Paradoxo de Zeno![]() |
O corvo de Hempel![]() |
Em toda regra h� uma exce��o![]() |
O paradoxo do hotel |
O gato de Schr�dinger |
Frases Paradoxais![]() |
A viagem no tempo![]() |
Felicidade eterna![]() |
Paradoxo, em l�gica e matem�tica, � uma conclus�o aparentemente contradit�ria que � derivada do que parece ser uma proposi��o v�lida. Significa alguma coisa absurda ou que contradiz a si pr�pria: uma declara��o, proposi��o, ou situa��o que parece ser contradit�ria, mas que de fato �, ou pode ser verdadeira.
Muitos paradoxos mostram serem baseados em falsas premissas, argumentos, ou em pressuposi��es incompletas. Outros, no entanto, tem sido mais dif�ceis de resolver, e seu estudo tem contribu�do para o desenvolvimento da matem�tica moderna. Paradoxos s�o conhecidos desde o tempo do fil�sofo grego Zeno de Elea que viveu no s�culo 5.
Zeno of Elea foi um fil�sofo grego (c. 500 B.C.) cujo nome foi associado com paradoxos do infinito, sendo o mais simples deles o que envolveu a f�bula do her�i da guerra de Tr�ia:
Se Aquiles desloca-se de um ponto A para um ponto B ele deve primeiro viajar a metade da dist�ncia, ent�o a metade novamente, e assim por diante. Supondo-se que a dist�ncia de A para B � 1, a dist�ncia que Aquiles deve percorrer � a s�rie 1/2 + 1/4 + 1/8 + 1/16 + 1/32 + 1/64 + 1/128...Sabendo-se que h� uma infinidade de termos nessa s�rie, Aquiles jamais chegar� ao seu destino!
(The Zeno critical fluid experiment requires such a stepwise approach to a point in thermodynamic space so that the sample gets closer and closer to the critical temperature T subscript C without ever reaching it or going below it)
� 1997 Franz KiekebenSuponha que um ornitologista deseja determinar se todos os corvos s�o ou n�o s�o negros. A primeira coisa mais razo�vel para ele fazer � sair por a� e olhar para corvos. Se ele encontrar pelo menos um que n�o seja negro, provar� que nem todos os corvos s�o negros. Se, por outro lado, ele v� milhares de corvos e cada um deles � preto, ent�o refor�a a proposi��o de que todos eles s�o de fato negros. Se nenhuma quantidade de observa��es pode conclusivamente provar a hip�tese, cada novo corvo preto encontrado prov� evid�ncia adicional para isso.
Mas agora suponha que nosso ornitologista, depois de observar milhares de corvos, tone-se cansado de olhar para eles, e decida tentar um m�todo diferente:
A declara��o "todos os corvos s�o negros" � logicamente equivalente � declara��o "todos os objetos n�o-negros s�o n�o-corvos". Quando voc� v� um c�u azul, um submarino amarelo, ou qualquer outro n�o-preto n�o-corvo, ap�ia a proposi��o que todos os objetos n�o-negros s�o n�o-corvos. Mas nesse caso, isso tamb�m ap�ia a proposi��o que todos os corvos s�o negros. Portanto, o que tem de ser feito � olhar ao redor em objetos ordin�rios para adquirir evid�ncia que todos os corvos s�o negros! N�o � necess�rio sair por a� pelas matas � procura de corvos, desde que cada n�o-preto n�o-corvo � tamb�m evid�ncia para tal hip�tese. Este � o paradoxo conhecido como "o corvo de Hempel", denominado depois de Carl Hempel, que o descobriu em 1946.
Mas como vendo um polegar verde ou uma pantera cor-de-rosa pode-se refor�ar a evid�ncia de que todos os corvos s�o negros? Talvez a resposta seja que isso refor�a a evid�ncia, mas somente por uma pequena quantidade. Desde que h� muito mais n�o-negros n�o-corvos no universo do que corvos negros, n�o � uma boa id�ia tentar confirmar a hip�tese de que todos os corvos s�o negros investigando coisas n�o-pretas. Em princ�pio, no entanto, isto pode ser feito. A evid�ncia que cada n�o-preto n�o-corvo adiciona � proposi��o pode ser infinitesimal mas, n�o obstante, � real.
Infelizmente nossas dificuldades n�o param a�. O que o nosso ornitologista n�o notou � que um submarino amarelo n�o � meramente um exemplo de um n�o-preto n�o-corvo. � tamb�m um exemplo de (entre outras coisas) um n�o-branco n�o-corvo. Assim, um submarino amarelo prov� evid�ncia n�o somente para a proposi��o "todos os corvos s�o negros", mas tamb�m para a proposi��o "todos os corvos s�o brancos". Mas como pode ser poss�vel para um fato suportar duas reivindica��es contradit�rias?
Este n�o � realmente um paradoxo mas � inclu�do como ponto inerente da inconsist�ncia de uma declara��o. Suponha que uma declara��o � verdadeira, ent�o:
1. Toda regra tem uma exce��o.
2. Declara��o 1 � a regra.
3. Ent�o Declara��o 1 tem uma exce��o.
4. Ent�o toda regra n�o tem uma exce��o!
(While the inconsistency of the phrase "every rule has an exception" may not appear to be of importance it does in fact serve to illustrate the problems that can arise when a statement makes reference to itself. A further, and more disturbing from the mathematical point of view, example of this kind of difficulty is given in the paradox which claims to prove that every number can be described in twelve words or less)
Imagine um hotel com um finito n�mero de su�tes, e assumindo que todas est�o ocupadas. Um novo h�spede chega e pergunta por um quarto. "Perd�o" - diz o gerente "mas todos est�o ocupados."
Agora imaginemos um hotel com infinito n�mero de quartos, e que todos est�o ocupados. Para este hotel, tamb�m, chega um novo h�spede e pede um quarto. "Mas � claro!" - exclama o propriet�rio, e move a pessoa que previamente ocupava o quarto N1 para o quarto N2, a pessoa do quarto N2 para o N3, a pessoa do N3 para o quarto N4, e assim por diante... E o novo h�spede recebe o quarto N1, o qual torna-se desocupado devido ao resultado dessas transposi��es.Imaginemos agora um hotel com um infinito n�mero de quartos, todos ocupados, e um infinito n�mero de novos h�spedes chegando e pedindo pousada.
"Certamente cavalheiros," diz o propriet�rio, "Esperem s� um minuto." Ele move o ocupante do N1 para o N2, o ocupante do N2 para o N4, o ocupante do N3 para o N6, e assim por diante...
Agora todos os quartos de n�mero �mpar tornam-se desocupados e a infinidade de novos h�spedes podem facilmente serem acomodados neles.
Gamow, p. 17
(a frase do propriet�rio "Esperem s� um minuto.", soa por deveras otimista pois ele levaria uma infinidade de tempo para remanejar todos os h�spedes!)
http://www.wordsmith.demon.co.uk/index.htm
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Arnold's cat map is a simple discrete system that stretches and ``folds'' the trajectories in phase space, which is another typical feature of chaotic processes. Gribbin, pp. 2-3 |
Imagine um sujeito que viaja ao passado e acidentalmente mata o seu pr�prio pai antes dele ter sido concebido. Assim sendo, ele jamais nascer� e se tornar� adulto. Ele n�o existir� para poder voltar ao passado e altera-lo! Desse modo n�o poder� alterar a hist�ria e n�o matar� o pr�prio pai, sendo portanto concebido normalmente.Mas como a maioria dos cientistas s�o c�ticos, um deles sugeriu que existiriam uma s�rie de mundos paralelos, parecidos com o nosso mas ligeiramente diferentes no que se refere a cronologia. Num deles, por exemplo, os americanos perderam a II Guerra Mundial, noutro os dinossauros n�o foram extintos, etc. Este conceito bastante interessante (utilizado na s�rie �Sliders�) possibilitaria que a pessoa viajasse no tempo, pois, se ela alterasse qualquer coisa, seria numa dimens�o em que isso fosse poss�vel; o problema � que ela estaria permanentemente presa �quela dimens�o, a n�o ser que ela tentasse a sorte viajando novamente e rezando para voltar para a sua pr�pria casa.
Sobre o modo que seria feita a viagem, existem algumas teorias, todas elas baseadas na Teoria da Relatividade de Albert Einstein. Esta, em s�ntese, diz que o tempo n�o seria constante e imut�vel mas sim que dependeria do ponto de vista do observador, o qual poderia ser alterado de acordo com sua velocidade e campo gravitacional. Uma das teorias sobre a m�quina do tempo diz que se ela fosse um pouco mais lenta do que a velocidade da luz ela iria para o futuro; se fosse um pouco mais r�pida, iria para o passado. Tamb�m campos gravitacionais extremamente fortes, como o de um buraco negro ou uma fenda espacial talvez pudessem criar uma passagem para um outro tempo.
Embora por enquanto as viagens no tempo sejam apenas te�ricas, como se pode ver no texto acima elas possuem muitas inc�gnitas. Esperamos que, caso venhamos a utiliza-las no futuro, seja de uma forma t�o sabia quanto a tecnologia que tenhamos ent�o.
Adapta��o do texto do Capit�o Filipe Serra - oficial de ci�ncias da Esta��o Espacial Brasil
http://estacaoespacialbrasil.hpg.com.br/viagem.htm
Qual � o melhor, felicidade eterna ou um hamburger? Poderia parecer que a felicidade eterna � melhor, mas n�o � nem tanto! Na verdade nada � melhor que a felicidade eterna e um hamburger � certamente melhor que nada. Portanto, um hamburger � melhor que a felicidade eterna.
Por favor, ignore esta not�cia!
God is not all-powerful as he cannot build a wall he cannot jump.
Passado e futuro s� existem no presente.
1 - Esta senten�a cont�m cinco palavras
2 - Esta senten�a cont�m oito palavras
3 - Exatamente uma senten�a dessas tr�s � verdadeira
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