

Onde estão os teus valentes?
Jerusalém está sitiada
E onde estão os teus valentes?
Estão com o teu Deus descontentes?
E por isso ficará a cidade santa desamparada?
Onde estão os teus pastores?
Estão a pelejar pela causa do Mestre
Sobem montanhas e dessem vales
Olham pelas Campinas
Buscam pelos lagares.
Mas onde, onde estão os valentes?
Que manejam bem a espada
Que embora estejam descontentes
Sabem qual é a grande estrada.
Entristecido está o povo, que chora, que lamenta
E o inimigo se aproxima, sem querer ir embora
E o que os afugenta? O fiel Pastor, sozinho...
E os seus valentes, e suas espadas, e os seus presentes...?
Que receberam outrora do Mestre amado
Quando fizeram o compromisso do Sangue da aliança
De proteger os feridos
De guardar os queridos
Que por sangue foram comprados
Que por bom preço pagos
Mas não, se esqueceram dos aflitos!
Porque Senhor teus valentes não houvem a corneta que diz:
Sede prudentes, sede prudentes,
Guardai vossos postos
Não sede inconscientes.
Vigiai com grande garra
Sustentai os fracos
Alimentai as viúvas
Por que o bom mestre lhes dará o bom pago.
Faça com decência e ordem
Marchem, busquem, sustentem a bandeira
Por que poucos estão feridos, e são valentes
Mas muitos abandonaram suas eiras
Levantai oh nações, vosso estandarte
Eu pelejo por vós
Não deixe o aflito só
Não rogai por coisas vãs
A história de Jó
Fala com integridade
Como eu levanto o homem do pó.
Eu sou o vosso tesouro
Eu sou o grande Eu Sou
Eu sou tudo que esperavas
E agora encontrastes
Mas pela visão que vos corrompe, correstes
E muitos estão ficando para traz
Onde estão as vossas promessas?
Foram apagadas pelos vossos delitos?
Sede submissos, não vos corrompais,
O seu Deus sabe o que faz!
Olhai povo, olhai
Fidelidade é para os poucos,
Que conseguem doar muito mais
Que um simples glória.
Eu sou o vosso amém!
Eu sou o que poucos têm!
Feliz é a nação a qual eu escolher
Sois povo santo
Geração eleita
A quem fiz florescer
Mas onde? Onde estão os meus valentes
Por que se justificam como descontentes?
Eu formo a luz e crio as trevas
Eu sou benevolente
Mas onde estão os meus valentes?!
Criados fostes oh pequeninos de Jacó
Para serem livres
Por que andai onde o lobo mora?
Por que espreguiçais sem justa causa?
Com seus corpos fortes e mentes sãs!
Mas com orações vãs, pedem socorro,
Por que não me houve oh Deus?
Mas, onde estão os meus valentes?
Pleiteai a causa do Mestre
Pleiteai a causa do Filho
Pleiteai a causa do Espírito
E sereis edificados, adornados, restaurados,
Por que eu sou o grande eu sou.
Não temas! Vigiai no por vir!
Criei-te para o propósito Santo
Vos elegi para ornamento
Mas onde está o teu manto?
Por que o descontentamento?
E a espada ao flanco, herói,
Está cingida?! Estás pronto para a batalha?
Eu curo vossas feridas.
Eu vos contemplo mais que ao valor do ouro,
Rego-vos com o puro orvalho,
Eu vos tenho confiado causas e promessas,
E convosco tenho cavalgado.
Mas onde estão os meus valentes?
Onde estão os meus valentes?
Onde? Ovelha ferida?
Onde? Necessitado?
Onde? Prisioneiro?
Onde? Missionário?
Onde? Criança
Onde está o valente e a sua esperança?
O que foi feito dos meus valentes?!
Sim! sitiaram também a Israel !
E o meu povo com medo o que fez?
Lançou-se do auto penhasco,
Escondendo-se no seu próprio cansaço.
Não, não fadigues!
O astuto inimigo não pode desfrutar
Dos seus despojos e armamentos
Se em vós conservardes os meus talentos.
Sai, povo meu!
À batalha pelejar,
Confiai nas promessas santas,
As quais os dignos irão alcançar.
Amanhece! O dia passa!
A noite em penumbra então pára,
Por que Deus a ordenou,
Para que o novo dia venha,
E então seus valentes se lembrem,
Que Deus os consagrou!
Santo! Santo! Santo!
Deus de glória e poder tu és!
Renova agora os teus valentes!
( Autor: Pr. Ivan Lemos, Igreja de Deus , pelo Espírito do Senhor!)

