COOPERA RIBEIRÃO

ATA DE REUNIÃO

Grupo Facilitador - Divulgação e Marketing (Eventos)

 2º Reunião - 13 de Fevereiro de 2003

Horário: 19h30

Local: Centro Médido – salão social aberto

 

Participantes: Antonio Lorenzato, Atilio Rossi, Dresler Horschutz, Ercília Osti, Marcelo Amorim, José William Silva e David Bulgari

 

Após abertura inicial com todo o grupo facilitador , o grupo se divide em 2 , sendo que o  grupo da Capacitação fica na sala 1 e o Grupo da Divulgação e Marketing vai para ao salão social aberto. O grupo escolhe como coordenador Dresler, que dá início à reunião, sugerindo que a reunião termine ás 21h30. Ercília, além de participante, fica também como secretária. O grupo sugere uma breve apresentação por haver dois integrantes que estavam vindo pela 1a. vez (David Ranieri Bulbari-IDEAL e José William O Silva-GHIV). São feitas as apresentações. Dresler consulta o grupo, que decidem dar um tempo maior de apresentação por participante (05 minutos ou um pouco mais se o participante tiver mais coisas importantes à dizer).Atílio Rossi pede a palavra primeiro e diz que quer aprofundar o que foi sugerido na última reunião. -Criar uma série de eventos seguidos e não muito próximos durante todo o ano e ocupar a mídia, empresários, etc e investir em projetos como o “Tire a Esmola da Rua”, e outro quanto a moradia, saúde, etc. Diz que toda nossa ação deve ser pedagógica. No que diz respeito às atividades (eventos), ele diz que Dresler propôs que já pensássemos em uma atividade para o dia das mães, e que nós poderíamos conversar com a ACI. Atílio Rossi pede para Dresler explicar o evento melhor. Dresler explica que a ACI  acompanha as lojas de perto e que o Dia das Mães é o maior evento do ano, depois de Natal na cidade e que poderíamos entrar em contato com a ACI para que as lojas concordassem em fornecer um cupom (que poderia ser no valor de R$1,00) para o consumidor após um “X” de compras, que concorreria a um prêmio, pôr exemplo um carro. No final, quando houvesse o sorteio (que acredita que poderia gerar uma renda boa de, pôr exemplo R$20 mil), dividiríamos esta renda para as Entidades, descontando o valor do prêmio, caso não tivéssemos ganho um patrocínio de alguma empresa. David, pergunta quais as entidades que se beneficiariam e como elas poderiam participar. Marcelo pergunta  qual o critério para a distribuição da renda entre as entidades. O Grupo manifesta preocupação em aparecer muitas entidades que não estejam participando. Ercília sugere que todos os eventos devem ser chamariz para que as Entidades se interessem e se beneficiem pela Capacitação, que vem em primeiro lugar. Que poderíamos adotar o critério de que para uma Entidade participar de um Evento, seja ele qual for, teria que estar participando da Capacitação, e que poderíamos cria o “Selo Coopera” com validade para um ano, para as entidades que estivessem participando da capacitação, e desta forma, se houvesse um renda a distribuir, este problema já estaria resolvido. O grupo acha um bom critério. Marcelo pergunta que Entidade receberia este dinheiro para depois distribuir às demais entidades. Ercília diz que poderia ser o Programa Ribeirão Preto Pela Paz, por já estar sendo o facilitador do Coopera e pôr já ter o aval de todas as Entidades. A sugestão é aceita. Dresler e Atílio dizem que se o grupo concordar poderiam já ir fazer uma prévia consulta, sem compromisso, na ACI com o presidente, para ver a legalidade da idéia e apresentar para o grupo maior. O grupo concorda .Atílio Rossi manifesta preocupação em aprovar a idéia logo com o grupo, com receio de não dar tempo, pois o Dia das Mães está próximo. Dresler, David, Lorenzato e Marcelo conversam sobre alguns detalhes como, de como seria o cupom quanto ao preenchimento, mensagem das entidades à comunidade, de como as Entidades colaborariam, se R$1,00 não seria caro, e que o contrato com as lojas teria que estar explícito, que a entidade para receber a doação teria que estar participando da capacitação,etc. Atílio Rossi diz que poderíamos detalhar melhor, após o grupo facilitador maior , aprovar a idéia, e que gostaria de continuar a apresentar seus projetos para o grupo. Ele fala do segundo evento do ano que seria já na Segunda quinzena de Maio: uma “Feira dos Quitudes” (pratos salgados, doces). Diz que precisaria arrumar um pátio grande, como por exemplo: o estacionamento de um Shopping, e que teria a duração de uma semana, com várias tendas, com várias entidades afins abrigadas na mesma tenda (dependendo do nº dos participantes e do espaço), produzindo e vendendo o mesmo produto, promevendo uma integração entre elas. Diz que teria também atrativos culturais, que poderia variar a cada noite, e que o custo seria rateado entre todas as entidades participantes, já que elas estariam tendo lucro. -Outro evento seria no mês de Julho:  um “Bingão”. Teríamos que arrumar patrocinadores tanto para o prêmio maior que seria por exemplo um carro e prêmios menores, como eletrodomésticos, bicicletas, etc. E que por ser um mês frio teria que ser um lugar grande e fechado, como a Cava, o salão do Ipanema Clube, etc. Marcelo diz que os eventos teriam que ser distribuído em vários locais da cidade. Atílio Rossi continua apresentando outra sugestão: Diz que em Agosto teria que se formar uma equipe para fazer um pesquisa entre as entidades, para saber quantas delas gostariam de adquirir “Cartões de Natal” e a quantidade desejada, para que se possa produzir estes cartões e distribuir o quanto antes, para que as Entidades tenham tempo de vender. O grupo pergunta quem pagaria estes cartões e Atílio responde que seria dividida entre as próprias Entidades. Ercília comenta da dificuldade em se pedir dinheiro às Entidades, citando o exemplo do evento Coopera Ribeirão na Praça 7 de Setembro em 2002. Marcelo sugere que se poderia pegar parte da renda adquirida nos eventos sugeridos, e aplicar no próprio Coopera. O grupo acha uma boa idéia. Atílio Rossi, continua explicando o último evento sugerido por ele: no segundo semestre seria montado  um “Feirão”, para vendas de vários produtos produzidos pelas Entidades (brinquedos, panos de prato, tapetes, cartões, etc), que seria em Outubro, antes das chuvas. Diz ele que o Local poderia ser a Praça XV em frente o Theatro Pedro II, com duração de uma semana. Atílio termina sua fala. Marcelo alerta que precisamos nos preocupar em angariar voluntários para as Entidades. E, depois de fazer uma campanha para angariar associados (para contribuição financeira) para as Entidades. Diz que se cada Entidade conseguir 5, teríamos + 150 associados que estariam colaborando com as  entidades. Marcelo diz concordar com os eventos (faltando apenas detalhar) sugeridos pelo Atílio, e sai mais cedo devido a outro compromisso. Lorenzato fala da experiência da Festa do Arraial, organizada pelo Lions.  Diz que fez festa com duração de 42 dias e que cada metade (21 dias) era uma Ong que organizava, com público de 400 mil pessoas por cada 21 dias. Acha saudável que se tenha comida, mas acha a questão da segurança da Polícia Militar fundamental e que precisamos de pensar em uma forma inteligente de usar este serviço. Diz que não podemos fazer só eventos em shoppings e que devemos levar para outros lugares. E continua: ”No Arraial de Ribeirão, cada entidade que participar lá, é uma entidade a menos que irá bater na nossa porta”. Diz que não deixaram algumas empresas de fora entrarem no parque para não atrapalhar a Festa do Arraial, e depois pensaram em convidá-las para serem parceiras pagando uma taxa para as Entidades e dentro disto ele sugere que se crie um “Parque Permanente” e que as empresas que participarem com seus brinquedos de diversão, pagaria uma taxa mensal para as Entidades. Diz que tem canais para verificar esta possibilidade. Diz que as comidas poderiam ficar por conta das Entidades. Ercília pede a palavra e diz que os eventos para angariar recursos financeiros são importantes e necessários, mas que precisamos pensar de que formar poderíamos criar meios para cativar o cidadão a conhecer os trabalhos das Entidades e também como ele poderia se tornar um voluntário, dentro dos eventos, pois se não, corremos o risco do cidadão participar dos eventos, consumir ou comprar algo para ajudar financeiramente as Entidades, e voltar para casa  sem conhecer os trabalhos e nem se interessar em ser voluntário, e perderíamos o principal objetivo do Coopera, que é promover a integração entre entidades e comunidade, desenvolvendo a cultura da paz através do Diálogo e Cooperação. Diz que a questão financeira vem em segundo lugar , podendo ser levado junto, e reforça a sugestão de que os eventos devem estar vinculados à Capacitação. E que todas as sugestões devem ser levadas ao grupo facilitador maior e depois à Assembleia Geral com todas as Entidades presentes. Argumentou quanto ao custo de tudo e que tudo tem que ser muito bem pensado para não se perder o Conceito do Coopera Ribeirão. Dresler colocou o exemplo da cidade agropecuária, que aos poucos toda a cidade ficou envolvida, e que o evento é uma parte da capacitação. Que a Entidade tem que ser como uma indústria: o que ela produz, tem que vender. Diz que as entidades fazem um trabalho maravilhoso, mas sem organização, e que o Coopera precisa ser organizado. Ercília recoloca que os eventos são importantes mas que precisam ser bem amarrados no conceito do Coopera e que tudo pode andar junto (capacitação e eventos). Dresler, Atílio Rossi, David colocam que a arrecadação financeira é prioridade, pois sem dinheiro, também não se pode fazer a capacitação e que o grupo precisa ter idéias claras. Que a questão patrimonial também precisa de dinheiro. Atilio Rossi se  propôe  a apresentar as idéias dos eventos ao grupo maior, por estar mais ao par para explicá-las, já que a maior parte das sugestões no momento partiu dele. O grupo concorda, e fica marcado para a próxima reunião. José William diz que não gostaria de argumentar nada hoje, por ser a primeira vez e que precisa primeiro conhecer melhor o trabalho. Ercília ficou de enviar a ATA  da Reunião à todos. David comentou que gostou muito de ter participado desta reunião, que gostaria de trazer outras pessoas para participar.  Os demais do Grupo disse que poderia se convidar para a Assembléia Geral com todas as Entidades, e que este grupo é representante de todas as Entidades, e que não convém o Grupo Facilitador ficar grande, pois fica inviável e muito difícil trabalhar idéias e tomar decisões.

 

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