
A idéia
é ganhar o mundo.
O resto a gente vê
depois..
Foi
numa segunda-feira de muito ócio nos corredores do curso de
jornalismo da Ufsc que um bando de malacos desocupados resolveu protestar
contra a participação de um colega, o jovem Rhodrigo
Deda (não-oficialmente autobiografado no clássico "O
Deconhecido"), no programa Observatório da Imprensa. A
campanha "Fora Deda!", como ficou posteriormente conhecida,
foi massivamente aprovada por alunos, professores e funcionários
do curso e serviu para lançar as bases, cerca de meia-hora
depois, de outra campanha: "Fora Deda! Queremos o Hugo no Observatório
da Imprensa!", que também serviu de base para, depois
de uns dez minutos, a criação da lendária Chapa,
Hugo, meu chapa.
Mas por quê o Hugo? Quem é esse maldito Hugo? (vide resposta
no link Hugo quem?. Por ene razões,
o mítico Plácido Hugo foi escolhido para encabeçar
a campanha que, até então, varreria os últimos
resquícios de bunda-molice e estupidez do Centro Acadêmico.
Até
então tudo corria bem. A chapa - até então única
concorrente ao C.A. - era amplamente conhecida e despejava seus planos
de ocupação em todos os corredores do curso, até
que uma caloura revoltadinha com os ofensivos cartazes da Chapa,
Hugo, meu chapa, resolveu montar uma chapa em oposição.
Não ao C.A., mas sim em oposição ao nosso chapa
Hugo. Contando com o apoio de outros bunda-mole (vai ficar no singular,
sim!) e alguns traíras (que não se sentiram bem ao ver
sua vida retrada no clássico "O Deconhecido"), sacanearam
durante os dias eleição dispondo a urna na hora que
bem entendiam e mudando as datas de votação sem aviso
prévio. Resultado: vitória da outra chapa, conhecida
nos meios acadêmicos como "chapa caga-pau que não
sabe organizar trote".
Porém,
como está escrito em algum lugar da boa e velha Bíblia,
"a vingança vem a cavalo, mas o Hugo virá à
pé". Tanto é que nem precisamos mexer um dedo para
comprovar a bunda-molice dos atuais posseiros do C.A. Essas figuras
"organizaram", em menos de três meses, a pior das
oito edições do Quebra-Tudo e o trote mais débil
mental já visto na Ufsc.
Mas
a história continua...

|













|