A consciência que finalmente passou

Certa vez, no ano de 2104, eu e um grupo de amigos, resolvemos percorrer um dos trechos do Rio dos Sinos, a bordo de um caiaque. Mais aconteceu que não se acreditava mais no que se via. O Rio estava completamente limpo, sem nenhuma folhinha, sem nenhum galhinho, nenhuma sujeirinha, um brilho só. Tinha até peixe dos mais raros, até o mais comum. No rio, gente tomando banho era o que mais tinha, tinha índio brincando com alemão, tinha mulheres de todas as raças trocando receitas de bolos e pudins e, é claro, homem falando de mulheres.

Todos viviam numa alegria só.

Quando alguma coisa caía no rio, faziam de tudo para ajunta-lá com o maior prazer.

E assim, até que enfim a consciência pesou a todos do Brasil.

 

 

 

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