| Correndo na chuva | ||||||||||||
| �Acordamos �s 5h, a chuva estava l�, a TV indicava que o tempo inst�vel iria permanecer, e os term�metros marcavam zero grau -a sensa��o era de menos ainda. �Para mim, parecia estar descartada a hip�tese de recorde pessoal, talvez nem sequer sub-4 horas, quem sabe o que podia acontecer. O medo aumentou quando chegamos ao lugar da largada e vi a chuvinha fina apertar, iria congelar nos 45 minutos que faltavam para a partida. �Iria, sim, se n�o fosse uma maravilha tecnol�gica, a tal de warming tent (tenda de aquecimento), que nos recebia a todos num ambiente quentinho, sem vento, sem chuva. �Mas �ramos t�o poucos, me parecia. Pelo visto, al�m de n�o conseguir fazer o tempo sonhado (e j� abandonado), iria ainda amargar um �ltimo lugar ou coisa l� por perto. �Mais perto ficava da hora da largada, a tenda enchia, o dia se iluminava aos poucos, crescia o movimento l� fora, os animadores gritavam incentivos nos alto-falantes, �ltimo com certeza eu n�o seria. �Chamaram os corredores, fomos nos alinhando segundo a cor dos n�mero do peito, que tinha a ver com o tempo previsto. Rapidinho, tocou o Hino e soou a corneta da largada, dois minutos depois das 7h do dia 17 de novembro. L� nos fomos, uns mil e poucos gatos-pingados na chuva fina. |
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| Continua... | ||||||||||||
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