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Retorno da Burning Legion |
Capitulo V: O Retorno da
Burning Legion
A Scourge e Lordaeron
Warcraft III: O Reino do Caos
Depois de se preparar por muitos meses, Kel'Thuzad e seu Culto Maldito
finalmente soltou o primeiro sopro da pestilência undeath em Lordaeron.
Uther e os paladinos da mesma categoria que ele investigaram as regiões
infestadas na esperança de achar um modo de parar a pestilência. Apesar
de seus esforços, a pestilência continuou se espalhando e ameaçou a
dividir a Aliança.
Com os undeads varridos de Lordaeron, Terenas e seu filho, Príncipe
Arthas, entraram na briga contra a Scourge. Arthas teve sucesso em matar
Kel'Thuzad, mas mesmo assim, os undeads nasciam de todos os soldados que
fossem mortos defendendo sua terra. Frustrado e desanimado com a força
aparentemente imparável de seu inimigo, Arthas deu grandes passos para
conquistá-los. Até que um dia Arthas foi advertido por seus companheiros
que ele estava perdendo sua humanidade.
Arthas temia o que sua resolução provou ser sua última abolição. Ele
localizou a fonte da pestilência de Northrend, enquanto pretendeia
terminar com essa ameaça para sempre. Para o príncipe Arthas derrubar o
poder eventualmente grande de Lich King e acreditando que salvaria seu
povo, Arthas levou a runeblade amaldiçoada, Frostmourne. Embora a espada
lhe concedesse um poder inacreditável ela também roubava sua alma
transformando-o no maior dos Cavaleiros Mortos de Lich King. Com sua alma
e sua sanidade arrasadas, Arthas conduziu a Scourge contra seu próprio
reino. No final, Arthas acabou por assassinar seu próprio pai, o Rei
Terenas, e esmagou Lordaeron com a força de Lich King.
Sunwell - A Queda de Quel'Thalas
Embora ele tivesse derrotado todas as pessoas que ele via como seus
inimigos, Arthas ainda era assombrado pelo fantasma de Kel'Thuzad. O
fantasma contou para Arthas que ele precisava ser ressuscitado para a próxima
fase do plano do Lich King. Para ressuscitá-lo, Arthas precisava levar os
restos de Kel'Thuzad ao místico Sunwell, escondido dentro do reino eterno
dos High Elfs, Quel'Thalas.
Arthas e sua Scourge invadiram Quel'Thalas e fizeram cerco às defesas dos
Elfs destroçando-as. Sylvanas Windrunner, a Ranger-Geral de Silvermoon,
começou uma grande briga, mas Arthas erradicou o exército dos High Elfs
batalhou para chegar ao Sunwell. Em um gesto cruel de seu domínio, ele
ressuscitou também o corpo de Sylvanas e a transformou em uma Banshee,
amaldiçoada e obrigada a servir na eternidade o conquistador de
Quel'Thalas.
No final das contas, Arthas submergiu o resto de Kel'Thuzad dentro das águas
santas de Sunwell. Embora as águas potentes da Eternidade fossem
infringidas por este ato, Kel'Thuzad foi ressuscitado como um Lich
Sorcerous. Ressuscitado como um ser ainda mais poderoso, Kel'Thuzad
explicou a próxima fase do plano do Lich King. Até que Arthas e seu exército
undead virassem para o sul, nenhum Elfs permaneceu vivo em Quel'Thalas. A
gloriosa pátria dos High Elfs que tinham representado mais de nove mil
anos de sua raça já não era mais nada.
O Retorno de Archimonde e o Vôo para Kalimdor
Uma vez que Kel'Thuzad estava novamente inteiro, Arthas conduziu a Scourge
para o sul de Dalaran. Lá o Lich obteve o poderoso Livro de Magias de
Medivh, e usou-o para chamar Archimonde de volta ao mundo. Daquele ponto
em diante, o próprio Archimonde começaria a invasão final da Legião.
Nem mesmo os feiticeiros de Kirin Tor puderam impedir as forças de Arthas
de roubar o Livro de Medivh, e logo Kel'Thuzad tinha tudo que ele
precisava para executar seu feitiço. Depois de dez mil anos, o poderoso
demônio Archimonde e seu anfitrião emergiram uma vez mais no mundo de
Azeroth. Dalaran não era seu destino final. Sob as ordens de Kil'jaeden
Archimonde e seus demônios seguiram a Scourge Undead até Kalimdor, com a
intenção de destruir Nordrassil, e a Árvore Mundial.
No meio do caos, um solitário e misterioso profeta parecia ajudar e
orientar as raças mortais. Este profeta era mingúem menos que Medivh, o
último Guardião, milagrosamente ele voltou do Além para se redimir de
seus pecados passados. Medivh contou a Horda e a Aliança dos perigos que
eles enfrentariam e lhes pediu que enfrentassem isto juntos. Cansado por
gerações de ódio, os Orcs e os Humanos não se uniriam para isso. E
Medivh foi forçado a lidar separadamente com cada raça, usando a
profecia e o artifício para os guiarem por mar para a lendária terra de
Kalimdor. Os Orcs e Humanos logo encontraram a civilização escondida dos
Kaldorei.
Os Orcs, conduzidos por Thrall, sofreram uma série de retrocessos em sua
viagem pelos Barrens de Kalimdor. Embora eles ajudassem os Cairne
Bloodhoof e os poderosos guerreiros Taurens, muitos Orcs começaram a
sucumbir ao bloodlust endiabrado que os tinham infestado durante anos. O
maior tenente de Thrall, Grom Hellscream, traiu a Horda se entregando aos
seus instintos. Com o Hellscream e seus leais guerreiros Warsongs
espalhados nas florestas de Ashenvale, eles se confrontaram com as antigas
Sentinelas dos Night Elfs. Certo de que os Orcs tinham voltado a sua sede
por sangue, o demigod Cenarius veio mandar Hellscream e seus orcs de volta
de onde eles vieram. Com Hellscream e seus Orcs, com um ódio sobrenatural
e enfurecidos, eles conseguiram matar Cenarius e corromper as antigas
forestlands. No final das contas, Hellscream resgatou sua honra ajudando
Thrall a derrotar Mannoroth, o senhor demônio que tinha amaldiçoado a
linhagem dos Orcs com ódio e raiva. Com a morte de Mannoroth, a maldição
da linhagem dos Orcs finalmente chegava ao fim.
Enquanto Medivh trabalhava para convencer Orcs e Humanos da necessidade de
uma aliança, os Night Elfs lutaram contra a Legião com seus próprios
modos reservados. Tyrande Whisperwind, a Alta Sacerdotisa imortal das
Sentinelas dos Night Elfs, batalhava para impedir que os demônios e
undeads infestassem as florestas de Ashenvale. Tyrande percebeu que ela
precisava de ajuda, assim ela teve a idéia de despertar os Druidas Night
Elfs dos mil anos de sono. Chamando seu antigo amor, Malfurion Stormrage,
Tyrande teve sucesso galvanizando suas defesas e fazendo a Legião recuar.
Com a ajuda de Malfurion, ela começaria a derrotar a Legião e seus
aliados, a Scourge.
Enquanto Malfurion procurava por mais Druidas hibernando, ele achou a
antiga prisão subterrânea na qual ele tinha prendido seu irmão,
Illidan. Convencido que Illidan os ajudaria contra a Legião, Tyrande
soltou. Embora Illidan os ajudasse durante um tempo, ele fugiu para ir atrás
de seus próprios interesses.
Os Night Elfs se superaram lutando com muita determinação contra a
severa Burning Legion. A Legião nunca tinha deixado de pensar em seu
desejo: o Well of the Eternity, a fonte de sua força a Árvore Mundial e
o coração do reino dos Night Elfs. Se o ataque planejado na Árvore
tivesse êxito, os demônios acabariam literalmente com o mundo.
A Batalha do Monte Hyjal
Sobre a orientação de Medivh, Thrall e Jaina Proudmoore - a líder das
forças humanas em Kalimdor - perceberam que eles teriam que superar suas
diferenças. Semelhantemente, os Night Elfs, conduzidos por Malfurion e
Tyrande, concordaram que eles teriam que se unir a eles se eles quisessem
defender a Árvore Mundial. Unificadas por um propósito, as raças de
Azeroth trabalharam para fortalecer as energias da Árvore Mundial para
junto de seu extremo. Autorizado pela mesma força do mundo, Malfurion
teve sucesso em soltar a fúria primitiva de Nordrassil, destruindo
Archimonde totalmente e cortando assim a corda que ligava a Legião ao
Well of the Eternity. A batalha final estremeceu o continente de Kalimdor
e suas raízes. Incapaz de drenar o poder do Well, a Burning Legion se
destroçou debaixo do poder combinado dos exércitos mortais.
O Traidor Ascendente
Warcraft III: O Trono Congelado
Durante a invasão da Legião a Ashenvale, Illidan foi libertado de sua
prisão subterrânea depois de dez mil anos de cativeiro. Embora ele
buscasse satisfazer seus camaradas, ele voltou a sua verdadeira forma e
logo consumiu as energias de um artefato warlock muito poderoso conhecido
como o Crânio de Gul'dan. Fazendo isso, Illidan desenvolveu características
endiabradas e seu poder aumentou imensamente. Ele também ganhou algumas
das velhas recordações de Gul'dan - especialmente as da Tumba de
Sargeras, e as cavernas das ilhas que rumorava guardar os restos do Titã
Escuro, Sargeras.
Enlouquecido por seu enorme poder e livre para vagar no mundo mais uma
vez, Illidan teve a idéia de achar seu próprio lugar no grande esquema
das coisas. Porém, Kil'jaeden confrontou Illidan e lhe fez uma oferta que
ele não pôde recusar. Kil'jaeden ficou enfurecido pela derrota de
Archimonde no Monte Hyjal, mas ele teve maiores preocupações que sua
vingança. Sentindo que sua criação, o Lich King, estava crescendo muito
poderoso e fora de seu controle, Kil'jaeden ordenou Illidan para destruir
Ner'zhul e acabar de uma vez por todas com a Scourge Undead. Em troca,
Illidan receberia um poder incontável e um verdadeiro lugar entre os
senhores restante da Burning Legion.
Illidan concordou e imediatamente pensou em destruir o Trono Congelado, o
e o Iceberg no qual o espírito do Lich King residia. Illidan soube que
ele precisaria de um poderoso artefato para destruir o Trono Congelado.
Usando o conhecimento que ele tinha e as recordações de Gul'dan, Illidan
decidiu procurar a Tumba de Sargeras e reivindicar os restos do Titã
Escuro. Ele cobrou algumas dívidas antigas dos Highborne e atraiu as
Nagas Serpentes de suas tocas no fundo do Grande Oceano. Conduzidas pela
esperta Witch Lady Vashj as Nagas ajudaram Illidan a chegar às Brokens
Ilhas onde a Tumba de Sargeras estava localizada segundo rumores.
Com a partida de Illidan e as Nagas, a Diretora Maiev Shadowsong começou
a caçá-los. Maiev tinha sido a carcereira de Illidan durante dez mil
anos e agora ela voltou com o objetivo de recuperar seu cargo. Porém,
Illidan enganou Maiev e seus Guardas e teve sucesso reivindicando o Olho
de Sargeras apesar de seus esforços. Com o poderoso Olho em sua posse,
Illidan viajou para a cidade dos feiticeiros, Dalaran. Fortalecido pelas
linhas de poderes da cidade, Illidan usou o Olho para lançar um
destrutivo feitiço contra a fortaleza de Lich King, Icecrown em
Northrend. O ataque de Illidan quebrou as defesas de Lich King e rompeu o
céu do mundo. No momento final, o feitiço destrutivo de Illidan foi
parado quando seu irmão Malfurion e a Sacerdotisa Tyrande chegaram para
ajudar Maiev.
Sabendo que Kil'jaeden não ficaria satisfeito com seu fracasso de
destruir o Trono Congelado, Illidan fugiu para outra dimensão estéril
conhecida como Outland: onde estavam as sobras de Draenor, a terra natal
dos Orcs. Lá ele planejou evadir a ira de Kil'jaeden e planejar seus próximos
movimentos. Depois que eles tiveram sucesso em parar Illidan, Malfurion e
Tyrande voltaram para casa em Ashenvale Forest para vigiar seu povo de
perto. Porém, Maiev não o deixaria escapar tão facilmente, e seguiu
Illidan a Outland, determinada a trazer a justiça.
O Surgimento dos Blood Elves
A Scourge Undead tinha transformado Lordaeron e Quel'Thalas essencialmente
em uma Plagueland (Terra de Pragas) tóxica. Havia só alguns postos de
resistência da força da Aliança. Um grupo, consistindo principalmente
de High Elfs, foi conduzido pelo último da dinastia Sunstrider: Príncipe
Kael'thas. Kael, um poderoso feiticeiro, cresceu longe do erro que era
Aliança. Os high Elfs afligidos pela perda de sua pátria decidiram se
chamar Blood Elves em honra das pessoas que morreram. Eles ainda
trabalhavam arduamente para manter a Scourge à distância, eles sofreram
grandemente por estarem sem o poder que o Sunwell lhes dava. Desesperado
para achar uma cura para o hábito de sua raça por magia, Kael fez o
inconcebível: ele abraçou a ascendência do Highborne e seu povo e se
uniu a Illidan e as Naga na esperança de achar uma nova fonte de poder mágico
para alimentar o hábito de seu povo. Os chefes restantes da Aliança
condenaram os Blood Elfs como traidores e os expulsaram para seu próprio
bem.
Sem lugar para ficar, Kael e seus Blood Elfs seguiram Lady Vashj para as
Outlands para ajudar na batalha contra a diretora, Maiev que tinha
recapturado Illidan. Com as Naga combinadas com a força dos Blood Elfs,
eles conseguiram matar Maiev e soltar Illidan de sua prisão. Fundado em
Outland, Illidan juntou suas forças para uma segunda guerra contra o Lich
King e sua fortaleza, Icecrown.
Guerra Civil nas Plaguelands
Ner'zhul, o Lich King, soube que seu tempo era curto. Preso ao Trono
Congelado, ele suspeitou que Kil'jaeden enviaria seus agentes para destruí-lo.
O dano causado pelo feitiço de Illidan tinha rompido o Trono Congelado;
assim, o Lich King perdia seu poder a cada dia que passava. Desesperado
para se salvar, ele chamou seu maior criado mortal que estava ao seu lado:
o Cavaleiro Undead, Príncipe Arthas.
Embora seus poderes fossem se esvaecendo devido à fraqueza de Lich King,
Arthas tinha sido envolvido em uma guerra civil em Lordaeron. A metade da
força Undead, foi conduzida pela Banshee Sylvanas Windrunner, que
organizou um golpe para controlar o império Undead. Arthas, chamado pelo
Lich King, foi forçado a deixar a Scourge nas mãos de seu tenente,
Kel'Thuzad, assim como a guerra formada nas Plaguelands.
No final das contas, Sylvanas e seus Undeads rebeldes (conhecido como os
Forsaken) reivindicaram a importante e arruinada cidade de Lordaeron para
eles. Construindo sua própria bastion sob a cidade destruída, os
Forsaken juraram derrotar a Scourge e mandar Kel'Thuzad e seu exercito
para fora de suas terras.
Debilitado, mas determinado a salvar seu mestre, Arthas alcançou sozinho
as Northrend para achar as Naga de Illidan e os Blood Elfs que esperavam
por ele. Ele e seus aliados Nerubians confrontaram-se com as forças de
Illidan chegando na Geleira de Icecrown para defender o Trono Congelado.
O Lich King Triunfante
Mesmo debilitado, Arthas foi melhor que Illidan e no final das contas
alcançou o Trono Congelado primeiro. Usando sua runeblade, Frostmourne,
Arthas quebrou a prisão fria de Lich King e o capacete encantado de
Ner'zhul libertando o peitoral. Arthas colocou o incrível e poderoso
capacete se tornando o novo Lich King. Os espíritos de Ner'zhul e Arthas
se fundiram em um único ser poderoso, da maneira que Ner'zhul tinha
planejado. Illidan e suas tropas foram obrigadas a fugir para Outland em
desgraça, enquanto Arthas se tornava uma das entidades mais poderosas que
o mundo já tinha visto.
Atualmente Arthas, o novo Lich King imortal, reside em Northrend; ele
rumou para reconstruir a fortaleza de Icecrown. Seu tenente confiado,
Kel'Thuzad, comanda a Scourge na Plaguelands. Sylvanas e os Forsaken
rebeldes vivem nas Clareiras de Tirisfal e em uma pequena porção do
reino destruído pela guerra.
O Velho Ódio - A Colonização de Kalimdor
Embora a vitória fosse deles, as raças mortais se acharam em um mundo
destruído pela guerra. A Scourge e a Burning Legion destruíram tudo
menos as civilizações de Lordaeron, e eles já estavam quase terminando
seu trabalho em Kalimdor. Havia florestas para curar, rancores para
enterrar, e pátrias para reerguer. A guerra tinha ferido cada raça
profundamente, mas eles tinham atado abnegadamente juntos para tentar um
novo começo, enquanto começava uma trégua intranqüila entre a Aliança
e Horda.
Thrall conduziu os Orcs ao continente de Kalimdor onde eles fundaram uma
nova pátria com ajuda de seus irmãos Taurens. Nomeando a nova terra de
Durotar depois que o pai de Thrall foi assassinado, Os Orcs se
estabeleceram e reconstruíram sua sociedade que uma vez havia sido
gloriosa. Agora que a maldição do demônio terminou, a Horda mudou de um
agressivo para uma coalizão mais solta, dedicada a sobrevivência e
prosperidade em lugar de conquista. Ajudados pelos nobres Taurens e os
espertos Trolls da tribo de Darkspear, Thrall e seus Orcs esperaram por
uma nova era de paz em suas terras.
As forças restantes da Aliança sobre o comando de Jaina Proudmoore se
instalaram no sul de Kalimdor. Perto da costa oriental do Pântano
Dustwallow, eles construíram uma cidade porto nas terras escarpadas de
Theramore. Lá, os humanos e seus aliados dwarvens trabalharam para
sobreviver em uma terra que sempre seria hostil a eles. Embora os
defensores de Durotar e Theramore mantivessem a tentativa de trégua um ao
outro, a frágil serenidade colonial não duraria muito mais tempo.
A paz entre os Orcs e Humanos foi quebrada pela chegada de uma volumosa
frota da Aliança em Kalimdor. A poderosa frota, sob as ordens do
Principal Almirante Daelin Proudmoore (pai de Jaina), tinha deixado
Lordaeron antes que Arthas tivesse destruído seu reino. Tendo velejado
durante árduos meses, o Almirante Proudmoore estava procurando qualquer
sobrevivente da Aliança que pudesse achar.
A armada de Proudmoore posou uma seria ameaça à estabilidade da região.
Sendo um herói renomado da Segunda Guerra, o pai de Jaina era um forte
inimigo da Horda, e ele foi determinado a destruir Durotar antes que os
Orcs pudessem ganhar uma posição segura nas terras de Kalimdor.
O Principal Almirante forçou Jaina a tomar uma terrível decisão: o
apoiar a batalha contra os Orcs e trair seu pacto, ou lutar contra seu próprio
pai para manter a frágil paz que a Aliança e a Horda tinham finalmente
atingido. Depois de muito refletir, Jaina escolheu ajudar Thrall a matar
seu pai que já estava louco. Infelizmente o Almirante Proudmoore morreu
na batalha antes que Jaina pudesse se reconciliar com seu pai ou pudesse
provar que os Orcs não eram mais nenhum monstro sanguinário. Por sua
lealdade, os Orcs permitiram que as forças de Jaina voltassem para casa
em Theramore seguramente.
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