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"Uma
publicidade, numa larga escala, feita nos órgãos mais divulgados,
levaria ao mundo inteiro,
e até aos lugares mais recuados, o
conhecimento das idéias espíritas, faria nascer o desejo
de
aprofundá-las, e, multiplicando os adeptos, imporia silêncio aos
detratores que logo
deveriam ceder diante do ascendente da opinião."
ALLAN KARDEC - (Obras Póstumas, Projeto
1868) |
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"Quanto mais se agiganta a evolução na Terra, mais amplos
se fazem os órgãos informativos." (Opinião Espírita,
prefácio)
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"Os espíritas, em todos os quadrantes da atividade
terrestre, podem e devem esculpir, sobretudo, nas próprias ações, o
conceito espírita que lhes dirige as convicções."
(Idem)
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"Conduta espírita é divulgar, por todos os meios lícitos,
os livros que esclareçam os postulados espíritas, prestigiando as obras
santificantes que objetivam o ingresso da Humanidade no roteiro da
redenção com Jesus." (CE, 41)
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"Em todas as circunstâncias, é preciso lembrar-se que o
Espiritismo expressa, antes de tudo, obra de educação, integrando a alma
humana nos padrões do Divino Mestre." (CE, 42)
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"A biblioteca espírita é viveiro de luz."
(Idem)
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"Sem Allan Kardec não teríamos a autoridade terrestre,
reunindo fatos e deduções na formação da Doutrina e, depois do
Codificador, tivemos no mundo toda uma plêiade de missionários
corporificados na forma física, organizando empreendimentos e
realizações." (Sol nas Almas, 57, CEC)
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"Honremos os livros dos espíritos, nas letras mediúnicas
que desdobram os primores da Codificação, à luz do Evangelho, mas
reverenciemos também os livros dos espíritas valorosos e sinceros que
são na Terra, abnegados apóstolos do Senhor." (Sol nas Almas, 57,
CEC)
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"A Humanidade tem tanta necessidade do conhecimento
espírita, como precisa de pão ou de antibiótico, que devem ser
fabricados e armazenados antes que a infecção contamine o corpo ou que a
fome apareça." (Sol nas Almas, 56, CEC)
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"Allan Kardec começou o trabalho doutrinário publicando as
obras da Codificação e instituindo uma sociedade promotora de reuniões e
palestras públicas, uma revista e uma livraria para a difusão inicial da
Revelação Nova, o Espiritismo." (Opinião Espírita, 37,
CEC)
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"O Espiritismo não dispensa as obras que lhe exponham a
grandeza." (Idem)
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"O Espiritismo possui a sua maior força nas realizações e
no exemplo de seus seguidores, em cujo rendimento para o bem comum se
lhe define a excelência." (Idem)
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"Muitos observadores perguntam por que motivo o ardor dos
Espíritas na preservação e na divulgação dos ensinamentos que
abraçaram..." (Sol Nas Almas, 56, CEC)
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"Por que tamanho interesse por uma doutrina que insiste em
prestigiar as manifestações e as palavras dos mortos, se os homens estão
chumbados ao solo do mundo, com as necessidades e problemas do mundo?"
(Idem)
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"O conhecimento espírita, na essência, é tão importante no
reino da alma, quanto a alfabetização nos domínios da vida comum."
(Idem)
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"Se o menino de hoje será o homem de amanhã, o espírito
encarnado agora será o espírito desencarnado no futuro." (Sol nas Almas,
56)
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"A imprensa espírita cristã representa um veículo de
disseminação da verdade e do bem." (Conduta Espírita, 14,
FEB)
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"Apoiemo-la na expansão necessária, iniciando-lhe a
propaganda no exemplo individual e estendendo-a através do livro, do
impresso avulso, da palavra, da preferência, da atitude." (Sol nas
Almas, 56, CEC)
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"À medida que se nos intensifica a madureza de espírito,
categorizamo-nos à conta de semeadores nas almas." (Sol nas Almas,
23)
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"A maior mensagem descida dos Céus à Terra, para dignificar
a vida e iluminar o coração, surgiu das palavras inesquecíveis de Jesus
que procurava o povo e do povo que procurava Jesus." (Opinião Espírita,
10)
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"No Espiritismo temos responsabilidade pessoal com o
Cristo." (O Espírito da Verdade, 26)
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"Há companheiros que se dizem contrários à divulgação
espirita. Julgam vaidade o propósito de se lhe exaltar os méritos e
agradecer os benefícios nas iniciativas de caráter público. Para eles,
o Espiritismo fala por si e caminhará por si. Estão certos nessa
convicção mas isso não nos invalida o dever de colaborar na extensão do
conhecimento espírita com o devotamento que a boa semente merece do
lavrador. - O ensino exige recintos para o magistério. O Espiritismo
deve ser apresentado por seus profitentes em sessões públicas. - A
cultura reclama publicações. O Espiritismo tem a sua alavanca de
expansão no livro que lhe expõe os postulados. - A arte pede
representações. O Espiritismo não dispensa as obras que lhe exponham a
grandeza. - A indústria requisita produção que lhe demonstre o
valor. O Espiritismo possui a sua maior força nas realizações e no
exemplo dos seus seguidores, em cujo rendimento para o bem comum se lhe
define a excelência. Não podemos relaxar a educação espírita,
desprezando os instrumentos da divulgação de que dispomos a fim de
estendê-la e honorificá-la. Allan Kardec começou o trabalho doutrinário
publicando as obras da codificação e instituindo uma sociedade promotora
de reuniões de palestras públicas, uma revista e uma livraria para a
difusão inicial da Revelação Nova. Mas não é só. Que Jesus estimou a
publicidade, não para si mesmo, mas para o Evangelho, é afirmação que não
sofre dúvida. Para isso, encetou a sua obra aliciando doze agentes
respeitáveis para lhe veicularem os ensinamentos e ele próprio fundou o
cristianismo através de assembléias públicas. O "ide e pregai"
nasceu-lhe da palavra recamada de luz. E compreendendo que a Boa Nova
estava ameaçada pela influência judaizante em vista da comunidade
apostólica confinar-se de modo extremo aos preceitos do Velho Testamento,
após regressar às Esferas Superiores, comunicou-se numa estrada vulgar,
chamando Paulo de Tarso para publicar-lhe os princípios junto à
gentilidade a que Jerusalém jamais se abria. Visto isso, não sabemos
como estar no Espiritismo sem falar nele ou, em outras palavras, se
quisermos preservar o Espiritismo e renovar-lhe as energias, a benefício
do mundo, é necessário compreender-lhe as finalidades de escola e toda
escola para cumprir seu papel precisa divulgar." (André Luiz, Opinião
Espírita, cap. 37, Editora CEC)
CONDUTA
ESPÍRITA NA DIFUSÃO DOUTRINÁRIA:
NA
PROPAGANDA
Escudar-se na humildade constante, ao desenvolver qualquer
atividade de propaganda doutrinária, evitando alarde, sensacionalismo,
demonstrações publicitárias pretenciosas ou métodos de ação suscetíveis de
perturbar a tranqüilidade pública. Incentivar o intercâmbio fraterno entre as pessoas e as
organizações doutrinárias, através de cartas e publicações, livros e
mensagens, visitas e certames especializados, buscando a unificação das
tarefas e o esclarecimento comum. Usar com prudência ou substituir toda expressão verbal que
indique costumes, práticas, idéias políticas, sociais ou religiosas,
contrárias ao pensamento espírita, quais sejam sorte, acaso, sobrenatural,
milagre e outras, preferindo-se, em qualquer circunstância, o uso da
terminologia doutrinária pura.
NA
TRIBUNA
Palestrar com naturalidade, governando as próprias emoções,
sem azedume, sem nervosismo e sem momices, fugindo de prelecionar mais que
o tempo indicado no horário previsto. Calar qualquer propósito de
destaque, silenciando as exibições de conhecimentos, e ajustar-se à
Inspiração Superior, comentando as lições sem fugir ao assunto em pauta,
usando simplicidade e precatando-se contra a formação de dúvida nos
ouvintes. Respeitando pessoas e instituições, nos comentários e nas
referências, nunca estabelecer paralelos ou confrontos suscetíveis de
humilhar ou ferir. Sustentar a dignidade espírita diante das assembléias,
abstendo-se de historietas impróprias ou anedotas
reprováveis.
NA
IMPRENSA
Escrever com simplicidade e clareza, concisão e
objetividade, esforçando-se pela revisão severa e incessante, quanto ao
fundo e à forma, de originais que devam ser entregues ao
público. Empregar com parcimônia e discernimento a força da imprensa,
não atacando pessoas e instituições, para que o escândalo e o estardalhaço
não encontrem pasto em nossas fileiras. Selecinar atentamente os originais
recebidos para publicação, em prosa e verso, de autores encarnados ou de
origem mediúnica, segundo a correção que apresentarem quanto à essência
doutrinária e à nobreza da linguagem. Sistematicamente, despersonalizar,
ao máximo, os conceitos e as colaborações, convergindo para Jesus e para o
Espiritismo o interesse dos leitores. Purificar, quando não se puder
abolir, o teor dos anúncios comerciais e das notícias de caráter
mundano.
NA
RADIOFONIA, TELEVISÃO E OUTROS
Divulgar, em cada programa de rádio, televisão, ou programas
outros de expansão doutrinária, conceitos e páginas das obras fundamentais
do Espiritismo. Por nenhum motivo, desprezar o apuro e a melhoria dos
processos técnicos no aprimoramento constante das programações, a fim de
não prejudicar a elevação do ensino. Nos comentários, palestras e
citações, esquivar-se de alusões ofensivas ou desrespeitosas aos direitos
e às idéias alheias, especialmente àquelas que se refiram às crenças
religiosas e aos interesses coletivos. Comunicar sinceridade e sentimento
aos conceitos que irradia, jamais apresentando estudos e páginas
doutrinárias, pelas emissoras, de modo automático, sem meditar no que
esteja falando ou lendo para os ouvidos alheios. (Conduta Espírita, 13,
14, 15, e 16, FEB)
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