Programas
Aplicativos

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Vantagens sobre
o processamento

 


Arquitetura Cliente/Servidor

Uma arquitetura Cliente/Servidor é composta por um ou mais computadores (servidores) que centralizam os dados que deve ser compartilhados entre programas que executam em PCs (clientes), através de linhas de comunicação de alta performance. Um aplicativo pode ser dividido em várias partes e, convenientemente, pode-se executá-las ou no servidor ou nos clientes. As vantagens do uso de um PC é aproveitar a sua capacidade de processamento e a capacidade gráfica da interface com o usuário. O uso de servidores tem suas vantagens na centralização dos dados corporativos ou departamentais, o melhor aproveitamento dos recursos de disco e processamento e o controle da segurança de acesso aos dados. A principal desvantagem é o custo de administração desse ambiente.
Conceitua-se Servidor todo aquele computador que tem a capacidade de compartilhar seus recursos (disco, processador, impressoras e outros periféricos) com outros computadores. O porte desses computadores vão desde PCs até mainframes, dependendo da utilização e número de PCs conectados no servidor. Centralizando os dados corporativos ou departamentais da empresa é mais fácil estabelecer procedimentos de salva dos bancos de dados e controle da segurança. A empresa não terá mais dados replicados em vários locais, deixando de correr o risco de alguns dados estarem desatualizados, evitando um grande esforço de gerenciamento dos dados.
Os Clientes são todos aqueles computadores que executam programas utilizando recursos de um ou mais servidores. Uma das vantagens dos Clientes é o aproveitamento da capacidade de processamento do PC. A cada dia que passa os negócios ficam mais complexos demandando mais processamento. O número de PCs acompanha o crescimento dos negócios. A arquitetura Cliente/Servidor permite a compra do recurso certo na hora certa ao preço da época, aproveitando as contínuas reduções de preços dos computadores. Outra grande vantagem é o uso das capacidades multimídia dos mecanismos de apresentação, colocando cor, gráficos, imagens e vídeo.
Um programa de aplicação pode ser divido em várias partes, cada uma com uma função. Na concepção do programa define-se onde irá executar cada função, se no servidor ou se nas estações clientes. A definição deve levar em conta a performance da rede de comunicação de dados. Quanto menor a capacidade da rede de comunicação maior deve ser a concentração das partes do programa, ou no servidor ou no cliente. A medida que os recursos de comunicação vão crescendo admite-se um maior grau de liberdade de escolha. Por outro lado, quanto maior a divisão das partes do programa maior será a complexidade no gerenciamento do ambiente. Após a definição do desenho do programa de aplicação, define-se os recursos necessários no servidor e nos clientes em termos de software e hardware.
Uma aplicação torna-se um cliente quando envia uma solicitação a um servidor e espera uma resposta.
1. Pedido de serviço
2. Cliente envia uma mensagem para o núcleo
3. Núcleo armazena a mensagem do cliente em uma porta específica para aquele cliente.
4. O núcleo modifica o servidor solicitado para que seja estabelecida uma conexão com a porta do cliente.
5. O servidor atende o pedido do cliente, depois de estabelecer a comunicação.

                   

 



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