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| Poesia de minh�alma | ||||||||||||||
Noturno Com mordaz a�oite, a noite � algoz De cruel chibata e f�ria feroz. Te lembrar me d�i, bem al�m da alma. Me constrange o peito, profano trauma ! Paix�o sonhada, j� quase esquecida, Essa estrela terna, irradiando vida. Olhar de cristal, num semblante lindo. Te visito em sonho e volto, sorrindo! E a saudade grita, traduzindo enfim... Essa voz confusa, suplicando em mim. Esperan�a tola, que n�o cr� no fim De uma hist�ria linda, quase sagrada. Uma busca intensa, sempre lembrada. Tudo foi por ti, minha musa amada ! |
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