As religiões da Grécia e da Roma Antiga desapareceram. Mas o legado de seus mitos e heróis continua presente até hoje até nossos dias. Estes já não pertencem à teologia, mas às artes e à literatura. Deuses que tinham inveja, paixões terrenas e além de tudo, um encanto que até hoje não foi esquecido. 
De 800 a 330 a.C. a crença nos deuses gregos alcançou o seu auge. Muitas divindades foram adotadas, sob diferentes nomes, pelo Império Romano. Os gregos acreditavam que a Terra fosse chata e redonda, e que seu país ocupava o centro da Terra, sendo seu ponto central, por sua vez, o Monte Olimpo, residência dos deuses, ou Delfos, tão famoso por seu oráculo. 
No Monte Olimpo, os deuses se reuniam quando eram convocados por Zeus. Era também no grande salão de seu palácio que os deuses se regalavam com ambrosia e néctar, seu alimento e bebida, sendo o néctar servido pela deusa Hebe. As túnicas eram tecidas por Atena e Hefesto era o ferreiro e o arquiteto, nasceu coxo e sua mãe Hera ficou tão aborrecida que o atirou para fora do céu; mais tarde recebe Afrodite como esposa como forma de gratidão de Zeus pelos seus serviços, mas esta tinha outros casos amorosos. 
Apolo, deus da arte de atirar com o arco, da profecia e da música, era filho de Zeus e Latona, e irmão de Artemis. Era deus do sol, como sua irmã Artemis era deusa da lua. Eros, deus do amor, era filho de Afrodite e seu fiel companheiro, armado com seu arco desfechava setas do desejo no coração dos homens e dos deuses. 

Ares era o deus da guerra. Hermes o deus do comércio, da luta e de outros exercícios, era o mensageiro de Zeus. Deméter era deusa da agricultura, mãe de Perséfon, rainha do mundo dos mortos. Baco representava não só o poder embriagador do vinho, mas suas influências benéficas. 

Mitos Gregos

Prometeu e a Caixa de Pandora

Orfeu & Eurídice

As Aventuras de Perseu

O Toque de Midas

O pomo da discórdia

Perséfone

Atlântida

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