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Info |
| Origem:
Reino Unido, 1988 Formação: Nick Holmes (vocal) Gregor Mackintosh (guitarra) Aaron Aedy (guitarra) Stephen Edmondson (baixo) Jeff Singer (bateria) Site oficial: http://www.paradiselost.co.uk/ |
| Discografia |
| 1990
- Lost Paradise 1991 - Gothic 1992 - Shades Of God 1993 - Icon 1995 - Dracoonian Times 1997 - One Second 1998 - Reflection 1999 - Host 2001 - Believe In Nothing 2002 - Symbol Of Life |
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Biografia |
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Discografia |
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01.
Intro
01.
Gothic
01.
Mortals Watch The Day
01.
Embers Fire
Gothic
01.
Gothic
01.
Enchantment
01.
One Second
The
Singles Collection [Boxset] 01.
Say Just Words
01.
So Much Is Lost
01.
I Am Nothing 01.
Isolate
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Os ingleses do Paradise Lost, no início do grupo, por volta de 1988, seguiam à risca esse estereótipo, até que resolveram explorar um pouco mais o lado comercial da coisa, passando em pouco tempo do anonimato para o 'mainstream'.
A banda de Halifax, Inglaterra, assinou com a gravadora Peaceville Records e logo após a gravação de sua primeira demo, lançando seu primeiro álbum, "Lost Paradise", em fevereiro de 1990. Este, apesar da produção minimalista e a música baseada muito genericamente no death metal, e apesar do som cru e direto, tiveram uma boa resposta das publicações especializadas.
O segundo trabalho, "Gothic", foi lançado no ano seguinte e quem achava que o disco seria apenas uma continuação do 'debut', foi surpreendido com um clima mórbido composto pelo uso de passagens orquestradas, guitarras com afinação grave, vocais femininos tétricos ao fundo e solos negros. O Paradise Lost atingiu um som distinto, original.
Quando "Shades of God" saiu, em 1992, os fãs puderam constatar que o Paradise Lost realmente estava trilhando um caminho próprio, criativo e muito original. Quanto mais se afastavam do estilo apresentado no primeiro álbum, mais a fundo iam no que haviam iniciado com "Gothic".
No mesmo ano, o single "As I Die" causou enorme repercussão na Europa, deixando todos ansiosos para conferirem o que viria a seguir. E os fãs não se decepcionaram, pois em 1993, chegava "Icon", um dos álbuns mais aclamados do Metal gótico, em todos os tempos. Após lançarem o EP "Seals the Sense", saem em uma enorme turnê, que duraria até o fim do ano seguinte, tocando em diversos festivais, principalmente na Europa.
De
volta pra casa, o baterista Matt Archer deixou o grupo justificando sua saída
como "perda do interesse pela banda". Apesar da mudança na formação
da banda, o novo baterista (Lee Morris) não teve grande impacto na gravação
do álbum seguinte, "Draconian Times", pois a maior parte das
músicas já haviam sido escritas e inclusive gravadas.
O
álbum "Draconian Times", de 1995, foi o maior sucesso comercial
da banda. Mesmo soando pesados, tristes, depressivos, agressivos, conseguiram
criar excelentes melodias e refrãos mais comerciais, que tornaram o disco
acessível para grande parte dos headbangers que ainda não conheciam
o grupo ou que ainda não eram fãs desse estilo.
Os vocais de Nick Holmes, as frases de guitarra de Gregor Mackintosh e os riffs cortantes de Aaron Aedy são puro 'feeling'e podem ser conferidos em faixas como "Forever Failure", que traz uma citação do assassino Charles Manson como introdução, "I See Your Face", "Hallowed Land", além do hit "The Last Time", que passou constantemente na MTV. Com esse lançamento, chegaram ao auge da carreira, vendendo 1 milhão de cópias e tocando inclusive em São Paulo, no festival Philips Monsters of Rock.
O que ninguém esperava, porém, é que a banda iria explorar mais a fundo esse lado pop e quando "One Second" saiu, em 1997, muitos fãs se viraram contra os ingleses pois não aceitaram a inclusão de ritmos e efeitos eletrônicos, o desaparecimento dos riffs de guitarra e das passagens góticas, que foram marcas registradas do Paradise Lost.
A coletânea "Reflection", foi lançada no ano seguinte e "Host", em 1999. A banda continuou se apresentando em todos os grandes festivais europeus de Heavy Metal, nunca deixando de tocar as músicas antigas, as mais pedidas pelo público.
"Believe In Nothing", sem causar quase nenhum impacto, chegou em 2001, e não foi tão apelativo como os discos anteriores trazendo uma forte influência gótica, mesmo que ainda um pouco longe da perfeição que foi "Draconian Times". O grupo estava, entretanto, se aproximando mais de suas raízes, o que deixou um certo ar de curiosidade para o que viria a seguir.
Para a surpresa dos mais pessimistas, o Paradise Lost lança, em 2002, "Symbol of Life". Produzido por Rhys Fulber (Fear Factory), o álbum foi muito bem aceito pelos fãs e pela crítica em geral. Faixas como "Ereased" e "Primal" mostram que a banda amadureceu bastante e os elementos modernos, que dominavam os últimos trabalhos, ficaram bem mais discretos e melhor encaixados nas composições.
Outro
destaque fica para a faixa "Channel for the Pain", que traz a participação
especial de Devin Townsend (Strapping Young Lad e Steve Vai) nos vocais.