- Revista Eletr�nica INFORMATIVO G.R.D. -
- ANO IV - Edi��o 07 - 
Janeiro a Junho de 2003. 
Rio de Janeiro, 22 de mar�o de 2003.
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ACROSPORT E EDUCA��O F�SICA

 

Darcymires do R�go Barros

Especializa��o em Neurofisiologia da Motricidade

 

 

Acrosport ou Acrogym, criado pela Federa��o Francesa de Trampolim e de Desportos Acrob�ticos � freq�entemente designado pelo termo de �for�a combinada� e parece beneficiar-se de um novo deleite de interesse. Aparentado com as atividades do circo, �  regida por uma Federa��o Internacional de Desportos Acrob�ticos que programa e organiza as competi��es. O Acrosport favorece tamb�m uma  certa prefer�ncia junto aos professores de Educa��o F�sica, por ser uma disciplina que exerce a��o educativa, devendo apenas ser adaptada em  algumas formas de aprendizagem. Sob o enfoque da educa��o e do desenvolvimento a Gin�stica Acrob�tica deve ser inclu�da no �Sports para Todos�. Considerada com como Desporto acrob�tico � normatizada pela FIG � Federa��o Internacional de Gin�stica � fundada em 1881 � com a denomina��o de Desporto Acrob�tico, Gin�stica Acrob�tica ou ainda Acro Gin�stica.

 

APLICA��O EM EDUCA��O F�SICA

Pode parecer curioso procurar desenvolver  argumentos em pr�l da utiliza��o do Acrosport. Esta pr�tica cada vez mais explorada pelos professores de Educa��o F�sica encontra-se ao mesmo tempo denegrida por aqueles que a percebem como simples � funambulismo�. Seu valor estaria apenas em, motivar os alunos totalmente enfastiados dos tradicionais ciclos da gin�stica.

Com a denomina��o de Acrogym,  pr�tica origin�ria  da Gin�stica Art�stica, do Trampolim Acrob�tico  e/ou Tumbling. A Gin�stica Acrob�tica � composta de tr�s g�neros de exerc�cios executado sobre um pratic�vel (tablado de 13 X 13 m) combinando os elementos de equil�brio, for�a, tumbling, saltos e rebotes similares �queles realizados  no plinto, barras, trampolim e saltos no cavalo. Os exerc�cios s�o executados aos pares ou em grupos que permitem desenvolver as t�cnicas j� dominadas nos exerc�cios individuais.  As regras s�o adaptadas aos diferentes n�veis de desenvolvimento do ser humano, o que encoraja a performance t�cnica e art�stica de melhor qualidade entre os praticantes. Somente s�o considerados os elementos acrob�ticos e os elementos de risco que s�o  fortemente  valorizados. Os pares e os grupos devem ser da mesma altura e peso, al�m do n�vel de maturidade. A diferen�a do n�vel de maturidade � essencialmente observada por raz�es de seguran�a.

Algumas normas para o Grupo de 11 a 16 anos.

S�o exigidos em cada exerc�cio � composi��o de v�rios elementos -  tr�s elementos individuais. Os elementos individuais suplmentares podem ser inclu�dos. Qualquer elemento individual n�o pode ter valor acima de 5,00 pontos.

As regras concernentes �s sa�das n�o s�o ainda bem claras, podendo ser determinado o m�ximo de duas sa�das com a inclus�o de mais duas sa�das suplementares.

Sua abordagem consiste:

A) Do ponto de vista material:

� uma atividade pouco dispendiosa em material. Alguns tapetes (colch�es) de 6 cm. de espessura com um n�mero reduzido de colch�es grossos para quedas.

B) Do ponto de vista do ensino:

� uma atividade relativamente f�cil de ensinar;

Bem pr�ximo do �espet�culo�, ela pode colocar em a��o efeitos c�nicos com diversos cen�rios.

� classificada no quadro geral das atividades acrob�ticas e suscet�veis de representar uma alternativa da gin�stica.

Persegue objetivos concernentes � coopera��o, � capacidade de trabalhar em grupo e a introdu��o da no��o de equipe.

C) Do ponto de vista do aluno:

Tem como caracter�stica principal o l�dico.

Estimula a criatividade dos alunos na pesquisa de forma��o de novas pir�mides.

Favorece uma pedagogia do sucesso a maior n�mero de alunos.

Os exerc�cios s�o acompanhados de m�sica gravada em CDs.

D) Do ponto de vista da atividade:

Em pleno progresso ela reencontra um certo privil�gio, sem d�vida pelo fato de ser novidade (ou pela sua renova��o).

� um espet�culo levando a um grande n�mero de participa��o.

Os sucessos s�o relativamente r�pidos porque as capacidades f�sicas exigidas s�o menos importantes que as � coloca��es�  para a realiza��o das pir�mides, sobretudo pelo trabalho est�tico.

O fato de colocar em a��o v�rios pares possibilita  multiplica��o de pir�mides poss�veis, onde o efeito de novidade ou elemento surpresa pode ocorrer em cada sess�o.

 

AN�LISE DID�TICA

Fundamentos:

 

O elemento base que equilibra o volante na posi��o est�tica, o impulsiona para faze-lo �voar� ou girar e  eventualmente ajudar a recebe-lo. (movimento din�mico).

 

O volante equilibra-se e deixa-se equilibrar pelo base (posi��o est�tica), realizando suas acrobacias no espa�o e depois � recebido com total dom�nio (movimento din�mico).

  

BIBLIOGRAFIA :

FIG. F�deration Internationale du Gymnastique. Regras e Regulamentos.

C�digo de Pontua��o 2003.

Dispon�vel: Internet: www.fig-gymnastics.com

 


 

 

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