A
1.
Afasia: Perda da fala parcial ou total, desordem manifestada na compreens�o e express�o dos sinais normais da linguagem falada.2.
Afetividade: Conjunto de fen�menos ps�quicos evidenciados na capacidade de experimentarmos sentimentos, emo��es e paix�es.3.
Afrodis�aco: � um termo que vem do mitologia grega, referente a deusa do amor, Afrodite e que atualmente significa excitante, que atua no apetite sexual dos seres vivos.4.
Agnosia: Perda da faculdade de reconhecer est�mulos sensoriais.5.
Agressividade: Conduta anti-social caracterizada por atos geralmente violentos, mesmo sem motivos aparentes ou programa��o direta.6.
Altera��o sensorial. S�o alucina��es visuais, auditivas, olfativas, gustativas ou de anestesia experimentadas por sugest�o hipn�tica.7.
Alucina��o negativa. N�o se consegue ver algo que realmente esta presente.8.
Alucina��o positiva. Vemos algo que em realidade n�o esta l�.9.
Alucina��o. Percep��o aparente de objeto externo n�o presente no momento.10.
Amn�sia: Perda total ou parcial da mem�ria, a um determinado tempo da vida do indiv�duo. Total: quando o indiv�duo n�o se lembra de nada do que se passou numa determinada �poca. Parcial: quando se lembra de alguns fatos numa �poca.11.
Analgesia. Perda da sensibilidade � dor.12.
Anamnese. Conjunto de informa��es obtidas do paciente sobre seu passado e a hist�ria da sua doen�a. Estudo e levantamento da hist�ria do cliente, com vista a elaborar algumas hip�teses de trabalho, utilizando-se de um question�rio que ir� facilitar o mesmo de recordar e trazer � mem�ria informa��es de curto e longo prazo. Deve-se lembrar que no caso de crian�as a anamnese � realizada com os pais.13.
�ncora: � qualquer est�mulo que estimula resposta consciente. Refere-se a um est�mulo cinest�sico convencionado entre o terapeuta e o seu cliente que, ao ser disparado, faz com que o cliente se coloque em um estado espec�fico e sempre o mesmo. Especificamente na hipnose, o est�mulo cinest�sico reinduz o cliente ao estado de transe.14.
Anestesia. Perda total ou parcial da sensibilidade, em qualquer de suas formas.15.
Anestesiologia :� o ramo especial da medicina que se ocupa com anestesia e anest�sico, ou agentes que produzem anestesia.16.
Angina : Dor quase sempre resultante de mol�stia coronariana, que � constritiva e intensa, no peito, que freq�entemente � irradiada para o bra�o esquerdo, provocada por esquemia do mioc�rdio.17.
Ang�stia: � o descontentamento acompanhado de sensa��o constritiva do t�rax, n�o se nota conte�do ps�quico que se manifeste de modo concreto na consci�ncia como antecedente causal do mesmo.18.
Anorexia: Redu��o patol�gica da fome ou aus�ncia total do apetite.19.
Apagamento: A tend�ncia para apagar do modelo partes julgadas sem import�ncia.20.
Apatia: Estado de indiferen�a e insensibilidade emocional, com perda da vontade.21.
Apor�tica: � a arte de fazer perguntas.22.
Aprendizagem: � definida como sendo o processo de aquisi��o de regras em fun��o das quais ser�o emitidas respostas. James Deese (1970) define como qualquer modifica��o de comportamento, determinada pela experi�ncia e orientada no sentido de uma dire��o espec�fica. Atualmente � visto como um processo de mudan�a, resultante de pr�tica ou experi�ncias anteriores, que podem vir, ou n�o, a manifestar-se em uma mudan�a percept�vel de comportamento.23.
Aquiveda: � a filosofia m�dica indiana, que envolvem a rela��o entre o corpo e a mente. Quer dizer; � a ci�ncia da vida. O nome � a jun��o das palavras aqus ou vida, e veda, conhecimento.24.
Aten��o concentrada, lei da. Esse princ�pio estabelece que, quando a aten��o est� espontaneamente concentrada numa id�ia, esta id�ia tende a realizar-se.25.
Atividades: S�o a��es espec�ficas para se atingir determinados resultados.26.
Ato Falho: Relativo a lapsos de linguagem, de escrita, esquecimentos moment�neos de palavras, sendo ent�o acedentes de car�ter simples e de curta dura��o.27.
Autismo: Consiste na interioriza��o da aten��o e do interesse, o indiv�duo se volta para dentro de si mesmo.28.
Auto-hipnose. � a indu��o hipn�tica aplicada em si pr�prio, o sujeito por si mesmo mergulha em estado hipn�tico.29.
Autoscopia. � a visualiza��o interior do corpo em estado de transe.30.
�vido: Aquele que deseja ardentemente.31.
Ax�nio : As c�lulas nervosas (neur�nios) comp�em-se de um corpo celular, v�rios dendrites(fibras) que de l� se ramificam, e de uma parte prolongada, que vai do corpo celular ao �rg�o espec�fico, ou a outros neur�nios, o n�cleo condutor ou cilindro-eixo desta sess�o mais longa chama-se ax�nio. M. Spreng
B
32.
Biofeedback. T�cnica que usa aparelhos de monitoriza��o para fornecer informa��es de fun��es aut�nomas do corpo, como batimentos card�acos, press�o sang��nea, para se conseguir certo controle volunt�rio sobre estas fun��es. Pode ser usado clinicamente para tratar certas situa��es como, hipertens�o arterial, enxaquecas, etc.33. Bizarro: Esquisito, extravagante, fora do comum.