clima
de tensão, criado após a transformação em dioceses, em
fevereiro
de 2003, por decisão de João Paulo II, das quatro
Administrações
Apostólicas existentes no território russo.
A
hierarquia ortodoxa acusa os sacerdotes católicos
de
"expansionismo" e "proselitismo" em terras tradicionalmente
ortodoxas,
particularmente a Belarus e a Ucrânia.
O
Patriarca ortodoxo de Moscou e de todas as Rússias, Aleksej II,
felicitou
o novo Papa, quando de sua eleição, revelando esperar
um
"diálogo frutuoso" entre as duas Igrejas. De fato, o Patriarcado
de Moscou
acolheu de muito bom grado a eleição do Cardeal Joseph
Ratzinger,
esperando melhoras substanciais no relacionamento mútuo.
(MZ)
12 -
Igreja Ortodoxa russa aberta ao diálogo com o Vaticano
Agência
Ecclesia 31/05/2005
A Igreja
Ortodoxa russa reagiu de imediato ao apelo lançado por Bento
XVI em
favor do diálogo entre os cristãos, durante a sua visita a
Bari, com
o Patriarca Alexis II a referir que "estamos abertos ao
diálogo
para a solução dos problemas que têm impedido a melhoria das
relações
entre a Igreja Ortodoxa e a Católica".
Bento XVI
reafirmou este Domingo uma das ideias-chave do seu
pontificado:
o compromisso em favor da plena unidade dos Cristãos. Na
primeira
viagem do Papa fora do Vaticano, Bento XVI falou da
Eucaristia
como "sacramento de unidade" perante milhares de fiéis
reunidos
na cidade italiana de Bari, para o encerramento do Congresso
Eucarístico
Nacional italiano.
"Infelizmente
os cristãos estão divididos. É por isso que aqui em
Bari -
cidade que guarda as relíquias de S. Nicolau, terra de
encontro
e diálogo com os irmãos cristãos do Oriente - gostaria de
reafirmar
a minha vontade de assumir como empenho fundamental o de
trabalhar
com todas as energias, a favor da reconstituição da unidade
plena e
visível de todos os seguidores de Cristo", afirmou.
O
Patriarca Ortodoxo de Moscovo tem respondido com cordialidade às
tomadas
de posição do novo Papa, algo que não acontecia com João
Paulo II:
apesar de ter visitado centenas de países, João Paulo II
nunca se
pôde deslocar à Rússia, por oposição da Igreja Ortodoxa.
O seu
sucessor encontra um clima de tensão, criado após o
desaparecimento
da União Soviética: Moscovo acusa os católicos de
proselitismo
em terras tradicionalmente ortodoxas, particularmente a
Bielorússia
e a Ucrânia. Em 2000, a situação agravou-se após a
criação
de quatro dioceses católicas na Rússia. Uma comissão mista
foi
criada em 2004, após uma visita do Cardeal Walter Kasper,
presidente
do Conselho Pontifício para a promoção da Unidade dos
Cristãos,
mas ainda não nenhum tipo de acordo sobre os diferendos
entre as
duas Igrejas.
Logo após
o início do seu pontificado, Bento XVI reafirmou a
necessidade
de desenvolver a cooperação com a Igreja Ortodoxa da
Rússia ao
receber no Vaticano o metropolita Kyrill, responsável pelo
Departamento
das Relações com o Exterior do Patriarcado Ortodoxo de
Moscovo.
O
Patriarca Ortodoxo da Rússia, Alexis II, felicitara o novo Papa
Bento
XVI, aquando da sua eleição, revelando esperar um "diálogo
frutuoso"
entre as duas Igrejas. O Patriarcado de Moscovo acolheu, de
facto, de
uma forma muito optimista a eleição do Cardeal Joseph
Ratzinger,
esperando melhorias substanciais no relacionamento mútuo
através
da diminuição da "acção missionária católica" nos territórios
da antiga
URSS.
A solução
deste problema, contudo, não se afigura fácil: o Patriarca
Ortodoxo
tem insistido na tese de "proselitismo católico" na Rússia e
nas
outras onze repúblicas da ex-União Soviética. Acusando católicos
e
protestantes de proselitismo, Alexis II pretende que o Cristianismo
na Rússia
seja sinónimo exclusivo de Igreja Ortodoxa.
A
acusação de proselitismo, de facto, deveria ser aplicado apenas a
casos de
conversão forçada ou recrutamento de fiéis através de fraude
ou
engano, o que não é o caso na Rússia de hoje.
Octávio
Carmo
13 -
Falha mecânica provocou queda de helicóptero do Patriarca Petros
EFE
01/06/05
Uma falha
mecânica provocou a queda do helicóptero militar em que
viajavam,
em direção a monte Atos, o Patriarca ortodoxo de
Alexandria,
Petros, e outros 16 ocupantes, que resultaram mortos, de
acordo
com uma investigação do tribunal militar grego.
Segundo a
imprensa grega, depois dos oito meses de prazo para
investigar
o acidente, ocorrido em setembro no litoral do nordeste da
Grécia, o
tribunal iniciou um processo contra todos os possíveis
responsáveis
pelas falhas mecânicas no helicóptero.
Os
destroços do aparelho Chinook, no entanto, ainda serão enviados
aos EUA
para serem examinados pela companhia Boeing, que poderá
constatar
os problemas que levaram à queda do helicóptero.
Segundo a
investigação realizada até agora, todos os ocupantes
morreram
por causa dos impactos durante a queda.
14 -
CHEFES DA IGREJA ORTODOXA GREGA REUNIDOS EM ISTAMBUL, DISCUTEM
SOBRE
IRINEU I
Istambul,
24 mai (Rádio Vaticano) - Representantes das igrejas
ortodoxas
do mundo inteiro estão reunidos esta semana, na sede do
Patriarcado
Ecumênico, para elaborar um decreto de destituição de
Irineu I,
Patriarca Ortodoxo de Jerusalém.
O
controvertido Patriarca é acusado de ter vendido imóveis de
propriedade
da Igreja Ortodoxa de Jerusalém a alguns empresários
judeus.
Os imóveis fazem parte de algumas construções que estão
dentro
dos muros da cidade velha, a poucos passos da elegante porta
de Jaffa,
e são usadas como hotel para os peregrinos.
O
encontro de Istambul está sendo presidido pelo Patriarca Ecumênico
Bartolomeu
I, máxima autoridade da ortodoxia. Desse encontro
participam
42 representantes de 14 Igrejas ortodoxas, dentre os quais
os
patriarcas de Alexandria, Antioquia, Moscou, Sérvia, Grécia,
Chipre e
Polônia. Participa também Irineu I, que chegou ontem a
Istambul,
acompanhado de dois guarda-costas.
O
Patriarca de Jerusalém já foi destituído de sua Igreja no dia 7 do
corrente.
Um comunicado do Sínodo Ortodoxo de Jerusalém já decretou
que Sua
Beatitude Irineu I fosse removido "de sua posição de
Patriarca
greco-ortodoxo de Jerusalém e não tem agora nenhum poder ou
autoridade
para agir em nome do Patriarcado".
A venda
dos imóveis na cidade velha desencadeou a ira da comunidade
ortodoxa.
Os fiéis se sentem ofendidos, sobretudo porque o ex-
patriarca
teria "embolsado" uma significativa soma (vozes em
Jerusalém
falam de 150 milhões de dólares americanos). Em segundo
lugar,
porque em Jerusalém há uma pressão do governo israelense para
afastar
os cristãos da cidade velha, substituindo-os por famílias
judaicas.
Os ortodoxos julgam a venda uma grande traição contra a
presença
da Igreja na cidade.
Semanas
atrás, os ortodoxos receberam Irineu I com injúrias,
definindo-o
"traidor como Judas". O governo israelense retardou por
anos, o
reconhecimento de Irineu. Segundo personalidades da Igreja
greco-ortodoxa,
a venda dos imóveis foi o preço pago pelo Patriarca
para
obter seu reconhecimento.
Do dia 7
do corrente maio até sua partida para Jerusalém, Irineu I
permaneceu
fechado em seu apartamento no Patriarcado, vigiado por
soldados
israelenses armados até os dentes, e em companhia de guarda-
costas,
temendo reações violentas por parte da comunidade.
Do ponto
de vista canônico o Sínodo Ortodoxo de Jerusalém não tem
poder
para afastar o Patriarca, mas a rejeição em reconhecê-lo pode
provocar
maiores problemas e tensões.
O
Secretário-geral do Patriarcado Ortodoxo de Jerusalém, o Arcebispo
Aristarco,
declarou que o Sínodo tomou uma "decisão justa", ao
afastar
Irineu I.
Em todo
caso, todos os fiéis estão prontos a obedecer à decisão final
do Sínodo
de Istambul. (MZ)
15 -
Ortodoxos substituem Patriarca de Jerusalém, acusado de
corrupção
Agência
Ecclesia 31/05/2005
A Igreja
Ortodoxa Grega na Terra Santa nomeou ontem um Patriarca "ad
interim"
(provisório) de Jerusalém Petro Cornelios, em substituição
do
Patriarca Irineu I; acusado de corrupção devido a um escândalo na
venda de
imóveis.
"Elegemos
o Metropolita Petra Cornelios, que assumiu suas funções
hoje
(segunda-feira) até que um novo Patriarca seja eleito", declarou
Aristarchos,
Secretário do Patriarcado
O
Metropolita Petra Cornelios tem uma posição superior à de Arcebispo
e agora
dirigirá a Escola Ortodoxa grega da cidade antiga de
Jerusalém.
Irineu I
foi destituído a 24 de Maio, pelos líderes das Igrejas
Ortodoxas
reunidos em Sínodo, em Istambul, depois de ter sido acusado
de ter
vendido secretamente a comerciantes judeus dois edifícios que
pertenciam
ao Patriarcado e que eram utilizados como hotéis na cidade
velha.
Octávio
Carmo
16 -
Nomeado substituto temporário de patriarca ordotoxo grego de
Jerusalém
JERUSALÉM,
30 mai (AFP) - O patriarcado ortodoxo grego de Jerusalém
nomeou um
substituto para Irineu I, destituído por sua própria
hierarquia
devido a um escândalo de venda de imóveis, informou nesta
segunda-feira
à AFP Aristarchos, secretário do patriarcado.
"Elegemos
o metropolita Petra Cornelios e (ele) assumiu suas funções
hoje
(segunda-feira) até que um novo patriarca seja eleito", declarou.
O
metropolita Petra Cornelios tem uma posição superior à do arcebispo
e agora
dirigirá a escola ortodoxa grega da cidade histórica de
Jerusalém.
Irineu I
foi destituído em 24 de maio pelos líderes das igrejas
ortodoxas
reunidos em um sínodo em Istambul (Turquia), depois de ser
acusado
de ter vendido secretamente a homens de negócios judeus dois
edifícios
que pertenciam ao patriarcado e que eram utilizados como
hotéis na
cidade histórica.
17 -
Comemoração do Dia de São Cirilo e São Metódio na Rússia
Voz da
Rússia 24/05/2005
Hoje é
homenageada na Rússia a memória de São Cirilo e São Metódio,
os pais
do alfabeto cirílico. Os historiadores entendem que a escrita
eslava
nasceu no ano 863. Em sua mensagem de saudação aos
participantes
nas festividades, o presidente Vladimir Putin apontou
que as
homenagens prestadas aos grandes iluminadores dos povos
eslavos
se tornaram uma tradição deveras nacional. Em Moscou, o
patriarca
da Igreja Cristã Ortodoxa da Rússia, Aleksi II, encabeçaou
a
procissão da Santa Cruz desde o Kremlin até o monumento a São
Cirilo e
São Metódio.
18 -
Aleksi II julga que a vida religiosa vai se desenvolvendo de uma
maneira
estável e positiva na Rússia
Voz da
Rússia 27/05/05
O
patriarca da Igreja Cristã Ortodoxa da Rússia, Aleksi II, julga que
a vida
religiosa no País vai se desenvolvendo de uma maneira estável
e
positiva. Entretanto, num encontro com o comissário dos Direitos
Humanos
do Conselho da Europa, Álvaro Gil-Robles, em Moscou, Aleksi
II disse
estar preocupado com a ação das seitas religiosas
destrutivas
na Rússia, porque essas seitas exercem um efeito
desmoralizante
sobre as pessoas e praticam negociatas financeiras. O
patriarca
sublinhou que a Igreja Cristã Ortodoxa da Rússia mantém
diálogo e
cooperação com as organizações religiosas não destrutivas.
19 -
Igreja Ortodoxa não quer que o Slipnot toque na Grécia
www.ofuxico.com.br
01/06/2005
O grupo
Slipknot manteve seus planos de se apresentar em um show na
Grécia
apesar do pedido especial feito pela Igreja Ortodoxa do país
para que
não o fizessem por considerar as letras do grupo ofensivas.
A Igreja
repudiou a letra da banda de heavy metal "I Am Hated" por
ser
violenta e fazer menção ao demônio.
Os
religiosos temem que as letras desta e das demais músicas
incentivem
os jovens gregos a atos violentos e irresponsáveis.
Por: LM
20 -
Igreja Ortodoxa tenta banir Slipknot da Grécia - e falha
Por
Daniel Setti MTV Brasil 31.05.2005
Apesar da
pressão contrária da Igreja Ortodoxa da Grécia, o Slipknot
fez ontem
(30.05) à noite a sua primeira apresentação no país, mais
precisamente
no teatro Likavitos, em Atenas. Os religiosos tentaram
impedir o
show alegando que a banda americana de nu-metal promove o
satanismo
em sua música.
"As
instituições públicas devem cumprir seu papel e proteger os
cidadãos
gregos de qualquer evento público que promova o satanismo",
diz
mensagem emitida em nome da igreja, divulgada antes da
performance.
"Os membros da banda têm uma aparência chocante, usando
uniformes
negros e máscaras que se parecem com caveiras".
Após o
concerto de Atenas, o Slipknot segue em turnê por diversos
países
europeus. A banda deve passar pelo Japão em agosto.
21 -
Ucrânia: A primeira Igreja greco-católica na segunda maior
cidade do
país
AIS
Notícias 24/05/2005
O Padre
Mykola Semenovych, um sacerdote greco-católico da Ucrânia
Ocidental
que trabalha na região leste do país, na cidade
universitária
de Kharkiv, informou a Ajuda à Igreja que Sofre que a
Igreja
greco-católica planeia construir o primeiro templo católico de
rito
oriental nesta região.
"Presentemente,
estamos a tentar construir a primeira igreja greco-
católica
em Kharkhiv, que é a segunda maior cidade da Ucrânia com
cerca de
1 milhão e meio de habitantes", indicou o sacerdote.
O
sacerdote explicou que as missas em Kharkhiv são habitualmente
celebradas
"ao ar livre". Mas este facto não constitui um obstáculo à
participação
dos fiéis: "Em média, cerca de 120 pessoas vêm assistir
à Missa
de Domingo e este ano na Missa Pascal foi possível juntar
cerca um
milhar de católicos", informou o Pe. Semenovych.
Os
católicos oriundos da Ucrânia Ocidental são, segundo o sacerdote,
a
"espinha dorsal desta paróquia". Contudo, acrescenta, "existem
muitas
pessoas, naturais da região, que ainda não foram baptizadas
mas que
se interessam pela Fé e que procuram Deus".
Em
relação à situação política na Ucrânia, o Pe. Semenovych considera
inquestionável
que se verificou uma mudança nas mentalidades: "Hoje,
muitas
pessoas acreditam que o Presidente Yushchenko poderá mudar a
nossa
sociedade. Os ucranianos crêem agora que, lentamente, se
poderão
mudar as coisas para melhor".
22 -
Presença dos cristãos no Iraque é mais necessária que nunca.
Testemunho
desde Bagdá de um carmelita descalço
BAGDÁ,
terça-feira, 31 de maio de 2005 (ZENIT.org ).- O carmelita
descalço
Manuel Hernández Estévez vive em um convento muito perto da
conflituosa
«zona verde» de Bagdá, cenário habitual de atentados nos
últimos
meses.
Manuel
Hernández, segundo explicou a Veritas, quase não pode sair do
convento
porque é «muito arriscado». Na medida de suas
possibilidades,
tenta ajudar as famílias iraquianas com dificuldades,
especialmente
aquelas que apresentam enfermidades que requerem
intervenções
médicas na Europa, para o que o missionário pede ajuda.
«Estou
aqui há um ano e meio, e a verdade é que não muda nada. São
problemas
tão grandes os que este país tem, de todo tipo, que passará
tempo até
que volte uma certa normalidade», reconhece.
«Melhorou
o clima, o estado de ânimo do povo, que foi muito valente
ao ir às
urnas, apesar dos riscos e das ameaças --declara--. Mas
depois de
dois meses daquelas eleições, segue havendo mortos e
mortos, e
vítimas, e feridos, e gente mutilada, e gente com dor. Isto
está
desesperando o povo».
Pelo que
se refere à situação dos cristãos, o religioso explica
que «não
está acontecendo, contrariamente ao que se diz e se tenta
demonstrar,
uma perseguição direta aos cristãos por parte dos
muçulmanos,
à raiz dos atentados terroristas contra igrejas, etc. Os
terroristas,
como sabemos, atentam onde podem, o que querem é matar
gente,
causar dano, semear o terror».
«Não se
pode falar de um confronto entre o Islã e o cristianismo --
assegura--.
Simplesmente os terroristas buscam fazer estrago.
Obviamente
os cristãos iraquianos vivem em uma sociedade muçulmana
(95%), e
isso tem muita repercussão na vida social, no acesso ao
trabalho,
às universidades, aos colégios, etc. Estão marginalizados
porque
são uma minoria, mas não se pode falar propriamente de
confronto».
A quem
lhe pergunta se deixará o Iraque, o carmelita explica que sua
presença
é necessária. «Nós cristãos temos de ficar aqui, não vamos
partir
agora que necessitam de nós, e quando a situação melhorar,
voltar e
dizer: e aí, como estão? É de sentido comum. Nós que estamos
em
missões toda a vida nos guiamos por outros parâmetros, temos de
dar
testemunho do amor de Jesus a este povo, estando com ele para o
bem e
para o mal».
23 - O
FUTURO FOI NEGADO ÀS CRIANÇAS DO IRAQUE", AFIRMA JORNAL DO
VATICANO
CIDADE DO
VATICANO, 24 MAI (ANSA) - A ferocidade do conflito no
Iraque
nega o futuro às crianças do país, escreveu hoje o jornal
vaticano,
L'Osservatore Romano, em um artigo de primeira página
acompanhado
da fotografia de um menino de quatro anos ferido ontem em
um
atentado em Bagdá.
"Entre
os horrores de toda a guerra está a violação da infância
inocente,
o ultrage contra um futuro que deveria ser cheio de
esperanças
e de aspirações", afirmou o jornal. "Um porvir que, às
crianças
de Bagdá, foi negado pela ferocidade do conflito", concluiu.
(ANSA)
24/05/2005
24 -
"L'OSSERVATORE ROMANO" RESSALTA CRUÉIS ATENTADOS QUE CONTINUAM A
ENSANGÜENTAR
IRAQUE
Cidade do
Vaticano, 24 mai (Rádio Vaticano) - O diário
vaticano "L'Osservatore
Romano" abre hoje sua edição destacando os
cruéis
atentados que continuam a ensangüentar o Iraque.
Um artigo
intitulado "Uma criança de Bagdá" refere-se aos horrores de
uma
guerra que viola a infância inocente. O diário também dedica duas
páginas
ao próximo XX Dia Mundial da Juventude, em Colônia.
Na
editoria internacional, o jornal vaticano destaca a abertura dos
trabalhos
da Comissão de Segurança Alimentar no mundo, da FAO,
Organização
das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura,
notificando
o crescimento da fome nos países mais pobres. (WM)
25 -
Eucaristia, força dos católicos sob o perigo no Iraque. Segundo
Dom
Shlemon Warduni, bispo auxiliar do Patriarcado Caldeu de Bagdá
BARI,
sexta-feira, 27 de maio de 2005 (ZENIT.org ).- Dom Shlemon
Warduni,
bispo auxiliar do Patriarcado Caldeu de Bagdá, constata que
a
Eucaristia é a força dos católicos no meio da violência que
enfrentam
há anos.
Ao
oferecer seu testemunho no Congresso Eucarístico Nacional
Italiano,
o prelado constatou que ser cristão no Iraque não é
fácil,
«mas não só hoje, há décadas nosso povo vive no sofrimento».
«A guerra
não fez mais que piorar as coisas --sublinha--. Rezamos
todos os
dias pedindo paz. Despedimo-nos dizendo: a paz seja contigo.
Anunciar
Cristo quer dizer anunciar o Evangelho da paz. A Eucaristia
neste
anúncio nos dá força».
No
Iraque, os católicos caldeus são uma minoria que conta com pouco
mais de
700 mil fiéis em um país de mais de 26 milhões de habitantes,
97% muçulmanos.
«A guerra
destrói tudo --exclamou o bispo de Bagdá ao oferecer seu
testemunho
ante o Congresso--. Nós o experimentamos cada dia: a
guerra
não resolve nenhum problema. E mais, traz outros: fome,
mortos,
órfãos, famílias destruídas, imoralidade».
«A meu
redor vejo cotidianamente artefatos que matam inocentes. Para
quê? Que
Deus dê luz a esses dirigentes do mundo responsáveis disto.
Que
busquem antes de tudo o bem dos iraquianos, antes de decidir se
fazem a
guerra no Iraque ou em outras partes», pediu.
«Nossa
evangelização consiste em visitar os pobres, em dar
medicamentos
aos enfermos muçulmanos, em visitar os necessitados.
Seria um
absurdo ou desperdício pensar que se pode evangelizar
segundo
as categorias européias --reconhece--. Com os muçulmanos, não
falamos
da Eucaristia, vivemo-la».
«A todos
que ajudamos! --exclama-- E os muçulmanos vêem, compreendem,
ficam
impressionados. Íamos às paróquias quando caíam os mísseis. E
isto os
impressionou».
Também,
conclui Warduni, anunciamos o «Evangelho da paz. Este é o
anúncio
de Cristo: pregar a paz, o amor, sem vinganças, sem
hostilidade.
Isto toca o coração dos muçulmanos muito mais que muitas
palavras».
26 -
Belém é "lugar muito difícil" para cristãos, assinala
especialista
KONIGSTEIN,
2005-05-25 (ACI).- A Diretora do departamento de Oriente
Médio da
instituição Ajuda à Igreja Necessitada (AIN), com sede na
Alemanha,
assinalou que a vida dos cristãos em Belém , lugar do
nascimento
de Jesus, está sendo cada vez mais difícil. "A situação na
Terra
Santa é realmente deprimente, principalmente devido ao terrível
muro que
separa totalmente os territórios palestinos de Israel. Belém
se tornou
um lugar muito, muito difícil para os cristãos", assinalou
Marie-Ange
Siebrecht, ao retornar de sua última viagem ao berço da
Cristandade.
A
especialista explicou que os cristãos "estão muito afetados pela
situação
atual, porque já não podem ir a seus lugares de trabalho em
Israel.
Em lugares como Belém, praticalmente já não há peregrinos nem
turistas,
devido à tensa situação que atravessa a região".
Siebrecht
se perguntou: "Como vão ficar os cristãos em seu país natal
sem
trabalho nem futuro? E que significado têm os lugares Santos
cristãos
sem uma presença cristã?"
"É
nossa obrigação informar ao mundo em nome destes cristãos", disse
a
dirigente de AIN, que pediu "acima de tudo, rezar pela Terra Santa
e
visitá-la; isso sim, deveriam viajar com organizações cristãs".
27 -
ÍNDIA: Apelo de um Bispo ao governo para a proteção da liberdade
religiosa
Nova Déli
(Agência Fides) - A liberdade religiosa é um dos direitos
fundamentais
de todo ser humano, está estabelecida na Constituição
indiana e
está na base de uma nação pluralista como a Índia; por
isso, é
um bem supremo que o governo indiano tem que tutelar e
defender
com todos os meios, enfrentando de modo eficaz as tentativas
de grupos
integralistas, quaisquer que sejam, de atacar ou eliminar
esta
prerrogativa de qualquer cidadão. É o que afirma em depoimento
enviado à
Fides Dom Joseph Powathil, Arcebispo de Changanasserry, no
Estado de
Kerala, no sul da Índia. A diocese pertence à Igreja sírio-
malabarense,
uma das três comunidades católicas presentes na Índia,
ao lado
das de rito latino e sírio-malankarese.
O
arcebispo destacou a grande contribuição que a comunidade católica
deu no
passado - e que continua a dar hoje - para a construção da
nação
indiana, especialmente no setor de educação, lembrando que
todos os
institutos de educação católicos foram pioneiros em dar
acesso à
cultura às camadas menos favorecidas da sociedade.
O Papa,
disse o Arcebispo, também lembrou de como "a Igreja Católica
na Índia
promoveu, de maneira constante, a dignidade de toda pessoa
humana e
o respectivo direito de todos os povos à liberdade
religiosa".
Em sua
mensagem para o Dia Mundial da Paz de 1999, o Santo Padre,
falando
abertamente da liberdade religiosa, destacou: "A religião
exprime
as aspirações mais profundas da pessoa humana, determina a
sua visão
de mundo, orienta o seu relacionamento com os outros;
oferece,
no fundo, a resposta para a questão do verdadeiro
significado
da existência, não só no âmbito pessoal, mas também no
social. A
liberdade religiosa constitui-se, portanto, no próprio
coração
dos direitos humanos. Ela é, de tal modo, inviolável, a ponto
de exigir
o reconhecimento da liberdade que tem uma pessoa de trocar
de
religião, se é isso que pede a sua consciência".
Em alguns
Estados da Índia existem leis que realmente ofendem o
direito à
liberdade religiosa. Estas leis, enquanto oficialmente
proíbem
as conversões religiosas pela força, por fraude ou mediante
retribuições,
trazem também dificuldades para as pessoas que queiram
se
converter e para os religiosos envolvidos com a conversão como,
por
exemplo, a autorização prévia das autoridades civis, prova da
vontade
autêntica de converter-se etc. Freqüentemente, a aplicação da
lei pelo
povo é que cria problemas; alguns funcionários usam a lei
com
freqüência para oprimir as pessoas, saldar dívidas antigas, criar
dificuldades
para a Igreja. A educação aos direitos humanos e à
liberdade
religiosa fornecida pela Igreja - concluiu o Arcebispo -
deve
tornar-se uma prioridade e parte de sua missão evangelizadora.
(PA)
(Agência Fides 27/5/2005)".
28 -
CATHOLICÓS DE TODOS OS ARMÊNIOS VISITARÁ OS EE.UU.
www.armenia.com.br
Los
Angeles, CA., EE.UU. (Asbarez) - A segunda visita Pontifical de
Karekin
II, Patriarca Supremo e Catholicós de Todos os Armênios para
a Diocese
Oeste da Igreja Apostólica Armênia será realizada entre os
dias 1 a
20 de junho próximo. Esta visita tem um significado
particular,
uma vez que serão abençeados os novos alicerces da nova
Catedral
da Diocese de 107 anos. Durante sua estada na Califórnia, o
Catholicós
celebrará a Divina Liturgia, visitará as Igrejas da
Diocese,
conduzirá serviços religiosos, manterá encontros com
organizações
comunitárias e juvenis, bem como visitará os hospitais
da
região.
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