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  Poema Inacabado
 

 

Eu tenho cem anos,  e te amo.

Possuo mil dotes,  e te amo.

Fa�o  o tempo,  e te amo.

 

N�o �s minha, pois tua pureza � branca,
E branca minha alma t�o tua,
Se nega a declarar-te
o amor que a consome
Nas tardias horas possu�das
No momento s�co de ins�nia
Sofro amando-te � dist�ncia.

Passas sob meus dedos
Sem arfar as sutis penas
Sem formar o doce sonho
Que te envolve com t�o luminosa aur�ola.
Fazendo de ti a voz alta da c�lida primavera.

Assenta teus p�s de flores
Sobre meu cora��o,
Sobre meus olhos,
E sente o pulsar de minhas m�os inconstantes.
Admira a rapidez de meu olhar contemplando
o brilho de teus cabelos...

Mito po�tico diante de mim mesmo
Poeta de tuas belezas,
Brinquedo de teus sonhos.

Meu cora��o sofre com tua aus�ncia, querida
E se rejubila com tua inoc�ncia
Enquanto n�o estiveres perto de mim...

 

Est�pido afeto que te dedico...
Esse que n�o te posso oferecer.

Odeio-me por amar-te pouco querida...

ou simplesmente.... Amiga!

(C.H.Feltrin,  amigo de sempre)


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