Primeira Resenha do F�rum de Debate Cr�tico

Membros do F�rum Heliopereiriano debatem:
Teria o homem ido a lua em 1969 ?

Introdu��o

                 A origem mais remota da pol�mica sobre a viagem a lua, vem de um livro publicado em 1974 cujo t�tulo era "N�s nunca fomos � Lua"
("We Never Went to the Moon"). Seu autor, Bill Kaysing defendia a id�ia de que a viagem a lua de 1969 n�o tinha acontecido, e de que a Nasa teria fraudado o programa espacial. Para apoiar esta tese o autor afirmava que o material divulgado pela Nasa conteria incoer�ncias, anomalias gr�ficas, contradi��es capazes de por em d�vida veracidade da viagem do homem a Lua em 1969. Mais recentemente foi exibido um document�rio no canal da FOX "Conspiracy Theory: Did We Land on the Moon?" ("Teoria da Conspira��o: N�s fomos � Lua?") apoiando as alega��es de Bill Kaysing (veja detalhes neste link).
Todavia, os defensores da vers�o oficial, a de que o homem realmente fora a Lua em 1969, n�o ficaram de bra�os cruzados. A rea��o veio por meio de livros, entrevistas e sites que se propuseram a rebater as quest�es levantadas por aqueles que n�o acreditam na alunissagem. (veja detalhes nos links 
2,3,4,5).
                 Apesar disso, os contra-argumentos apresentados dos defensores da vers�o oficial n�o foram suficientes para satisfazer muitos dos que ainda suspeitam de que a alunissagem teria sido uma farsa.
                 A pol�mica desta quest�o acabou se repercutindo no Brasil onde foram formados tr�s correntes de opini�o, os pr�s, contras e os indecisos, que tem mobilizado esfor�os para chegar ao fundo de toda esta controv�rsia, apurando cada detalhe, analisando cada pormenor deste caso. Em vista disso, surgiram dois importantes centros de debates onde as mentes mais brilhantes foram convidadas para dar o seu parecer, caminhando assim para um resultado definitivo.
                 Um destes centros se encontra no site do
Pojeto Ockam, fundado por Widson Porto Reis e Alexandre Tascheto, que fomentou as discuss�es. O outro � a organiza��o HelioPereiriano, fundado por H�lio Rodrigues Pereira, que tem dado continuidade ao tema, conduzindo o debate a um patamar jamais alcan�ado anteriormente, com alto n�vel de profissionalismo , inaugurando uma estilo inovador de administrar um f�rum de discuss�o, que poder� em breve influenciar o modo como se organiza um debate na Internet.
                 Todo este sucesso � um resultado n�o s� da arrojada filosofia proposta na Teoria do Debate Cr�tico, conforme apresentada pelo site HelioPereiriano, mas tamb�m da comprometimento e dedica��o  de seus membros em oferecer ao p�blico um debate de qualidade para servir de exemplo as futuras gera��es !

O Debate

1a Fase

             O principal representante brasileiro da Corrente dos Indecisos, que advoga haver muitas quest�es a serem resolvidas antes de assumir posi��o definitiva, Di�genes Varela, realizou uma compila��o de d�vidas pendentes originada de diversas fontes, e foi capaz de formular suas pr�prias quest�es sobre alguns detalhes controversos encontrados no material da Nasa. Estas quest�es foram apresentadas inicialmente no f�rum do projeto Okcham e parcialmente dirimidas pelo adminstrador e fundadores do site
Widson do Porto Reis e inutilmente, HelioPereiriano tentou resolver a quest�o se baseando na Teoria da Mentira Corporativa, tentando mostrar que a mentira corporativa n�o possui um poder ilimitado e que no caso da Nasa, esta fraude estaria al�m deste poder te�rico.
              No entanto, apesar dos esfor�os de Widson e da Teoria da Mentira Corporativa, as principais obje��es levantadas n�o foram abordadas de forma convincente de acordo com a Corrente dos Indecisos, e praticamente nenhum progresso foi obtido at� que os membros do f�rum Hsette e Zeca, realizassem um passo decisivo para a evolu��o do debate. Este passo consistiu em duas etapas:   Na primeira Etapa,
Hsette citou a exist�ncia de um observat�rio, visitado por milhares de pesquisadores do mundo inteiro, que monitora sinais refletidos por um aparelho que segundo a Nasa, foi deixado na Lua durante a alunissagem.
              O que enfraquece a tese contra a alunissagem, nada medida que torna dif�cil justificar que tantos pesquisadores sejam enganados por uma suposta fraude que simularia um sinal enviado da lua. Tal argumenta��o teria convencido muitos, mas Di�genes Varela em r�plica considerou que o funcionamento do sistema do observat�rio n�o estaria esclarecido, o que poderia justificar a hip�tese de que o pr�prio laborat�rio ser uma fraude. Ent�o
Zeca completou o passo inicial ao mostrar um esquema t�cnico que explica o funcionamento te�rico do aparelho, e em fun��o disto, Di�genes Varela passou a admitir, que se o homem n�o pisou na lua, pelo menos foi capaz de deixar um aparelho em seu solo, o que foi uma importante conquista para a evolu��o do debate que marcou o inicio da segunda fase do debate. Zeca e Hsette receberam o pr�mio HelioPereiriano.

2a Fase

              Zeca, um dos ganhadores do pr�mio HelioPereiriano, defendeu a cria��o de tr�s t�picos espec�ficos, Fotos, Rochas Lunares e Objetos Deixados na Lua para dar continuidade ao debate que j� realizara seu primeiro progresso importante. Foi ent�o que a organiza��o HelioPereiriano disponibilizou o F�rum de Debate Cr�tico para a cria��o destes 3 novos t�picos. A partir de ent�o, a corrente Pr�-Alunissagem pode coordenar seus esfor�os e ordenar os recursos para atingir a meta seguinte: Provar que o homem n�o s� deixou um aparelho na Lua, mas que de fato desceu ao solo lunar. A estrat�gia inicial consistia em investir na quest�o da Rocha Lunar buscando refer�ncias concretas que pudessem testificar de que as pedras apresentadas pela Nasa como tendo origem na Lua seriam verdadeiras. Tendo satisfatoriamente mostrado que as Rochas Lunares n�o poderiam ter se originado na Terra, dado suas propriedades singulares como a falta de humidade, restou a tarefa de provar que n�o poderiam ter sido originado de qualquer meteorito.
              Mas este caminho foi logo abandonado quando a dificuldade de se encontrar uma refer�ncia decisiva que indicassem de modo inequ�voco de que as Rochas n�o seriam em meteoritos, foi al�m do esperado, embora a corrente Pr� estivesse convencida que os cristais arredondados e o estado desidratado n�o se preservariam no contato com a atmosfera no caso de ser um meteor�to.
               Di�genes Varela apresentou ent�o as suas obje��es fotogr�ficas. A quest�o levantada por Varela consistia em dizer que as imagens retiradas do site da Nasa revelariam ind�cios de manipula��o, e para sustentar sua tese recomendava uma s�rie de procedimentos utilizando a ferramenta Paint que ao serem aplicados mostrariam anomalias gr�ficas que sugeririam um trabalho de edi��o. Al�m disso destacou que o c�u exibido nas imagens estariam excessivamente escuros, sem estrelas, o que seria  anormal.
Para enfrentar esta nova s�rie de questionamentos, a corrente Pr� tentou inicialmente desmistificar as estranhas anomalias que aparecem na imagens apresentadas pela Nasa, quando analisados atrav�s do Paint, explicando que n�o seriam frutos de manipula��o deliberada ou fraude, mas decorrentes do algoritmo de compress�o Jpeg. Mas a mesma abordagem j� havia sido tentada anteriormente por Widson sem sucesso. 
                Foi neste momento que DF resolveu o problema da fotografia mostrando como refer�ncia exemplos de outras imagens que tamb�m demonstram sofrer os mesmos efeitos, evidenciando assim, que as anomalias s�o resultados comuns a toda fotografia digitalizada pelo mesmo processo, recebendo ent�o o aval da Corrente dos Indecisos e isto rendeu mais um pr�mio HelioPereiriano de Debate Cr�tico.
(Veja o link)
                Mas a pol�mica n�o terminou, e a Corrente dos Indecisos, liderada por Di�genes Varela apresentou mais uma contesta��o sobre as imagens da Nasa, desta vez alegando que o posicionamento dos atores no cen�rio onde se realiza a fotografia n�o corresponderia ao resultados gerados.
                 A resposta veio novamente com
DF que primeiramente, apoiado numa reconstitui��o gr�fica feita por computador simulou a posi��o de todos os personagens que participaram da foto realizada na Lua, e em seguida, demonstrando dom�nio na computa��o gr�fica, reconstituiu o ponto de vista de cada astronauta como se o leitor pudesse estar posicionado lugar de cada um que participou da fotografia realizada e este feito resultou em mais duas medalhas e uma men��o honrosa que o colocar� definitivamente no hall da hist�ria como um dos mais brilhantes membros do F�rum HelioPereiriano.
Hosted by www.Geocities.ws

1