Cadeira nº 35 na Academia Virtual Brasileira de Letras - Fundador
Conforme Parágrafo único do Art.14º - Os Membros incorporados até o número 100  serão considerados "Fundadores" da Academia.
Meus Textos
http://geocities.yahoo.com.br/heraldolage/1heraldolage/Textos/0-TextosHeraldoLage.htm
O CONTO DO VILA BIRU
APRESENTAÇÃO


Esta obra nasceu de um forte ideal. Combater a pedofilia e os diversos abusos
contra crianças e adolescentes, que ainda não têm qualquer demonstração de um
combate efetivo e eficaz por parte da sociedade e autoridades em geral.
Todos somos ou fomos crianças e adolescentes algum dia!

Como um forte exemplo se pode citar os “TIMES DE FUTEBOL” no Brasil.

Crianças e adolescentes tratados como adultos, objetos de negociações
que visam a obtenção de grandes lucros econômicos, entre outras coisas...

O que se espera é que as autoridades e a sociedade em geral,
abram os olhos e procurem investigar os riscos de possível existência de
PEDOFILIA e GATOS
em time(s) de futebol que lidam com crianças e  adolescentes.

Muito se ouve falar de “técnicos” pedófilos. Será isso verdade?...

Treinadores de gente com 12, 13  anos de idade!

Se for verdade... Que vergonha!


Ouve-se tanto falar nos famosos “GATOS”.
Aqueles jogadores adolescentes, com registros falsos
para diminuírem suas idades e jogarem misturados às crianças.

E os adultos que se tornam milagrosamente adolescentes? Será verdade?

Já é de conhecimento de toda a sociedade que existem exames para detectar isso.

Há um exame ósseo que fazem nos punhos e mãos, em que é possível determinar
a idade da pessoa, com base no envelhecimento e formação óssea.

Esse exame determina a idade com precisão praticamente absoluta.

É caro? Não é, não! Quanto vale a defesa de nossas crianças?

E por outro lado, o Governo possui tecnologia para isso,
a Custo Zero, praticamente. Basta querer e fazer.

É tudo muito simples!

Geralmente, jogadores pobres, sem registros civis,
importados de outros estados carentes.
Isso é crime!
Nos campos, os comentários são muito fortes e constantes!

É óbvio! Há que ter certo valor o dito popular:
“Onde há fumaça, deve haver fogo!”

Baseado em tantas evidências, este autor decidiu dar início a uma campanha
em defesa dessas crianças e desses adolescentes, vítimas de algumas pessoas
inescrupulosas que se utilizam dessas suas “vítimas” para se locupletarem
e saciarem seus mais íntimos e doentios desejos, por serem mais fortes.
 
Se em nada disso houvesse fundo de verdade, os comentários não existiriam
com tanta intensidade e ninguém se constrangeria ao falar nesses problemas.

Às autoridades cabe o dever de esclarecer e defender a população.

O certo é que ninguém pode falar nada sem provas absolutas.
Quem vai se arriscar a falar e sofrer conseqüências legais
e judiciais por falta de provas?

O ônus da prova cabe a quem acusa!

Mas, também é certo que se as autoridades resolverem quebrar o marasmo e
decidirem investigar, poderão descobrir muita coisa e tomar atitudes cabíveis.

A campanha de combate aos GATOS e à PEDOFILIA
pode alcançar protegidos de gente muito poderosa.

 E cabe aqui ressaltar que investigar sigilosamente,
NÃO É PROIBIDO !!!    É um DEVER !!!

Até que ponto se poderá contar com o apoio da imprensa?
Boa pergunta ?
:o))

É duro atropelar gente poderosa !
 
Mas isso até que se tem feito ultimamente, a bem da Justiça.
Não é mesmo?

Ademais, se for verdade, as autoridades têm o dever de elucidar,
evitar sua propagação, eliminar os focos e seus efeitos destruidores do caráter,
e principalmente, mostrar à sociedade em geral quem são esses malfeitores,
PUNINDO-OS conforme determina a Lei.

Esse movimento de Combate à Exploração Sexual e Profissional
da Infância e Adolescência  é internacional e uma das entidades
mais atuantes no mundo é a UNICEF.

No Brasil, mais especificamente, essa entidade - UNICEF,
vem somando e buscando apoio junto aos órgãos governamentais competentes,
à sociedade em geral, às associações, e ONGS – Organizações Não Governamentais.
 
Em 1982, este autor - Cdor Heraldo Lage,
registrou oficialmente a primeira Arte Marcial
criada no Brasil, por um brasileiro.
O Estilo Livre, “Cap Shock”.

A criação desse "estilo livre" se deu
nas décadas de 60 e 70.

A base do caminho de vida de um(a) “CapShocker” (discípulo)
consta no juramento de viver, até a morte, defendendo,
se preciso, com a vida, dois princípios:

O BEM E O PROGRESSO DA  HUMANIDADE!
A PRESERVAÇÃO DA NATUREZA!

Por tanto, um precursor dos movimentos em defesa da Mãe Natureza.

Hoje é a maior e melhor de todas as modas, ser ecologista!

Mas em 1982, o autor passava grandes apuros por defender esses ideais
e difundir seus princípios em favor da Humanidade e da Mãe Natureza.

Entretanto, recebeu por isso, diversas condecorações
em forma de medalhas de mérito, troféus e títulos
nacionais e internacionais, inclusive, comendas.

Hoje essa Arte Marcial com filosofia de vida é uma realidade.
O  Estilo Livre “Cap Shock”, já é reconhecida(o) oficialmente
pelos Conselhos Federal e Estaduais de Educação Física do Brasil.

Mestre em Artes Marciais, o Cdor Heraldo Lage é registrado
sob nº 37.101-P no CREF4-SP.
(Conselho Regional de Educação Física do Estado de São Paulo)

Com objetivo principal de colaborar com a UNICEF, o Governo do País, as ONGS,
as entidades e a sociedade em geral, é que decidiu criar esta OBRA DE FICÇÃO,
que com certeza soma esforços dirigidos ao presente e a um MELHOR FUTURO
de nossas crianças e adolescentes desta imensa Família de Brasileiro(a)s
habitantes desta Grande Residência chamada Brasil.

A obra se inicia com um “CONTO” de ficção no estilo literatura de cordel.

O CONTO DO VILA BIRU
Volume I - O TREINADÔ DO VILA BIRU
Capítulo I –  A PEDOFILIA
Capítulo II – O Gato

Cabe agora à sociedade, se mobilizar e se unir
em busca do SUCESSO TOTAL desta campanha.


Quem não se lembra do Betinho?
Morreu com AIDS, defendendo o princípio da cidadania!
Um pouco antes de morrer, ele veiculou na TV
uma propaganda do seu movimento, em que, ele, Betinho, narrava
um conto que ficou profundamente marcado em todos os corações.

*** A FLORESTA ESTAVA EM CHAMAS...
 
Um Beija-Flor voava até o rio, buscava água em seu biquinho,
transportava essas míseras gotas d’água até o grande incêndio,
despejava e retornava ao rio onde buscava mais água e assim, continuamente,
ficava repetindo esses movimentos.

O leão ao ficar observando o árduo trabalho do bichinho,
notou a ineficácia desses atos do persistente passarinho.

E quando, o passarinho retornava do incêndio para buscar mais água no rio...
o leão dirigindo-se ao Beija-Flor, perguntou-lhe:

- O que você está fazendo?

O Beija-Flor respondeu:

- A floresta está em chamas! 
Precisamos apagar este incêndio! 
Estou buscando água para apagar o incêndio.
 
O leão treplicou:

- Mas, Beija-Flor...
Você não vê que é muito pequeno?
Que seu bico não leva quase nada?
Com essa água você não vai conseguir apagar incêndio nenhum!
 
O Beija-Flor corajoso, sabiamente respondeu:

- SÓ ESTOU FAZENDO A MINHA PARTE!  ***

Saudades do Betinho!

Esta obra destina-se meramente a uma espontânea contribuição para a
Campanha Contra a Exploração Sexual e Profissional da Infância e da Adolescência.

Segue-se Obra de Ficção, para que sirva ao menos de colaboração.

Eu estou fazendo a minha parte!
E você?


São Vicente, 21 de fevereiro de 2005.

Heraldo Lage
(13) 9778-0062
[email protected]
 

Página Principal

Livro de Visitas

Guest Book

 

 

 

Hosted by www.Geocities.ws

1