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Jesus Cristo é Senhor Antes que o mundo fosse e sempre será informações:
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PÁGINA DO EMPRESÁRIO CRISTÃO |
Buscai em primeiro o reino de Deus e tudo mais vos será acrescentado A paz, a saúde e a prosperidade é a melhor representatividade do empresário verdadeiramente cristão Os dados abaixo foram fornecidos pelo Centro de Apoio e Desenvolvimento Empresarial - fundado em 1986, implantando produtividade, organização e gestão empresarial, em empresas pequenas, médias, grandes, governamentais, multinacionais, familiares ou não, cristãs e não cristãs; tomando como base a realidade daqueles que servem e os que não servem a Deus. Feliz é aquele que serve o SENHOR |
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A perda de dinheirono dia a diaNormalmente o empresário, não tem idéia de quanto realmente está perdendo, nem onde nem como.O fato é que as perdas são grandes, levando todo lucro da empresa, lucro este, não o convencional do que se espera, mas sim uma grande parte que se dá por desconhecido. Perde-se devido a deficiência de entender o que se passa ao redor, ou o que está além do horizonte, pois o conhecimento operacional não é suficiente para aumentar o potencial produtivo, comercial e econômico. Nas empresas avançadas tecnicamente, as perdas são menores devido a maior quantidade de máquinas modernas, automatização, robotização, maior infra-estrutura, não deixando de existir também fábricas com baixo lucro. Nas médias empresas, as mais prejudicadas deixam-se de obter lucros substanciais, cuja perda, provoca falta de capital de giro, contas não pagas e o mal estar geral; duvidam quanto a sorte, criticam a si mesmas, falam mal da situação econômica do país, etc. Hoje, as empresas não tem tempo de ir em busca de soluções além das suas preocupações do dia a dia, simplesmente estão arriscadas a sair do mercado mais cedo do que se espera, acarretando grandes perdas, até mesmo particulares de seus proprietários e por muitas vezes deixando seus antigos funcionários em situações financeiras delicadas. |
É IMPORTANTE A SABEDORIA PARA OS NEGÓCIOS
Ser um empresário cristão é arcar com uma grande responsabilidade perante Deus, pois acima de tudo há a necessidade de ser justo e honesto, tendo dentro de si sabedoria para cuidar da sua empresa e dos seus funcionários. Fica cada vez mais difícil administrar uma empresa, e sem a presença de Deus, pode se tornar impossível. A margem de lucro é tão baixa, que por meses permanece no vermelho. Impostos, custos de matéria prima, contas a pagar para que possa depois produzir, e assim a vida do empresário tornou-se um peso, e para muitos tornou-se insuportável, o capital de giro ficou por conta de empréstimos dos bancos, e as empresas vivem apenas da ilusão do presente, pois não tem nenhuma liquidez e se fossem fazer um balanço real, não teriam como sobreviver. A grande maioria já aprendeu a conviver com o irreal. Pode se dizer que existem dois tipos de empresas, as verdadeiramente cristãs, e as outras demais. O que se percebe é que as verdadeiramente cristãs tem seu saldo positivo e real, e as demais não, as que tem a proteção de Deus, caminham independentes dos bancos, e as demais não. As empresas cristãs, seguem os ensinamentos de Deus, e crescem, estas separam o que é de Deus, separam as suas primícias e as oferecem ao Criador, e são prósperas, enquanto as demais apenas sobrevivem no sufoco do mês a mês. |
As perdas em geral das empresas
Os empresários tem a visão da sua empresa, só o que é palpável, isto é: seu fluxo de caixa, seus pedidos suas produções, suas responsabilidades financeiras, Porém existe muitas coisas dentro da empresa , que são invisíveis, são as perdas imperceptíveis, e na verdade as que mais corroem, sem que os empresários percebam. Algumas delas são: A improdutividade humana, quer seja por falta de gerenciamento, falta de capacidade, falta de tecnologia, falta de um bom planejamento da produção, falta de bom atendimento, falta de profissionalismo, falta de visão, falta de bons chefes e encarregados; provocando desta forma, só na mão de obra perdas monumentais. Por outro lado existem outras grandes perdas: falta de entrosamento entre os funcionários, falta de bons custos para a produção e para a matéria prima e para o custo final, provocando mais ainda outras perdas incontáveis. Mais ainda tem para os empresários não cristãos, e para aqueles que não separam as primícias de suas rendas ao SENHOR, para este, o que mais acontece é que investem e gastam onde só irá gerar prejuízos; quer seja em maus negócios, e inadimplências, em compras e investimentos desnecessários. Quando o empresário torna-se um cristão autêntico, então o Deus Eterno, o abençoará, pois este está agindo em conformidade com as leis do Altíssimo, e por conseguinte cumprindo a justiça divina, sendo justo com os seus funcionários, e desta forma a empresa torna-se um agente da vontade de Deus, dando o sustento aos homens e as suas famílias. Todo aquele que é justo é abençoado por Deus. Todo o que cumpre a vontade de Deus, recebe a sua proteção, e Deus abre as janelas do céu e derrama bênçãos sem medidas e repreende o devorador. |
A estagnação como fruto da demora na tomada de ações corretivas
Ações rápidas, ações demoradas, o que significa ou o que ocasiona como resultados para a empresa? Uma tomada de ação lenta num determinado problema, pode gerar conseqüências de grandes perdas, principalmente quando esta conduta faz parte do seu sistema de gerenciar. Normalmente, o que mais se encontra nas empresas são dirigentes que demoram para tomar decisões, gerando grandes prejuízos. Demoram nas contratações, provocando perda de bons profissionais, demoram nas compras de produtos para manutenção, gerando perda da qualidade e produtividade, demoram nas implantações de sistemas, gerando grandes prejuízos e outras tantas coisas mais. Existem empresas em situações delicadas, que não chegam nem a tomar decisões que possam a vir resolver seus problemas, deixando o tempo passar, para ver como ficará. São diretores de empresas, que não confiam em nada, nem e si mesmos e nem em ninguém; não executam e não deixam que ninguém executem por eles. Tem alguns que até podem assinar ou autorizar as mudanças, mas não as cumprem e não deixa que ninguém também as cumpre. As melhorias são como diversos degraus que a empresa precisa subir, mas não se pode passar para segundo degrau, sem passar pelo primeiro; desta forma as barreiras de tempo perdido vão se formando despercebidamente. Todos os degraus são importantes, desde o mais simples ao mais complexo, não se pode chegar ao cume se não passar pela base. Acontece que alguns empresários pulam degraus, provocando a estagnação em partes da empresa. Por mais insignificante que seja o degrau, tem que ser passado, pois gerará multiplicadores de melhorias. Quanto mais rápido for, mais rápido estará no auge. As empresas que agem com rapidez, provocam melhorias que se desencadeiam em escala progressiva. É importante entender o desenvolvimento oriundo em função das ações rápidas, gerando resultados de produtividade e lucratividade multiplicativos, em espaços curtos de tempo, provocando o progresso. Não há necessidade de investimentos que possam vir a onerar a empresa, para gerar a maximização do lucro. A empresa pode tranqüilamente trabalhar com seus próprios recursos com resultados altamente vantajosos, angariando em pouco tempo o capital de giro para estruturar a empresa, transformando-a em máquina de fazer dinheiro. |
O mundo empresarial está sem forças para prosseguir
Devido a escassez de seus recursos, existe uma grande quantidade de empresas que já não sonham com o progresso; batalharam e fizeram tudo que podiam e agora sentem-se desfalecidas; todos os esforços foram em vão, problemas dos mais diferentes. Empresas que tiveram históricos de conquista, porém a ilusão não existe mais e o fracasso parece certo. O dinheiro é escasso, as dívidas são altas, e até para encerrar suas atividades é complicado, a empresa está morta e não tem como dar um ponto final nas suas atividades. Quando o empresário se empenha em melhorias e faz todo o possível para conquistar; não conseguindo, aos poucos vai perdendo a vontade de trabalhar; assim raciocina em manter um certo lucro que dê para "tocar a empresa". Estes esforços mostram claramente que faltou uma busca mais profunda, poderia até mesmo dizer "tirar leite da rocha". No entanto, mesmo para estas, é possível reverter o quadro, mesmo que esteja em situações complicadas e difíceis, como foi demonstrado anteriormente. O progresso poderá ter uma nova chance, caberá ao empresário ter o entendimento de como usufruir dos benefícios da percepção do imperceptível. Poderá optar pela contratação ou apenas uma assessoria de empresas especializadas para detectar os problemas e como solucioná-los. O mais importante é entender os objetivos, analisar os cálculos e dar todo apoio a equipe de trabalho. Desta forma poderá ter condições de ver o progresso bater novamente em sua porta. Uma empresa precisa ser lucrativa, caso contrário, é melhor passá-la para frente. Muitos empresários correm o risco de perder tudo que possuem para salvar sua empresa; vendem suas propriedades e colocam tudo que possuem em suas empresas no intuito de vê-las prosperarem novamente. Neste momento é importante saber que nada fará voltar aos tempos de prosperidade e que todo dinheiro ali aplicado poderá jamais ter retorno. Ocorre até mesmo em empresas que sobrou apenas o nome comercial; seus proprietários, mesmo que recebam propostas de grandes ofertas, não se desfazem; rejeitam a venda com aquela esperança de fazer a sua empresa ressuscitar; vai para o exterior, vende tudo que possui, traz o dinheiro, aplica, mas não vê nenhum resultado, e assim tudo que conseguiu durante a vida, perde em alguns anos. O produto que tanto lhes dera alegria e fortuna, já não mais satisfaz o público e nada tem de novo para oferecer. O dia de glória daquele produto tão bom, tão lucrativo já não mais agrada. Estas perdas ocorrem principalmente nas indústrias ultrapassadas, pelas mais modernas e sofisticadas, é a evolução dos produtos, é a época, o momento. Existem casos em que o empresário jamais investiu em melhorias e agora não dá mais tempo, a empresa, está agoniando, nada que produz pode gerar lucro, e nada consegue produzir, vivendo apenas de fantasmas de impostos que não foram pagos, preocupações das mais diferentes possíveis. |
Treinamentos e resultados
Praticamente existem empresas que nunca tiveram a prática de dar treinamento aos seus funcionários e outras com uma carga de muito grande. Percebe-se dois pontos, as que não dão treinamento para seus funcionários estão sempre em declínio, e as que dão treinamento, normalmente estão sempre melhorando. Alguns treinamentos são operacionais outros culturais, outros ainda darão indiretamente à empresa a sua cultura, formando uma equipe harmoniosa de talento e até mesmo a postura profissional e ética de seus colaboradores. Na verdade muitos treinamentos podem aparentar ser duvidosos, podendo imaginar até que ponto ajudam ou atrapalham. Alguns podem apenas passar de um pouco de cultura, no entanto todos são importantes. Muitas empresas dão treinamentos para programas de qualidade, investem, utilizam sistemas oficiais de controle de qualidade, mas não põe em prática nem o treinamento e tampouco o sistema de qualidade. Empresas que possuem um grande quadro de funcionários para manter uma ISO, mas que perecem pela ociosidade e falta de seriedade na aplicação. Percebe-se principalmente nos gerentes e encarregados de produção, a preocupação constante em não perder tempo, e quando aparece algum tipo de treinamento, mesmo que seja para o aumento da produtividade de seu pessoal, ficam ansiosos para terminar ou mesmo evitar a continuidade. Uma vez provado que os treinamentos estão aumentando substancialmente a produtividade, assim mesmo é visto como uma barreira para alcançar a produção. Nas empresas sólidas e estáveis, os treinamentos extras ajudam na formação dos funcionários e na caracterização do caráter a que a empresa se prontifica a seguir; porem nas empresas em que estão em situações delicadas, é importante que haja objetivos pré-estabelecido voltados às necessidades básicas da melhoria da produtividade e qualidade. Nestes casos os treinamentos não poderão ser baseados em teorias ou superficialidades, será necessário entrosamento com as operações dia a dia, explanações técnicas e objetivas, cuja finalidade é de esclarecer o funcionário no sentido profissional, conduta e resultados produtivos. Metas, controles e avaliações devem fazer parte, durante e após o treinamento, como processos de gerenciamento e aplicações no próprio trabalho; a teoria com a prática, esclarecimento, demonstrações de resultados, provocando assim o progresso e os resultados saudáveis.Os treinamentos devem ser feitos de acordo com as necessidades e dentro de um cronograma de desenvolvimento da empresa. Os objetivos devem ser de acordo com os resultados que se espera.Fazer mudanças nas empresas sem treinamento, não se obterá resultados esperados e vice versa. Nesta fase de reestruturação, é importante ter percepção daquilo que se quer, dos objetivos, das metas produtivas comerciais e financeiras, eliminando tudo que é inútil para que não venha onerar a empresa em perdas de tempo e despesas em geral. Em suma, os treinamentos que não trouxer resultados e não condizem com as necessidades da empresa, não devem ser aplicados nesta fase. |
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Deus dá sabedoria àqueles que desejam fazer a sua vontade
O maior exemplo do empresário bem sucedido está no Antigo Testamento: Salomão, O qual não pediu riquezas a Deus, mas apenas sabedoria para comandar e ser juiz daquele povo o qual estava dando início ao seu reinado. Deus apareceu em sonhos a Salomão e lhe disse: Peças o que quiseres e eu te darei. Salomão lhe responde que desejava a sabedoria, e Deus lhe concedeu, tornando-se o homem mais sábio e rico do mundo. Hoje, uma grande parte dos homens, pedem a Deus, não a sabedoria, nem a santidade, nem a paz, e nem a salvação, pedem dinheiro, riquezas e prosperidade. E Deus lhes concede, mas porque Deus concede aos homens estas coisas e não o que é o melhor para eles? Deus não interfere no livre arbítrio, e é justo, desta forma quando o homem faz grandes ofertas e sacrifícios pedindo riquezas Deus lhes concede, porque dá aquilo que lhe foi pedido. Porém, para obtenção da salvação eterna o homem também precisa pedir e buscar; e uma coisa independe da outra. Mas o ser humano sábio deve ter em mente que está aqui na terra apenas com o propósito: Santificação e busca da salvação. O ser humano precisa entender que o tempo que passa aqui na terra é nada vezes nada, multiplicado por nada, pois este tempo é tão irrisório que por toda a eternidade será considerado como nada, zero; no entanto é o tempo mais importante que o homem possa ter, pois depende somente deste tempo para decidir onde passará seus bilhões e bilhões de anos, ou no céu na presença do Pai do Filho do Espírito Santo, dos santos e dos anjos, na paz, na vida em abundância, ou bilhões e bilhões no lago de fogo e enxofre onde haverá choro e ranger de dentes. O tempo do ser humano é altamente importante, e para tanto não deve perde-lo cometendo pecados, fugindo da presença de Deus, renegando os ensinamentos de Jesus Cristo. O homem deve buscar incessantemente a sua salvação e a salvação dos seus filhos. A busca do conhecimento da palavra de Deus através do Novo e Antigo Testamento é de fundamental importância à todos aqueles que desejarem a salvação. Aceite agora Jesus Cristo como seu Senhor e Salvador e siga-o.
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As melhores empresas podem cair Quantas empresas estáveis no passado, hoje se tornaram um monte de ruínas, quantos exemplos deste tipo estão espalhados por todos os lados. A competitividade gera a necessidade de investimentos e inovação constante, para isso pesquisas em novos produtos e novos mercados não podem parar, a melhoria no visual, na qualidade, novas opções de produtos para o consumidor, o treinamento que é importante para oxigenar a empresa e mantê-la viva. O planejamento avançado cinco ou dez anos, ajuda a manter a visão aguçada, gerenciamento por metas, etc. etc. A competitividade é sadia e útil para a melhoria constante dos produtos, porém os investimentos tornam-se a cada dia mais dispendiosos. Algumas empresas não se preocupam com isso, outras lutam com todo o vigor para conquistarem e manterem seu lugar ao Sol. Os motivos podem ser os mais diversos; podendo imaginar claramente as origens deste fracasso, mas as principais causas poderão ser: falta de melhorias contínuas, investimentos, administração adequada, desvios de capital, entre outras tantas mais. Muitas vezes até o consumidor poderá saber mais do que o próprio empresário. As reclamações dos representantes, poderão ser benéficas ou maléficas, podendo melhorar o desenvolvimento ou levar a empresa para a catástrofe; depende de quem analisa e como toma as providencias para sanar as deficiências. Em muitos casos, os problemas estão nos próprios representantes que encontram uma série de motivos para cobrir suas deficiências e ociosidade. A batalha mercadológica, pode ser considerada como uma piscina pequena, funda, e sem muito espaço, cheia de empresas, cada uma querendo ficar na tona para não afundar. Um exemplo típico são as montadoras, a cada ano modificando, melhorando a aparência, lançando novos produtos cada vez mais sofisticados. Para isso, precisam investir muito, pesquisar, imaginar o que a concorrência irá fazer, preparar clínicas de enquetes, buscar produtividade, encher suas linhas de produção com robôs, saber o que a concorrência irá lançar, calcular quanto vão ganhar em volume de vendas e quanto a outra empresa irá perder. Isto é a guerra dos investimentos sem fim e do mercado, tudo para alcançar o consumidor. No entanto, verifica-se em outras empresas o relaxamento com seus objetivos e ideais, desleixo com o consumidor cada vez mais, provocando, é claro a perda gradativa da posição em que se encontra no mercado até a exclusão total. Alguns anos atrás, a Olivetti dominava os escritórios, se tivesse percepção mais realista do mercado, seria uma das maiores fabricantes de computadores. Em 1965 desenvolveu um PC modelo P101, mas estava descrente do potencial que tinha nas mãos. A Apple lançou em 1970 conquistando o mercado dos escritórios, deixando a Olivetti para trás. Hoje, existem computadores de muitas marcas dr computador, mas não se encontra Olivetti; raramente se vê uma máquina de escrever em algum escritório, e todo este potencial de mercado morreu para ela, dando vazão à informática. Um dos maiores motivos que levam a empresa para o buraco, é a confiança excessiva de alguns diretores e gerentes e empresários. Estes chegam a fazer absurdos que ninguém percebe, nem mesmo eles, levando aos poucos a empresa para uma situação sem solução. Tem empresas que eram bem administradas, mas chegaram ao fracasso por descuidos no dia a dia e excesso de confiança de seus dirigentes. Normalmente são bem falantes, inteligentes, com uma postura e uma convicção do que fazem, acham que estão certos, e ninguém consegue contradizer. Grandes empresas que seus dirigentes agiam como verdadeiros reis, hoje seus filhos não sabem o que fazer com tanta sucata. Orgulhosos desfilavam em suas empresas com varinhas mágicas nas mãos, hoje se estivesse vivos não teriam coragem de aparecer em público. |
Solução
No Brasil, existe uma fonte inesgotável de matéria prima; um dos países que tem maior potencial de desenvolvimento e está com a maioria das suas empresas estagnadas. Porquê, qual a diferença entre os mais desenvolvidos. qual a origem de tudo isso? O Japão, um país pequeno sem fonte própria de matéria prima suplantou com tecnologia e produção em grande escala conquistando o mundo todo, mesmo após o fracasso na segunda guerra mundial? Na Alemanha, ocorreu a mesma coisa, hoje tornou-se uma potência? Os E.U.A, desenvolveu-se rapidamente com a mesma idade do Brasil, mas existe uma diferença substancial, porquê? Na análise da origem econômica do Brasil, verifica-se por exemplo a exploração na matéria prima, a falta de investimentos industrial e em melhorias. Se formos fazer a comparação da mentalidade dos nativos que tinham tudo em abundância, hoje o povo está pobre e oprimido pela ignorância. Até mesmo uma aldeia indígena onde tudo é e era limpo, organizado, existe u,ma diferença em comparação com os cortiços ou favelas, onde só se vê bagunça e sujeira. No Sul do Brasil, o povo por mais humilde e pobre que seja tem sua casinha arrumada, com cortinas nas janelas e flores no jardim, e no norte não é o contrário? No sul indústrias organizadas, no norte o contrário. De onde vem esta mistura, o quanto influi nas empresas do Brasil; que tipo de mescla ocasionou essa mentalidade; como se infiltra no profissionalismo? Nos desenhos, pinturas e fotos antigas dos escravos no Brasil, eles apresentavam-se limpos e bem vestidos; foram emancipados, e daí por diante sem rumo certo. Na África, muitos povos passam fome. Na Índia, povos vivem na miséria e adoram vacas e tantos deuses. No Brasil o povo adora ir em busca de qualquer coisa para se apoiar. Até a alguma tempo atrás se dizia "O rico fica cada vez mais rico e o pobre cada vez mais pobre"; hoje poderia se dizer "Os ricos ficam pobres, e os pobres cada vez mais mendigos". Nas empresas brasileiras está acontecendo isso, quantas estão caindo e desaparecendo do mercado. Empresas de renome nacional e internacional estão se tornando empresas esqueléticas. O que está acontecendo que não conseguem progredir e caem como folhas do outono? Como resolver estes tipos de problemas? Este estudo se prontifica em auxiliar as empresas no sentido de analisar, corrigir e transformá-las prósperas e saudáveis. Para isso os empresários precisam ter pelo menos um pouco de ânimo para buscar e começar a trabalhar com o intuito de corrigir e desenvolver sua empresa. Uma empresa derrotada se percebe quando está mal cuidada até mesmo pela aparência da fachada, jardim, pavimentação, atendimento e outras coisas mais. Nas empresas bem cuidadas, é o contrário, mostra que é próspera, e na verdade está sempre melhorando e aos poucos vão se desenvolvendo; é como uma dona de casa que mantém sempre limpo e bonito o seu lar, atraindo o bem estar geral da família. |
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O Produto e seu Design Passeando pelas lojas, o que se vê é o belo e o horrível, bom gosto e mal gosto. Mas o que chama atenção é o que existe de horrível, principalmente os populares de baixo custo, objetos, camas, armários ou mesmo produtos de acabamento para a construção civil entre tantos outros; a exposição desses produtos, é como se fosse uma afronta ao ser humano; trata-se do mal gosto indiscutível. Será que isso vende? Será que vende por não haver coisa melhor? Será que não existe coisa melhor para se vender? Que tipo de comprador é esse? Será que se essas aberrações de mau gosto não existisse, o povo teria melhor bom gosto? Será que vende por que é barato ou porque não existe outros melhores? Será que dá lucro? E a qualidade então? nem se fale. Será que estes produtos são frutos da cultura baixa de seus “empresários”?, ou será que os empresários fazem de propósito para alcançar o mau gosto do povo? Quantas perguntas se desenrolariam se fosse falar só sobre o mau gosto. Certas indústrias estão tão acostumadas a fazer coisas de mau gosto, que nem percebem se faz diferença em vender algo bom e bonito ou feio, com ou sem qualidade. Muitas não conseguem vender nada, e não sabem o porquê, vão a falência sem mesmo saber o motivo. Produzir para o pobre será que precisa ter mau gosto?. O que será que tem na cabeça dos empresários para fabricar tais coisas com má qualidade, tudo feio e de pouca durabilidade?. Será que existe no Brasil a indústria oficializada do lixo?
Os grandes magazines nas principais cidades do Brasil, só vendiam o que não prestava e sem qualidade, hoje onde estão?, sumiram do mercado. Será que valeu a pena? E os fabricantes, porque será que fabricam só prejuízo para quem compra?Que grande enganação é esta? Será que é válido? Até quando? Os móveis de pinho, chegam nas lojas bichados e mofados, com a etiqueta "mogno", só porque tem um verniz colorido. Os lojistas continuam comprando como se nada existisse de errado. Onde está a indústria brasileira, em que nível se encontra; pois não podemos dizer que a Nike, ou a Philips entre tantas outras são nacionais. Separando as estrangeiras, o que será das brasileiras? |
Os empresários reclamam que não vendem, mas é claro, quem é que irá comprar lixo a preço de luxo? Ganhar todos querem, porém investir e fazer coisa boa ninguém. Seria muito bom se estas empresas sumissem de uma vez da praça, levando consigo estes subprodutos enganadores do povo. A cama quebra nos primeiros dias, o radinho não funciona, o piso fica todo riscado ou trincado, o sapato solta a sola, as cadeiras perdem os acentos, os guarda-roupas se desfazem. Isso sem contar com os mais caros, como o computador que para de funcionar, perdendo uma série de informações importantes, um sapato de marca que se consome no primeiro mês, entre outros exemplos que poderia ser dado. Produzir, não é fabricar de qualquer jeito, embalar e entregar nas lojas. Produzir deveria ser obrigatoriamente sinônimo de garantia. É tão importante a qualidade e a durabilidade, que as leis de defesa do consumidor deveriam ser bem rígidas. Enquanto no Japão, EUA, Europa a preocupação está em fazer o melhor, no Brasil parece ser o contrário, assemelhando-se a China. Alguém confia em algum produto chinês? As ferramentas quebram com facilidade, os produtos são precários em qualidade. Como será que conseguem tamanha façanha em produzir o que é ruim?. Na revolução industrial, basicamente houve uma mudança radical na concepção dos produtos devido a transformação do artesanato em produção seriada. Os objetos tiveram a necessidade de mudar o desenho, simplificando-os, para se adaptarem às máquinas de produção. Ocasionando indiretamente o relaxamento da qualidade; a busca de novas formas provocou a queda dos objetos artísticos por produtos com linhas simplificadas. A conseqüência destas mudanças foram tão grandes, que gerou até os dias de hoje a deficiência da estética e da qualidade em prol da maior produção e preços mais acessíveis à população. Os produtos que demoravam dias para se produzir com carinho e gosto, hoje são feitos em segundos, na maioria da vezes sem qualidade. Estas mudanças são vistas por toda parte, quer seja nos produtos, na construção civil e em tudo que se possa ver. Felizmente existem países e pessoas que valorizam a qualidade e o bom gosto, sendo oportuno dizer que na maioria das vezes os custos são os mesmos, variando apenas em estética, uns bonitos outros feios. Na industria brasileira, não seria muito custoso os empresários fazerem seus produtos com mais estética e qualidade, seria um bom motivo para se alcançar melhores preços e mercado; enquanto não entenderem isso, terão mais dificuldades em comercializar seus produtos. |
Produzir para o povo não é questão de pensar só em lucro, trata-se de melhorar a qualidade e bom gosto antes de mais nada. Não é questão de ética industrial ou comercial, trata-se da própria subsistência. As empresas que entenderem assim forma, terão melhores oportunidades para progredir. O Design, obrigatoriamente tem que estar incluído todos os pontos da necessidade não só por parte do consumidor como do fabricante; pode se incluir entre tantas, o bom gosto, a racionalização, a facilidade de fabricação, montagem simples, qualidade, custo e preço compatível, durabilidade, resistência, praticidade, ergonometria, estética, funcionalidade etc. Para se chegar a um bom produto, precisa haver pesquisa, desenvolvimento, análise dos fatores intrínsecos e extrínsecos, e uma série de outros fatores, entre outros a pesquisa de mercado. Se não houver uma pesquisa de mercado, adequada para o desenvolvimento de novos produtos, acarretará em possíveis dificuldades para distribuí-los eficazmente. A melhoria nos produtos deve ser contínua em relação ao seu mercado, estar sempre na frente é uma vantagem competitiva. Os produtos devem sempre estar em avançado, e a preocupação em relação aos seus concorrentes deve ser constante, caso contrário perderá grande parte das vendas. Quanto se perde ou mesmo quanto se deixa de ganhar com um produto mal feito, sem qualidade, sem estética, sem funcionalidade, sem durabilidade, etc.? Será que vale a pena? Os empresários se preocupam em reduzir custos do produto propriamente dito, cada vez maiores, acarretando muitas vezes a perda da qualidade, com o intuito de gerar lucro adicionar ou melhorar a competitividade; podendo assim gerar um grande erro estratégico, pois na realidade deveria ser analisado mais a fundo de onde provém os verdadeiros custos que oneram o produto. O problema maior é que não sabem como reduzir custos que indiretamente encarecem o produto. A verdade é que os custos que estão onerando o produto não estão diretamente no produto mas no que o cerca. Eliminando estes custos indiretos, não será necessário acabar com a sua qualidade. Sendo assim não é o produto em si que é caro, mas sim os custos que o cercam, normalmente são provenientes da improdutividade e da ociosidade consciente ou não, da má administração, da falta de visão empresarial de seus proprietários e da falta de tato. Quantas empresários sacrificaram seus produtos, e o que conseguiram?. Só a perda das vendas, dos clientes e conseqüentemente a perda da empresa. É claro que existem produtos com necessidade latente de redução de custo, mas deve ser feita com cálculos adequados, tecnicamente adequado, e consciente; considerando ainda de forma inteligente a imagem, qualidade e durabilidade do produto |
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Marketing Marketing tem uma abrangência muito grande; por onde começar, dependerá de cada empresa e de cada situação. Um modesto exemplo: a princípio o departamento de marketing poderá englobar uma análise da concorrência em termos de produto, volume, potencial, percentual, mercado, classe, rateios, estilo, acabamento, preço, exportação, tipo de clientes, mudanças na aparência, opcionais, economia, desempenho etc. O básico poderá ser a distribuição do mercado, por motivo que os demais indicadores poderão estar incluso. Por ocasião de novos lançamentos, antes mesmo de fazer uma pesquisa de mercado, poderá ser analisado o volume da classe, semelhanças e marca, chegando ao provável volume de mercado. |
A Análise de investimento ou pré-lançamento, poderá incluir volume de vendas a ser atingido, margem de lucro, investimento e o retorno a ser atingido, e calcular para as viabilidades de conquista de mercado podendo ainda incluir estudos paralelos de viabilidade e lucratividade. É claro que deverá existir uma infra-estrutura por trás de tudo isso. Podendo ser o planejamento do produto, que incluirá os estudos de investimentos a curto, médio e longo prazo, estilo do produto, pesquisa e clínica de mercado; desenvolvimento de custos preliminares, e definitivos desenvolvidos pela manufatura e compras , engenharia do produto e do processo, estudos financeiros; pré-aprovação, revisão geral , aprovação; investimento, propaganda, lançamento, distribuição.
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Quanto às empresas pequenas, o que é feito para se lançar um produto?. Praticamente nada; parece que é tudo feito sem que haja um mínimo de cuidado e podendo deixar o empresário mercê da sorte. Poderá ter resultados positivos, ou arcar com os prejuízos. O Marketing mencionado acima como exemplo, demonstra que depende primeiramente de dados do produto a ser lançado e do produto do concorrente. É claro que de um modo geral poderá englobar uma infra estrutura específica e completa. Uma empresa pequena poderá desenvolver seus produtos com profissionais externos ou terceirizar sem onerar o seu caixa com contratações e desenvolvimentos.
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RESUMO Em suma, muitas são as técnicas para se administrar e gerenciar uma empresa, quer seja pequena, média ou grande; no entanto a melhor das técnicas é quando Deus dá a sabedoria e discernimento para o comando da empresa. Muitos são os depoimentos dos grandes empresários, mas a grande maioria dos que venceram e estão firmes até hoje, sintetiza na dedicação que eles tem para com a obra de Deus, as suas primícias, seus dízimos e suas ofertas alçadas. Pois o verdadeiro segredo para se obter as grandes conquistas da empresa é exatamente o temor e a honra a Deus; e não está só na história do antigo testamento, pois hoje vemos grandes empresários que honram o criador. |
Para manter uma empresa com a chama acesa o tempo todo não é fácil; a luta é constante, as preocupações aparecem de todos os lados. Em Salmos 127 consta as seguintes palavras: Se o SENHOR não edificar a casa, em vão trabalham os que a edificam; se o SENHOR não guardar a cidade, em vão vigia a sentinela, inútil vos será levantar de madrugada, repousar tarde, comer o pão que penosamente granjeastes; aos seus amados ele o dá enquanto dormem. Em Malaquias 3, Deus fala sobre os dízimos, o roubo, a maldição, as bênçãos sem medidas, e a repreensão do espírito devorador. Os empresários devem escolher, ou usar o braço para erguer suas empresas, ou se humilhar a Deus pedindo a ele ajuda. Na verdade, a grande maioria dos empresários não sabem como calcular e separar o dízimo, mas é bem simples. |
Exemplo: Uma empresa fatura R$1,0 milhão, tem um lucro líquido de 5% Ou seja R$ 50,00; deste valor separa 10% (R$5.000,00) e passa para a igreja e pede um recibo, para dar baixa no seu caixa, desejando, este valor inclusive pode ser deduzido do I.R.Não pode esquecer de também separar o seu próprio dízimo, o qual é 10% do seu pró-labore. E mais ainda, os que desejarem prosperar mais, deverão passar ofertas alçadas, cujo valor é igual ou maior que o dízimo. Devem lembrar ainda que o dízimo, pertence a Deus, e aquele que não devolve o dízimo rouba a Deus (Malaquias 3). No entanto os que devolvem o dízimo, o devorador não pode tocar, e consequentemente haverá prosperidade; pois além da segurança, e é somente sobre estas palavras que Deus diz: E provai-me se eu não vos abrir as janelas dos céus e não derramar bênçãos sem medida. Desta forma Deus compensará porque é justo. |
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