Ser Espírita
É ter fé no futuro, razão pela qual coloca os bens espirituais acima dos bens
temporais.
É
estudar as suas próprias imperfeições e trabalhar incessantemente em combatê-las.
É
não se comprazer em rebuscar os defeitos alheios, nem ainda, em evidenciá-los.
É
ser indulgente com as fraquezas alheias, porque sabe que também necessita de
indulgência.
É
não alimentar ódio, nem rancor, nem desejos de vingança. A exemplo de Jesus,
perdoar e esquecer as ofensas, e só de benefícios se lembrar.
É
tomar por guia a caridade, em quaisquer circunstâncias.
É
respeitar nos outros, todas as convicções religiosas e não lançar anátema
aos que como ele não pensam.
É
depositar fé em Deus, na sua justiça e na sua sabedoria. Saber que sem a
permissão Divina nada acontece e se lhe submeter à vontade em todas as coisas.
É
fazer o bem pelo bem, sem esperar restituição e retribuir o mal com o bem,
tomando a defesa do fraco contra o forte e sacrificar sempre o seu interesse à
justiça.
O
grande ideal espírita é levar, na linguagem mais simples e acessível, a
esperança e o consolo a milhões de seres humanos que ainda se debatem na dor,
na ignorância e no desespero. Allan Kardec, no Livro dos Médiuns cap. XXIX nos
diz “que um dia, sob a bandeira do Espiritismo, os homens estariam unidos por
um único sentimento: o da fraternidade, trazendo o cunho da caridade cristã”.
Reconhece-se o verdadeiro espírita, pela sua transformação moral, e pelos
esforços que emprega, para domar suas más inclinações.