Está com dúvida na hora de escolher seu game!!!!!
Confira Abaixo Alguns dos Melhores Games dos Últimos 30 Dias

 

MATRIX PATH OF NEO (1 DVD)
AÇÃO 3ª PESSOA SHOOTER
 

The Matrix: Path of Neo é o jogo que todos os fãs da trilogia esperavam encontrar quando jogaram "Enter the Matrix".

Ao invés de jogar com um personagem secundário, desta vez o centro das atenções será o Predestinado em pessoa, como o próprio nome do jogo já indica.

A história do jogo acompanha Neo na história dos três filmes, e o jogador poderá reviver todos os melhores momentos do cinema.

A empresa Shiny Entertainment, responsável pelo game, conseguiu inclusive reproduzir com fidelidade as batalhas contra as centenas de Agentes Smith, expandindo até mesmo o que se acreditava até então serem os limites da tecnologia dos consoles atuais, colocando simultâneamente na tela do demo 750 Agentes completamente animados sem nenhuma queda perceptível de performance, nem diminuição dos efeitos visuais.

Os jogadores, ao controlarem Neo, poderão fazer absolutamente tudo o que o héroi conseguia realizar no filme, como ver a Matrix em código puro, diminuir a velocidade da passagem do tempo para poder desviar-se de balas e até mesmo voar. É possível, inclusive, atacar Agentes como Neo fez no primeiro filme - "entrando" neles e depois explodindo-os de dentro para fora.

Criado com consentimento e sob consulta constante dos irmãos Wachowski, a história do game é absolutamente fiel à dos filmes e, como bônus, os irmãos acrescentaram um final alternativo, mais esperançoso do que o da trilogia original, apesar de não revelarem como seria esse final.

 

 

F.E.A.R (1 DVD)
NOTA 9.1 NA GAMESPOT

 

 


 

 



 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

F.E.A.R. (SHOOTER)
 

F.E.A.R.
Prepare seu coração e seu computador! É o medo na área

Então, a moda agora é brincar com os mortos. E não é um jogo de buraco, nem arrombar um túmulo para roubar um dente de ouro. Já nos deparamos com mortos de todas as espécies em diversos jogos, principalmente com as estrelas da "terra do pé junto", os zumbis de "Resident Evil". Mas a horda de mortos que volta para atacar os heróis ganhou um reforço criado pelos roteiristas de cinema. Os espíritos atormentados que voltam para nos confundir, assustar e nos fazer borrar as calças como em "Sexto Sentido", "O Chamado", etc.

Agora, num game de combate, além de soldados sanguinários e cruéis querendo encher a sua carcaça de chumbo, você terá que enfrentar o sombrio, o desconhecido, o mundo dos espíritos. E pelo que parece, meu amigo, pra ficar mais perturbador, tinha que ser o espírito de uma garotinha, não é? E não é só isso: ela tem um aliado canibal que comanda aqueles soldados que querem fazer estrogonofe com seu corpinho.

Como é de praxe em qualquer história desse naipe, o governo tem um maquiavélico programa secreto. E esse programa, como sempre, envolve a criação de soldados mais fortes, e mais obedientes, através de drogas ou da manipulação genética, nesse caso a clonagem.

Numa unidade do programa, junta-se a fome e a vontade de comer. Tais soldados obedientes são dominados psicologicamente por Paxton Fettel, um comandante que enlouquece, e que, além de ser canibal, tem poderes paranormais. Gente finíssima. E eles saem por aí felizes da vida pintando seu caminho com o sangue dos outros.

A unidade F.E.A.R. (First Encounter Assault Recon) composta de sujeitos cascudos, rudes, machos e treinados para situações "paranormais" é enviada para por ordem na casa e mostrar quem é que manda. E adivinha! Isso mesmo. Quem manda é o canibal Fettel. A unidade é exterminada. E agora? Agora é com você! Mas você não está sozinho. Junto com o que restou da unidade F.E.A.R. o Comandante Chefe vai te orientar.

Bom, como todos sabem, quando a história envolve mortos ou espíritos, vai ter suspense, medo, e com os sustos algum amigo seu vai dar um gritinho, se revelar e você vai zoá-lo até o fim dos dias. Mas isso não vem ao caso. Muito suspense e medo. Mas a culpa do medo é do fantasma da garotinha. Quando as luzes se apagarem e você ouvir os gritos dela, se segura. Haja detergente pra limpar o sangue das paredes.

Mas isso não deixa de ser um jogo de tiro, E como todo jogo de tiro, salvo algumas exceções, você vai ter que matar. E matar muito. E agora que o "Não" ganhou o referendo, você vai poder meter bala em tudo que andar ou rastejar sem a menor culpa. Armas pra isso você vai ter. Mas algumas vezes você vai ter que "sair no braço". Lembra daquela frase "amigo que é amigo não aparta briga, já chega dando voadora"? Siga esse conselho.

O jogo

Fora o singleplayer, no modo multiplayer temos Deathmatch e Team Deathmatch (nem precisa explicar que quem mata mais ganha) e modo Capture Flag, onde as equipes se enfrentam, tentando dominar a base do time adversário, quase como um jogo de paintball, só que com bala de verdade. É lógico que tem que ter banda larga.

Armamento

O armamento é o básico de qualquer jogo de tiro: submetralhadora, pistola, rifle de assalto, escopeta, lança-foguetes, granadas e todas as suas variantes mais poderosas. A granada merece um capítulo à parte. Quando o baile funk todo estiver querendo te pegar, e uma simples metranca não for dar conta, puxe o pino da granada e se esconda. Vai ser um estouro.

Diferente da maioria dos jogos, não dá pra carregar o arsenal todo no bolso da frente. Há um limite de três armas por vez, portanto equilibre o tipo de armamento que você leva para as diferentes situações.

Seu armamento é realmente poderoso, mas o dos clones também. Como é que fica?

Marcando o Ritmo

O armamento citado antes vai ser importantíssimo e deverá ser bem usado, pois as balas acabam. Mas seu corpo também será uma arma, e haverá horas em que você vai ter que socar, chutar, mandar uma voadora ou até perder o orgulho e correr.

Nesse jogo você é um super-soldado, com reflexos e força fantásticos. Mas os clones também. E aí? Para isso existem algumas ferramentas e entre elas, a sua própria cabeça. Ou seja, não é só entrar atirando. Observe os sinais, ouça os ruídos. Antes de correr e virar um alvo ambulante, saiba se proteger.

Sim, senhores! Ele voltou! O bullet time aquele velho efeito do Matrix e Max Payne veio para nos ajudar. Ao acionar seus reflexos ultra-rápidos e o bullet time entrar em ação, você terá tempo de se safar mandando mais alguns clones para a cova. É lógico que é limitado. Não dá pra sair usando a toda hora, mas ele se recarrega. Só que aqui ele se chama slowmo. Kits de recarga de saúde, de reflexos, coletes vão ser necessários para te ajudar nas horas criticas.

Inteligência Artificial

A Inteligência Artificial neste jogo é realmente impressionante. Os clones definitivamente não vão ficar apanhando para subir em cima de uma mísera caixa de madeira como os "bots" do Counter-Strike. Extremamente agressivos, reagem a qualquer barulho ou a qualquer luz, armam emboscadas, traçam estratégias de ataque dando cobertura entre si, atacam por diversos lados. Você vai ter que ficar alerta. E mesmo assim você vai sair com a lataria arranhada.

Suspense

Sim, você vai tomar grandes sustos dependendo do seu nível de concentração no jogo. E o suspense é um dos diferenciais desse jogo de tiro, realçado pelos cenários sombrios e efeitos sonoros impressionantes.

Medo, talvez, pois isso é uma questão pessoal, e os recursos usados para tal, nós já temos visto em alguns filmes famosos da atualidade. E nunca vou admitir que talvez eu tenha tido medo. Eu nego até a garotinha aparecer de novo.

Vídeo e máquina

É importante explicar: o jogo é pesadíssimo. Se você não tem a placa de vídeo mais animal do mercado, não tem pelo menos 1 Gb de RAM, mesmo com as configurações de detalhes, sombras e definições no mínimo, sua experiência vai ser pior do que dar de cara com a garotinha no escuro. Isso se você conseguir jogar. Há placas que mesmo em "overclock" não rodam o jogo.

Uma opção veio para atender às preces, orações, gritos e lamentos de quem odeia os filminhos entre fases. Agora você pode eliminá-los na configuração do jogo. O que não aconselho, senão você vai boiar na história.

Concluindo

Não há como negar que se trata de um jogo de shooter fora do padrão. O suspense associado com terror foi usado de forma competente e até pioneira, inspirado no cinema, apoiado por gráficos de extrema qualidade, efeitos sonoros e inteligência artificial que intensificam a experiência do jogo. Você vai tomar alguns sustos e se divertir. Mas nem tudo são prós.

Senhores, vamos aos contras. Screenshots da Internet enganam, tudo isso exige uma bela máquina. Basicamente a jogabilidade e diversão são severamente prejudicadas sem a máquina ideal, que a maioria das pessoas não possui, principalmente no quesito placa de vídeo. Há jogos de gráficos igualmente bem trabalhados que não exigem tanto. Isso influiu direta e negativamente nas notas do jogo.

 

CALL OF DUTY 2 (1 DVD)
NOTA 8.8 NA GAMESPOT

 

 

CALL OF DUTY 2 (1DVD) AÇÃO 1ª PESSOA

   
   1) Jogabilidade:
   Se o primeiro CoD agradou pela frenética e excelente jogabilidade, tudo indica que a continuação não vai deixar a peteca cair. A ação permanece contínua, não deixando que o jogador respire por muito tempo, considerando que ele deve avançar junto de seu pelotão para concluir a missão, enquanto surgem soldados inimigos de todos os lados.
   A demo oferece uma verídica investida americana no Egito, que apesar de ser única, já é o bastante para detalharmos alguns aspectos. A movimentação continua praticamente a mesma, entretanto um novo sensor de granadas lhe avisa quando uma destas bombas está para estourar perto de você. Outra alteração deste mesmo assunto explora que, ao lançar uma granada, você não precisa mais selecioná-la exclusivamente, interrompendo a ação de um armamento de fogo, como um riffle ou metralhadora; agora é possível usar uma tecla exclusiva para atirar o engenho contra os inimigos, sem a necessidade de trocar de arma.
   Outro ponto bastante evidente fora o sistema de danos, que mesmo mantendo a perfeição dos impactos dos tiros com o corpo do inimigo, parece ter sido melhorado e mais preciso, o que resultou em mortes mais realistas.
   Exceto por estes tênues pormenores, porém não menos importante, o pouco que se pode notar na jogabilidade de CoD 2 não trouxe tantas inovações. No demais, a jogabilidade na demo comprovou ter a mesma excelência apresentada em seu primeiro episódio.
   
 

   


   
   2) Gráficos:
   Uma totalmente nova engine gráfica trouxe a Call of Duty uma maior expressividade em seu visual, agora mais completo e realista. Embora tenhamos encontrado alguns bugs como este, pelo fato desta não corresponder a versão final, o (pouco) visto nesta demo consegue impressionar até mesmo os títulos mais contemporâneos. As skins sofreram uma remodelação e conseguem expressar melhor diferentes sensações pelas suas reproduções caricaturais. Explosões também mostraram uma intensidade maior, bem como os disparos na areia e os detalhes do solo.
   As belezas também são estendidas às texturas, efeitos de som e luz. Em geral, o comportamento gráfico acabou ficando relativamente pesado para configurações comuns, a relevar também que a demo não oferece tantas configurações de performance.
   
   3) Conclusão/Lançamento:
   Apesar de não parecer revolucionar como seu antecessor, Call of Duty 2 será mais uma daquelas inesquecíveis aventuras de tiro em primeira pessoa sobre a Segunda Guerra Mundial, com direito a possíveis expansões e tudo mais. Detalhes interessantes como a ação contínua que não permite o jogador se desprender um minuto sequer, mais um belo áudio – que repete o impecável repertório de músicas e sonoplastia – e um renovado sistema gráfico bastante aprazível, deverão fazer de CoD 2 obrigatório para todos os tipos de jogadores. Cabe ainda um parêntese pelos diálogos muito bem desenvolvidos entre os membros do seu esquadrão, que gritam avisando onde estão os inimigos, pedem cobertura para recarregar as armas, entre outras ações.
   O material disponível na demo mostra que a Infinity Ward não está para brincadeira, e que a continuação tem tudo para dar seqüência ao sucesso do primeiro jogo. Entretanto o que realmente não permitirá este título avançar mais um patamar do gênero será o seu próprio enredo – a batida Segunda Grande Guerra – que por mais diversificado que sejam as missões, tramas e cenários, ele muito provavelmente não trará nada de inovador no que este acirrado mercado já expôs até então.
   No Brasil, os jogadores podem esperar o lançamento do Call of Duty 2 na primeira quinzena de novembro, com distribuição da EA Brasil.
   
 

   
   

 

  

DUNGEONS AND DRAGONS DRAGONSHARD (1 DVD)
NOTA 8.5 NA GAMESPOT

DUNGEONS AND DRAGONS DRAGONSHARD (RPG & RTS)

Em Dragonshard, as aventuras e batalhas são divididas em dois mundos que se complementam oferecendo ao jogador um game multi-gênero.

Uma fusão inédita entre Estratégia em Tempo Real (RTS) e RPG. É o que oferece Dragonshard, novo game da Atari, distribuído no Brasil pela Moving Imagem e Editora. Inovando todo o conceito desses gêneros, Dragonshard aproveita o que há de melhor na jogabilidade dos dois, resultando em um jogo que combina muita magia, batalhas, heróis, cidades e missões.

Dragonshard já inova por seu cenário. Tudo ocorre em Eberron, o mais novo mundo do D&D “Dungeon & Dragons”, o universo do RPG. Eberron é inspirado na realidade humana e possui grandes cidades, corporações, transporte em massa e população numerosa, tudo afetado e regido pelo poder da magia, além de raças como elfos e anões.

A inovadora jogabilidade é o maior destaque do game. A aventura é separada em duas grandes partes. Na superfície há todo o universo de estratégia em tempo real. O jogador começa com um castelo que define o tipo de estruturas que serão construídas dentro das devidas limitações. Cada uma delas e suas posições devem ser escolhidas cuidadosamente. A proximidade ou a distância entre as construções afeta diretamente o tipo de unidades que podem ser produzidas, para que atendam a necessidade de combate de cada gamer.

À medida que vai adquirindo experiências as missões continuam, a equipe de heróis do jogador torna-se mais eficiente e numerosa, assim como sua cidade que começa a contar com diversos tipos de estruturas e construções.

Em outro mundo subterrâneo, o gamer encontra calabouços e aventuras caracterizando fielmente o RPG. Missões e quests devem ser concluídas, permitindo aos personagens que adquiram experiência. A evolução das unidades é feita através do seu acúmulo. Tudo o que é conquistado nas profundezas do RPG é usado em benefício dos soldados que vivem na luz da superfície RTS. Porém nada é tão simples quanto parece. Para adquirir todos os itens, tesouros e benefícios deste lugar, deve-se enfrentar uma quantidade diversa de inimigos e armadilhas que estão a espreita.

Nessa desafiadora conexão entre dois níveis de ação, o game apresenta uma ótima qualidade visual com cenários coloridos e efeitos mágicos singulares que fazem o jogador viajar entre os cenários. A dualidade de Dragonshard oferece ao gamer dois tipos de realidades para o jogo que, ao caminharem juntas, permitem muito mais dinâmica e ação para ambos os gêneros.

 

AGE OF EMPIRES 3 BR (3 CDs)
NOTA 8.2 NA GAMESPOT

 

 

 

 

 

 

AGE OF EMPIRES 3 BR

Acho que todo mundo que tem um computador, sabe ler e joga jogueenhos já ouviu falar de Age of Empires. Se não ouviu, tá na hora de voltar pra realidade. Uma das séries que popularizou o RTS junto com títulos como Warcraft e Command & Conquer, a série ainda é jogada pelo mundo. Após passar por Roma, pela Idade Média e chegar até a mitologia, agora a série chega ao novo mundo.

O jogo basicamente toma onde o Conquerors parou. A chegada e a tomada da América pelos Europeus. Mas diferente do Conquerors, agora os nativos não serão mais uma "nação" jogavel, e sim parte do ambiente. Existem 8 nações: Igleses, Portugueses, Espanhois, Franceses, Holandeses, Alemães, Russos e Turcos. Cada um com unidades especiais, set de vozes e tudo mais.

O jogo segue o esquema básico. Você tem três recursos: comida, madeira e ouro. E constroi sua colonia e treina soldados. Simples como todo RTS. Mas existem muitos fatores que tornam AoE III único. O primeiro e mais notável é o "Home Town", sua cidade natal que cresce conforme você vence jogos e etc. Conforme a cidade cresce você recebe Cards. Cada card dá um bônus, ou treina unidades, ou dá construções de graça. Algumas construções como fortes você só tem através desses cards.

Você pode construir vários sets de cards diferentes, dessa maneira aumentando muito a gama de estratégias que podem ser usadas. Você pode montar um set de cards especial para dar bônus na coleta de recursos, ou em ter um exército rápido. Ou ainda pode ter únidades especiais que só são alcançadas pelos cards.

O gráfico do jogo é muito bonito, assim como os detalhes. Pássaros voando em formação, bufalos com filhotes pastando, balas de canhão quicando no chão após acertar o alvo. O jogo não é muito pesado e você é capaz de rodar tudo muito bem com um computador médio. Mas se não diminuir os gráficos, espere perda de frames em combates com vários inimigos. Principalmente o combate maritmo é bem bonito, com os navios em escala atirando uns contra os outros.

O som não é nada excepcional, mas também não deixa a desejar. A atuação de vozes é interessante, e cada nação fala sua língua natal. O que gera situações engraçadas como acontece com os Portugueses. Quando o Explorador português morre e fala "Fui atingido! Não consigo me mover!". O som das armas e do ambiente é mediano e as músicas dão um ambiente certo.

O single player é bem divertido e é dividido em campanha e skirmish. No primeiro você segue a história da família Black, desde Malta até o Velho Oeste. O jogo faz de tudo pra não mostrar a Guerra Napoleônica ou a Revolução Americana. E na campanha você acaba encontrando personagens importantes como Bolivar e Washington. A AI é muito boa, e dá um bom desafio, atacando sempre que pode e acha que vai vencer, e recuando quando necessário.

No geral, não é um jogo que mereça um lugar no museu. Mas também não é um jogo que mereça passar despercebido. É Age of Empires como sempre foi. Um RTS rápido e simples que tenta passar um lado mais histórico. Muitas vezes é bem legal ver linhas e linhas de musketeers avançando contra tiros de canhão e o krai a quatro. Mas ver Russos e Turcos lutando no Texas pode ser um pouco esquisito para quem é viciado em história, como eu. Um jogo que merece ser jogado, mas não vai se tornar nenhum clássico.

 

 

 

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