Ponte Estaiada Santos - Guarujá
GUARUJÁ ESQUECE HERÓIS DE 1932 Apesar de existirem leis municipais que determinam homenagens anuais aos heróis da Revolução Constitucionalista de 1932 em Guarujá -SP, a Prefeitura Municipal ignora o fato.
E o pior, abandonou os monumentos que ela mesmo construiu, hoje depredados e esquecidos. O busto de Thiago Ferreira, remador e futebolista morto em combate em 18/08/1932 está desaparecido, e apesar da Lei no. 469 estabelecer a criação do monumento e sua manutenção na principal artéria do Distrito de Vicente de Carvalho desde 1960, as homenagens que deveriam ocorrer todo ano deixaram de acontecer há muito tempo. Veja o texto completo em ... (Texto original postado em www.almanaqueesportivodesantos.com.br )
Especialistas
Descobrem Relíquias Históricas na Região do Rabo do Dragão
Técnicos da Prefeitura de
Guarujá visitaram, recentemente, o Sítio Cachoeira, na Estrada
Guarujá-Bertioga e constataram a existência de um rico patrimônio
histórico e cultural. Segundo os especialistas, ficou claro que a
região, conhecida como Rabo do Dragão, foi também a primeira, do
Município, a ser habitada por não-indígenas.
A descoberta
foi feita através de uma análise para o projeto Caminhos da Mata,
uma iniciativa da Secretaria do Meio Ambiente (Semam), em parceria
com a Secretaria de Turismo. O projeto visa levar crianças e
adolescentes carentes para percorrer trilhas históricas e ecológicas
da Cidade, enquanto recebem a prática da Educação
Ambiental.
No quilômetro 13 da Estrada, a equipe constatou,
ainda, a existência de uma palmeira imperial com mais de 150 anos e
cerca de 50 metros de altura, além de paredes de sustentação de uma
roda d’água que movia um engenho de cana para a produção de cachaça.
A casa do capitão Gabriel Bento de Oliveira, onde eram
alfabetizadas as crianças da região, hoje é uma escola municipal que
leva seu nome, onde está sendo ministrado o curso de Educação
Ambiental e Cidadania do projeto Paracom, uma parceria entre a Semam
e a Organização Não Governamental Caá-Oby.
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Guarujá Tem Novo Mapa de Abairramento
Centro, Vila Edna, Vila Alice, Vila Júlia, Vila Lígia, Barra Funda, Santa Clara, Santa Cruz dos Navegantes. Tradicionais, estas e dezenas de outras localidades, apesar de enraizadas no cotidiano popular de Guarujá, foram literalmente riscadas do mapa. Mas não é caso para alarmismo, porque as comunidades não vão deixar de existir, apenas ganharam novas denominações.
Na verdade, as mudanças foram efetivadas com o novo Plano Diretor da Cidade, aprovado pela Câmara em 31 de dezembro de 2006. A nova lei inseriu uma série de mudanças no planejamento da Cidade, desde um novo zoneamento, passando pela alteração da política de verticalização do Município e, finalmente, o abairramento, que nada mais é que uma divisão oficial por bairros.
Apesar de ter mais de cem denominações para os bairros até então conhecidos, esta nova lista enxugou as dezenas de localidades para apenas 29 bairros, acabando com pequenos núcleos que se resumiam a alguns quarteirões. No Distrito de Vicente de Carvalho, sobraram só 13 bairros, e em Guarujá, 16.
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O governador José Serra anunciou nesta terça-feira, 09, o projeto de ligação seca entre Santos e Guarujá. O complexo de 4,6 km, sendo 1 km de ponte estaiada, irá beneficiar não só os 24 mil veículos que passam todo dia pela balsa, mas também os cerca de um milhão de pessoas que vivem em Santos, São Vicente e Guarujá.
No período de férias, esse contingente praticamente dobra, quando 1,3 milhão de pessoas segue com destino a toda Baixada Santista. Em feriados, a balsa chega a receber mais de 30 mil veículos/dia. "Com esta ponte nós vamos quebrar um gargalo que é muito importante aqui na região da Baixada Santista. Além disso, a ponte terá até um papel paisagístico", explicou o governador. A ligação seca entre Santos e Guarujá irá substituir de vez a travessia de veículos pela balsa, facilitando a vida dos motoristas que trafegam entre as duas cidades
diariamente.
Entre outros importantes benefícios à região, com a construção da ponte, estão uma maior segurança na navegação, em razão da redução do fluxo de balsas; o aumento da segurança e o conforto na travessia, incluindo o transporte coletivo mais rápido entre as duas cidades. "Nós vamos dar mais segurança para a pessoas e para os navios e mais rapidez, que são coisas fundamentais", ressaltou o governador.
Estimadas em cerca de R$ 700 milhões, as obras terão duração prevista de 30 meses, após a assinatura do contrato. O projeto prevê duas faixas em ambos os sentidos, num total de 4,8 km de novas pistas, com um quilômetro de trecho estaiado. Segundo o governador, não está prevista a cobrança de pedágio e o "Estado vai dar conta de todos custos".
Para atender às especificações do porto, a altura da ponte será de 80 metros, com declividade máxima de 6%. Do lado de Santos, o acesso à ponte será pela avenida Mário Covas, próximo à avenida Cel. Joaquim Montenegro. No Guarujá, será na avenida Santos Dumont, próximo ao rio Santo Amaro.
Atualmente, há duas formas de ir de Santos para o Guarujá: pelas rodovias Anchieta e Cônego Domenico Rangoni, num percurso de 45 quilômetros, ou por uma das sete balsas que operam na travessia diariamente e que, em 2009, transportou 8,6 milhões de veículos. vídeo -
Fonte: Original de Roberto Kolbe em 10-03-2010 em: http://www.vilamascote.com.br/index.php/noticias/governo/5122/
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Aquecimento Global Erosão na Praia da Enseada

Praia da Enseada
Formado Grupo Para Encontrar Solução
Um grupo de trabalho para tentar
frear o processo de erosão da orla marítima da Enseada. É esta a
saída apontada para o fim das constantes destruições proporcionadas
pelas ressacas no mar da maior praia de Guarujá, principalmente aos
quiosques à beira-mar, os mais
prejudicados. Compartilham da conclusão o oceanógrafo
Fabrício Gandini, do Instituto Maramar, e o secretário municipal de
Meio Ambiente, Elson Maceió. De acordo com Maceió, a criação deste
grupo, que reuniria vários personagens, está prestes a se
concretizar. E com base neste propósito, o
oceanógrafo do Instituto Maramar pretende oferecer a esta espécie de
força-tarefa um estudo elaborado no ano passado, depois que as
ressacas atingiram os 98 quiosques da orla da praia mais badalada da
Cidade. Parte deles sucumbiu totalmente e foi reerguida. Gandini
mapeou os quase sete quilômetros de extensão da maior praia da
Cidade e apontou os trechos onde são necessárias medidas urgentes
para restauração. Segundo o estudo, os trechos mais
preocupantes são os extremos da orla, nos encontros com o Morro da
Península, de um dos lados, e no sopé do Morro da Campina, ou Morro
do Maluf, que divisa a Enseada de Pitangueiras. Nesses locais — que
alcançam grandes hotéis, como o Casa Grande e o Delphin —, conforme
o estudo, existe alta necessidade de restauração, para evitar novos
e maiores danos com as ressacas. Por outro lado, o
trecho da praia entre a Avenida Atlântica e a Rua Acre é o de menor
perigo, onde a necessidade de intervenção é baixa. ‘‘Lá as
características naturais da praia se encontram mais preservadas,
justamente onde existem poucos quiosques’’, explicou. Gandini não
culpa os quiosqueiros pelo problema, e sim um erro de planejamento,
em especial no tocante à região da orla. ‘‘O planejamento
urbanístico não considerou a dinâmica da evolução das praias. Uma
área muito próxima ao mar foi ocupada, sem considerar a oscilação da
maré. Falamos em 30, 40 anos atrás, não sei precisar’’,
destacou. Aliado a isso, é preciso pesar a influência
da verdadeira metamorfose ambiental que o planeta atravessa, com o
aumento do nível do mar e as mudanças bruscas na temperatura, que se
eleva cada vez mais. ‘‘Não há dúvidas que a Enseada está sofrendo as
consequências das mudanças climáticas globais. Tudo isso é fruto da
alteração da dinâmica dos oceanos’’... Fonte: A Tribuna - 14 de Janeiro de 2007
Erosão Avança nas Praias ...
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