Tomada de Humaitá |
Em
1º de agosto Mitre retornou ao comando e deu ordens para que a
esquadra imperial forçasse a passagem em Curupaiti e Humaitá.
Em 15 de agosto, duas divisões de cinco encouraçados
ultrapassaram, sem perdas, Curupaiti, mas foram obrigadas a
deter-se frente aos poderosos canhões da fortaleza de Humaitá.
O fato causou novas dissensões no alto comando aliado. Ao
contrário de Mitre, os brasileiros consideravam imprudente e
inútil prosseguir, enquanto não se concatenassem ataques
terrestres para envolver o Quadrilátero, que se iniciaram,
finalmente, em 18 de agosto.
A partir de Tuiu-Cuê, os aliados rumaram para o norte e tomaram
São Solano, Vila do Pilar e Tayi, às margens do rio Paraguai,
onde completaram o cerco da fortaleza por terra e cortaram as
comunicações fluviais entre Humaitá e Assunção. Em 3 de
novembro de 1867 os paraguaios atacaram a posição aliada de
Tuiuti (segunda batalha de Tuiuti), mas foram derrotados. Com o
afastamento definitivo de Mitre, que retornou à Argentina,
Caxias voltou a assumir o comando geral dos aliados. Em 19 de
fevereiro a esquadra imperial forçou a passagem de Humaitá que,
totalmente cercada, só caiu em 25 de julho de 1868.