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http://www.geocities.com/grdclube
- Revista Eletr�nica
INFORMATIVO GRD - ANO I - Edi��o 01 -
Jan a jun de 2000. |
Da� a necessidade da realiza��o de movimentos fisiologicamente saud�veis, que harmonizem o sistema nervoso, a fim de estabelecer o equil�brio mente/corpo de forma consciente, intencional e sens�vel.
A dor, um fen�meno org�nico de tamanha intensidade, acarreta problemas pessoais ou funcionais que tornam a pessoa incapacitada � atividades f�sica e mental. � uma sensa��o desagrad�vel, vari�vel em intensidade e em extens�o de localiza��o, produzida pela estimula��o de termina��es nervosas especializadas em sua recep��o. Assegura a supress�o de um est�mulo violento de origem interna ou externa, podendo ser toler�vel ou n�o, dependendo da experi�ncia sensorial e rea��es psicol�gicas de cada pessoa idosa ou n�o. Pode estar em depend�ncia de uma patologia org�nica ou de uma doen�a sist�mica.
A dor associa-se principalmente com a nocicep��o. � um estado de alerta por algo que no organismo, est� funcionando de forma inadequada requerendo a m�xima aten��o. Pode ser considerada aguda ou cr�nica. A dor aguda, em geral, quando atendida no in�cio responde, facilmente ao tratamento que a cr�nica. Fatores psicol�gicos como a ansiedade e a depress�o podem afetar a percep��o da dor. A elimina��o dos est�mulos f�sicos que ocasionam dores por problemas da coluna vertebral nos idosos � bem mais complexa do que nas pessoas mais jovens.
Associada a um movimento brusco ou queda, a pessoa idosa, normalmente pela sua maior resist�ncia � dor, procura a imobilidade durante dias e recorre a medicamentos analg�sicos que somente atuam de forma paliativa, agravando mais a dor e tornando-a cr�nica.
Levantar um objeto pesado ou colocar-se de p� abruptamente, ap�s um longo per�odo sentado ou deitado, pode levar ao surgimento de dores cont�nuas na regi�o lombar devido a contraturas dos m�sculos lombares. Causa pin�amentos das ra�zes radiculares nervosas do plexo lombar que envolvem as v�rtebras lombares inferiores, geralmente a L4 e L5. A dor estende-se aos membros inferiores, comumente ao longo da parte posterior da coxa ao espa�o popl�teo. Caracterizada pela compress�o radicular, a dor irradiada leva � fraqueza, altera��o nos reflexos e perda sensorial.
A aplica��o de exerc�cios psicomotores �s pessoas idosas ou a reeduca��o psicomotora � uma ci�ncia artesanal. Trabalha-se com a pessoa. � uma nova dimens�o particular, individual, em que est� em jogo o aspecto qualitativo da rela��o humana, vinculada aos est�mulos externos que determinam os comportamentos surgidos ao longo da vida do ser humano.
A estimula��o e orienta��o �s pr�ticas de atividades de reeduca��o psicomotora, propiciam a cria��o de uma atmosfera saud�vel, atuante e existencial, de elevado valor psicol�gico e espiritual, sob forma de tarefas e de movimentos l�dicos.
Os movimentos s�o realizados de forma lenta, integrados aos exerc�cios respirat�rios e aplicados de maneira contigencial, adequados �s necessidades e as capacidades funcionais de cada idoso. Controlados pelo ritmo individual, sem esfor�o, os exerc�cios devem obedecer � execu��o m�xima de cinco vezes cada, com intervalo de um para outro, aumentando gradativamente, de acordo com as possibilidades individuais.
Efetuados diariamente ou tr�s vezes por semana, as consignes n�o possuem car�ter de obrigatoriedade, mas encaradas como organicamente necess�rias, por minimizar as tens�es. Estimulam a circula��o e aumentam o interesse em realizar movimentos conscientes, intencionais e sens�veis. Propiciam num clima de cordialidade, o alcance de objetivos imediatos de preserva��o da sa�de, bem estar e alegria de viver.
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