BOLETIM
ORIENTE CRISTÃO
NOTÍCIAS
SOBRE AS IGREJAS ORIENTAIS
Nº 42 -
17 de maio de 2005
MENSAGEM
Prezados
Irmãos em Cristo,
Neste
período em que comemoramos o dia dos Santos Cirilo e Metódio
(dia
11/05 pelo calendário gregoriano e dia 24/05 pelo calendário
juliano)
que, segundo o saudoso Papa João Paulo II, na
Encíclica
"Slavorum Apostoli", são para nós os campeões e, ao mesmo
tempo, os
patronos no esforço ecuménico das Igrejas irmãs do Oriente
e do
Ocidente, para reencontrar, através do diálogo e da oração, a
unidade
visível na comunhão perfeita e total, peço a todos uma oração
para que
haja uma maior aproximação entre as Igrejas Cristãs.
Saudações
Fraternais,
Luis
Felipe
[email protected]
ÍNDICE
1 -
Construídas uma igreja cristã ortodoxa e uma mesquita muçulmana
em memória
aos policiais tombados no Tatarstão
2 -
Destituído o porta-voz da Igreja Greco-Ortodoxa
3 - Os
santos Cirilo e Metódio unem em oração católicos e ortodoxos
em Roma
4 -
Atenas, nova etapa no caminho ecumênico
5 -
CONCLUI-SE EM ATENAS, CONFERÊNCIA ECUMÊNICA MUNDIAL SOBRE "MISSÃO
E
EVANGELIZAÇÃO"
6 -
ESCATOLOGIA É TEMA DE CONGRESSO EM JERUSALÉM
7 -
Repudiam atentado que destruiu única rádio católica do Líbano
8 -
BISPOS MARONITAS REUNIDOS CONDENAM LEI ELEITORAL LIBANESA
9 -
OPOSIÇÃO POLÍTICA LIBANESA REUNIDA EM BEIRUTE DISCUTE SOBRE
ADVERTÊNCIA
DO EPISCOPADO CATÓLICO MARONITA
10 -
Patriarca do Líbano contra marginalização das comunidades
cristãs
11 -
IRAQUIANOS NÃO ESTÃO PRONTOS PARA A DEMOCRACIA, AFIRMA ARCEBISPO
DE BAGDÁ
12 -
PRESIDENTE CHIRAC MANIFESTA SOLIDARIEDADE DA FRANÇA AO PATRIARCA
DOS
CALDEUS NO IRAQUE, EMMANUEL III DELLY
13 -
IRAQUE: "A violência de Al Qaida é uma demonstração de fraqueza,
e não de
força. O que tem a ver tudo isso com a religião?" pergunta-
se um
sacerdote iraquiano
14 -
MISSA SOLENE COMEMORATIVA DA REELEIÇÃO DO PRIMAZ DA
IGREJA
APOSTÓLICA ARMÊNIA DO BRASIL
15 -
CATHOLICÓS ARAM I ENCONTRA-SE COM O PRESIDENTE DO IRÃ
16 -
Patriarca Mesrop II presente no funeral do papa
17 - Aram
I: Papa João Paulo II perdurará personalidade única na
historia
do cristianismo
18 -
Catholicos Karekin II presente no funeral do papa
19 -
Robert Kocharian: O último presidente a visitar o papa
20 -
Fotos da Páscoa Ortodoxa de 2005
NOTÍCIAS
1 -
Construídas uma igreja cristã ortodoxa e uma mesquita muçulmana
em
memória aos policiais tombados no Tatarstão
Voz da
Rússia 16/05/2005
Em
Kazanh, capital da região russa do Tatarstão, foram levantadas uma
igreja
cristã ortodoxa e uma mesquita muçulmana em memória aos
policiais
tombados no exercício do dever profissional. Em pleno
centro da
cidade surgiram duas construções religiosas em madeira: uma
capela
com campanário e uma mesquita de quase 14 metros de altura. Os
melhores
artífices em trabalhos em madeira fizeram-nas de toras de
pinheiro
e abeto e adornaram com arcos ogivados e semi-redondos.
Finalmente,
colocaram no meio a Árvore de Criação, símbolo da
reconciliação
e unidade, e um monumento de granito rodeado de
canteiros
de flores. Nessa região da Rússia em que o Islã e o
Cristianismo
têm coexistido pacificamente ao longo de séculos, essa
vizinhança
de religiões diferentes não é nenhuma novidade.
2 -
Destituído o porta-voz da Igreja Greco-Ortodoxa
Agência
EFE 15 de maio de 2005
A Igreja
Greco-Ortodoxa anunciou neste domingo a destituição de seu
porta-voz,
o monge Atala Hanna, que atacou duramente seu Patriarca,
Irineos
I, a quem se atribui a venda de propriedades eclesiásticas a
israelenses.
Hanna,
segundo fontes dessa Igreja, foi um dos promotores de uma
intensa
campanha, com a participação da Autoridade Nacional Palestina
(ANP),
contra Irineos, que nega ter participado dessa transação, e
que foi
deposto pelo Sínodo.
Emissários
do Sínodo tentaram conseguir a imprescindível autorização
de Israel
para concretizar sua destituição mas o governo do primeiro-
ministro
de Israel, Ariel Sharon, esclareceu que não dará se isso se
deve ao
feito que vendeu bens eclesiásticos a israelenses.
Apesar da
decisão dos dezoito bispos do Sínodo, Irineos não a acatou
com o
argumento de que não autorizou a venda a investidores
israelenses
dos hotéis Imperial e Petra, situados na cidade antiga de
Jerusalém,
e de dez locais de comércio.
O
Patriarca, duramente atacado pelo governo do presidente palestino,
Mahmoud
Abbas - que vê na velha Jerusalém a capital de um futuro
estado
palestino -, e também pela Jordânia, onde exerce seu
ministério,
sustenta que sua nomeação é "por toda a vida".
O jornal
israelense Ha'aretz informa hoje que colonos judeus que
conseguiram
no passado se instalar em terrenos e casas adquiridos
dentro da
cidade antiga de Jerusalém estariam por trás daquela
operação
de 10 milhões de dólares.
A
imprensa israelense informou que a compra da posse por 198 anos da
Igreja
Greco-Ortodoxa foi feita por representantes de uma empresa com
sede nas
Bahamas, e que pela Igreja que concretizou a operação foi o
assessor
financeiro, o monge Nikolás Papadimus.
Papadimos
abandonou o país depois da transação e seu paradeiro é
desconhecido.
O Patriarca Irineos I, repudiado por muitos paroquianos
greco-ortodoxos
da comunidade palestina, e por outras igrejas
cristãs,
classificou essa operação como "uma fraude".
Por
enquanto, a identidade dos compradores é mantida em segredo, mas
o jornal
Ha'aretz revela hoje que a figura central seria Matitiahu
Dan, ativista
da organização Ateret Cohanim, que nos últimos anos se
dedica à
compra de prédios nos bairros cristão e muçulmano de
Jerusalém.
A ANP
acusa Israel de pretender "judaizar" o setor palestino da
Cidade
Santa, dentro de cujas muralhas residem boa parte dos 230.000
palestinos
- muçulmanos e cristãos -, um terço de todoos os habitantes
da cidade
à qual os israelenses consideram sua "capital eterna e
indivisível"
por uma lei parlamentar de 1980.
A
organização religiosa e ultranacionalista Ateret Cohanim opera para
suas
transações com fundos que obtém de doadores mas as principais
receitas
- afirma o Ha'aretz - são obtidas junto ao governo
israelense
e o tesouro público.
EFE
3 - Os
santos Cirilo e Metódio unem em oração católicos e ortodoxos
em Roma.
Celebração
presidida pelo metropolita e exarca Gennadios
ROMA,
sexta-feira, 13 de maio de 2005 (ZENIT.org ).- A embaixada
grega
ante a Santa Sé organizou esta quarta-feira uma celebração
litúrgica
em honra dos evangelizadores dos povos eslavos, os santos
Cirilo e
Metódio, co-patronos da Europa.
O ato
esteve presidido pelo metropolita e exarca do Patriarcado
Ecumênico
para Itália e Malta, M. Gennadios, que pediu a proteção dos
santos de
Salônica (Grécia), enterrados em Roma, a quem qualificou
de «luz
dos eslavos».
Uma
centena de pessoas --a maioria diplomatas-- foi à cripta onde
estão o
mosaico e as relíquias destes santos, na basílica romana de
São
Clemente para honrar sua memória no dia de sua festividade.
Em sua
alocução, o embaixador grego ante a Santa Sé, Stavros Lykidis,
aludiu à
«memória das raízes de nossa identidade religiosa cultural e
étnica».
Mencionou
João Paulo II, «primeiro filho da grande nação eslava que
revestiu
a suma dignidade de romano pontífice», para recordar a carta
apostólica
que dedicou aos irmãos de Salônica, a Egregiae Virtutis.
A
Secretaria de Estado do Vaticano esteve representada no ato pelo
núncio
apostólico Piero Biggio, responsável das relações com Grécia,
Chipre e
Turquia.
Ao
terminar a oração, o arcebispo Biggio expressou a Zenit
que
«estamos buscando sempre a unidade entre os cristãos e certamente
houve um
progresso para o qual o Senhor quer, e é "que todos sejam
um"».
A oração
em memória dos co-patronos europeus acontece cada ano desde
1989 por
vontade da Embaixada Grega ante a Santa Sé e conta com a
participação
dos países que foram evangelizados pelos santos Cirilo e
Metódio.
4 -
Atenas, nova etapa no caminho ecumênico
Fala o
representante vaticano na conferência organizada pelo Conselho
Mundial
das Igrejas
ATENAS,
domingo, 15 de maio de 2005 (ZENIT.org ).- A Conferência
Mundial
sobre a Missão e a Evangelização, que se celebra por
iniciativa
do Conselho Mundial das Igrejas (CMI), em Atenas, de 9 a
16 de
maio, converteu-se em uma nova etapa no caminho ecumênico.
Nesta
entrevista, o guia da delegação vaticana no encontro, o bispo
Brian
Farell L.C., secretário do Conselho Pontifício para a Promoção
da
Unidade dos Cristãos, tira algumas das conclusões.
O
Conselho Mundial das Igrejas reúne 347 igrejas procedentes de mais
de 120
países de todos os continentes e da maior parte das tradições
cristãs.
--A
Igreja católica não adere ao Conselho Mundial das Igrejas, por
que
enviou uma delegação oficial?
--Dom
Farrell: É verdade, a Igreja católica não faz parte do
Conselho,
mas desde tempos do Concílio Vaticano II mantém relações
estáveis
com este organismo. É necessário recordar que o Conselho
Pontifício
da Unidade dos Cristãos tem seus próprios representantes
em
Genebra e no Departamento para a Missão e a Evangelização do
Conselho
Mundial das Igrejas, que organizou esta Conferência.
No
organismo Fé e Constituição, também estão presentes doze teólogos
católicos,
nomeados pelo Conselho Pontifício para a Unidade.
Recordo,
por último, que existe um Grupo misto de trabalho entre o
Conselho
Mundial das Igrejas e a Igreja católica, que dá continuidade
à
relação.
--Que
atitude tem o Conselho Mundial das Igrejas ante a Igreja
católica?
--Dom
Farrell: Nos últimos anos, existe um notável interesse por
parte do
Conselho Mundial das Igrejas pela Igreja católica. Mas não
só. Como
testemunha a Conferência, o Conselho Mundial está tentando
envolver
em suas próprias iniciativas o maior número de Igrejas,
inclusive
as de origem pentecostal e carismática.
--Qual é
o objetivo desta Conferência, que durante oito dias reuniu
600
cristãos de todas as partes do mundo em Atenas?
--Dom
Farrell: Não é uma reunião da qual têm de surgir documentos
oficiais.
Quis-se organizar um encontro fraterno, mundial, entre
diferentes
Igrejas. Neste sentido, a Conferência é um encontro
importante,
pois favorece o conhecimento e o intercâmbio recíproco, a
reflexão
serena, o diálogo.
--Foi
alcançado este objetivo em Atenas?
--Dom
Farrell: Seguramente. A Conferência ofereceu a todos
oportunidades
para encontrar-se com os representantes das demais
Igrejas.
Em particular, o lugar escolhido para este encontro fez
possível
uma ampla participação ortodoxa.
--Facilitou
isto o diálogo com os ortodoxos?
--Dom
Farrell: A Igreja ortodoxa da Grécia comprometeu-se há muito
tempo a
assegurar o bom desenvolvimento da Conferência. E o fato de
que pela
primeira vez aconteça em um país de maioria ortodoxa não é
um
simples dado geográfico: tem um valor simbólico, cheio de
possíveis
desenvolvimentos. Também o encontro cai em um momento
propício,
pouco depois do informe final da Comissão especial sobre a
participação
ortodoxa no Conselho Mundial das Igrejas, que enfrentou
alguns
pontos controvertidos.
--Tiveram
encontros informais com outras delegações?
--Dom
Farrell: Sim, certamente. Dentro e à margem dos trabalhos da
Conferência,
tivemos muitos contatos: com a Igreja ortodoxa grega e
com
outras Igrejas e organismos com os que o Conselho Pontifício para
a Unidade
dos Cristãos mantém relações de estudo e de colaboração.
Portanto,
todos os momentos da jornada permitiram contatos e
intercâmbios
entre os delegados das diferentes Igrejas.
--Qual
foi o método com o qual se desenvolveram as seções de trabalho?
--Dom
Farrell: Com respeito ao passado, houve novidades. O
tema,
«Vem, Espírito Santo, cura e reconcilia!», não se aprofundou
com
intervenções teóricas; preferiu-se uma atitude que sublinhasse a
dimensão
experiencial, sobre a qual se quis refletir. As intervenções
que
aconteceram todos os dias no plenário não foram conferências
catedráticas.
Em mais de uma ocasião, foram contribuições oferecidas
de
maneira dialogada, orientadas a abrir perspectivas mais que a
chegar a
conclusões compartilhadas por todos. Também se deu grande
importância
às assim chamadas «sinaxeis», ou seja, as numerosas
palestras
da tarde nas quais se falou sobre temas específicos. O
marco
espiritual destes intercâmbios e aprofundamentos foi a oração,
sobretudo
a escuta da Palavra de Deus em pequenos grupos com o método
da
«Lectio Divina».
--Pode
dar um juízo conclusivo?
--Dom
Farrell: Esta Conferência oferece a esperança de que se possa
dar uma
convergência nas questões importantes da missão. Em um mundo
como o
nosso, em rápida transformação, os cristãos estão obrigados a
encontrar
uma resposta comum e não cem respostas diferentes, em
rivalidade
entre si. Naturalmente, em uma conferência com presenças
tão
diferentes, dá-se conta da complexidade do caminho ecumênico. Mas
o
Espírito, que cura e reconcilia, é capaz de encontrar o caminho
para
fazer crescer a comunhão entre as Igrejas.
[Mais
informação sobre a conferência em
<http://www.mission2005.org/>.
Entrevista realizada por Giovanni
Giuranna]
5 -
CONCLUI-SE EM ATENAS, CONFERÊNCIA ECUMÊNICA MUNDIAL SOBRE "MISSÃO
E
EVANGELIZAÇÃO"
Atenas,
16 mai (Rádio Vaticano) - Encerra-se hoje, em Atenas, Grécia,
a
Conferência Ecumênica Mundial sobre Missão e Evangelização, que
reuniu
600 delegados de diversas Igrejas cristãs de todo o mundo:
representantes
da Comunhão Anglicana, das Igrejas Ortodoxas e da
Reforma,
ao lado das Igrejas Pentecostal e Evangélica, e de uma
delegação
da Igreja Católica.
O
encontro foi promovido pela Comissão para a Missão Mundial e a
Evangelização,
do Conselho Mundial das Igrejas, e se realiza a cada
seis-sete
anos. O último encontro realizou-se em Salvador, Bahia. O
encontro
deste ano, na Grécia, foi o primeiro a se realizar num
contexto
ortodoxo. O tema foi: "Vem Espírito Santo, cura a e
reconcilia!"
Entre os
brasileiros presentes, esteve o pastor Rev. Hans Alfred
Trein,
que representou a Igreja Evangélica de confissão Luterana de
São
Leopoldo, no Rio Grande do Sul, no encontro.
O
Conselho Mundial das Igrejas reúne 347 Igrejas de mais de 120
países de
todos os continentes e da maior parte das tradições
cristãs.
O líder
da delegação vaticana no encontro foi o Bispo Dom Brian
Farell,
Secretário do Pontifício Conselho para a Promoção da Unidade
dos
Cristãos. (CM)
6 -
ESCATOLOGIA É TEMA DE CONGRESSO EM JERUSALÉM
Jerusalém,
16 mai (Rádio Vaticano) - Encerrou-se hoje, no
hotel
"Notre Dame", em Jerusalém, o Congresso sobre Escatologia, com
a
participação de teólogos, filósofos e historiadores, além de
representantes
da Igreja Ortodoxa russa e da Sociedade Soloviev, da
França.
A
perspectiva escatológica está relacionada ao Evangelho de São João
(cap. 14,
2-3) que representa a preparação da segunda vinda de Jesus
e o final
dos tempos descrito no livro do Apocalipse (cap. 21, 1-2).
A
escatologia estuda a meta final da história humana e sua
importância.
"Portanto
devemos estar convencidos de que nós somos cidadãos do céu
e de lá
esperamos o Salvador, o Senhor Jesus Cristo (Fl 3,20). Aqui
não temos
uma cidade permanente (cf. Hb 13,14). Peregrinos em busca
de uma
morada definitiva, devemos aspirar como os Padres na fé a uma
pátria
melhor, isto é, a celestial."
O
congresso também refletiu alguns pensamentos de Vladimir Soloviev,
que
abordam a aproximação da Igreja Oriental e Ocidental, um dos
principais
desejos do falecido Papa João Paulo II: "É necessário que
a Igreja
saiba respirar com os dois pulmões" (João Paulo II,
28/11/2003)
e assumidos no presente,por Bento XI.
Vladimir
Soloviev (1853-1900) foi filósofo, teólogo e escritor. Foi
educado
na Igreja Ortodoxa. Depois de um período de ateísmo na
juventude
e da volta à ortodoxia, converteu-se ao Catolicismo em
idade
adulta. É autor de vasta obra científica, filosófica e
teológica,
destacando-se por seu intenso trabalho pela união das
Igrejas
irmãs separadas.
A
Sociedade Soloviev segue os ideais do teólogo e filósofo. Foi
visitada
seis vezes por João Paulo II, durante seu pontificado,
devido à
seriedade de seu trabalho. O falecido Pontífice escreveu uma
mensagem
ao Arcebispo-mor de L'viv dos Ucranianos, por ocasião dos
150 anos
de nascimento de Vladimir Soloviev. (MZ)
7 -
Repudiam atentado que destruiu única rádio católica do Líbano
BUENOS
AIRES, 12 Mai. 05 (ACI ).- O Bispo de São Charbel em Buenos
Aires,
Dom Charbel Georges Merhi (Maronita), presidirá a Missa
comemorativa
do atentado que em 8 de maio destruiu a sé da única
rádio
católica libanesa.
A
Eucaristia se celebrará no domingo 15 de maio, às 11:00 -hora
local- na
catedral São Marón. Com esta missa, recordará-se o
incidente
no qual, além da rádio "A Voz da caridade", também foi
destruída
a antiga igreja de São João Apóstolo.
Dom Merhi
indicou que a rádio pertencia à Missão Libanesa maronita,
era
patrocinada pelo Conselho de Patriarcas Orientais Católicos do
Líbano e
se localizava no Jounieh, cidade majoritariamente cristã,
localizada
a 20 quilômetros ao norte de Beirute.
"O
artefato explosivo tinha sido colocado em uma casa contigüa",
assinalou
o Bispo do Jbeil dos maronitas, Dom Béchara Raï, quem
também
manifestou a Rádio Vaticana que "a emissora maronita foi
atacada
porque durante toda a sexta-feira foi solidária com os
familiares
dos detidos nos cárceres sírios em Damasco que denunciaram
as
atrocidades que tinham visto".
Dom Raï
declarou também que a rádio se dedicava "não só a notícias
relativas
a todas as Igrejas e a toda a vida do país e do mundo
árabe,
mas também estava aberta às demais religiões e às outras
comunidades"
e acrescentou que "todas as tardes desde a emissora no
Líbano se
pode ouvir além disso o noticiário da emissora pontifícia e
se transmitem
todas as celebrações pontifícias".
8 -
BISPOS MARONITAS REUNIDOS CONDENAM LEI ELEITORAL LIBANESA
Beirute,
11 mai (Rádio Vaticano) - No Líbano, os bispos maronitas,
reunidos
nesta quarta-feira, sob a presidência do Patriarca Nasrallah
Pierre
Sfeir condenaram a lei eleitoral libanesa que será aplicada às
próximas
legislativas, por "violar a coexistência islâmico-cristã".
As
eleições legislativas no Líbano realizam-se de 29 de maio a 19 de
junho, e
serão as primeiras sem a presença de militares sírios no
país.
De acordo
com os prelados, "não pode haver eleições justas com esta
lei, por
isso instamos os responsáveis a atuarem para prevenir seus
efeitos
nocivos", entre os quais, destacam as dificuldades impostas
para a
coexistência religiosa, com base no acordo de Taif (1989) que
pôs fim à
guerra civil (1975-1990).
Os bispos
maronitas assinalam, num comunicado, que com a atual lei
eleitoral
aplicada às próximas legislativas "só 15 dos 64 deputados
que
correspondem aos cristãos serão escolhidos pelo eleitorado desta
comunidade";
os demais "49 dependem do voto dos muçulmanos".
Desde o
acordo de Taif, o Parlamento libanês é composto, em partes
iguais,
por muçulmanos e cristãos.(CM)
9 -
OPOSIÇÃO POLÍTICA LIBANESA REUNIDA EM BEIRUTE DISCUTE SOBRE
ADVERTÊNCIA
DO EPISCOPADO CATÓLICO MARONITA
Beirute,
12 mai (Rádio Vaticano) - Eleva-se a tensão no seio da
oposição
multiconfessional libanesa, que convocou para hoje, em
Beirute,
uma reunião de emergência, em virtude da advertência feita
pela
Conferência Episcopal católico-maronita, na qual se afirma que,
a não
aprovação de uma nova lei eleitoral, a ser aplicada às eleições
legislativas
de 29 do corrente, "terá graves conseqüências" e
colocará
em risco a "coexistência" entre cristãos e muçulmanos.
Citado
esta manhã, pela imprensa local, o general na reserva, Michel
Aoun,
retornado ao Líbano no último sábado, depois de 15 anos de
exílio na
França, ventilou a possibilidade de um boicote das
eleições,
como sinal de protesto contra a suposta "tentativa de
marginalizar"
a comunidade cristã, perpetrada pela lei eleitoral.
O general
Aoun, que se encontrou ontem, com o Patriarca maronita
Nasrallah
Pierre Sfeir, acusou, além disso, "alguns membros da
oposição",
de colaborarem "na montagem de um engodo, com a finalidade
de ganhar
tempo, a fim de adotar uma nova lei eleitoral" em
substituição
à de 2000, ainda em vigor.
De acordo
com a Igreja maronita, com base nesta lei, somente 15 dos
64
deputados cristãos do Parlamento libanês _ composto de 128
deputados,
metade dos quais cristãos e metade, muçulmanos _ seriam
eleitos
pelo eleitorado cristãos, enquanto os demais 49 seriam
eleitos
pelos eleitores muçulmanos.
A
oposição está dividida acerca da lei eleitoral, mesmo no seio dos
próprios
partidos cristãos. Entre as propostas hoje em debate, está o
adiamento
das eleições legislativas, para permitir que o Parlamento
aprove
uma norma eleitoral "mais equilibrada".
Um
adiamento das eleições foi sugerido também pelo ex-presidente do
Parlamento,
Hussein Husseini, para quem uma decisão nesse sentido
pode ser
tomada até uma semana antes das eleições, que estão
previstas
para realizar-se de 29 de maio a 19 de junho. (AF)
10 -
Patriarca do Líbano contra marginalização das comunidades
cristãs
Agência
Ecclesia 17/05/05
O
Patriarca Maronita do Líbano, Cardeal Nasrallah Sfeir, pondera
convocar
um "congresso geral cristão" para debater aquilo que
considera
ser uma "inquietante fase política", em vésperas das
eleições
de 29 de Maio. Para a Igreja Católica no país, a actual lei
eleitoral
marginaliza a comunidade cristã.
O
Conselho dos prelados maronitas, presidido pelo Patriarca Nasrallah
Sfeir, já
tinha manifestado publicamente o seu descontentamento
relativamente
à lei eleitoral de 2000, que classificam como "injusta"
por
determinar que os 128 lugares da Assembleia sejam divididos
igualmente
entre cristãos e muçulmanos. Esta é uma consequência dos
acordos
de paz de Taif, que colocaram um ponto final à guerra civil
de
1975-90.
Os
cristãos libaneses já manifestaram por várias vezes o receio de
serem
alvo de atentados e sequestros, se os resultados das próximas
eleições
forem favoráveis à Síria e seus aliados. No passado mês de
Abril, a
Síria ter dado por terminada a retirada dos seus militares
do
Líbano, cumprindo uma exigência feita pela comunidade
internacional.
Nos
últimos meses, o Líbano tem tentado distanciar-se de Damasco após
as
manifestações populares que se sucederam ao assassinato do antigo
primeiro-ministro
Rafik Hariri, a 14 de Fevereiro. Esta delicada fase
de
transição prevê, agora, a eleição de um novo Parlamento.
Para o
Patriarca do Líbano, a situação de crise é fomentada por
grupos
que "querem provar ao mundo que os libaneses são incapazes de
se
governarem a si próprios".
Octávio Carmo
11 -
IRAQUIANOS NÃO ESTÃO PRONTOS PARA A DEMOCRACIA, AFIRMA ARCEBISPO
DE BAGDÁ
Roma, 12
mai (Rádio Vaticano) - "Estou certo de que os iraquianos não
estão
prontos para a democracia, pelo menos a curto prazo": foi o que
declarou
o Arcebispo de Bagdá, Dom Jean Benjamin Sleiman, comentando,
numa
entrevista a uma emissora de rádio italiana, o recrudescimento
da
violência no país.
"A
sociedade iraquiana é uma sociedade explosiva, na qual reemergiram
velhas
divisões étnicas, religiosas e tribais, e na qual tudo se
resolve
com a violência" _ acrescentou Dom Sleiman.
"Tem
sido assim nos últimos 60 anos e hoje, continuamos a pagar as
conseqüências.
Não quero ser pessimista _ avaliou o Arcebispo _ mas
não posso
deixar de fazer uma avaliação antropológica e sociológica.
É como se
o Iraque, no último século, não tivesse amadurecido
profundas
transformações nas relações sociais. Reapareceram as
tribos,
existe um confessionalismo muito forte, que não leva em
consideração
e não toma como exemplo, aqueles países onde existe uma
convivência.
Foram necessários três meses para compor um novo
governo,
em virtude das profundas divisões étnicas existentes. Não
creio que
tudo isso possa levar à democracia" _ concluiu. (AF)
12 -
PRESIDENTE CHIRAC MANIFESTA SOLIDARIEDADE DA FRANÇA AO PATRIARCA
DOS
CALDEUS NO IRAQUE, EMMANUEL III DELLY
Paris, 17
mai (Rádio Vaticano) - O Presidente francês, Jacques
Chirac,
manifestou ontem, ao Patriarca da Igreja Caldéia no Iraque,
Emmanuel
III Delly, a solidariedade da França para com essa
comunidade
católica, durante uma reunião nos Champs Elisées.
Dom Delly
está realizando, desde o último sábado, sua primeira visita
à França,
desde a sua nomeação como Patriarca dos caldeus, um grupo
que reúne
cerca de 800 mil fiéis cristãos no Iraque. Além disso, ele
tem
planos de visitar membros de sua Igreja também em Lyon e
Marselha,
sul da França, antes de deixar o país, no próximo dia 24.
A
situação da comunidade cristã no Iraque, que tem sido alvo de
numerosos
episódios de violência nos últimos meses, assim como as
perspectivas
políticas no país, com o recrudescimento dos atentados,
foram os
temas em pauta no encontro entre Dom Emmanuel III Delly e
Chirac.
O chefe
de Estado francês reiterou ao Patriarca, a firme condenação
da França
aos atentados terroristas de que o Iraque vem sendo vítima,
e o
desejo de "trabalhar em prol da paz, da estabilidade e da
democracia"
_ afirmou um porta voz do Palácio presidencial. (AF)
13 -
IRAQUE: "A violência de Al Qaida é uma demonstração de fraqueza,
e não de
força. O que tem a ver tudo isso com a religião?" pergunta-
se um
sacerdote iraquiano
Roma
(Agência Fides)- "Os terroristas, Al Qaida, já estão derrotados,
porque
não têm alguma capacidade de propor um modelo crível de
sociedade.
São capazes de matar" - diz à Agência Fides Pe. Nizar
Semaan,
sacerdote siríaco iraquiano de Mosul, no norte do Iraque. "Os
últimos
episódios de violência no Iraque, como em outros países, são
alarmantes,
mas não podem nos desencorajar" - continua Pe. Nizar. "É
verdade
que os terroristas matam, mas esta é a prova de sua fraqueza,
de seu
vulto humano e ideológico. São capazes somente disso. Matam
inocentes
para demonstrar ao mundo que também existem, para
dizer:
"vejam, nós existimos", mas esta é por si só uma admissão da
própria
fraqueza, da própria derrota".
"Al
Qaida e outras organizações terroristas encobrem seus crimes com
o
pretexto da religião, tentando desfrutar o sentimento religioso dos
jovens,
mas o que fazem não tem nada a ver com a religião. A maior
parte das
pessoas mortas no Iraque eram pessoas simples, pobres. Os
próprios
policiais, massacrados cotidianamente em atentados são
somente
pessoas que trabalham para manter suas famílias. O que isso
tem a ver
com a religião?" - pergunta Pe. Nizar.
"Diante
de tais violências, sente-se a angústia, a dor, raiva, mas
devemos
permanecer serenos, porque o mundo é mais forte do que os
terroristas"
- afirma Pe. Nizar. "A maior parte da humanidade deseja
a paz, o
progresso social e econômico. No próprio mundo árabe, está
crescendo
a demanda de democracia e respeito dos direitos humanos".
"O
apelo do Papa Bento XVI por concórdia entre os povos reúne, de
modo
formidável, os desejos e expectativas da maior parte da
humanidade.
São estas as palavras que queremos ouvir, e devemos
repeti-las,
insistentemente, para fazer prevalecer a cultura da paz e
do amor
sobre a violência" - diz o sacerdote iraquiano.
Pe. Nizar
pede à mídia 'que informe de modo correto e preciso,
evitando
sensacionalismos. Acentuar sempre os atos terroristas
somente
encoraja aqueles que os cometem. Não acho que se deve omitir,
mas
adotar tons menos enfáticos, para os terroristas. Porque não se
dá mais
espaço àqueles iraquianos, que são maioria, que trabalham
diariamente
para construir o novo Iraque, democrático?". (L.M.)
(Agência
Fides 16/5/2005)
14 -
MISSA SOLENE COMEMORATIVA DA REELEIÇÃO DO PRIMAZ DA
IGREJA
APOSTÓLICA ARMÊNIA DO BRASIL
www.armenia.com.br
12/05/05
Será
realizada, no próximo domingo, 15 de maio de 2005, às 11 horas,
Missa
Solene comemorativa na Igreja Apostólica Armênia São Jorge,
sito à
Avenida Santos Dumont, 55, Luz, nesta capital, por ocasião da
reeleição
do Arcebispo Datev Karibian como Prelado Diocesano da
Igreja
Apostólica Armênia do Brasil. Durante a cerimônia religiosa,
será lida
a Bula Patriarcal de Karekin II, Patriarca Supremo e
Catholicós
de Todos os Armênios.
15 -
CATHOLICÓS ARAM I ENCONTRA-SE COM O PRESIDENTE DO IRÃ
www.armenia.com.br
16/05/05
Teerã,
Irã (Fontes Combinadas/Asbarez) - O Catholicós da Grande Casa
de
Cilícia, Aram I, iniciou em 12/05 uma viagem de duas semanas de
encontros
oficiais no Irã. Ele se encontrou com o Presidente iraniano
Mohammad
Khatami em Terrã no sábado, 14/05, ocasião em que ambos
discutiram
assuntos internacionais e regionais. O Presidente Khatami
disse que
o Irã tem sido sempre tolerante para com as diferentes
religiões,
o que leva a uma coexistência pacífica no país. O
Catholicós
disse que a coexistência foi e é "um dos valores
elogiáveis
da República Islâmica do Irã", e que atualmente as
religiões
estão em perigo, e os seus seguidores devem enfatizar o
diálogo,
para fortalecer o papel da religião da vida humana. Os dois
líderes
também abordaram a posição do Irã sobre o conflito de Nagorno-
Karabagh.
Khatami disse que o Irão promove negociações, e defende uma
solução
pacífica.
Durante
sua permanência de 14 dias no Irã, o Catholicós Aram I
visitará
as províncias de Isfahan, Markazi, assim como as regiões
oeste e
leste do Azerbaijão iraniano.
16 -
Patriarca Mesrop II presente no funeral do papa
Hay Tert
15/04/2005
A diocese
da Igreja Armênia de Constantinopla informou ao diário Azg,
que o
patriarca Mesrop II foi à Roma acompanhado por Tatoul Anushian,
para
participar do cerimonial fúnebre dedicado ao papa João Paulo II.
Mesrop II
tomou parte na missa de réquiem em 8 de abril. O patriarca
tambem
encontrou-se no Vaticano com o catholicos de todos os armênios
sua
santidade Karekin II, assim como, com Aram I catholicos da
Cilicia.
Fonte:
Azg
17 - Aram
I: Papa João Paulo II perdurará personalidade única na
historia
do cristianismo
Hay Tert
15/04/2005
O
catholicos ciliciano, membro do Conselho Mundial das Igrejas, Aram
I notou,
"O papa João Paulo II acreditava na importância dos
relacionamentos
inter-igrejas e inter-religiões e realizou
significantes
transformações nesse campo", reportou o noticiário
Yerkir
Online. "João Paulo II foi um bravo apostolo do amor, paz e
justiça
em um mundo cheio de violência e injustiças. Estou
profundamente
convencido de que ele perdurará uma personalidade única
na
historia do cristianismo", concluiu Aram I.
Fonte:
Pan Armenian
18 -
Catholicos Karekin II presente no funeral do papa
Hay Tert
15/04/2005
O serviço
de imprensa da Santa Sé de Etchmiadzin informou que sua
santidade
Karekin II, catholicos de todos os armênios, esteve
presente
no funeral do papa João Paulo II. A delegação do governo
armênio
tambem partiu ao Vaticano para participar dos atos fúnebres.
Em 3 de
abril, sua santidade Karekin II, catholicos de todos os
armênios,
enviou uma carta de condolências em nome de todas igrejas
armênias
do mundo ao Vaticano. Onde ele prolongou seus sinceros
pêsames e
compaixão para com a igreja católica romana e seu clero,
pelo falecimento
de sua santidade papa João Paulo II. Em 2001, por
convite
de sua santidade Karekin II na ocasião dos 1.700 anos do
aniversario
da grande conversão dos armênios ao cristianismo, sua
santidade
João Paulo II fora o primeiro líder da igreja católica
romana a
viajar para a Armênia em uma visita fraternal. O papa romano
foi
tambem o primeiro líder de sua igreja a reconhecer oficialmente o
genocídio
armênio e condenou os trágicos eventos, quais terrivelmente
sofreram
os armênios durante os dias finais do Império Otomano. Na
mesma
tarde, atendendo a divina liturgia na Catedral de Santa
Etchmiadzin,
o pontífice de todos os armênios presidiu um réquiem
especial
oferecido ao repouso da alma da sua santidade João Paulo II.
Anteriormente
a esse cerimonial o catholicos Karekin II discursou
aparte,
"...Hoje em nossa catedral mãe oferecemos nossas preces ao
paraíso,
compartilhando com nossos pesarosos irmãos e irmãs da igreja
católica.
Pedimos a Deus que receba a alma do nosso caro irmão em
cristo em
seu reino eterno com piedoso amor e concessão de seu
descanso.
A passagem do papa João Paulo II é uma verdadeira grande
perda
para o mundo. Ele foi um incansável pregador da paz e defensor
dos
valores morais cristãos. Os desejos e esforços de sua santidade
foram
almejados a reconciliação, a cooperação e entendimento mutuo
entre
nações, povos e estados." Em atendimento a divina liturgia e
réquiem
estiveram presentes os bispos do alto clero e padres da
igreja
armênia, a embaixatriz da Polônia senhora Tomasz Knothe, e os
demais
assistentes da embaixada polonesa tambem compareceram ao ato
religioso.
Fonte:
Pan Armenian
19 -
Robert Kocharian: O último presidente a visitar o papa
Hay Tert
15/04/2005
Robert
Kocharian, presidente da Armênia, foi o ultimo chefe de Estado
a visitar
sua santidade João Paulo II, em sua recente visita à Itália
e ao
Vaticano, na ocasião sua santidade abençoou a estatua de São
Gregório
Iluminador, padroeiro armênio, instalada ao redor da Santa
Sé do
Vaticano. Durante o encontro o papa relembrou sua visita à
Armênia
em setembro de 2001, quando esteve no país para participar
das
comemorações dos 1.700 anos do cristianismo na Armênia e
demonstrando
o seu reconhecimento de que a Armênia é a primeira nação
cristã do
mundo. No seu encontro com o catholicos armênio, o papa
cedeu à
igreja armênia relíquias de São Gregório Iluminador, cuja
agora
estão na catedral do santo no centro de Yerevan. "Eu envio
meus
sinceros agradecimento de coração ao povo da Armênia, assim como
aos
milhões de armênios espalhados pelo mundo que preservam suas
tradições
culturais e cristãs", disse João Paulo II ao presidente
Kocharian.
"Eu desejo o melhor a sua terra natal de Nagorno Karabagh,
e que a
paz estável mantenha-se lá. Isso parará e ajudará a começar
os
diálogos baseados na tolerância entre as partes. A ativa mediação
internacional
contribuirá para isso", declarou o papa.
Fonte:
Azg
20 -
Fotos da Páscoa Ortodoxa de 2005
http://story.news.yahoo.com/photos/ss/events/wl/032405easter
-------------------------------------------------------------------
O
organizador deste clipping não pode se responsabilizar pela
veracidade
e correção das notícias divulgadas e a inclusão das mesmas
no
clipping não significa um juízo de valor positivo sobre as
notícias.
Este
clipping está em conformidade com o disposto no Art. 46, I, 'a'
da Lei n.
9.610/98.
A
assinatura deste clipping é gratuita e pode ser feita através do
envio de
e-mail para: [email protected]
ou
[email protected]
Para
cancelar assinatura:
[email protected]
A assinatura
e o cancelamento da Assinatura deste Boletim também pode
ser feita
no endereço:
http://br.groups.yahoo.com/group/igrejasorientaisnoticias/
Para
comentários e sugestões basta enviar e-mail para:
[email protected]