Capítulo 5 - A Copa do Mundo de Quadribol
 

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Hermione estava aborrecida porque Harry e Rony não queriam ficar na sua casa:

- Que pena que vocês não querem mesmo. A Copa do Mundo vai ser mais interessante, não é? Nos encontramos na estação, no dia do embarque, não é? Então, tchau.

Rony confessou mais tarde que sentiu pena dela. Sra. Granger convidou a Sra. Weasley e Gina para que ficassem. Assim, Hermione não se sentiria sozinha.

-  Obrigada pelo convite, Sra. Granger...

- Vamos, mamãe! - pediu Gina - me divertirei muito maiis com Hermione do que assistindo ao quadribol.

- Fique, Sra. Weasley: tenho certeza que gostaria de aprender a fazer comida de trouxa.

No final, a Sra. Weasley e Gina acabaram ficando, o que deixou Hermione mais feliz. Jorge pulou para o banco da frente:

- Estou torcendo pela Irlanda - afirmou Fred - a Bulgária n&aatilde;o tem muitos jogadores de alto nível.

- Eles não têm nenhum jogador decente - disse Rony.

- Quem é o apanhador da Irlanda? - perguntou Harry.

- Um grande jogador, o melhor de todos os tempos. Bill Chapman. Até hoje, nunca perdeu um pomo.

Em um minuto estavam lá. Harry desconfiou que o Sr. Weasley usou o botão laranja berrante, mas, não teve coragem de perguntar.

- Tudo bem, Fred, Jorge e Rony, por favor, fiquem aqui. Harry,venha comigo.

- Por que o Harry? - choramingou Rony.

- Porque eu quero, Rony. Não saiam daí.

Acionou o alarme que nada mais era um feitiço que, aquele que triscasse no carro, levaria um choque.

- Por favor, até que idade é a meia?

- Até doze anos - respondeu a bilheteira de mau-humor..

- Doze anos? Mas meninos de catorze anos ainda são crianças!

E iniciou-se uma discussão fervorosa entre o Sr. Weasley e a bilheteria. Harry olhou para uma multidão, entre fotógrafos, jornalistas e bruxos. Saindo da multidão, um pequeno bruxo, que olhou para Harry:

- Ei! Você é o Harry Potter?

E se aproximou de Harry. Passou a mão nos cabelos de Harry e disse:

- Não se preocupe. Tenho uma irmã de Hogwarts, da Lufa-lufa. Sei que você é o apanhador de Grifinória. Eu sou Bill Chapman, da Irlanda.

Harry tonteou. O apanhador da Irlanda, que nunca perdeu uma bola, o cumprimentando...

- Dizem que você é o melhor apanhador desde Carlinhos Weasley. Parabéns.

E cochichou para Harry, enquanto os fotógrafos clicavam freneticamente:

- Fui apanhador de Lufa-lufa. Mas não tive nenhuma chance com Carlinhos Weasley. Ele agarrou o pomo antes de mim.

Piscou para Harry e disse aos jornalistas:

- O campo está realmente ótimo, em ótimas condições. Desculpem-me, tenho que ir. E aparatou.

O Sr. Weasley, que discutira durante todo esse tempo com a bilheteira, saíra triunfante: a bilheteira dera duas meias para ele, por Rony e Harry.

Harry ainda estava tonto por causa da conversa que tivera com Bill. Contou tudo para Rony, que pareceu não acreditar:

- Bill Chapman... perdeu para meu irmão Carlinhos? Impossível, Harry. Você deve ter sonhado tudo isso.

Harry tinha certeza que não sonhara. Ainda pensando em Bill, viu o Sr. Weasley dizer por detrás do banco:

- Hotel Bafo de Dragão. É aqui que vamos ficar.

 

 

Harry nunca vira, em toda sua vida, uma coisa tão fascinante em toda sua vida. Se Hermione estivesse ali, deliraria de tanta felicidade. Os recepcionistas eram elfos domésticos vestidos elegantemente em ternos. Um que parecia extremamente parecido com Dobby atendeu o Sr. Weasley:

- Em que Cervo pode ajudar o senhor?

- Bem, eu queria dois quartos. Um para mim e os gêmeos e outro para Rony e Harry.

- Bolas! - reclamou Fred - por que será que papai e mam&ãe nunca deixam eu e Jorge sozinhos?

Jorge estava enfeitiçando a máquina de café expresso, que voou na cabeça de um trasgo que carregava as malas de uma senhora.

Harry reparava em cada detalhe do lugar: quadros de bruxos, pinturas estilosas. Sofás e divãs espalhados por todos os cantos. Trasgos se movimentando e todo tipo de bruxos. O hotel estava cheio por causa da Copa do Mundo de Quadribol. Pendurado no teto, um enorme lustre. Um enorme letreiro onde piscavam três estrelinhas (que fez o Sr. Weasley corar). Havia duas escadas com corrimões de ouro e dois elevadores.

- Muito bem, Sr. Weasley, Gigante os levará até os seus aposentos - e apontou um trasgo que estavam com as malas dos Weasley e a de Harry. Os meninos o seguiram até o elevador:

- Gigante levar vocês. Quartos 901 e 902.

Entraram no elevador e o trasgo apertou o botão “9”. Havia um espelho e a imagem de Harry acenava freneticamente para ele.

- Que bom que teremos um quarto só para nós - Harry cochichou para Rony - tenho que lhe contar algumas coisas estranhas que aconteceram.

Sentiram um leve tremor: chegaram ao nono andar. O trasgo os levou até seus quartos. O Sr. Weasley, Fred e Jorge entraram em um quarto e se trancaram. Harry e Rony entraram no seu e Ha

-  “Potter, Faça bom uso. C.” C.? Quem será esse misterioso C.?

-  Lembrei-me do que Mione pensou no ano passado, quanto a Firebolt que agora é sua. Será que a máquina está enfeitiçada? Será que Voldemort está querendo me matar com essa máquina?

-         Pode até ser - disse Rony, atordoado - mas, por favor, PARE DE FALAR ESSE NOME!

Harry pegou a máquina e olhou-a longamente. Quem será que a deu para Harry? Decidido, soltou Edwiges da gaiola.

- O que você vai fazer? – perguntou Rony.

- Mandar uma coruja para Hagrid. Ele pode falar com Dumbledore e Flitwick.

- Mande uma para Mione – sugeriu Rony – não há feitiço que ela não conheça.

- Não, eu não quero preocupar a minha amiga.

Rony não discutiu: era impossível discutir com um Harry decidido. Escreveu um bilhete para Hagrid, e Edwiges voou longe, até desaparecer de vista. O Sr. Weasley bateu na porta e disse:

- Hora de dormir. Amanhã cedo iremos para o estádio.

Harry e Rony ainda comeram alguns sapos de chocolate e alguns saquinhos de feijõezinhos de todos os sabores antes de dormirem.

 

Harry acordara com os gêmeos e Rony o fitando:

- Hoje é dia de quadribol! – gritou Fred, animado.

- Arrume-se cedo, precisamos de um bom lugar! – apressou Jorge.

- Papai está nos esperando lá embaixo – informou Rony – estamos descendo.

Harry trocou-se e pegou a máquina fotográfica, ainda desconfiando.

Em uns minutos, estavam dentro do estádio. Rony e Harry comiam amendoins, Fred e Jorge liam um panfleto explicativo sobre o estádio e o Sr. Weasley estava olhando admirado, com o chapéu da Irlanda escorregando da cabeça.

- Senhoras e senhores, meninos e meninas! – anunciou o narrador – e lá vem o time da Bulgária! O repórter Johnson irá confirmar a escalação.

- É isso mesmo, Jason! Liderados por Phillipe Hason, o apanhador, vem eles! Ernesto Flick, goleiro, Carol Schümmer e Katherine Davidson como artilheiras e os irmãos Bruce e Peter Lee como batedores!

Uma multidão aplaudiu o time de verde que estava entrando. Faixas como “Avante Bulgária!” ou “O time dos sonhos está aí!” penduradas no lado da torcida da Bulgária.

- Aquele ali – gritou Rony, apontando para um bruxo forte – Phillipe Hason, o melhor goleiro de todos os tempos. É concorrência forte para Bill Chapman.

O bruxo agora dava entrevistas.

- Atenção, o time da Irlanda está chegando! – gritou o narrador, que parecia estar torcendo para a seleção irlandesa. – a repórter Laureen confirmará a escalação!

- A seleção irlandesa é a favorita ao título, com o melhor time do último século. A estrela Bill Chapman e seu time: Kevin Lourence defende as balisas, Gary Puman e Vicent Jolie são os batedores. Mary Lou e Ivan, o Trouxa são os artilheiros.

A torcida da Irlanda explodiu de alegria. O Sr. Weasley pulava e dava socos no ar. Os gêmeos fizeram o feitiço de levitação para enxergar Bill e Rony aplaudia. Mas, Bill olhou para a direção de Harry e deu uma piscadela para ele. Harry tinha certeza que Bill piscou para ele.

O juiz, um bruxo franzino, do mesmo porte do prof. Flitwick tinha um microfone na roupa:

- Montem nas vassouras! – ele berrou.

Ambas torcidas gritavam animadas.

- O jogo começou! É a final da Copa do Mundo de Quadribol! A posse da goles é da Bulgária! Bill Chapman e Phillipe Hason voam alto, ambos com as suas Firebolt 2. A posse da goles é da Bulgária. Schümmer avança... LOURENCE FAZ UMA DEFESA ESPETACULAR!

A torcida irlandesa vibra. Harry não comemora: os seus olhos estão fixos nos apanhadores da partida.

- A goles está com a Irlanda... Ivan, o Trouxa avança rapidamente! Que belo drible ele deu no balaço lançado por Peter Lee! Agora ele está cara a cara com Flick e... ELE MARCA! Dez a zero para a Irlanda é o placar!

A torcida faz barulho. Ivan, o Trouxa, dá um looping para comemorar.

- Mas, a Bulgária não se deixa vencer. O que é aquilo? Um balaço atinge Flick, que quase cai da vassoura!

- Pênalti para a Bulgária! – berrou o juiz.

A torcida da Bulgária comemora. Rony, Fred e Jorge xingam palavrões mais feios que os outros.

- Davidson cobra e... MARCA! O jogo está empatado, dez a dez!

- A Irlanda tem a bola, mas, um balaço atinge Lou, que perde a goles! Agora Schümmer está com a bola, não Ivan a recupera, mas, Davidson agora está com a goles... que jogo, espectadores, que jogo! Davidson aproxima das balisas e marca! Vinte a dez para a Bulgária.

O campo explode na cor verde. Milhões de bandeiras são agitadas. Rony chuta um copo que vai parar longe. Fred e Jorge tentam lançar uma praga em Katherine Davidson, mas, o Sr. Weasley os impede a tempo.

- A Bulgária vira o jogo! Mary Lou pega a goles do meio do campo e... EU NÃO ACREDITO! QUE GOL LINDO! Vinte a vinte! Phillipe pede tempo.

Rony estava mais vermelho que os cabelos. Os gêmeos estavam despenteados e o chapéu do Sr. Weasley caía da cabeça.

- Eu... vou comprar algo para bebermos – ele disse, recuperando o fôlego.

- Que jogo! – exclamou Fred – nunca vou esquecer!

- Queria ver Bill Chapman em ação – disse Rony, desconsolado.

- O pomo ainda não fora lançado. Você vai ver, ele não vai perder.

O Sr. Weasley voltou com as bebidas e deu-as aos filhos e a Harry.

- O jogo é reiniciado! – anuncia o narrador – vinte a vinte é o placar. A Bulgária tem a goles, mas Puman manda um balaço! A bola está com Ivan, que converte! TRINTA A VINTE!

- Peter Lee acerta um balaço em Mary Lou. Enquanto isso, Bill e Phillipe sobrevoam o estádio. Schümmer tem a goles, quer dizer, tinha a goles... Lou recupera a bola e FLICK DEFENDE! Ele joga a goles que sobe, sobe... E ENTRA NO GOL ADVERSÁRIO! Nunca vi isso em toda a minha vida! TRINTA A TRINTA!

- A Irlanda tem a bola... mas o que é isso? Vicent Jolie acerta um balaço em Ivan sem ele estar na jogada!

- Pênalti para a Irlanda! – berrou o pequeno juiz.

- Ivan parte para a cobrança. SIM SENHORES! Ele marca! Quarenta a trinta, que jogo eletrizante! Mas o que é aquilo?

- Bill voa numa velocidade fantástica. Parece que ele avistou o pomo. Phillipe parte atrás dele. Os dois voam lado a lado. Bruce Lee manda um balaço que acaba fazendo que os dois apanhadores percam o pomo. Phillipe parece furioso com Bruce. É, Bruce, parece que as coisas estão feias para o seu lado.

- Aqui em embaixo, a Irlanda tem a goles. Mary avança e MARCA! Cinqüenta a trinta! Essa furou o goleiro! Phillipe pede tempo.

Harry olha para Bill. Ele parece calmo, e de repente, Bill olha para ele:

“Vamos vencer, Harry. Eu e você”.

Harry não sabia de onde ouvira a voz, mas, parecia confiante. Era a voz de Bill. O narrador interrompeu seus pensamentos.

- Os dois times já estão a postos. O juiz apita. Parece que está havendo uma discussão. Kevin e Gary se esbofeteiam. O juiz paralisa o jogo.

- Pênalti para Irlanda e pênalti para Bulgária! – berra.

- Os jogadores partem para cima do juiz. Bill desce e acalma o jogo. Grande homem, Bill Chapman. O jogo volta ao normal. Ivan vai bater o pênalti. ELE ERRA! A goles passa a quilômetros de distância das balisas de Flick. Carol Schümmer parte para a cobrança... ENTROU! Cinqüenta a quarenta. Que disputa, meu amigo!

- Peter Lee joga um balaço. O que é isso? O balaço atinge a goles, que entra no gol da Irlanda! Está empatado, cinqüenta a cinqüenta! Caso Bill Chapman apanhe o pomo, a vitória é irlandesa. A Bulgária precisa ganhar de uma diferença de vinte pontos para ser campeã.

De repente, Harry viu o pomo. Atrás de Bill.

- BILL! – berrou Harry – atrás de você!

Bill virou-se e sorriu. Phillipe partiu para cima de Bill e o pomo perdeu a direção. Estava voando para o outro lado. Para o lado de Harry.

Se aproximando cada vez mais, Harry esticou o braço e o pomo se debateu nas suas mãos. Todo o estádio parece ter parado de respirar. Harry subiu na cadeira.

- Eu conheço aquele menino! – gritou o narrador, incrédulo – é Harry Potter! O pequeno apanhador da Grifinória de Hogwarts!

Harry não sabia o que fazer. Rony o olhava assustado. Harry girou o braço e o pomo voou para a direção de Bill, o que fez Phillipe Hason ficar branco. Bill estendeu o braço e...

- SIM, SENHORAS E SENHORES! BILL CHAPMAN APANHA O POMO! A SELEÇÃO IRLANDESA É A CAMPEÃ!

A torcida irlandesa vibra, grita e comemora. Os jogadores abraçam Bill. Os búlgaros reclamam com o juiz que anuncia:

- Bill Chapman agarrou o pomo. A Irlanda é a campeã.

Rony comemorava como um louco, arrancando os cabelos. Fred e Jorge se abraçavam ao Sr. Weasley:

- A IRLANDA VENCEU!

Bill voou na direção de Harry:

- Vamos, Harry. Vamos pegar a nossa taça.

Harry subiu na vassoura de Bill, entusiasmado. Bill recebeu a taça do pequeno juiz e a beijou longamente. Erguendo-a no ar, passou para Harry, que também a levantou. O estádio tremeu e Harry sentiu-se enormemente feliz.
 

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