"DEUS SE OPÕE AOS ORGULHOSOS, MAS CONCEDE
GRAÇA AOS HUMILDES
(1 PEDRO 5.5)
F oi interessante a observação de certo narrador esportivo.
Jogavam dois grande times do futebol Paulista, de grande rivalidade. A equipe que vencia,
com folga, estava calma, tocando a bola, deixando o tempo passar, restando apenas alguns
minutos para a partida se encerrar. De repente, veio a agressão por parte um dos
jogadores do time perdedor. Caído no gramado, demonstrando a dor " a vítima"
apenas sorri e deixa claro que está tudo bem. Levanta e amistosamente abraça o agressor.
Então, ouve-se o comentário: "que beleza! quando se está ganhando tudo é bonito.
Fica fácil até perdoar o
adversário".
É verdade ! somos assim! Quando tudo está bem, sem nenhuma crise financeira, com boa
saúde, estabilidade emocional, casa, comida e roupa lavada, fica bem mais fácil ser
gentil, educado, compreensivo e, em certos casos, até conceder o perdão a quem nos
ofendeu. Isso acontece com todos nós porque nossa referência para tomada de decisões
geralmente pousa nas circunstâncias em que vivemos. Se tudo vai bem, então está tudo
bem. Mas se algo vai mal...
Quando Jesus ensinou seus discípulos sobre o perdão, não o condicionou em momento algum
às circunstâncias da vida do ofensor e do ofendido. Não se preocupou em avaliar o grau
de maturidade espiritual dos envolvidos, nem se eram assíduos nas reuniões que
aconteciam nos templos e sinagogas.
Mas Jesus usou como referência o próprio Deus Pai, condicionando nosso perdão à mesma
proporção em que desejamos ser perdoados por Deus. A facilidade que temos em pedir
perdão a Deus deveria ser a mesma que a de perdoar nossos ofensores. Estamos falando de
um triangulo amoroso, no qual nos perdoamos mutuamente e assim pedimos e recebemos o
perdão de Deus.
Não sei se você já pensou seriamente em perdoar quem o tem ofendido. Experimente!
Faça-0, de coração. Vai descobrir que o prazer de perdoar é o mesmo de ser perdoado,
pois negar o perdão é manter o coração no cativeiro.
Abilio
Restaurado por Jesus
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