Paradise Lost
Info
Origem: Reino Unido, 1988

Formação:
Nick Holmes (vocal)
Gregor Mackintosh (guitarra)
Aaron Aedy (guitarra)
Stephen Edmondson (baixo)
Jeff Singer (bateria)

Site oficial: http://www.paradiselost.co.uk/
Discografia
Paradise Lost
Biografia

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 


Discografia



Lost Paradise
(1990)

01. Intro
02. Deadly Inner Sense
03. Paradise Lost
04. Our Saviour
05. Rotting Misery
06. Frozen Illusion
07. Breeding Fear
08. Lost Paradise





Gothic
(1991)

01. Gothic
02. Dead Emotion
03. Shattered
04. Rapture
05. Eternal
06. Falling Forever
07. Angel Tears
08. Silent
09. The Painless
10. Desolate





Shades Of God
(1992)

01. Mortals Watch The Day
02. Crying For Eternity
03. Embraced
04. Daylight Torn
05. Pity The Sadness
06. No Forgiveness
07. Your Hand In Mine
08. The Word Made Flesh
09. As I Die





Icon
(1993)

01. Embers Fire
02. Rememberance
03. Forging Sympathy
04. Joys Of The Emptiness
05. Dying Freedom
06. Widow
07. Colossal Rains
08. Weeping Words
09. Poison
10. True Belief
11. Shallow Seasons
12. Christendom
13. Deus Misereateur





Gothic
(1994 - EP)

01. Gothic
02. Rotting Misery
03. Breeding Fear
04. The Painless





Draconian Times
(1995)

01. Enchantment
02. Hallowed Land
03. The Last Time
04. Forever Failure
05. Once Solemn
06. Shadowkings
07. Elusive Cure
08. Yearn For Change
09. Shades Of God
10. Hands of Reason
11. I See Your Face
12. Jaded





One Second
(1997)

01. One Second
02. Say Just Words
03. Lydia
04. Mercy
05. Soul Courageous
06. Another Day
07. The Sufferer
08. This Cold Life
09. Blood Of Another
10. Dissapear
11. Sane
12. Take Me Down





The Singles Collection
(1997)

[Boxset]





Reflection
(1998)

01. Say Just Words
02. Hallowed Land
03. True Belief
04. Pity The Sadness
05. Eternal
06. Forever Failure (Remix)
07. Gothic
08. One Second
09. Rotting Misery (Remix)
10. Last Time
11. Mercy
12. Widow
13. Embers Fire
14. As I Die
15. Soul Courageous (Live)
16. Blood Of Another (Live)
17. As I Die (Live)





Host
(1999)

01. So Much Is Lost
02. Nothing Sacred
03. In All Honesty
04. Harbour
05. Ordinary Days
06. It's Too Late
07. Permanent Solution
08. Behind The Grey
09. Wreck
10. Made The Same
11. Deep
12. Year Of Summer
13. Host





Believe In Nothing
(2001)

01. I Am Nothing
02. Mouth
03. Fader
04. Look At Me Now
05. Illumination
06. Something Real
07. Divided
08. Sell It To The World
09. Never Again
10. Control
11. No Reason
12. World Pretending





Symbol Of Life
(2002)

01. Isolate
02. Erased
03. Two Worlds
04. Pray Nightfall
05. Primal
06. Perfect Mask
07. Mystify
08. No Celebration
09. Self-Obsessed
10. Symbol of Life
11. Channel for the Pain
12. Xavier
13. Small Town Boy






Website desenvolvido por Daniele Ferreira " Darkness Queen ".
http://www.gothic-sanctuary.cjb.net
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E-mail: [email protected]

Além dos climas sombrios, letras depressivas e roupas escuras, uma das principais características das bandas Doom/Gothic Metal, é viver no 'underground'.

Os ingleses do Paradise Lost, no início do grupo, por volta de 1988, seguiam à risca esse estereótipo, até que resolveram explorar um pouco mais o lado comercial da coisa, passando em pouco tempo do anonimato para o 'mainstream'.

A banda de Halifax, Inglaterra, assinou com a gravadora Peaceville Records e logo após a gravação de sua primeira demo, lançando seu primeiro álbum, "Lost Paradise", em fevereiro de 1990. Este, apesar da produção minimalista e a música baseada muito genericamente no death metal, e apesar do som cru e direto, tiveram uma boa resposta das publicações especializadas.

O segundo trabalho, "Gothic", foi lançado no ano seguinte e quem achava que o disco seria apenas uma continuação do 'debut', foi surpreendido com um clima mórbido composto pelo uso de passagens orquestradas, guitarras com afinação grave, vocais femininos tétricos ao fundo e solos negros. O Paradise Lost atingiu um som distinto, original.

Quando "Shades of God" saiu, em 1992, os fãs puderam constatar que o Paradise Lost realmente estava trilhando um caminho próprio, criativo e muito original. Quanto mais se afastavam do estilo apresentado no primeiro álbum, mais a fundo iam no que haviam iniciado com "Gothic".

No mesmo ano, o single "As I Die" causou enorme repercussão na Europa, deixando todos ansiosos para conferirem o que viria a seguir. E os fãs não se decepcionaram, pois em 1993, chegava "Icon", um dos álbuns mais aclamados do Metal gótico, em todos os tempos. Após lançarem o EP "Seals the Sense", saem em uma enorme turnê, que duraria até o fim do ano seguinte, tocando em diversos festivais, principalmente na Europa.

De volta pra casa, o baterista Matt Archer deixou o grupo justificando sua saída como "perda do interesse pela banda". Apesar da mudança na formação da banda, o novo baterista (Lee Morris) não teve grande impacto na gravação do álbum seguinte, "Draconian Times", pois a maior parte das músicas já haviam sido escritas e inclusive gravadas.

O álbum "Draconian Times", de 1995, foi o maior sucesso comercial da banda. Mesmo soando pesados, tristes, depressivos, agressivos, conseguiram criar excelentes melodias e refrãos mais comerciais, que tornaram o disco acessível para grande parte dos headbangers que ainda não conheciam o grupo ou que ainda não eram fãs desse estilo.

Os vocais de Nick Holmes, as frases de guitarra de Gregor Mackintosh e os riffs cortantes de Aaron Aedy são puro 'feeling'e podem ser conferidos em faixas como "Forever Failure", que traz uma citação do assassino Charles Manson como introdução, "I See Your Face", "Hallowed Land", além do hit "The Last Time", que passou constantemente na MTV. Com esse lançamento, chegaram ao auge da carreira, vendendo 1 milhão de cópias e tocando inclusive em São Paulo, no festival Philips Monsters of Rock.

O que ninguém esperava, porém, é que a banda iria explorar mais a fundo esse lado pop e quando "One Second" saiu, em 1997, muitos fãs se viraram contra os ingleses pois não aceitaram a inclusão de ritmos e efeitos eletrônicos, o desaparecimento dos riffs de guitarra e das passagens góticas, que foram marcas registradas do Paradise Lost.

A coletânea "Reflection", foi lançada no ano seguinte e "Host", em 1999. A banda continuou se apresentando em todos os grandes festivais europeus de Heavy Metal, nunca deixando de tocar as músicas antigas, as mais pedidas pelo público.

"Believe In Nothing", sem causar quase nenhum impacto, chegou em 2001, e não foi tão apelativo como os discos anteriores trazendo uma forte influência gótica, mesmo que ainda um pouco longe da perfeição que foi "Draconian Times". O grupo estava, entretanto, se aproximando mais de suas raízes, o que deixou um certo ar de curiosidade para o que viria a seguir.

Para a surpresa dos mais pessimistas, o Paradise Lost lança, em 2002, "Symbol of Life". Produzido por Rhys Fulber (Fear Factory), o álbum foi muito bem aceito pelos fãs e pela crítica em geral. Faixas como "Ereased" e "Primal" mostram que a banda amadureceu bastante e os elementos modernos, que dominavam os últimos trabalhos, ficaram bem mais discretos e melhor encaixados nas composições.

Outro destaque fica para a faixa "Channel for the Pain", que traz a participação especial de Devin Townsend (Strapping Young Lad e Steve Vai) nos vocais.

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