
agora são do dia .
| MÚSICAS: Folhetim . Até o fim . Iolanda . Mulheres de Atenas |
Chico Buarque de Holanda
Tom:
G Intr.: C7+ A/C# G/D B7/D# E D7 F/G Db7/9/11+C7+ A/C# G/D B7/D# E D7 G7+
G7+ G#º Bm7/5- G7/5+ C7+ A/C#
Se acaso me quiseres sou dessas mulheres que só dizem
G/D B7/D# Em G7/5+ C7+ A/C# Bm7/5- E7/9-
Sim por uma coisa à-toa uma noitada boa um
Am7 D7/9- G7+ G#º Bm7/5- G7/5+
Cinema, um botequim e se tiveres renda aceito uma
C7+ A/C# G/D B7/D# Em G7/5+ C7+
Prenda qualquer coisa assim como uma pedra falsa
A/C# Bm7/5- E7/9- Am7 D7 F#m7/9
Um sonho de valsa ou um corte de cetim e eu
B7/5+ Em Em/D C D7 G7+
Te farei as vontades direi meias-verdades sempre à meia-luz
B7 Em C#m7/9 F#7 B7
E te farei, vaidoso, supor que és o maior e que me
D7/9 G7+ G#º Bm7/5- G7/5+ C7+
Possuis mas na manhã seguinte não conta até vinte
A/C# G/D B7/D# Em G7/5+ C7+ A/C#
Te afasta de mim pois já não vales nada és
Bm7/5- E7/9- Am7 D7/9- G7+
Página virada descartada do meu folhetim.
ATÉ O FIM
Chico Buarque de Holanda
Tom:
E Intr.: E A7/C# E B7/D# E A7/C# E A/B
E A7/C# E B7/D# E A7/C# E A/B
Quando nasci veio um anjo safado o chato do querubim
F#/A# Am6 E/G# C#7
E decretou que eu estava predestinado a ser errado assim
F#7 A/B B7/9 E A7/C# A/B
Já de saída a minha estrada entortou mas vou até o fim
E A7/C# E B7/D# E A7/C# E A/B
"Inda" garoto deixei de ir à escola cassaram meu boletim
F#/A# Am6 E/G# C#7
Não sou ladrão , eu não sou bom de bola nem posso ouvir clarim
F#7 A/B B7/9 E A7/C# A/B
Um bom futuro é o que jamais me esperou mas vou até o fim
E A7/C# E B7/D# E A7/C# E A/B
Eu bem que tenho ensaiado um progresso virei cantor de festim
F#/A# Am6 E/G# C#7
Mamãe contou que eu faço um bruto sucesso em Quixeramobim
F#7 A/B B7/9 E A7/C# A/B
Não sei como o maracatu começou mas vou até o fim
E A7/C# E B7/D# E A7/C# E A/B
Por conta de umas questões paralelas quebraram meu bandolim
F#/A# Am6 E/G# C#7
Não querem mais ouvir as minhas mazelas e a minha voz chinfrim
F#7 A/B B7/9 E A7/C# A/B
Criei barriga, a minha mula empacou mas vou até o fim
E A7/C# E B7/D# E A7/C# E A/B
Não tem cigarro acabou minha renda deu praga no meu capim
F#/A# Am6 E/G# C#7
Minha mulher fugiu com o dono da venda o que será de mim ?
F#7 A/B B7/9 E A7/C# A/B
Eu já nem lembro "pronde" mesmo que eu vou mas vou até o fim
E A7/C# E B7/D# E A7/C# E A/B
Como já disse um anjo safado o chato do querubim
F#/A# Am6 E/G# C#7
Que decretou que eu estava predestinado a ser todo ruim
F#7 A/B B7/9 E A7/C# E A/B
Já de início a minha estrada entortou mas vou até o fim
Pablo Milanés / Chico Buarque de Holanda
Tom:
C Intr.: (C) C F/A G/B
C F/C G/B
Esta canção não é mais que mais uma canção quem dera
C F/C G/D C9 F
Fosse uma declaração de amor romântica sem procurar
G C F/A G/B
A justa forma do que um vem de forma assim tão caudalosa
C F G G/B C F/C G/D C
Te amo, te amo, eternamente te amo se me
F/C G/B
Faltares nem por isso eu morro se é pra morrer quero morrer
C F/C G/D C9 F G
Contigo minha solidão se sente acompanhada por isso
C F G C F G
As vezes sei que necessito teu colo teu colo eternamente teu colo
C F/C G/B
Quando te vi eu bem que estava certo de que me sentiria
C F/C G/D C9 F
Descoberto a minha pele vais despindo aos poucos
G C F/A G/B
Me abres o peito quando me acumulas
C F G C F/C G/D
De amores de amores eternamente de amores
C F/C G/B
Se alguma vez me sinto derrotado eu abro mão do sol
C F/C G/D C9 F
De cada dia rezando o credo que tu me ensinaste
G C F/A G/B
Olho o teu rosto e digo à ventania
C F G C G
Iolanda, Iolanda, eternamente Iolanda,
F/C G C F/C G C F/A G/B
Eternamente Iolanda, eternamente Iolanda.
Augusto Boal / Chico Boarque de Holanda
Tom:
D Intr.: D7/4
D E/D G/D A7 D
Mirem-se no exemplo daquelas mulheres de Atenas vivem pro seus
E/D Gm/D D G A7 A#º
Maridos, orgulho e raça de Atenas quando amadas, se perfumam,
Bm A7 D7 G A7
Se banham com leite, se arrumam suas melenas quando fustigadas
A#º Bm A7 D7/4
Não choram se ajoelham, pedem imploram mais duras penas,
D7 D E/D G/D A7
Cadenas mirem-se no exemplo daquelas mulheres de Atenas
D E/D Gm/D D G
Guardam-se pros maridos, poder e força de Atenas quando eles
A7 A#º Bm A7 D7/4
Embarcam soldados elas tecem longos bordados mil quarentenas
G A7 A#º Bm A7
E quando eles voltam, sedentos querem arrancar, violentos
D7/4 D7 D E/D G/D
Carícias plenas, obscenas mirem-se no exemplo daquelas mulheres
A7 D E/D Gm/D D
De Atenas despem-se pros maridos, bravos guerreiros de Atenas
G A7 A#º Bm A7
Quando eles se entopem de vinhos costumam buscar o carinho
D7 G A7 A#º
De outras falenas mas no fim da noite, aos pedaços quase
Bm A7 D7/4 D7
Sempre voltam pros braços de suas pequenas, Helenas
D E/D G/D A7 D
Mirem-se no exemplo daquelas mulheres de Atenas geram pros seus
E/D Gm/D D G A7 A#º
Maridos os novos filhos de Atenas elas não tem gosto ou vontade
Bm A7 D7 G A7
Nem defeito, nem qualidade tem medo apenas não tem sonhos, só
A#º Bm A7 D7/4
Tem presságios o seu homem, mares, naufrágios lindas sirenas,
D7 D E/D G/D A7
Morenas mirem-se no exemplo daquelas mulheres de Atenas
D E/D Gm/D D G
Temem por seus maridos, heróis e amantes de Atenas as jovens
A7 A#º Bm A7 D7
Viúvas marcadas e as gestantes abandonadas não fazem cenas
G A7 A#º Bm
Vestem-se de negro, se encolhem se conformam e se recolhem
A7 D7/4 D7
As suas novenas serenas
D E/D G/D A7
Mirem-se no exemplo daquelas mulheres de Atenas
D E/D Gm/D D
Secam por seus maridos, orgulho e raça de Atenas.