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| Poesia de minh�alma | ||||||||||||||
| Aus�ncia Nunca te vi. Mas j� te admiro. �s flecha em meu peito. E em meu cora��o, um tiro. Tua aus�ncia � rotina, tua voz n�o conhe�o. Dessa vida cretina , perdi o come�o. Desaparecem saudades, a escurid�o � bem-vinda. Carinho sufoca e, comigo, a solid�o brinda Que bom! Nem fugiste pra longe de mim. E eu sempre t�o triste, preferia o fim. Adoro ouvir o que o sil�ncio me diz: Que meu mundo n�o � esse, sou um mero aprendiz. E se tudo eu vivesse e tivesse perdido, Eu seria feliz mas teria sofrido. E minhas mentiras n�o fariam sentido. |
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