17- Joãozinho volta da escola todo animado e vai falar com a mãe:
- Hoje nós tivemos aula de educação sexual, mãe! A professora falou de pênis, vagina, seios, testículos... Tudo!
- Que bom, meu filho! - aplaudiu a mãe.
E em seguida o garoto foi para o quarto.
Depois de algum tempo, a mãe chama o garoto pra almoçar, mas ele não atende. Então ela resolve ir até o quarto e o pega no flagra, se masturbando. O garoto toma um susto danado e a mãe diz:
- Depois que você terminar a lição de casa você vem almoçar?

18- Em um bairro de classe média de Pintamonhangaba, haviam três vizinhas que sempre penduravam as roupas no mesmo varal, nos fundos de suas casas: Sofia, Sotia e Somãe. Todas as vezes que chovia, Sofia e Sotia tinham que
correr para pegar as roupas e, mesmo assim, elas já estavam completamente ensopadas.
- Assim não dá! - resmungou Sofia para Sotia, certa vez - Como será que a Somãe faz pra saber quando vai chover? Ela nunca põe as roupas pra secar quando chove!
- Eu estou ouvindo tudo! - advertiu Somãe, saindo de sua casa - Vocês querem mesmo saber como faço pra saber quando vai chover? Pois eu vou contar! Eu e meu marido dormimos completamente nús e, assim que eu acordo, olho pro
pênis dele. Se estiver pro lado esquerdo, não vai chover! Então eu estendo as roupas tranqüilamente. Agora, se o danado estiver pro lado direito, é chuva na certa! Aí eu deixo pra estender as roupas no dia seguinte!
- Tá brincaaaaaando! - exclamou Sofia, de boca aberta - Mas pera um pouco! E se o pinto dele estiver pra cima?
- Ah, vocês acham que eu vou lavar roupa num dia desses?

19- Uma linda mulher, que não era a Julia Roberts, estava em viagem pelo nordeste quando conheceu um negão forte, de dois metros de altura. Foi amor à primeira vista! Só tinham dois problemas: ela era casada e ele se
recusava a dizer o seu nome. Mas isso não atrapalhou o romance. Depois de quinze dias da cama pra praia, da praia pra cama, ele deu o braço a torcer:
- Tudo bem, eu vou falar o meu nome... Eu me chamo Neve!
A mulher não conteve o riso. Gargalhou, deitou, rolou, chorou e Neve se ofendeu:
- Você é igual às outras! Está zombando de mim...
- Não, Neve! - disse ela, ainda rindo - Estou pensando da cara do meu marido quando eu disser que peguei 30 centímetros de Neve todos os dias no nordeste!

20- Depois que a mulher entrou no oitavo mês de gravidez, o marido se encontra condenado a dormir no sofá.
Uma noite, quando ele se prepara para passar mais uma noite de cão, a mulher o fita com ar de compaixão. Ela entende que ele é apenas um homem e que ele tem necessidades que ela não tem condições de satisfazer.
Então, num ato de bondade, ela pega uma nota de 100 na carteira e dá ao marido:
- Meu amor - diz ela - por minha causa você não dorme direito e eu não tenho como te proporcionar aquilo que te dá tanto prazer. Toma, pega essa grana e vai na vizinha. Ela vai concordar em transar com você. Mas lembre-se que é
uma única vez, certo? Estou fazendo isso por você, só porque te amo!
O marido nem acredita. Ele pega rapidinho o dinheiro antes que a mulher mude de idéia e vai correndo para a casa da gostosa da vizinha. Alguns minutos depois ele volta decepcionado. Devolve a nota para a mulher e explica:
- Ela disse que é pouco. Ela quer 200.
A mulher fica louca da vida e explode:
- Desgraçada! Quando ela estava grávida e o marido dela veio aqui, eu só pedi 100...

21- O sujeito está passando por um terreno baldio, quando vê um outro faturando uma anã atrás de um pilha de tijolos.
- Comendo, hein? - comenta, ele.
- Não! Só estou fazendo um lanchinho!

22- O japonês conseguiu arranjar uma namorada gostosíssima, mas
nunca tinha feito sexo com ela, porque tinha medo de não
conseguir satisfazê-la, dado o tamanho do seu órgão genital.
Até que um dia, ele foi buscá-la em casa e encontrou-a só de
calcinha.
- Eu quero hoje! - ela pediu, lânguida.
- Non, japonês só pode fazer sexo depois de casado, né?
- Então, você só põe a cabecinha...
Aí ela fez um biquinho tão lindo que o japonês não agüentou e
voou pra cima da moça.
Empolgado, esqueceu-se da promessa e pôs tudo.
A garota começou a gemer e implorou:
- Vai, japonês... coloca tudo!
- Non... non... trato é trato!

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