1813 - 1910
Da concessão das primeiras sesmarias à criação da Colônia Constança: alguns fatos extraídos dos primeiros 97 anos da história de Leopoldina.
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24.11.1813 - Concedidas duas sesmarias a Antonia Rodrigues Chaves e seu marido Domingos Gonçalves de Carvalho, irmão de Felisberto da Silva Gonçalves a seguir mencionado. Localização: Mata geral do Sertão do Pomba, no Córrego da Fortaleza, Termo de Barbacena, onde se acha abrindo a estrada para o Porto de São Fidélis. |
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25.11.1813
- Concedida a José Dutra Nicácio, uma ssesmaria no sertão do Rio Pomba, no
Córrego da Terra Corrida, Termo de Barbacena.
- Concedida a Maria Joaquina de São José, uma sesmaria no sertão do Rio Pomba, cabeceiras do Rio Pardo, Termo de Barbacena |
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26.11.1813 - Concedida a Anna Bernarda da Silveira, uma sesmaria com limite no Córrego da Fortaleza, Mata Geral do Sertão do Pomba, Termo de Barbacena.- Concedida a Fernando Antônio Dutra, uma sesmaria no Sertão do Rio Pomba, no Córretgo da Terra Corrida, Termo de Barbacena. |
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29.11.1813 - Concedida a Felisberto da Silva Gonçalves, marido de Anna Bernarda da Silveira, uma sesmaria também com limite no Córrego da Fortaleza, Sertão do Pomba, Termo de Barbacena. |
| 01.12.1813 - Concedida a Antônio Dutra Nicácio, umma sesmaria no sertão do Rio Paraíba, na nova estrada para as minas do Cantagalo e Rio de Janeiro, Termo de Barbacena. |
| 16.06.1814 - Concedida a Antônio José Gomes, uma sesmaria com limite no Córrego do Aventureiro. |
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28.06.1814 - Concedida a Mariana Gomes, uma sesmaria com limite no Córrego do Aventureiro. |
| 02.10.1817 - Concedida a Louenço José da Costa, umma sesmaria no Sertão do Rio Paraíba, no Ribeirão da Conceição onde deságua no Rio Paraíba, Termo de Barbacena. |
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09.10.1817
- Concedida a Antônio Martins do Couto,, uma sesmaria no Sertão do Rio
Paraíba, no Ribeirão da Conceição onde deságua no Rio Paraíba, Termo de
Barbacena.
- Concedida a Julio Aureliano do Couto, outra sesmaria na mesma localização. |
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13.10.1817 - Concedida a Fernando Affonso Correia de Lacerda, uma sesmaria com limite no Córrego do Feijão Cru, Distrito de Santo Antônio do Porto do Ubá, Termo de Barbacena. |
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14.10.1817 - Concedida a Jeronimo Pinheiro de Lacerda, uma sesmaria também com limite no Córrego do Feijão Cru, Distrito de Santo Antônio do Porto de Ubá, Termo de Barbacena. |
| 18.12.1817 - Concedida a Bárbara Marcelina de Paulla, uma sesmaria no sertão do Rio Paraíba, aquém da Serra Bonita, no caminho para o Cantagalo, Termo de Barbacena. |
| 16.02.1818 - Concedida a João Pereira Pimentel, umma sesmaria aquém da Serra Bonita, no caminho para o Cantagalo, Termo de Barbacena. |
| 17.02.1818 - Concedida a Fernando José de Almeida e Souza, uma sesmaria no sertão do Rio Paraíba, aquém da serra Bonita, no caminho para o Cantagalo, Termo de Barbacena. |
| 18.02.1818 - Concedida a Alexandre Pereira Pimenteel, uma sesmaria entre as Serras Bonita, Feia e Limoeiro, Termo de Barbacena. |
| 20.02.1818 - Concedida a Bernardina Francisca de PPaula, uma sesmaria entre as Serras Bonita, Feia e Limoeiro, Termo de Barbacena. |
| 23.02.1818 - Concedida a Jesuína Francisca de Paulla, uma sesmaria entre as Serras Bonita, Feia e Limoeiro, Termo de Barbacena. |
| 26.02.1818 - Concedida a Mariana Emidia Benedita LLustosa, uma sesmaria no sertão do Rio Paraíba, entre as Serras Bonia, Feia, Conceição e Limoeiro, Termo de Barbacena. |
| 27.02.1818 - Concedida a Mariano Carlos Correa de Souza, uma sesmaria entre as Serras Bonita, Feia e Limoeiro, Termo de Barbacena. |
| 28.02.1818 - Concedida a José Ignacio da Silva Souuto Maior, uma sesmaria no sertão do Ro Paraíba, entre as serras Bonita, Feia, Conceição e Limoeiro, Termo de Barbacena. |
| 10.03.1818 - Concedida a Maria da Conceição de Sá e Castro, uma sesmaria entre as Serras Bonita e Feia, Limoeiro e Conceição, Termo de Barbacena. |
| 12.03.1818 - Concedida a José Joaquim Monteiro de Barros, uma sesmaria entre as Serras Bonita, Feia, Limoeiro e Conceição, Termo de Barbacena. |
| 03.04.1818 - Concedida a Manoel Gonçalves do Coutoo, sacerdote, uma sesmaria no Sertão do Rio Paraíba, no Ribeirão da Conceição onde deságua no Rio Paraíba, Termo de Barbacena. |
| 04.04.1818 - Concedida a José Luiz da Mota, uma seesmaria nas margens do Rio Paraíba, além da Serra Bonita, Termo de Barbacena. |
| 06.04.1818 - Concedida a João José da Mota, uma seesmaria nas margens do Rio Paraíba, além da Serra Bonita, Termo de Barbacena. |
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22.04.1818 -
Concedida a Antônio José Monteiro de Castro, uma sesmaria nas Margens do Rio
Paraíba, no caminho do Cantagalo, além das Serras Bonita ou pelos lados do
mesmo caminho, ou no Ribeirão do Limoeiro ou Conceição, Termo de Barbacena
- Concedida a Maria Rita de Jesus, uma sesmaria no Córrego dos Limoeiros, acima do Córrego do Aventureiro, Termo de Barbacena. |
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27.04.1818 - Concedida a
Ignacia Maria de Jesus, uma sesmaria com limite no Córrego do Aventureiro,
Termo de Barbacena.
- Concedida a José Pereira de Souza Macedo, outra sesmaria na mesma localidade. |
| 29.04.1818 - Concedida a Maria Balbina Monteiro daa Gama, uma sesmaria no Sertão do Rio Paraíba, no caminho do Cantagalo, além da Serra Bonita, Termo de Barbacena. |
| 02.05.1818 - Concedida a Clara Maria de Sá e Castro, uma sesmaria nas Margens do Rio Paraíba, no caminho do Cantagalo, além das Serras Bonita ou pelos lados do mesmo caminho, ou no Ribeirão do Limoeiro ou Conceição, Termo de Barbacena |
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09.05.1818 -
Concedida a Jacinto Manoel Monteiro de Castro, uma sesmaria nas Margens do Rio
Paraíba, no caminho do Cantagalo, além das Serras Bonita ou pelos lados do
mesmo caminho, ou no Ribeirão do Limoeiro ou Conceição, Termo de Barbacena
- Concedida a Maria do Carmo Monteiro de Castro, outra sesmaria na mesma localização |
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14.05.1818
- Concedida a Francisco Xavier Monteiroo da Gama, uma sesmaria no Sertão do Rio
Paraíba, no caminho do Cantagalo, além da Serra Bonita, Termo de Barbacena.
- Concedida a Mateus Herculano Monteiro da Cunha e Matos, uma sesmaria na mesma localidade. |
| 19.05.1818 - Concedida a Antônio F. Fagundes, uma sesmaria no Sertão do Rio Paraíba, entre os Ribeirões da Conceição e do Aventureiro, Termo de Barbacena. |
| 20.05.1818 - Concedida a João Nepomuceno Carneiro, sacerdote, uma sesmaria no Sertão do Rio Paraíba, no caminho das Minas para Cantagalo, Termo de Barbacena. |
| 30.05.1818 - Concedida a Maria Josefa de Figueireddo Salbado, uma sesmaria nas margens do Rio Paraíba, além da Serra Bonita, na Terra Corrida ou Serra Feia, Termo de Barbacena. |
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08.06.1818 - Concedida a Pedro José Abranches, umaa sesmaria no Sertão do Rio Paraíba, na Serra Bonita, Termo de Barbacena. |
| 22.07.1818 - Concedida a Maria Vitória Ferreira de Jesus, uma sesmaria no sertão do Rio Paraíba, entre as serras da Conceição e Feia, Termo de Barbacena. |
| 25.08.1818 - Concedida a Manoel Pereira de Souza, uma sesmaria na Serra Bonita, córrego do Saco, rio Paraíba, Termo de Barbacena. |
| 16.02.1819 - Concedida a Ana Cândida de S. Rofina,, uma sesmaria no sertão do Rio Paraíba, Ribeirão do Angu, Termo de Barbacena. |
| 16.04.1819 - Concedida a Marcelino José de Melo, uuma sesmaria no sertão do Rio Paraíba, Ribeirão do Angu, Termo de Barbacena. |
| 15.05.1819 - Concedida a João Batista de Souza, umma sesmaria na Serra Bonita, Rio Paraíba, Termo de Barbacena. |
| 11.06.1819 - Concedida a Rosa Teixeira de Jesus, uma sesmaria no sertão do Rio Paraíba, Córrego do Angu, Termo de Barbacena. |
| 14.06.1819 - Concedida a Domingos Gonçalves Barrosso, uma sesmaria no Ribeirão do Angu, Termo de Barbacena. |
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17.09.1819 - Concedida a Francisco José Pereira, uma sesmaria com limite no Ribeirão Pirapetinga e no Córrego do Feijão Cru, Termo de Barbacena. |
| 05.07.1820 - Concedida a Egídio Antônio Ribeiro, uuma sesmaria entre os ribeirões do Angu e Pirapetinga, Termo de Barbacena. |
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21.03.1821 - Concedida a João Roiz de Oliveira, uma sesmaria com limite no Ribeirão Pirapetinga e no Córrego de Santa Bárbara, Termo de Barbacena. |
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21.08.1821 - Concedidas a Antonio Gomez Moreira e João Fructuozo Gonçalves, duas sesmarias com limite no Ribeirão Pirapetinga, Distrito de Santo Antônio do Porto de Ubá, Termo de Barbacena. |
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1828 - Manoel Antônio de Almeida assina a Ata de Fundação do povoado de Santa Rita da Meia Pataca. |
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30.09.1829 - Manoel Antônio de Almeida, seu genro João Gualberto Ferreira Brito, o pai deste, Joaquim Ferreira de Brito, acompanhados de esposas, filhos e escravos, chegam à Fazenda do Feijão Cru. |
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1831 - Francisco Pinheiro de Lacerda e seu sogro Joaquim Ferreira de Brito, doam terras para constituírem o patrimônio de São Sebastião. |
| 07.10.1838 - O primeiro Mapa de Moradores do então Distrito de São Sebastião do Feijão Cru, é encaminhado ao Governo Provincial, listando os 1274 moradores distribuídos em 135 moradas. |
| 1843 - A Freguesia do Feijão Cru aparece pela primeira vez num Relatório da Presidência da Província, relativo ao ano de 1842, composta dos distritos do Feijão Cru e do Angu, pertencendo ao município de São João Nepomuceno, contando com 161 casas e 970 eleitores. |
| 15.12.1848 - É encaminhada ao Governo Provincial, a segunda Lista Nominal dos Habitantes do Distrito de São Sebastião do Feijão Cru, constando de 2.171 habitantes, distribuídos em 213 casas. |
| 25.04.1851 - Data do mais antigo assento paroquial hoje existente, o batismo de Jacinta, filha de escravos de Francisco José de Miranda, ocorrido na matriz de Nossa Senhora da Piedade, hoje distrito de Piacatuba. |
| 1854 - O Relatório da Presidência da Província informa que no ano de 1853 o distrito do Feijão Cru estava dividido em 4 quarteirões, que ali residiam 237 votantes e que pertencia ao município de Mar de Espanha. Informa ainda que o distrito da Piedade contava com 199 votantes em 7 quarteirões e que o de Conceição da Boa Vista contava com 358 votantes. |
| 27.04.1854 - Criação do município, pela Provincial número 666, em território desmembrado de Mar de Espanha. |
| 1855 - O Relatório da Presidência da Província informa que no ano de 1854 existiam 3 Igrejas e 1 capela em Leopoldina, sendo que uma das Igrejas precisando de urgentes reparos por estar "quase a desmonorar-se". |
| 20.01.1855 - Instalação solene do município de Leopoldina. |
| 15.05.1855 - Provimento do professor Antônio Felício de Miranda para a Vila Leopoldina. A 16.05.1885, toma posse do cargo, para exercício interino, a professora de instrução primária Maria Carlota da Gama. |
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18.02.1856 - É aberto o livro que servirá para o assento das propriedades existentes na Vila Leopoldina. São listadas 95 propriedades, a última no dia 20 de abril de 1856 |
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Entre 1850 e 1860 - Chegam à região joalheiros israelitas que deixam ouro e prata falsa em troca de todo o ouro e prata velha que encontram no lugar. Mascates desonestos, foram proibidos de continuar visitando a região por decisão de uma assembléia provincial. |
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1861 - Francisco de Paula Ferreira de Rezende chega a Leopoldina, onde mais tarde funda a Fazenda Filadélfia. |
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16.10.1861 - Elevação a cidade, pela Provincial número 1166 |
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1861 - Leopoldina conta com uma das 17 cadeiras de Latim e Francês que então existem em Minas. |
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1871 - The Leopoldina Railway Company Ltda, originária da Companhia Estrada de Ferro Leopoldina, obtém concessão para a construção de uma linha de bitola de um metro, ligando Porto Novo do Cunha a Leopoldina. |
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27.03.1872 - Decreto Imperial - Concede ao engenheiro Antonio Paulo de Mello Barreto autorização para organizar uma companhia que se incumba de construir uma estrada de ferro econômica, entre a Estação do Porto Novo do Cunha e Santa Rita da Meia Pataca. |
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15.07.1872 - Criação da comarca pela Provincial número 1867 |
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17.09.1876 - Bento Xavier doa terrenos da Fazenda Campo Limpo para a formação do povoado, que posteriormente veio a se chamar Ribeiro Junqueira. |
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30.04.1881 - Visita do Imperador Pedro II |
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21.05.1881 - decreto nº 8.117 organiza os distritos eleitorais da Província e Leopoldina é o nono distrito. |
| 1882 - O Relatório da Presidência da Província informa que, no ano de 1881, foram contratados 9 (nove) imigrantes europeus para trabalhar na fazenda do Socorro, município de Leopoldina. |
| Setembro de 1882 - A revisão do alistamente eleitoral realizado em 1881 contabiliza 754 eleitores no município de Leopoldina. |
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05.01.1883 - A população servil da Província atinge a 311.666 indivíduos. A cidade com maior número de escravos é Juiz de Fora, com 21.808, em seguida Leopoldina, com 16.001, em terceiro Mar de Espanha, com 15.183, em quarto Muriaé com 7.775 e os demais municípios em ordem decrescente. |
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1887 - Fundação do jornal "A Idéia Nova". |
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1888 - O jornal "A Irritação" transmuda-se de monarquista em republicano. |
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Entre 1888 e 1889 - Honório Antunes Pereira organiza uma empresa para explorar o serviço de telefones entre Cataguases e Leopoldina. |
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Abril de 1889 - Francisco de Paula Ferreira de Rezende vai a Juiz de Fora buscar alguns colonos italianos para substituir o trabalho escravo que havia perdido com a abolição. |
| 01.12.1889 - É fundada, em Leopoldina, a Sociedade Portuguesa de Beneficência. |
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14.09.1891 - Lei Estadual número 2, confirma a criação do distrito-sede de Leopoldina. |
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1894 - Funciona uma hospedaria de imigrantes, no sítio Jacareacanga. Neste mesmo ano, em alguns distritos de Leopoldina irrompe a febre amarela, |
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16.07.1897 - Leopoldina deixa de pertencer à diocese do Rio de Janeiro e é transferida para Mariana. |
| 1898 - É extinta a Hospedaria de Jacareacanga. |
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1908 - Chegam a Leopoldina 10 famílias de imigrantes, com 47 pessoas. |
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1909 - Núcleo de pessoas em assentamento da Leopoldina Railway Company Limited: 08 famílias alemãs com 38 pessoas; 01 família austríaca com 07 pessoas; 01 família portuguesa com 2 pessoas; 01 família brasileira com 9 pessoas. |
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12.04.1910 - É criada a Colônia Constança, nas imediações de Tebas, para assentamento de imigrantes, especialmente italianos. |
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