Crítica conceitual em Naruto
Crítica conceitual em Naruto

Sim, contra tudo e contra todos, ao que parece, o autor de Naruto, Masashi Kishimoto, resolveu criticar os yankees na concebimentação desta sua obra-prima, desenvolvendo-a sob o prisma kubrickiano de crítica ao "american way of life". Exemplificando, o símbolo ostentado por todas as bandanas remetem ao falismo subjetivo que aparentemente foi importado da "teoria do complexo de édipo", de Freud. Aliás, este complexo é mostrado de forma escancarada na vida de Uchiha Itachi e de todos os lacaios de Orochimaru, confirmando esta referência.

Sim, sim, o fato de Orochimaru passar a cobra em todos os seus servos é na verdade, não uma técnica de selamento, mas sim uma dura crítica à moral e aos bons costumes da américa de George W. Bush. Quanto às bandanas, elas não foram criadas por preguiça do autor, como dizem os mau-intencionados, mas sim para passar com sucesso a subjetividade que Think-Wink não consegue.

Todo este brilhantismo na obra de Kishimoto já é capaz de colocá-la no hall da fama dos halls da fama, mas ainda falta o melhor: durante todo o tempo, o anime presta uma merecida homenagem aos outros antigos animes do mesmo estilo. Um excelente contraponto à obrigação bushiana de ser criativo o tempo todo, utopia tão ilusória quanto as armas químicas do Iraque. Um fato mentiroso produzido por uma sociedade mentirosa e que não merece crédito.

Hannya, em especial para a "Hannya's HP"
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