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POR EMMANUEL
A FRANÇA NO SÉCULO XVIII - A independência
americana acendera o mais vivo entusiasmo no ânimo dos
franceses, humilhados pelas mais prementes dificuldades,
depois do extravagante reinado de Luís XV. O luxo
desenfreado e os abusos do clero e da nobreza, em proporções
espantosas, haviam ambientado todas as idéias livres e
nobres dos enciclopedistas e dos filósofos, no coração
torturado do povo. A situação das classes proletárias e dos
lavradores caracterizava-se pela mais hedionda miséria. Os
impostos aniquilavam todos os centros de produção,
salientando-se que os nobres e os padres estavam isentos
desses deveres. Desde 1614, não mais se haviam reunido os
Estados-Gerais, fortalecendo-se, cada vez mais, o
absolutismo monárquico. De nada valera o esforço de Luís
16 convidando os espíritos mais práticos e eminentes para
colaborar na sua administração, como Turgot e Malesherbes. O
bondoso monarca, que tudo fazia para reerguer a realeza de
sua queda lamentável, em virtude dos excessos do seu
antecessor no trono, mal sabia, na sua pouca experiência dos
homens e da vida, que uma nova era começava para o mundo
político do Ocidente, com transformações dolorosas que lhe
exigiriam a própria vida. Reunidos em maio de 1789 os
Estados-Gerais, em Paris, explodiram os maiores
desentendimentos entre os seus membros, não obstante a boa
vontade e a cooperação de Necker, em nome do Rei.
Transformada a reunião em Assembléia Constituinte, precedida
de numerosos incidentes, inicia-se a revolução instigada
pela palavra de Mirabeau.
ÉPOCA DE SOMBRAS - Derrubada a Bastilha, em
14 de julho de 1789 e após a célebre Declaração dos Direitos
do Homem e do Cidadão, uma série de reformas se verifica em
todos os departamentos da vida social e política da
França. Aquelas renovações, todavia, preludiavam os mais
dolorosos acontecimentos. Famílias numerosas aproveitavam a
trégua, buscando o acolhimento de países vizinhos, e o
próprio Luis 16 tentou atravessar a fronteira, sendo preso
em Varenas e reconduzido a Paris. Um mundo de sombras
invadia as consciências da França generosa, chamada, naquela
época, pelo plano espiritual, ao cumprimento de sagrada
missão junto à Humanidade sofredora. Cabia-lhe tão somente
aproveitar as conquistas inglesas, no sentido de quebrar o
cetro da realeza absoluta, organizando um novo processo
administrativo na renovação dos organismos políticos do
orbe,, de acordo com as sábias lições dos seus filósofos e
pensadores. Todavia, se alguns espíritos se encontravam
preparados para a jornada heróica daquele fim de século,
muitas outras personalidades, infelizmente, espreitavam na
treva o momento psicológico para saciar a sede de sangue e
de poder. Foi assim que, depois de muitas figuras notáveis
dos primórdios revolucionários, surgiram espíritos
tenebrosos, como Roberpierre e Marat. A volúpia da vitória
generalizou uma forte embriaguez de morticínio no ânimo das
massas, condizindo-as aos mais nefastos
acontecimentos.

CONTRA OS EXCESSOS
DA REVOLUÇÃO - A Revolução Francesa, desse modo, foi
combatida imediatamente pelas outras nacionalidades da
Europa, que, sob a orientação de Pitt, Ministro da
Inglaterra, sustentaram contra ela, e por largos anos, uma
luta de morte. A Convenção Nacional, apesar das garantias
que a Constituição de 1971 oferecia à pessoa do Rei,
decretou-lhe morte na guilhotina, verificando-se a excecução
aos 21 de janeiro de 1793, no local da atual Praça da
Concórdia. Em vão, tenta Luis XVI justificar sua inocência
ao povo de Paris, antes que o carrasco lhe decepasse a
cabeça. As palavras mais sinceras afluem-lhe aos lábios,
suplicando a atenção dos súditos, numa onda de lágrimas e de
sentimentos que lhe burburinhavam no coração, não obstante a
sua calma aparente. Renovam-se as ordens aos guardas do
cadafalso e rufam os tambores com estrépito, abafando as
suas afirmativas. A França atraía para si as mais
dolorosas provações coletivas nessa torrente de desatinos.
Com a influência inglesa, organiza-se a primeira coligação
européia contra o nobre país. Mas, não somente nos
gabinetes administrativos da Europa se processavam
providências reparadoras. Também no mundo espiritual
reunem-se os gênios da latinidade, sob a bênção de Jesus,
implorando a sua proteção e misericórdia para a grande nação
transviada. Aquela que fora a corajosa e singela filha de
Domrémy volta ao ambiente da antiga pátria, à frente de
grandes exércitos de Espíritos consoladores, confortando as
almas aflitas e aclarando novos caminhos. Numerosas
caravanas de seres flagelados, fora do cárcere material, são
por ela consuzidos às plagas da América, para as
reencarnações regeneradoras, de paz e de
liberdade.
O PERÍODO DO TERROR - A lei das compensações
é uma das maiores e mais vivas realidades do Universo. Sob
as suas disposições sábias e justas, a cidade de Paris teria
de ser, ainda por muito tempo, o teatro de trágicos
acontecimentos. Foi assim que se instalou o hediondo
tribunal revolucinário e a chamada junta de salvação
pública, com os mais sinistros espetáculos do patíbulo. A
consciência da França viu-se envolvida em trevas espessas. A
tirania de Robespierre ordenou a matança de numerosos
companheiros e de muitos homens honestos e dignos. Carlota
Corday entregou-se ao crime na residência de Marat, com o
propósito de restituir a liberdade ao povo de sua terra e
expiando o seu ato extremo com a própria vida. Ocasiões
houve em que subiram ao cadafalso mais de vinte pessoas por
dia, mas Robespierre e seus sequazes (entre eles Camille
Desmoulins, o implacável difamador e festejado herói da
revolução francesa - nota
nossa) não tardaram muito a subir
igualmente os degraus do patíbulo, em face da reação das
massas anônimas e sofredoras.
A CONSTITUIÇÃO - Depois de grandes lutas com
o predomínio das sombras, conseguem os genios da França
inspirar aos homens públicos a Constituição de 1795. Os
poderes legislativos ficavam entregues ao "Conselho dos
Quinhentos" e ao "Conselho dos Anciães", ficando o poder
executivo confiado a um Diretório composto de cinco
membros. Estabelece-se dessa forma uma trégua de paz,
aproveitada na reconstrução de obras notáveis do pensamento.
Os centros militares lutavam contra os propósitos de invasão
de outras potências européias, cujos tronos se sentiam
ameaçados na sua estabilidade, em face do advento das novas
idéias do liberalismo, e os políticos se entregavam a uma
vasta operosidade de edificação, vingando nesse esforço as
mais nobres realizações. Contudo, a França, depois de
seus desvarios de liberdade, estava ameaçada de invasão e
desmembramento. Povos existem, porém, que se fazem credores
da assistênica do Alto, no cumprimento de suas elevadas
obrigações junto de outras coletividades do planeta. Assim,
com atribuições de missionário, foi Napoleão Bonaparte,
filho de obscura família corsa, chamado às culminâncias do
poder.
NAPOLEÃO BONAPARTE - O humilde soldado corso,
destinado a uma grande tarefa na organização social so
século XIX, não soube compreender as finalidades da sua
grandiosa missão. Bastaram as vitórias de Árcole e de
Rívoli, com a paz de Campoformio, em 1797, para que a
vaidade e a ambição lhe ensombreassem o pensamento. ...
Sua fronte de soldado pode ficar laureada, para o mundo, de
tradições gloriosas, e verdade que ele foi um missionário do
Alto, embora traído em suas próprias forças; mas, no Além,
seu coração sentiu melhor a amplitude das suas obras,
considerando providencial a pouca piedade da Inglaterra que
o exilou em Sta. Helena após o seu pedido de amparo e
proteção. Santa Helena representou para o seu espírito o
prólogo das mais dolorosas e mais tristes meditações, na
vida do Infinito.
ALLAN KARDEC - A ação de Bonaparte, invadindo
as searas alheias com o seu movimento de transformação e
conquistas, fugindo à finalidade de missionário da
reorganização do povo francês, compeliu o mundo espiritual a
tomar enérgicas providências contra o seu despostismo e
vaidade orgulhosa. Aproximavam-se os tempos em que Jesus
deveria enviar ao mundo o Consolador, de acordo com as suas
auspiciosas promessas. Apelos ardentes são dirigidos ao
Divino Mestre, pelos gênios tutelares dos povos terrestres.
Assembléias numerosas se reúnem e confraternizam nos
espaços, nas esferas mais próximas da Terra
(Vide Curiosidades da
Codificação). Um dos mais lúcidos
discípulos do Cristo baixa ao planeta, compenetrado de sua
missão consoladora, e, dois meses antes de Napoleão
Bonaparte sagrar-se imperador, obrigando o Papa Pio VII a
coroá-lo na Igreja de Notre Dame, em Paris, nascia Allan
Kardec, aos 3 de outubro de 1804, com a sagrada missão de
abrir caminho ao Espiritismo, a grande voz do Consolador
prometido ao mundo pela misericórdia de Jesus-Cristo. (Do
livro "A Caminho da Luz", cap. XXII, ditado por EMMANUEL e
psicografado por Francisco Cândido Xavier, edição
FEB)
UM POUCO SOBRE OS REIS DE FRANÇA
LOUIS XVI
(1754-1793)
Com a morte de Louis XV em
1774, Louis XVI e Marie Antoinette foram proclamados reis, e
exclamaram "Que o Senhor nos proteja, pois somos jovens
demais para reinar!" Louis XVI e Marie Antoinette eram não
somente novos, mas, principalmente, despreparados para
governar; os esforços educacionais tinham se focalizado no
irmão mais velho de Louis XVI, que morreu prematuramente. As
qualidades naturais do novo monarca - piedade, lealdade,
sentido do dever, curiosidade e interesse na
tecnologia - não eram as requeridas de um
rei. E sua falta da presença pessoal
contrastava com a majestade de seus predecessores. Seu amor
pelo povo (que era recíproco) não poderia compensar a sua
total falta de decisão, que provou ser fatal para a
monarquia. Quando Louis XVI foi coroado rei da França, em
1774, tinha somente 20 anos de idade. Com o passar dos anos,
aprendeu a governar melhor. Começou, então, a fazer
mudanças. Aboliu o feudalismo e a tortura, restituiu a
cidadania aos protestantes e promoveu a reconvocação dos
Estados-Gerais. Todas as ações de Louis XVI tinham em vista
sempre um único objetivo: favorecer o povo francês e impedir
a sua revolta. As ações de Louis XVI foram direcionadas à
favor da maioria miserável francesa: os camponeses e os
escravos. Por muitos séculos, um sistema feudal desumano
estave em uso em toda a França, e os camponeses eram a
principais vítimas deste sistema. Compunham 75% da
população. A abolição do feudalismo deu à eles mais
liberdade. Representar as idéias do povo no governo,
levaria o governo para mais perto do povo. Um sistema, com
representantes de todas as províncias da França realizaria
esse intento. Louis XVI o conseguiu chamando o Estado-Geral
para o governo, em maio 1789. Este era formado por um grupo
de pares de deputados das cidades e províncias francesas. O
Estado-Geral não era utilizado pelos governos desde 1614.
Colocado originalmente ao mesmo nível do rei, Louis XVI teve
que aprovar todas as leis que lhe passaram, inclusive
remover as direitas dos nobres sobre os escravos e os
camponeses. Uma outra lei reduziu a potência da Igreja.
Dando força ao Estado-Geral, Louis XVI começou a usar as
idéias do povo no governo francês. Mas a França desejava
o fim da monarquia, de qualquer jeito, o que ocorreu em 10
de agosto de 1792. Satisfeito o desejo dos revolucionários,
Louis XVI foi afastado do trono e preso, com sua
família. Por um voto apenas, foi condenado à morte, mais
tarde, acusado de traição à França. Antes de sua morte,
Louis XVI declarou ao povo: "Espero que o derramamento de
meu sangue contribua para a felicidade de vocês e da França.
" Sua cabeça foi cortada fora em uma guilhotina. Sabiam
todos, no entanto, que Louis XVI , até o momento de sua
morte, era favorável à melhoria da França e do seu povo.
O trabalho de Louis XVI, como rei, antes e durante da
revolta francesa , não foi fácil. Com uma esposa
supostamente traidora (porque era estrangeira), e maus
ministros, Louis XVI conseguiu fazer o melhor em uma
conjuntura péssima. A chamada do Estado-Geral foi a
principal mudança para o melhor, assim como a abolição do
feudalismo, uma alteração necessária e urgente. Mas veio a
queda da monarquia e a morte do Louis XVI, e em seguida a
morte de quase toda sua família. (Tradução
AltaVista) copyright 1995 - Peder Larson
(http://www.cas.usf.edu/english/walker/mla.html)
MARIE ANTOINETTE
(1755-1793) Marie Antoinette nasceu Antonia
de Lorraine em 2 de Novembro de 1755 em Vienna, Austria. Ela
era a filha mais jovem e mais bela de Francisco I e Maria
Theresa, imperadores da Austria. Marie Antoinette estava
destinada a tornar-se Rainha de França. Ela desposou o
príncipe herdeiro em 1770, aos 14 anos de idade. Quatro anos
depois, tornou-se rainha quando seu marido foi coroado rei
Louis XVI. (Casa de Bourbon). A arquiduquesa Antonia
desenvolveu-se no ambiente altamente moral da corte da sua
mãe, Maria Theresa, uma líder forte e amada por seu povo.
Maria Thereza arranjou a união de Antonia com o Delfin
(príncipe da coroa) da França para cimentar uma aliança
entre Áustria e França. Em 1770, na idade quatorze anos ,
Marie Antoinette saiu de sua terra natal rumo ao palácio
francês de Versalhes, para casar-se. Louis, o noivo, nos
seus quinze anos, era tímido, gordinho, e um pouco apático.
Negligenciou seus deveres reais a favor da caça e do
funcionamento de sua loja de marcenaria. Também sofreu de
fimose, o que o impediu de gerar filhos pelos primeiros sete
anos de sua união. O povo, não sabendo nada disto,
responsabilizou Marie Antoinette pela sua falha em gerar
herdeiros para o trono - porque seria responsabilizada dessa
forma, frequentemente, por todas as coisas além de seu
controle.
Assim que chegou na corte francesa, Marie
Antoinette ocupou a suite da rainha, onde teve que observar
as obrigações impostas a uma soberana francesa : aparência
(toilette), recepções matinais, audiências, repastos
públicos, entre outras coisas. A obrigação preliminar da
rainha, naturalmente, era fornecer um herdeiro para a
dinastia, mas foi preciso esperar onze anos pelo nascimento
do primeiro Delfin (1781-1789). Combinando supostos romances
públicos com sua desatenção às rígidas normas da corte, a
jovem e rebelde rainha foi enredada numa teia de maldades
que nunca diminuiu mesmo quando, mais tarde, devotou a maior
parte de seu tempo a suas quatro crianças: Madame Royale, o
primeiro Delfin, uma outra filha que morreu na infancia, e o
futuro Louis XVII (1785-1795). A partir do nascimento dos
filhos, Marie Antoinette conscientizou-se de sua condição de
casada, transformando-se em esposa e mãe
devotada.
Em 1789, irrompeu a Revolução Francesa. Suas
causas foram muitas, mas a grande fúria dos revolucionários
se focalizou em Marie Antoinette. Em 5 de outubro, uma
multidão de mulheres parisienses marchou sobre Versalhes,
pedindo aos gritos o sangue da rainha. Alguns membros da
multidão eram homens, na verdade, vestidos de mulher, sob a
desculpa de era menos provável que as tropas reais ateassem
fogo nas mulheres. A família real permaneceu prisioneira
por anos. Em 1791, , espalharam-se boatos de que Axel
Fersen, suposto amante de Marie Antoinette, teria arranjado
a fuga da família real. O plano era para Louis e Marie
Antoinette sair de Paris em um carro pequeno, rápido; suas
crianças viajariam em separado, para evitar suspeitas. Mas
Marie Antoinette recusou-se a deixar as crianças, insistindo
que a família deveria seguir unida, em um carro maior,
embora mais lento. Foi uma decisão que selou seu destino,
porque a família real foi reconhecida e presa, na vila de
Varennes. (Fersen, que dirigia o carro de fuga, sobreviveu à
revolução francesa, mas foi assassinado em 1809, na Suécia,
por revolucionários suecos.)
Depois que tentativa fracassada de fugir de
Paris, Marie Antoinette continuou a procurar ajuda, dentro e
fora da Fraça. Porque o rei era apático, restou-lhe negociar
com os revolucionários no interesse da família real. Também
incitou secretamente a Áustria a interceder em França.
Quando a Áustria e Prussia declararam guerra à França, Louis
e Marie foram acusados de passar segredos militares ao
inimigo. Em 10 de Agosto de 1792, a família real foi presa
sob suspeita de traição e, em 21 de Janeiro de 1793, o rei
Louis XVI foi condenado e executado na guilhotina. Após a
morte de Louis, seu irmão (Louis futuro XVIII), que havia
escapado da França anos antes, proclamou Louis Charles,
filho de Marie Antoinette, para ser o novo rei da França.
Por vários meses após a morte do pai, Louis Charles e sua
irmã, Marie Therese Charlotte, permaneceram na prisão com
Marie Antoinette. As crianças adoeciam freqüentemente, e a
rainha preocupava-se com eles, sem muito poder fazer. Malévolamente, os
carcereiros decidiram separar Charles Louis de sua mãe, e
ele foi colocado na cela abaixo da dela, onde ela poderia
ouvi-lo gritar. Algumas semanas mais tarde, Marie Antoinette
foi separada de sua filha, também. A rainha foi retirada
dali no meio da noite e levada à uma cela sórdida, na
Conciergerie. Louis Charles e Marie Therese Charlotte
permanesceram no templo. Nunca viram sua mãe outra
vez. Marie Antoinette foi tratada cruelmente durante seus
dias finais de cativeiro. Suas crianças foram afastadas
dela, e sua melhor amiga, a Princesa de Lambelle, foi morta
e sua cabeça posta sobre um pólo e exibida em desfile na
frente da rainha. Marie Antoinette seguiu o destino de seu
marido e foi guilhotinada em 16 de outubro de 1793. Exposta
ao escárnio público, através das ruas de Paris, em um carro
aberto, manteve sua dignidade até o final. No cadafalso
pisou acidentalmente no pé do executor, e suas últimas
palavras foram, "Senhor, eu peço seu perdão. Eu não tive
intenção. " Certamente não é verdade que tenha dito: "Se
o povo não tem pão, que coma brioche!", ou: "o povo que
morra de fome!". Como mulher e estrangeira, fizeram dela um
bode expiatório conveniente para os problemas da nação, e
parece que nenhuma calúnia contra ela era demasiado rude,
pois se acreditava em tudo que se dizia dela. Marie
Antoinette foi executada sem provas para os crimes de que
foi acusada. (Fonte: Internet - Tradução
AltaVista)
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VOCÊ SABIA?
O uso da GUILHOTINA foi
abolido na França apenas em
9.10.1981 |
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