CAPÍTULO 5

Mari e Taylor haviam saído para dar uma volta, decidiram parar para ver o Arkansas river.

-                      Mari...

-                      Fala.

Taylor viu o sol bater no seu rosto de leve e ilumina-lo, os olhos dela eram castanhos bem claros, seu cabelo curto realçava seu rosto, com formas delicadas, claro que ele reparou na espinha que estava na testa, mas pensou que nem tudo era perfeito.

-                      Tay, cê  vai falar ou vai ficar me olhando com essa cara?

-                      Não é nada... só besteira!

-                      Tay... fala! Agora! – Mari fingiu estar brava, mas depois soltou um sorriso.

-                      Como vc é idiota!

-                      Eu?

-                      Não, minha tia...

-                      Aquela...

Taylor impediu Mari de falar, com um selinho. Mari ficou sem graça e ambos ficaram vermelhos.

-                      Tay...

-                      O que?

-                      Não vai rolar... desculpa.

-                      Tudo bem Mari... nem sei onde tava com a cabeça.

-                      Fica calmo... foi um beijo bom, só que eu acho que nos tornamos muito amigos para termos outro tipo de relacionamento... eu te vejo como meu amigão. Aquele o qual eu quero contar meus segredos, e quero chorar quando minha vida não tiver legal...

Taylor não queria escutar aquilo, porém, mesmo que tapasse os ouvido, estaria escrito no rosto dela... não havia como fugir.

-                      bom... – disse ele – então ao menos vamos fazer um trato, se até os 30 anos nós não nos casarmos com ninguém, ficaremos juntos!

-                      Legal... concordo! Se até os 30 anos nós ainda formos solteiros, nos encontraremos aqui, nesse mesmo local, para ficarmos juntos!

Os dois deram as mãos levantaram e foram embora, com se aquele beijo jamais tivesse acontecido.

Mari chegou em Casa, Nando já estava no hospital, ela subiu, pegou o diário e foi escrever.

 

 

“ Pois é, eu jamais pensei que tal coisa pudesse acontecer, mas o Tay me beijou... e o pior é que só consegui pensar no Isaac. Dá para acreditar? Eu lá, em uma cena digna de hollywood e minha cabeça em Tulsa! No irmão do garoto que estava me beijando... eu espero que minha filha não passe por isso...

puxa! Porque não me apaixonei pelo Tay? Seria muito bom... mas, é pelo Ike que meu coração bate e esse nem liga para mim, e  mesmo que ligasse, se o Tay sentir algo a mais por mim... eu e o Isaac teremos que Ter respeito por ele, e ... meu, deixa pra lá! Eu queria mesmo era desabafar, já que não poderei contar ao Tay o que se passa na minha cabeça.

Ai... como uma mãe faz falta...”

- - > Capítulo 6

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