Risco-país volta a fechar em alta e renova maior patamar desde fevereiro
Por: Equipe InfoMoney
18/05/06 - 18h10
InfoMoney
SÃO PAULO - Com os mercados emergentes ainda sob a preocupação de eventual prolongamento do ciclo de aperto monetário norte-americano, o risco Brasil voltou a fechar em alta nesta quinta-feira e renovou seu maior patamar desde o mês de fevereiro.
Recentes sinais de aceleração da inflação nos EUA elevaram os temores de que o Fomc possa promover novos ajustes no juro básico. Em adição, os preços das commodities passam por momento desfavorável, depois de uma escalada impressionante desde o início do ano passado, o que gera certa apreensão sobre a capacidade dos emergentes de obter divisas via exportação.
Vale notar, no entanto, que o rendimento dos Treasuries fechou em queda nesta quinta-feira, após indicadores mostraram um possível arrefecimento do crescimento econômico norte-americano.
Confira as cotações
O principal título da dívida externa brasileira, o Global 40, encerrou em alta de 0,36% na tarde desta quinta-feira, cotado a 124,05 centavos de dólar.
Risco país subiu
Refletindo o desempenho dos principais títulos da dívida externa brasileira, o indicador de risco Brasil calculado pelo conglomerado norte-americano JP Morgan encerrou a 263 pontos base, um aumento de 3 pontos base em relação ao último fechamento.


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