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No hálito
fétido
Da noite,
Na Cidade nua,
O silêncio
Detém-se,
No intervalo,
Das paredes…
No vermelho-barro,
Dos tijolos…
Na erubescência,
Das portas néon – entreabertas,
Solícitas…
No fim dos degraus,
Junto ao corrimão…
Na mulher gorda,
De mãos nas ancas – descobertas…
No ar rarefeito,
Do quarto – comprometido…
Nas janelas,
Que nada sabem – divulgadas,
Junto à cama…
E no corpo
Deixado, adormecido,
Com ferros nos braços…
Na dúvida:
Como se chama?
Jorge Humberto
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