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Revista Eletr�nica INFORMATIVO G.R.D.
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Especializa��o em Neurofisiologia da
Motricidade
Acrosport ou Acrogym, criado pela Federa��o Francesa de
Trampolim e de Desportos Acrob�ticos � freq�entemente designado pelo termo de
�for�a combinada� e parece beneficiar-se de um novo deleite de interesse.
Aparentado com as atividades do circo, � regida
por uma Federa��o Internacional de Desportos Acrob�ticos que programa e
organiza as competi��es. O Acrosport favorece tamb�m uma
certa prefer�ncia junto aos professores de Educa��o F�sica, por ser
uma disciplina que exerce a��o educativa, devendo apenas ser adaptada em
algumas formas de aprendizagem. Sob o enfoque da educa��o e do
desenvolvimento a Gin�stica Acrob�tica deve ser inclu�da no �Sports para
Todos�. Considerada com como Desporto acrob�tico � normatizada pela FIG �
Federa��o Internacional de Gin�stica � fundada em 1881 � com a denomina��o
de Desporto Acrob�tico, Gin�stica Acrob�tica ou ainda Acro Gin�stica.
Pode parecer curioso procurar
desenvolver argumentos em pr�l da
utiliza��o do Acrosport. Esta pr�tica cada vez mais explorada pelos
professores de Educa��o F�sica encontra-se ao mesmo tempo denegrida por
aqueles que a percebem como simples � funambulismo�. Seu valor estaria
apenas em, motivar os alunos totalmente enfastiados dos tradicionais ciclos da
gin�stica.
Com a denomina��o de Acrogym, pr�tica origin�ria da
Gin�stica Art�stica, do Trampolim Acrob�tico
e/ou Tumbling. A Gin�stica Acrob�tica � composta de tr�s g�neros de
exerc�cios executado sobre um pratic�vel (tablado de 13 X 13 m) combinando os
elementos de equil�brio, for�a, tumbling, saltos e rebotes similares �queles
realizados no plinto, barras,
trampolim e saltos no cavalo. Os exerc�cios s�o executados aos pares ou em
grupos que permitem desenvolver as t�cnicas j� dominadas nos exerc�cios
individuais. As regras s�o
adaptadas aos diferentes n�veis de desenvolvimento do ser humano, o que
encoraja a performance t�cnica e art�stica de melhor qualidade entre os
praticantes. Somente s�o considerados os elementos acrob�ticos e os elementos
de risco que s�o fortemente valorizados.
Os pares e os grupos devem ser da mesma altura e peso, al�m do n�vel de
maturidade. A diferen�a do n�vel de maturidade � essencialmente observada por
raz�es de seguran�a.
Algumas normas para o Grupo de 11 a 16 anos.
S�o exigidos em cada exerc�cio � composi��o de v�rios
elementos - tr�s elementos
individuais. Os elementos individuais suplmentares podem ser inclu�dos.
Qualquer elemento individual n�o pode ter valor acima de 5,00 pontos.
As regras concernentes �s sa�das n�o s�o ainda bem
claras, podendo ser determinado o m�ximo de duas sa�das com a inclus�o de
mais duas sa�das suplementares.
Sua abordagem consiste:
A) Do ponto de vista material:
� uma atividade pouco dispendiosa em
material. Alguns tapetes (colch�es) de 6 cm. de espessura com um n�mero
reduzido de colch�es grossos para quedas.
B) Do ponto de vista do ensino:
� uma atividade relativamente f�cil
de ensinar;
Bem pr�ximo do �espet�culo�, ela
pode colocar em a��o efeitos c�nicos com diversos cen�rios.
� classificada no quadro geral das
atividades acrob�ticas e suscet�veis de representar uma alternativa da gin�stica.
Persegue objetivos concernentes �
coopera��o, � capacidade de trabalhar em grupo e a introdu��o da no��o de
equipe.
C) Do ponto de vista do aluno:
Tem como caracter�stica principal o l�dico.
Estimula a criatividade dos alunos na
pesquisa de forma��o de novas pir�mides.
Favorece uma pedagogia do sucesso a
maior n�mero de alunos.
Os exerc�cios s�o acompanhados de m�sica
gravada em CDs.
D) Do ponto de vista da atividade:
Em pleno progresso ela reencontra um
certo privil�gio, sem d�vida pelo fato de ser novidade (ou pela sua renova��o).
� um espet�culo levando a um grande n�mero
de participa��o.
Os sucessos s�o relativamente r�pidos
porque as capacidades f�sicas exigidas s�o menos importantes que as � coloca��es�
para a realiza��o das pir�mides, sobretudo pelo trabalho est�tico.
O fato de colocar em a��o v�rios pares possibilita multiplica��o de pir�mides poss�veis, onde o efeito de novidade ou elemento surpresa pode ocorrer em cada sess�o.
AN�LISE DID�TICA
Fundamentos:

O elemento base que equilibra o volante na posi��o est�tica, o impulsiona para faze-lo �voar� ou girar e eventualmente ajudar a recebe-lo. (movimento din�mico).

O volante equilibra-se e deixa-se equilibrar pelo base (posi��o est�tica), realizando suas acrobacias no espa�o e depois � recebido com total dom�nio (movimento din�mico).

BIBLIOGRAFIA
FIG.
F�deration Internationale du Gymnastique. Regras
e Regulamentos.
C�digo
de Pontua��o 2003.
Dispon�vel: Internet: www.fig-gymnastics.com
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